Chevrolet S10 – 17 anos de sucesso




A pick-up S10 é sem dúvida um exemplo de sucesso. No mercado há quase 17 anos, ela representa quase 40% da frota nacional de picapes médias circulantes no Brasil.

O modelo surgiu nos Estados Unidos em 1982, permanecendo em linha neste país, até 2004. No Brasil, ela chegou em 1995, se destacando na época por inaugurar o segmento de picapes médias no país, por oferecer um design arrojado e bonito – exclusivos para nosso mercado – e também pelo bom acabamento interno da cabine, até então incomum em veículos utilitários.

Inicialmente, os modelos oferecidos pela Chevrolet era a Standart, modelo de entrada e mais voltado ao uso no trabalho, e a versão mais luxuosa batizada com o sugestivo nome de Deluxe. Em ambas o motor era um quatro cilindros de 2.200 cm³ derivado do Omega.

Logo no ano seguinte ao seu debute, a montadora passou a oferecer importantes opções de motorização: um motor 2.5 de quatro cilindros movido a diesel – presente apenas na então nova versão de cabine dupla – e outro poderosíssimo V6 movido a gasolina, que desenvolvia 180 cv de potência.

A recepção do brasileiro a tantas novidades não podia ser melhor. Nos dez anos que seguiram após seu lançamento, a S10 foi líder absoluta de vendas em sua categoria, a frente de ótimas adversárias como a Ranger da Ford.

Uma outra qualidade encontrada na S10 que contribuiu para seu inegável sucesso está em sua robustez, motivo pela qual é largamente utilizada até hoje como veículo de trabalho da frota de muitas empresas pelo Brasil a fora.
Em 1998, além de uma versão especial em comemoração a Copa do Mundo realizada na França, a Chevrolet também apresentou a versão dotada de tração nas quatro rodas.

No ano seguinte, a S10 ganhou suas primeiras mudanças estéticas, limitadas apenas a uma nova grade frontal, novo para-choque redesenhado e faróis de duplo foco.

A grande mudança surgiria mesmo dois anos depois, em 2000. Além do facelift que dava a S10 uma nova cara, como redesenho dos para-lamas, para-choques, grade, capô e lanternas traseiras. Os motores a gasolina de 2.2 e 110 cv, ganha capacidade e potência, indo para 2.4 e 128 cv.

Outras mudanças significativas na pick-up média da Chevrolet só surgiriam em 2005, quando além de uma nova grade e uma pronunciada entrada de ar no capô, a linha S10 passaria a contar com avanços tecnológicos como acelerador eletrônico e, um ano mais tarde, como sistema bi combustível.

Em 2008, após treze anos de mercado, a GM decide por mais uma vez realizar um facelift da S10, ao invés de investir em uma nova geração. A reestilização mais uma vez foi concentrada principalmente, no capô, pára-lamas dianteiros e tampa traseira.

O atual modelo segue basicamente o mesmo de 2010, onde novamente pequenos detalhes na estética foram abordados, como nova grade frontal, tampão traseiro, para-choque dianteiro e adoção de um bagageiro no teto cuja beleza não é uma unanimidade.

Na respeitável e longa jornada do modelo em nosso mercado, ele ganhou a fama de resistente e praticamente indestrutível. Por outro lado, pesa contra a S10 o fato de ser desconfortável em função das suspensões rígidas, a falta de estabilidade em curvas – sobretudo em dias chuvosos – e também pela falta de potência dos motores de 4 cilindros a gasolina. O baixo poder de esterçamento do volante é outro alvo de críticas.

Mesmo com esses pequenos problemas, a S10 é uma pickup que conquistou a simpatia de muitos consumidores, motivo pelo qual apresenta baixos níveis de desvalorização, se firmando como uma boa opção no mercado de veículos usados.

Fonte: Webmotors




Um comentário em “Chevrolet S10 – 17 anos de sucesso

  • 09/02/2012 em 12:31
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    lembrando q a s10 V6 bebia demais(claro, motor 6 cilindros), e os proprietários geralmente colokavam sistema de gnv

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