Guerra comemora resultados de 2010




A Guerra, fabricante gaúcha de implementos rodoviários, fechou 2010 com excelentes resultados. Em seu balanço, divulgado no começo do mês, a companhia destacou o crescimento de mais de 50% na sua receita líquida em relação ao ano anterior, bem como o aumento de cerca de 46% na sua produção e um lucro líquido, revertendo prejuízo registrado em 2009.

Balanço

Em 2010, a Guerra contabilizou uma receita liquida total de R$ 467,8 milhões contra R$ 299,5 milhões no ano anterior, valor 56,1% superior. Segundo o balanço, o desempenho é decorrência de um mercado em franca expansão e também da execução de medidas eficientes de gestão, que permitiu à companhia reverter o prejuízo registrado em 2009 (de R$ 19,8 milhões) para um lucro líquido de R$ 17,4 milhões no ano passado e prepará-la para novos estágios de crescimento. “Houve maior diversificação no mix de produtos”, comenta Alex Sandi, diretor administrativo e finanças.

A Guerra produziu 9.450 equipamentos em 2010, um expressivo crescimento de 43,1% sobre as 6.602 unidades de 2009. O segmento graneleiro e de carga-seca participou com 63% do total produzido; seguido por Furgões e Siders, que tiveram participação de 12%; e Basculantes / Tanques, com 11%.

A companhia destacou sua participação de mercado, que atingiu no ano passado a marca de 15%, mantendo-se o índice alcançado ao longo dos últimos cinco anos, com pico de 18% nos meses de abril e maio. A Guerra ressaltou ainda em seu balanço os ganhos de participação no mercado interno nos segmentos Graneleiro (+3%), Baú Lonado (+5%), Dolly (13%) e Transporte de Toras (+2%), alcançando em 2010 níveis de 31%, 17%, 23% e 19%, respectivamente.

Perspectivas

No ano passado, a Guerra lançou um programa de investimentos da ordem de R$ 42 milhões para o biênio 2010-2011. Todo o montante é destinado ao Plano Diretor Guerra, que define reorganização no fluxo produtivo das fábricas, com criação de novas linhas de montagem, mudança de layout, transferência de linhas, aquisição de diversos equipamentos (dobradeiras, guilhotinas e células robotizadas de soldagem). Para 2011, a companhia projeta um crescimento de 6% na produção no acumulado sobre 2010.

Fonte: Canal do Transporte




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