Furto de combustível preocupa




O Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná (Setcepar), uma transportadora chega a ter prejuízo anual de R$ 11.400,00 por caminhão, vítima de comercialização de combustível ilegal. O cálculo tem como base o trajeto Curitiba – São Paulo – Curitiba (PR).

Uma empresa que reúne 50 caminhões em sua frota pode amargar perdas de R$ 570.000,00 por ano, o equivalente ao preço de um caminhão novo.

A entidade alerta que o comércio ilegal de combustível está ganhando espaço nas estradas. O preço da venda ilegal chega a menos da metade daquele comercializado pelos postos de combustíveis. Segundo a entidade, o diesel roubado é, quase sempre, misturado à água para render mais e aumentar os lucros na venda.

A utilização desse tipo de diesel pode causar problemas como falhas no motor.

Na tentativa de parar a ação dos bandidos, muitas empresas transportadoras têm iniciado um controle sobre os pontos de parada e abastecimento de cada um de seus caminhões, assim, o motorista só tem autorização para parar em pontos validados pela empresa.

O Setcesp, junto com a Polícia Rodoviária Federal do Paraná, esta avaliando se as borracharias possuem alvará para continuarem funcionando. Fechando os pontos que não tem autorização para estarem abertos, muitas das paradas de comércio ilegal de diesel serão extintas. “Deve ser feito, por parte das empresas, um controle rígido dos gastos com combustível, para tentar diminuir cada vez mais a ação dos motoristas desonestos”, destaca Luíz Carlos Podzwato, Superintendente do Setcepar.

Segundo a empresa Flamma, uma das alternativas para as transportadoras é a utilização do antifurto de combustível, que impede o acesso de mangueiras pelo bocal do tanque de combustível e mantém a vazão original durante o abastecimento

Fonte: WebPesados




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