Prefeitura de Maringá ainda precisa retirar 450 quebra-molas




A Secretaria de Serviços Públicos de Maringá tem uma missão nada fácil: retirar 443 quebra-molas, instalados nos mais diversos pontos da cidade, até o final de novembro. A determinação é do Ministério Público, por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta, firmado entre a Prefeitura e a Promotoria de Justiça e Defesa do Patrimônio Público.

A Secretaria de Serviços Públicos vem fazendo a retirada ou readequação quebra-molas instalados em ruas e avenidas de Maringá e dos distritos de Floriano e Iguatemi desde maio. Até agora retirou 65 e readequou 18, de acordo com normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

O Contran determina que as lombadas em avenidas tenham 9 metros de extensão por 3,70m de largura e 10 centímetros de espessura, 2 centímetros mais baixas que as atuais. Nas ruas as lombadas devem ter 7 metros de extensão por 1,50m de largura e 10 centímetros de altura.

Segundo o secretário de Serviços Públicos, Vagner Mussio, o grande problema é a demora na realização do trabalho. “A partir do deslocamento da equipe de servidores e equipamentos ao local da remoção da lombada e até a retirada de cones e desobstrução da via, no final da operação, são exigidas, em média, duas horas e meia de trabalho em cada quebra-mola”. Além disso, o deslocamento dos equipamentos necessários é outro agravante.

A sequência

A remoção das lombadas começa com o corte lateral do pavimento, para o qual é utilizada uma máquina com lâmina especial. Em seguida é feita a remoção da ondulação na pista com a utilização de uma máquina retroescavadeira, uma pá carregadeira e um caminhão-caçamba, que faz o transporte dos resíduos.

O material do pavimento removido é transportado e estocado na Pedreira Municipal para futura utilização em operações tapa-buraco ou para contenção de erosões, explicou o secretário. Quinze homens desempenham essa tarefa.

Fonte: O Diário de Maringá

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