Volvo lança série especial do Volvo FH em comemoração aos 20 anos do modelo

Volvo FH 20 Anos




A Volvo está lançando uma edição especial e limitada de caminhões em comemoração aos 20 anos do FH no Brasil. “Temos orgulho de apresentar esta série especial e exclusiva do FH, um modelo que liderou várias vezes o ranking nacional de caminhões pesados e que é de longe o caminhão mais admirado e desejado do Brasil”, afirma Daniel Mello, gerente de marketing da Volvo.

O modelo comemorativo chega ao mercado com todas as opções de motorização da Volvo: 420cv, 460cv, 500cv e 540cv. “Basta estacionar em um posto de combustível, ou uma rápida visita às redes sociais para perceber a legião de fãs do FH, o orgulho e a satisfação de quem dirige o veículo e o desejo e sonho de consumo dos que ainda não têm o caminhão”, observa Mello.

Volvo FH 20 anos (2)Externamente, o caminhão tem uma faixa colorida cruzando toda a lateral da cabine e o logotipo FH 20 anos, além do letreiro superior Globetrotter no alto da parte frontal do veículo com a identificação visual da comemoração ao fundo. Internamente, o FH 20 anos tem uma série de itens de fábrica: air bag, climatizador de ar, suspensão a ar na cabine, bancos em couro, volante em couro, rádio, CD, MP3, comandos no volante e uma faixa de madeira no painel.

O caminhão também possui sensor de chuva, espelho frontal, trava elétrica com controle remoto, lâmpadas 3 Marias, luz de 5ª roda, e anel nas rodas dianteiras. O exclusivo FH 20 anos pode sair da linha de produção com duas opções de cor: branco ou Preto Magic Metálico.

O FH 20 anos também vem equipado com a consagrada caixa de câmbio eletrônica I-Shift e com a qual o transportador consegue economizar em até 5% o consumo de combustível. Sem pedal de embreagem, a caixa de câmbio da Volvo facilita bastante o trabalho do motorista. No modo automático, basta acelerar e frear. No manual, um simples toque em um botão troca as marchas. Ele não precisa fazer nenhum esforço para trocar as marchas. O manuseio é extremamente fácil e um amplo e bem posicionado visor no painel mostra em que marcha o veículo está.

O FH foi introduzido no mercado brasileiro no início de 1994, importado da Suécia, sede mundial do Grupo Volvo. Quatro anos depois, começou a ser produzido no Complexo Industrial da Volvo em Curitiba, no Paraná.

FH completa 20 anos no Brasil

Volvo FH 20 anos (1)O melhor e mais avançado caminhão do Brasil está completando 20 anos. O caminhão, que teve sete versões desde que desembarcou no País, chegou ao País num momento histórico: ao mesmo tempo em que o Brasil se livrava da hiperinflação e iniciava o Plano Real, que iria mudar a cara da economia nacional e a vida da população de uma maneira geral, o Grupo Volvo decidia trazer para o mercado brasileiro um caminhão global produzido para os países mais exigentes em termos de transporte.

“Trazer o FH em 1994 para o Brasil, então ainda um país que desconhecia tanta tecnologia em veículos comerciais, foi uma decisão ousada, e que se transformou num ponto de inflexão na história do transporte brasileiro”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil. Naquele período, a linha de veículos Volvo era formada pelos caminhões NL10 (310cv e 340cv) e NL12 (360cv e 410cv), ambos produzidos na fábrica de Curitiba, que em 1994 completava 14 anos desde que o primeiro caminhão com a marca Volvo saiu da linha de produção brasileira.

A Volvo trouxe da Suécia a primeira leva de FHs no final de 1993, mas os caminhões começaram a ser vendidos em 1994. O primeiro lote desembarcou no Porto de Paranaguá, no Paraná. Vermelhos, com a inscrição Globetrotter no alto da cabine, os cavalos mecânicos eram muito bonitos, muito diferentes dos caminhões tradicionais.

“Nunca um caminhão chamou tanta atenção no Brasil como a chegada do FH”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina, um dos principais responsáveis pela introdução do FH no País. Ele lembra que o visual moderno para os padrões dos anos 90 e a cabine alta, por exemplo, chamavam a atenção de todos, não só de motoristas e transportadores, mas até das pessoas que viam o veículo trafegando na estrada.

