Engesa é restaurado para expedições de mergulho

Veículo demorou 18 meses para ser restaurado




Veículo demorou 18 meses para ser restaurado

No início da década de 90 a Engesa – Engenheiros Especializados S/A – especializada em veículos de defesa, decretou a falência. Em 2009, durante a Adventure Sports Fair, Patrick Muller, proprietário da operadora de mergulho Atlantis, irá expor um modelo EE-25 6×6, restaurado pelo próprio francês, que mora no Brasil há 25 anos.

O veículo é utilizado por grupos de mergulhadores em expedições e, além de levar todos os equipamentos, possui cozinha, camas de casal, banheiro, entre outras “regalias”. “Ele serve para apoio a expedições de mergulho em água doce (cavernas e minas) ou em regiões costeiras. Mas ele pode perfeitamente ser usado para outras expedições que não as de mergulho. Além de levar equipamentos especializados para este esporte (compressores, cilindros, misturas gasosas), o baú-oficina original foi transformado em casa móvel”, contou Muller.

O francês possui cinco modelos de Engesa e o gosto pela marca veio do desempenho, do visual e da suspensão dos jipes. O modelo EE-25 foi fabricado em 1989 e ficou 17 anos sem rodar. “Estava com quase tudo para refazer, pois os funcionários que ocuparam a fábrica tiraram o motor, a caixa de marcha, os eixos dianteiros e as rodas dele. O chassi e a mecânica pesada, incluindo a suspensão Boomerang, estavam sem uso”, relembrou.

Trabalho – Por não ser um veículo comum nos dias de hoje e não ter peças específicas no mercado, o trabalho de Patrick foi longo, até encontrar uma oficina especializada em Pirassununga (SP). “Após três anos, achei uma oficina que aceitou o desafio. A restauração levou aproximadamente 18 meses, até deixar o caminhão 100% em abril de 2009”.

Fonte: WebVenture Mergulho

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