Fã de Carga Pesada deixa gerência de banco para dirigir caminhão na Inglaterra

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A saga dos caminhoneiros Pedro (Antônio Fagundes) e Bino (Stênio Garcia) começou no seriado Carga Pesada entre os anos 1979 e 1981. Com direito a uma continuação na década atual, exibida entre 2003 e 2007. A história do caminhoneiro Paulo Vieira, 41 anos, entretanto, mostra que a série tem forças para tocar o público até hoje (assista ao vídeo que Paulo enviou para o site da Rede Globo).

– Estou sentado no meu sonho – conta, por telefone, em Londres.

Paulo estava dentro do Carga Pesada, caminhão de nome inspirado no seriado de sucesso. E foi há 10 anos, em Goiânia, cidade natal – onde era gerente de banco -, que tomou a decisão mais importante da vida: largou o emprego e deixou o Brasil.

– Viajei para poder ser caminhoneiro igual ao Pedro e o Bino. Fui para o exterior por causa da violência e a precariedade das estradas do Brasil, além da melhor remuneração – justifica.

Paulo coleciona todos os DVDs da série e usa acessórios idênticos aos do personagem Pedro (Antônio Fagundes), como os óculos e um colar.

– Meu jeito é muito parecido com o dele, além de eu ser um bom caminhoneiro.

Stênio Garcia elogia história do fã e comenta repercussão da série

Quanto ao Bino (Stênio Garcia), Paulo diz que se identifica com a seriedade e o profissionalismo em cumprir compromissos. A história do fã sensibilizou o ator.

– É muito gratificante saber que ainda hoje existe um prolongamento do Carga Pesada conquistando as estradas de Londres. Paulo é um herói, assim como os personagens da série – elogia Stênio.

Paulo não esconde o orgulho do veículo que tem em mãos.

– Ele é do mesmo porte do caminhão usado pelos personagens da série, é o mais novo e moderno da companhia que trabalho e só eu dirijo – diverte-se.

Feliz com o reconhecimento profissional, Paulo tem dois planos que envolvem o país de origem: ele quer retornar ao Brasil em cinco anos para adquirir o caminhão Carga Pesada II. E acompanhar os estudos do filho mais velho, que pretende ser médico.

– Estou contente em poder ajudá-lo a fazer o que gosta, assim como eu consegui.

Fonte: Rede Globo




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