Inovação

A Volvo decidiu inovar com o FH importado da Suécia. O caminhão estava sendo lançado também na Suécia, sede mundial do Grupo, onde havia sido projetado pela mais avançada engenharia da indústria automotiva. “Foi um lançamento simultâneo ao realizado no mercado europeu”, diz Gomes. Ele havia acompanhado, semanas antes, uma comitiva de transportadores e clientes brasileiros no lançamento em Gotemburgo.

Um dos maiores fabricantes mundiais de caminhões, o Grupo Volvo apostava no Brasil como um mercado promissor, e fez questão de introduzir no país seu mais avançado caminhão e o que se transformaria num êxito sem igual no setor de transportes mundial. O FH foi um sucesso imediato no Brasil, apesar de o mercado naquela época ainda ver com restrições a introdução de motor eletrônico em caminhões. O caminhão ainda era um veículo de tranporte cuja reputação havia sido construída em cima dos atributos de robustez e longevidade.

Foram vendidas mais de 400 unidades do FH importado somente em 1994, praticamente o dobro do que a operação brasileira da Volvo esperava para o primeiro ano. A partir daí o FH caiu nas graças do transportador brasileiro e não parou mais de vender. Somente no ano passado, o melhor desempenho em vendas de caminhões Volvo no Brasil, foram emplacados 12.513 FHs no mercado doméstico.

Primeiro FH chegou ao Brasil já como o caminhão mais moderno do mundo

Volvo FH 1994O FH12 380 Globetrotter trazido em 1994 pela Volvo do Brasil não inovou apenas em virtude do revolucionário motor D12. “Ele era também o caminhão mais moderno do mundo”, recorda Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil. Tanto que, em 1994, uma publicação européia especializada em veículos comerciais outorgou ao veículo o título de “International Truck of the year” – o caminhão do ano no mercado internacional. O FH voltaria a ganhar o mesmo prêmio em 2000.

O novo caminhão era fruto de US$ 1 bilhão em investimentos, os maiores já realizados até então por um fabricante de veículos comerciais. Produzido na planta sueca da cidade de Umea, o FH12 380cv Globetrotter tinha cabine estampada em aço de alta resistência, o HSS (High Strength Steel), uma inovação no setor de transporte de cargas. Alumínio e fibra de vidro também foram usados na fabricação de inúmeros componentes.

Com duas camas confortáveis em forma de beliche e altura interna de 1,95 metros, a cabine Globetrotter do FH também inovou na aerodinâmica: de formato cônico e com ângulos suaves, era o resultado de uma concepção que, desde o início, procurou reduzir ao mínimo a resistência ao ar. Esta redução contribuiu acentuadamente para baixar consumo de combustível e elevar a velocidade média.

A suspensão da cabine proporcionava excelente amortecimento em pisos irregulares, pois era formada de câmaras pneumáticas com amortecedores de duplo efeito. O painel era de forma côncava, envolvente, com instrumentos de fácil leitura. Todas as exigências das mais rigorosas normas de segurança foram avaliadas em diferentes testes de impacto. Começava alí uma nova era em termos de segurança veicular.

Novo caminhão FH causou grande impacto no mercado brasileiro

A introdução do FH12 em 1994 revelou não só a chegada de um motor totalmente eletrônico no mercado brasileiro de caminhões pesados, mas um novo conceito no segmento: o caminhão precisaria, a partir daquela data, ser moderno, avançado tecnologicamente e também arrojado e bonito.

As primeiras unidades do FH desembarcaram no Porto de Paranaguá em novembro de 1993, mas a Volvo já havia iniciado antes desta data um trabalho de apresentação do novo veículo aos transportadores brasileiros. Fotos e dados técnicos do caminhão foram apresentados pela primeira vez para a rede de concessionários Volvo durante uma convenção realizada nos Estados Unidos.

