Menos da metade dos caminhões de São Paulo passou por inspeção ambiental

[vodpod id=Video.8737666&w=500&h=400&fv=midiaId%3D1508772%26amp%3BautoStart%3Dfalse%26amp%3Bwidth%3D480%26amp%3Bheight%3D392]

Menos da metade dos caminhões de São Paulo passou pela inspeção veicular ambiental no ano passado. Dos 119.857 veículos emplacados na capital, apenas 58.816 fizeram a inspeção – cerca de 49,1%. Pelas ruas da capital paulista, é comum ver caminhões soltando grande quantidade de fumaça, o que indica que estão desregulados, segundo especialistas.

“Isso é muita poluição. Mesmo o caminhão velho não é para fazer essa fumaça preta. Isso é desregulagem da bomba injetora. isso é problema de fiscalização”, explica Francisco Nigro, professor de engenharia mecânica da USP.

A inspeção veicular, obrigatória desde 2008 para os veículos a diesel, tenta acabar com essas irregularidades. Além dos caminhões que têm placa de São Paulo e não realizaram a inspeção veicular ambiental, há os veículos emplacados em outras cidades.

Desde o ano passado, a Prefeitura de São Paulo adotou uma outra medida para melhorar o trânsito e diminuir a fumaceira, que foi a restrição da circulação dos grandes caminhões em algumas vias. A Prefeitura afirma que o congestionamento na cidade diminuiu 22% desde o início das restrições em que em vias específicas, como na Avenida dos Bandeirantes, onde a lentidão teve queda de 69%.

Um trânsito que flui ajuda a diminuir a poluição do ar. O problema é que houve aumento na quantidade de veículos urbanos de carga (VUCs) no Centro expandido.

“Embora você tenha um número maior, ele causa um impacto menor na restrição de tráfego. Isso melhora a fluidez do trafego. Então até na manobra, pela condição de estacionamento, carregar e descarregar, isso melhora fluidez no tráfego”, diz o assessor ambiental da Secretaria Municipal dos Transportes, Márcio Schetino.

Fonte: Respirar

Inscreva-se




Deixe sua opinião sobre o assunto!