A partir de janeiro próximo os veículos FH sairão da linha de produção com as seguintes potências: 420cv, 460cv, 500cv e 540cv, o mais potente do mercado brasileiro. Já os FMX terão potências de 420cv, 460cv e 500cv.
Para atender a estas novas faixas de potência a engenharia da Volvo desenvolveu um novo eixo traseiro sem redução nos cubos, dotado de uma carcaça fundida. Outra novidade é a nova caixa de câmbio I-Shift, 70 kg mais leve e com novo software e que já equipa 72% dos caminhões comercializados pela Volvo.
Os novos caminhões serão de 10 a 12% mais caros que os modelos atuais e chegam com a promessa de 5% menos consumo de combustível. Este ganho de custo, no entanto, deve ser compensado pela exigência do uso da Arla 32, produto químico composto por 32,5% de uréia dissolvida em água, capaz de neutralizar o óxido de nitrogênio(NOx) resultante da combustão, convertendo-o em substâncias inofensivas: nitrogênio e água. O NOx é o gás mais nocivo à saúde emitido pelos motores diesel. A maioria dos motores Euro 5 – caso da Volvo – deverá adotar o SCR (Selective Catalytic Reduction), sistema que utiliza no pós-tratamento dos gases de escape o Arla 32.
Fonte: Carga Pesada

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