“Quando mostramos fotos e imagens do caminhão para os executivos da rede de distribuição durante este evento, o impacto foi grande e imediato”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina, na época gerente de marketing e membro do time de introdução do novo modelo no Brasil. ”Eu sabia que viria uma grande novidade, mas me surpreendi com a modernidade, com as inovações e com a beleza do veículo”, diz Luis Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America, naquele período diretor da concessionária paulista Vocal.

Pimenta conta uma história que retrata bem o tipo de acolhida que o novo caminhão recebeu. Antevendo o sucesso que o modelo teria no mercado brasileiro, Pimenta, que também estava nos Estados Unidos, saiu furtivamente da sala onde se realizada a convenção. Do primeiro telefone que encontrou no prédio, rapidamente ligou para o Brasil ordenando que seu pessoal de vendas na concessionária providenciasse o mais rápido possível um pedido de 50 caminhões. Do outro lado da linha, o então gerente geral de vendas da Vocal apressou-se em responder: ”Se é tão bonito e avançado assim, então vamos pedir 100 caminhões!”.

“A reserva dos caminhões pelos concessionários era importante porque naquele ano tínhamos um número limitado de unidades para serem comercializadas no Brasil”, lembra Gomes. A Vocal não demorou a vender todo o lote. O primeiro FH12 380 Globetrotter a ser vendido no Brasil foi para a XHP Transportes, empresa paulista que transportava frutas em baús frigorificados do Norte da Argentina para a Ceasa de São Paulo. “O cliente não viu o caminhão. Ele comprou olhando somente a foto”, recorda o gerente da Vocal.

Nos primeiros dias depois do anúncio do novo modelo, a Vocal recebeu apenas uma unidade, que ficou exposta no pátio da concessionária. “Ansioso, o primeiro cliente ia toda noite à concessionária para olhar o caminhão, que era dele mas que ainda não estava disponível”, rememora Pimenta.

Caminhão FH trouxe a eletrônica para o transporte de cargas brasileiro

Com a chegada do FH importado da Suécia ao mercado nacional no início de 1994, a Volvo foi a primeira montadora de caminhões do Brasil a comercializar caminhões totalmente eletrônicos. O FH com motor de 12 litros e com 380cv de potência era o que havia de mais moderno em motorização eletrônica e em tecnologia automotiva de veículos comerciais.

“Além de um motor totalmente eletrônico, o FH inovou com uma série de atributos então desconhecidos, como por exemplo a sua moderna cabine, projetada e construída sob o conceito de célula de segurança”, afirma Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil. “A Volvo também trouxe um novo e revolucionário conceito de segurança ao setor de transportes”, complementa Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina. O chassi era mais avançado, assim como todo o veículo havia sido projetado com materiais novos.

À introdução do FH seguiria uma mudança radical na operação de transportes no Brasil. O novo caminhão abriria espaço para apressar a profissionalização do transportador. “Com o FH12 já foi possível fazer diagnóstico de falhas computadorizado”, lembra Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo no Brasil. Este foi um recurso que beneficiou os transportadores brasileiros, preocupados com os seus custos operacionais.

O FH sueco vinha com o revolucionário motor D12A com injeção eletrônica. O D12A era o primeiro de uma série vitoriosa de gerações de propulsores diesel da Volvo. Com um controle mais preciso e eficiente da injeção de combustível, até então feita por bombas injetoras, o motor eletrônico proporcionou menor consumo de diesel e menor emissão de poluentes. Estes novos atributos contribuíram decisivamente para a rápida disseminação de motores totalmente eletrônicos.

“A Volvo previu com bastante antecedência que o mercado demandaria veículos com motor totalmente eletrônico”, destaca Gomes. Poucos anos depois, em 1998, sairiam da linha de produção da Volvo em Curitiba os primeiros FHs eletrônicos fabricados no Brasil e que se tornariam o grande sucesso de vendas da marca. “É uma preferência nacional entre os transportadores que exigem veículos de alta tecnologia, mas que também sejam robustos e econômicos”, diz Alexander Boni, gerente de caminhões da linha F no Brasil.

Motor Volvo D12 inaugurou uma nova era no transporte de cargas

O motor D12, apresentado ao mercado brasileiro pela Volvo em 1994, era o que havia de mais moderno em tecnologia automotiva para veículos comerciais, Tinha seis cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, injeção eletrônica de combustível, turbo e intercooler. Era o primeiro motor diesel de uma montadora de caminhões equipado com comando de válvulas no cabeçote e com uma unidade injetora para cada um dos cilindros.

