Prejuízo da Navistar aumenta com queda nas vendas

9800i - somente o cavalo mecanico




A fabricante de caminhões e motores norte-americana Navistar International divulgou aumento em seu prejuízo trimestral devido a menores vendas para as forças armadas e à sua transição para uma nova tecnologia de emissões.

A companhia tem perdido participação de mercado desde 2012, quando reguladores dos Estados Unidos negaram a aprovação de um motor a diesel redesenhado que falhou em reduzir os níveis de emissão de gases que contribuem para o efeito estufa.

A companhia teve que recorrer à rival Cummins para obter motores conforme desenvolve os seus próprios a fim de reduzir as emissões de óxido de nitrogênio.

“Temos mais trabalho duro a fazer para recuperar nossa participação de mercado”, disse o presidente-executivo, Troy Clarke, em comunicado nesta quarta-feira.

A Navistar também foi afetada pela menor demanda das Forças Armadas dos EUA conforme o governo corta gastos.

O prejuízo líquido da Navistar aumentou para 248 milhões de dólares, ou 3,05 dólar por ação, no primeiro trimestre fiscal encerrado em 31 de janeiro, ante 123 milhões de dólares, ou 1,53 dólar por ação, no mesmo período um ano antes.

A receita recuou cerca de 16%, para 2,21 bilhões de dólares.

Fonte: Reuters




12 comentários em “Prejuízo da Navistar aumenta com queda nas vendas

  • 06/06/2014 em 20:14
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    internacional nao é caminhao para brasil,gente,la caminhao de 400 cavalos roda tranquilo sem forçar o motor,enquanto aqui é nessessario 550 e olha la…

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  • 15/04/2014 em 15:48
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    FIQUEI SABENDO QUE A INTERNATIONAL ANUNCIOU SAIDA NO BRASIL, É VERDADE? ONDE ESTÁ A MATÉRIA ?

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  • 02/04/2014 em 11:25
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    Parece que a revenda da Internacional Navistar em Itajai encerrou atividades.. Alguem sabe ao certo. Se é fato, creio que estamos revendo a ultima participação deles no mercado.. Começam fechando revendas e de repente saem de cena.

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  • 09/03/2014 em 17:50
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    ISSO É G-R-A-V-E .
    MUITO GRAVE ANTONIO JOSE PEREIRA.
    0.O

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  • 07/03/2014 em 21:14
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    Tecnicamente por opção criteriosa de melhor escolha da marca, perseverei numa precursora e pequena revenda, circunstancialmente. Visto que tecnicamente o produto International supera em muito pela qualidade superior diante da concorrência, até de produtos líderes de vendas.
    No entanto, percebi imediatamente a fragilidade das nomeações, cujos concessionários desmotivados, ausentes de gestores qualificados, desconhecem as potencialidades reais do seu produto de do próprio mercado.
    Sequer são eles capazes de reconhecerem o perfil do profissional técnico de vendas, tido até como adversário funcional diante da auto nomeada gerência, amplamente incapaz!
    Por isso, reconhecido como um concorrente funcional interno, fui alijado do processo, mesmo c/os previsíveis fechamentos de vendas eminentes, resultantes de meio ano de trabalho árduo, desmistificando adversários gratuitos que investem suas iras contra a marca, sem contudo terem sustentação na verdade e reais conhecimentos dos produtos International.
    Com isso, a concorrência tradicional no mercado, recebe esses serviços como um grande presente dado por esses energúmenos de plantão.
    Diante desse quadro, tentei oportunamente em tempo, estreitar relacionamento c/os próprios representantes da fábrica presentes na revenda, p/minimizar objeções resultantes da comunicação prejudicada, me apresentando como técnico e experiente na própria função desses colegas profissionais. Sendo eles para minha surpresa, também reveladores de poucas habilidades p/com o próprio cargo de elevada responsabilidade, dado c/suas atribuições pela fábrica.
    Nisso, concluí que a trajetória da marca estava fadada às maiores dificuldades ou a sucumbência reiterada p/com o mercado extremamente exigente em fase de implantações de novos produtos, excluindo quem não conhece os grandes desafios, nessas pessoas de visão míope, lidando c/ pseudos investidores, mal nomeados e sequer treinados!
    Esse relato, descreve apenas a ocorrência desse profissional na tentativa de ter o privilégio de levar a marca International até ao consumidor, desassistido da venda técnica e de produtos de altíssima qualidade em resistência, durabilidade, fácil acesso aos componentes e peças de reposição, c/baixo investimento inicial de capital e operacional, na micro região de parte do Triângulo Mineiro, MG.
    Antonio José PEREIRA, Gestor de Processos no Agronegócios, Especialista em Logística e Produção Industrial.

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  • 07/03/2014 em 19:39
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    Para mim há vários fatores sobre isso sendo alguns já explicados. A governo americano tem intensificado as metas de redução de poluentes e um fabricante que não estava em dia com motorização antiga, bem como investindo mais em desenvolvimento para atender as novas regras fica mais complicado. Para investir tem que ter dinheiro em caixa e se há perdas nas vendas somado a aquisição terceirizada de motor quando o custo poderia ser reduzido utilizando motor próprio, o tempo compromete.
    Aqui no país, por exemplo, embora a marca tenha ganho várias licitações, parece que os recursos daqui não são suficientes para dar fôlego a matriz, sem esquecer que a Navistar prometeu lançar um caminhão mais adequado ao nosso mercado e foi até apresentado como conceito.
    Por enquanto estamos com produtos defasados com relação aos europeus que já começaram a usar o Euro 6 na mecânica e com isso atualização o design dos veículos.

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  • 07/03/2014 em 18:40
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    Desenvolver um motor não é barato, vejam o exemplo da VW que uniu a MAN e a SCANIA para otimizar os custos de desenvolvimento. Tenho experiencia pessoal com o motor projetado pela International o NGD 9.3l, que é um desastre. Também não tenho simpatia com a International, pelo que ela fez com o mercado brasileiro abandonando muitos clientes na mão no inicio desta década. Então digo o seguinte:
    Todo castigo pra corno é pouco!

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    • 07/03/2014 em 20:25
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      Cada um mostra a educação que tem! Se acha que os castigos que o senhor já sofreu foi por causa disso, não julgue os outros por si!

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      • 07/03/2014 em 22:05
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        Quem esta castigando eles não é o SENHOR não meu camarada!
        É o mercado mesmo.

  • 07/03/2014 em 12:30
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    Vergonhoso, nem uma chinesa hoje daria uma mancada dessas … como é que uma empresa do porte da Navistar não consegue fazer um mísero motor que atenda as emissões ? Sei não, mas eu demitiria todos da engenharia da marca .

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    • 07/03/2014 em 12:47
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      com certeza ou os engenheiros são incompetentes ou estão tentando derrubar a marca pra vender para alguma chinesa

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      • 07/03/2014 em 14:15
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        só pode , eu não acredito … sério tem alguma coisa oculta nessa desculpa, digo desculpa por que não é possível que isso seja completamente verdade… algo tem por detrás que ainda não está revelado à nós .

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