Caio espera queda de produção em 2014

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A Caio/Induscar, de Botucatu, SP, projeta produção nacional de 31 mil carrocerias de ônibus no ano que vem, das quais 88% devem ser absorvidas internamente, algo como 27,3 mil unidades. A concretização dos números, contudo, está condicionada a um mercado em condições normais, com realinhamentos tarifários e compensações que cubram os aumentos dos custos de dois dissídios coletivos, em novembro e maio, além da manutenção de financiamentos com juros acessíveis.

A expectativa trabalha com redução próxima a 8% sobre 2013, que tem produção estimada pela Fabus de 33 mil a 34 mil unidades.

O diretor Paulo Ruas entende que haverá maior volume de vendas no primeiro semestre em função das reivindicações por melhorias no transporte, da proximidade da Copa do Mundo e das eleições, e das exportações, beneficiadas pela variação cambial. Para o segundo período do ano, em razão das eleições e dos investimentos consolidados no primeiro semestre, a expectativa é de queda nas vendas.

Do mercado interno total 60% devem ser de modelos urbanos, 19% de rodoviários, 13% de mini e micros e 8% de intermunicipais. Já a maioria das exportações, em torno de 54%, deverá ser de ônibus rodoviários. Os mini e micros responderão por 26%, os urbanos por 16% e os intermunicipais por 3%.

A meta para a empresa é participar com 29% da produção geral, absorvendo 31% das demandas internas e 11% das exportações, índices muito próximos aos que vêm sendo realizados até agosto deste ano. Para alcançar o objetivo a direção investe R$ 25 milhões em nova planta em Barra Bonita, SP, e na modernização da fábrica de Botucatu. O início das operações da nova fábrica está programado para o segundo trimestre de 2014, com geração inicial de duzentos empregos diretos.

Fonte: Portal Autodata

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Um comentário em “Caio espera queda de produção em 2014

  • 21/10/2013 em 11:01
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    Pesquisa, na pratica, no visual, no pé no chão, no Sol quente.

    O mercado de vendas de ônibus é muito grande, em um pais de dimensões como o Brasil.

    Não vejo, queda na produção de ônibus.

    São exatamente 5570 municípios ou mais.
    50% desses municípios e povoados, são transportados passageiros em carrocerias de caminhonete ou de caminhão.
    20% nesses municípios muita vezes nem caminhão tem.
    60% das empresas de ônibus tem que trocar a frota, por novos modelos.
    Fabricantes de chassis de ônibus, como Agrale esta percorrendo o pais de Norte e Sul, para apresentar os seus modelos. entre outras como Scania, Volvo. MBB. VW.

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