“O nível tecnológico do motor já era muito alto”, afirma Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina, naquele período atuando na área de marketing da montadora. A tecnologia empregada no motor permitiu ao mesmo tempo um baixo consumo de combustível, um nível mínimo de emissões de gases, uma alta potência e um alto torque.

A versão apresentada naquele ano tinha 12,1 litros de cilindrada, com 131 milímetros de diâmetro e curso de 150 milímetros, com uma taxa de compressão de 17,5:1. O D12 tinha pistões articulados e era facilmente reconhecido por seu cabeçote único cobrindo todo o motor, viabilizado pela injeção eletrônica.

Eficiência

“Graças às suas inovações tecnológicas, o D12 era o mais eficiente entre os motores disponíveis no mercado”, observa Álvaro Menoncin, gerente da engenharia de vendas da Volvo. Toda a parte eletrônica contribuiu para a redução do consumo de combustível colaborando ainda significativamente para diminuição do custo operacional do transportador.

Além das consagradas tecnologias de injeção direta, do turbo e das quatro válvulas, o D12 trouxe comando de válvulas no cabeçote e unidade de injeção vertical no centro. “Com essas inovações, obteve-se a injeção correta em cada situação de funcionamento, proporcionando baixo consumo de combustível, boa performance e gases de escape mais limpos”, diz Menoncin.

A função mais importante da unidade de comando eletrônico é gerenciar a injeção de combustível mediante a ajuda de uma série de sensores que registram constantemente o regime de rotações, a mudança de velocidades, as temperaturas do líquido de refrigeração e do ar de admissão e a pressão de cargo do turbo.

Motor D12 inovou com o VEB, o freio motor da Volvo

O motor D12 introduzido no Brasil com o FH12 380cv Globetrotter trouxe uma outra novidade ao País: o VEB (Volvo Engine Brake), um freio motor desenvolvido pela Volvo, que oferecia uma capacidade de frenagem excepcional em todas as faixas de rotação.

“O freio motor Volvo contribuiu bastante para ajudar o transportador a ter um veículo melhor, mais seguro e com mais disponibilidade”, afirma Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

Disponível como opcional, o VEB tinha sido patenteado pela Volvo. Ao contrário de equipamentos semelhantes, já proporcionava alta potência de frenagem mesmo em regime de baixas rotações. “O VEB reduziu o desgaste dos freios convencionais, contribuindo não só para aumentar a segurança, mesmo em elevadas velocidade médias, como também para reduzir custos operacionais”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

FH brasileiro começou a ser produzido em 1998

Volvo FH 1998Quatro anos depois de o primeiro FH importado da Suécia ter chegado via navio pelo Porto Paranaguá, no Paraná, a Volvo iniciou a produção do veículo em sua fábrica de Curitiba, onde hoje está instalado um grande complexo industrial da empresa. A versão nacional iniciada em 1998 era exatamente igual ao seu congênere sueco, o que representou trazer para o Brasil e demais países do continente um caminhão com a mesma qualidade e tecnologia exigida nos mercados mais exigentes da Europa.

“O Grupo Volvo decidiu nacionalizar o FH porque queria trazer para o Brasil o que há de melhor em transporte comercial em todo o mundo”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina. A Volvo acreditava no crescimento do País e sabia que o setor de transporte precisava garantir maior produtividade.

“O Brasil recebeu a produção local também porque o FH era a plataforma de caminhões mais moderna e recente da marca e que iria ser a base tecnológica da Volvo para o futuro”, afirma Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo. O caminhão foi um sucesso imediato desde que começou a ser importado da Suécia em 1994 e a produção no Brasil era o passo seguinte.

Conforto para motoristas

A Volvo entendia que os motoristas precisavam de um caminhão mais confortável e seguro. O FH trazia estes atributos e estava muito além em termos de tecnologia do que se produzia no Brasil. O FH produzido em Curitiba a partir de 1998 era o único caminhão comercializado no País que já saía de fábrica com a opção de ser equipado com air bag, então uma novidade até em automóveis.

“E o transportador necessitava de um caminhão que fosse mais produtivo e que consumisse menos combustível”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil, citando o importante peso que o preço do diesel tem na planilha de custos dos transportadores. “O FH se notabilizou e foi reconhecido pelo mercado como um caminhão robusto, com grande disponibilidade e alta tecnologia, mas também pelo seu baixo consumo de combustível”, finaliza Fedalto.

Lançamento do FH de 1999 traz motor D12C e nova arquitetura eletrônica

Volvo FH 1999Reconhecida internacionalmente pela inovação constante de seus veículos, a Volvo promoveu uma série de mudanças no FH apenas um ano depois de o caminhão começar a ser produzido no Brasil. Em 1999, o FH ganha o moderno motor D12C e já vem equipado com computador de bordo central e uma nova arquitetura eletrônica.

“O computador de bordo é uma importante ferramenta para o transportador e os frotistas, pois eles podem obter uma série de informações do caminhão e otimizar o desempenho e aumentar a produtividade do veículo”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

“Com o computador de bordo, o motorista podia, por exemplo, monitorar o consumo de combustível em um determinado percurso, ver a carga das baterias e a temperatura do óleo do motor, além de poder observar o tempo de percurso e a velocidade média, entre outras funções”, complementa Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo.

O FH de 1999 podia sair com motores de 380cv e 420cv, cabines simples ou leito, havendo ainda a opção Globetrotter, com leito duplo e sobreteto. Ele chegava também a possibilidade do pacote Top Class, com muitos opcionais, entre os quais basculamento automático, freios ABS e Airbag. “Sempre procuramos oferecer um leque grande de opções para configurar o veículo, pois o transportador já tinha demandas para melhorar a operação, proporcionando mais conforto para o motorista e mais segurança na estrada”, diz Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

Em 2003, FH recebeu novo motor D12D, e a primeira geração da caixa de câmbio I-Shift

Volvo Fh 2003A geração de caminhões FH lançada em 2003 mais uma vez surpreendeu o mercado, tal o número de inovações que a Volvo apresentava. A partir daquela data, o transportador brasileiro tinha à disposição um computador de bordo e o novo motor D12D nas potências de 380cv e 420cv, além da recente opção de um propulsor com 460cv. A linha de caminhões chegava também com a possibilidade de ser equipada com a caixa de câmbio eletrônica I-Shift, a única do setor a não ter pedal de embreagem e a proporcionar o máximo de conforto para o motorista.

Quase tudo na cabine era novo – desde o acabamento interno, o painel de instrumentos, o computador de bordo, as luzes de leitura e os porta-objetos. Era a cabine mais confortável do mercado. “A linha de 2003 foi projetada para proporcionar o melhor ambiente de trabalho ao motorista”, afirma Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil. Externamente, os FHs ganharam novos e modernos faróis, espelhos retrovisores e para-choques.

Os veículos da época foram lançados com a TEA (Truck Electronic Architecture, Arquitetura Eletrônica para Caminhões) aperfeiçoada. A TEA registra, armazena e distribui informações detalhadas sobre todas as funções de diferentes partes do caminhão. Os microprocessadores passavam a controlar, por exemplo, toda a parte de iluminação do veículo. Outra novidade era a caixa manual, com a tecnologia Volvo.

A caixa I-Shift surgia para ser utilizada em operações de distribuições e transporte de longa distância, com peso bruto total combinado de até 45 toneladas. “Naquele momento começavam os primeiros passos de uma estratégia ousada da Volvo de oferecer ao mercado local uma alternativa de transmissão muito mais avançada e que se tornaria um sucesso absoluto posteriormente”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

Computador de bordo

O novo computador de bordo era muito mais avançado. Com ele, o transportador podia acompanhar todo o desempenho do veículo, como as funções a seguir:

  • controle de distância percorrida
  • tempo do percurso
  • consumo de combustível
  • carga da bateria
  • velocidade média
  • diagnóstico de eventuais falhas
  • dados do veículo
  • temperatura ambiente
  • temperatura dos óleos dos eixos
  • temperatura dos óleos da caixa de câmbio
  • temperatura do motor
  • personalização do display

Truck Electronic Architecture

A nova TEA também trazia mais benefícios:

  • maior quantidade de itens vigiados
  • maior número de informações funcionais do veículo
  • amplo monitoramento pelo proprietário
  • auxílio ao mecatrônico na correção de falhas
  • fornecimento de dados importantes durante a condução do veículo

Linha de 2006 chega com motor de 13 litros, caixa I-Shift para 60 toneladas e freio motor de 500cv

Volvo FH 2006A nova linha FH lançada em 2006 proporcionava ao transportador brasileiro o conceito de Performance Total, garantida justamente pelas inovações que a Volvo apresentava: um novo e avançado motor de 13 litros; uma nova caixa de transmissão eletrônica I-Shift com capacidade para até 60 toneladas; freio motor VEB410 e VEB 500, os mais potentes do mercado; novos bancos e cama para o motorista, melhorias internas na cabine, suspensão a ar e freios a disco com EBS para alguns modelos.

“A Volvo é conhecida por sempre inovar para oferecer a melhor solução de transporte”, diz Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo América Latina. O motor D13A, de 13 litros, era totalmente novo e foi desenvolvido para substituir o consagrado D12D, de 12 litros. Com mais faixas de potência, maior torque e menor consumo de combustível, o novo motor era o mais moderno, avançado e econômico e equipou toda a linha “H”. “Os novos caminhões eram até 5% mais econômicos em relação à linha anterior”, destaca Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo.

A maior potência

O FH lançado em 2006 teve aumentadas as potências de seus motores e melhorada a dirigibilidade do veículo como um todo. O novo motor foi oferecido nas faixas de potências de 400cv, 440cv, 480cv e 520cv, esta última a maior produzida no mercado brasileiro naquele período.

A nova geração de caixas I-Shift Volvo já podia ser usada em veículos com maior capacidade de carga, como os bitrens que transportam grãos ou combustíveis, por exemplo. “Éra mais conforto para o motorista e mais produtividade e menos manutenção para o transportador”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil.

O que já era o mais potente no mercado brasileiro ganhava mais potência na nova linha de caminhões pesados da marca. O VEB (Volvo Engine Brake), o freio motor de série Volvo, que tinha uma potência de 390cv, chegava então a 410cv, permitindo descidas mais seguras em velocidades mais elevadas. A Volvo oferecia também, como opcional, o freio motor VEB500, com 28% a mais de potência em relação à versão anterior. “Era a maior potência do mercado brasileiro”, recorda Menoncin.

Linha FH de 2009 trouxe a vanguarda em caminhões e em segurança veicular comercial

Volvo FH 2009Os FHs lançados em 2009 exibiam o que havia de mais avançado em caminhões no mercado mundial. O FH é mostrado como o caminhão mais seguro do mundo. Ele chegava com um pacote enorme de dispositivos de segurança ativa, tecnologias então inexistentes no Brasil. “A segurança está no ‘DNA’ da Volvo e é um dos três valores fundamentais da marca”, diz Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

Os caminhões FH, que já possuíam excelente reputação entre os transportadores, ficaram ainda mais seguros e confortáveis com a renovação da linha. O FH manteve todos os itens de segurança que já possuía e recebeu uma série de avançados equipamentos de segurança ativa e passiva, tornando o caminhão o veículo comercial mais seguro de todo o mercado.

Os FHs já podiam vir equipados com o ESP (Controle Eletrônico de Estabilidade), faróis duplos de xenon, sensor de chuva, detector de atenção e cansaço, o piloto automático inteligente ACC (que diminui o risco de acidentes causados muitas vezes por desatenção do motorista), um sensor de ponto cego, o LKS (monitoramento de faixa de rodagem), faróis auxiliares de conversão, um espelho lateral auxiliar duplo e a tecnologia Bluetooth, entre outros dispositivos.

ESP

O ESP é um dos mais modernos dispositivos de segurança veicular ativa já lançados pela Volvo, a montadora líder global em segurança. “O ESP reduz a possibilidade de derrapagem e de capotagem em curvas fechadas e quando a velocidade do veículo é incompatível com as curvas”, diz Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo.

A principal função do ESP é detectar situações de perigo para o veículo e, quando necessário, atuar rapidamente de forma a prevenir um eventual acidente. Quando o caminhão entra numa curva com uma velocidade maior que a necessária, por exemplo, o sistema automaticamente reduz o torque do motor e faz uma aplicação individual dos freios nas rodas.

Linha FH de 2012 aumenta potência dos motores e traz a tecnologia Euro 5

Volvo FH 2012O FH apresentado em 2012 dava mais um salto importante na já consagrada linha de caminhões Volvo. O veículo era equipado com a tecnologia SCR, que atendia as demandas legais de emissões Euro 5, e trazia uma nova motorização, tornando os veículos da marca ainda mais atrativos.

A linha FH, com motor de 13 litros, saiu com as seguintes potências: 420cv, 460cv, 500cv e 540cv, este último equipando o caminhão mais potente produzido no Brasil. Com maiores torques, os veículos da marca garantem maior velocidade média e maior produtividade. “Tudo isso proporciona maior rentabilidade ao transportador”, observa Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil.

Outra grande atração era a nova geração da caixa de câmbio I-Shift. Consagrada no mercado brasileiro por proporcionar menor consumo de combustível, mais conforto ao motorista e mais segurança para a operação, a caixa de câmbio apresentada naquele ano era ainda mais adequada para as aplicações nos diferentes tipos de transporte que o segmento de carga vem exigindo.

“A Volvo melhora e inova mais uma vez para oferecer a melhor solução em transporte pesado e extrapesado”, destaca Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

Novo eixo

A nova geração de caminhões ficou ainda mais robusta. A engenharia da Volvo desenvolveu um novo eixo traseiro sem redução nos cubos, dotado de uma carcaça fundida e com mais avanços tecnológicos. “É ainda mais durável e com níveis de ruídos menores”, diz Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo do Brasil.

O novo caminhão oferece também relações de eixos para diferentes topografias, em virtude da grande amplitude de terrenos e vias por onde rodam os caminhões brasileiros, contribuindo para melhorar o atendimento aos transportadores em aplicações diferenciadas e que precisam customizar esta tarefa. Outra grande vantagem é que a troca de óleo sintético pode ser estendida para até 400 mil quilômetros, o que resulta em menos paradas do caminhão para manutenções preventivas.

Fonte: Volvo




6 comentários em “Volvo lança série especial do Volvo FH em comemoração aos 20 anos do modelo

  • 19/05/2014 em 20:30
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    depois de muitos anos de trabalho graças a deus consegui comprar um fh.380 2001 o meu sonho,ainda e pegar.pelo menos um 540 zero.um dia chego la se deus quiser.

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  • 19/04/2014 em 12:45
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    O conteúdo do blog do caminhoneiro está excelente!, gostei muito, parabėns! À propósito, possuo um Volvo NL-340 ano 1995 e trabalho com ele, há dois anos,agregado na Garytrans em São Bernardo do Campo – S.Paulo no seguimento de chassis para ônibus, inclusive, vez em quando ao retornar da fábrica de carroceiras Mascarello em Cascavél no Paraná, retiro chassi na fábrica Volvo em Curitiba. depois me dirijo no sentido Ponta Grossa, Itararé, Avaré até Botucatú, interior de S.Paulo nas fá brincas de carroceiras Irizar e Induscar ( Caio ). Como vê, rodo bons trechos e o caminhão não encomenda em nada! ; Pra falar a verdade, o NL já é um báita caminhão ! Quero aproveitar e Parabenizar à Volvo pelo exemplo de parceria, honesta e fiel para com o Brasil no desenvolvimento do nosso povo, grato!, Suécia !!! Amauri

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  • 11/03/2014 em 21:08
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    Otimo caminhao……..!

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  • 11/03/2014 em 19:08
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    eu mesmo sou volvista a 11 anos e não troco de marca de jeito nem um, volvo é volvo e pronto!!!

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  • 11/03/2014 em 18:07
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    Trata-se realmente de um caminhão que revolucionou o mercado. Esta edição comemorativa faz jus a toda essa história e a estes vinte anos.

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