O combustível do agronegócio

Volvo FH - Cenze (2)




Há 32 anos, a Cenze Comércio e Transporte de Combustíveis e Derivados, de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, dedica-se ao suprimento de óleo diesel e lubrificantes aos produtores rurais da região. É uma empresa autorizada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo) para atuar como TRR (Transportador, Revendedor e Retalhista). Um negócio especializado. Seus clientes são os consumidores finais. Em sua maioria possuem reservatórios próprios. Contam com bombas e filtro dentro de suas propriedades para abastecer e lubrificar a frota de tratores, colheitadeiras, caminhões e outros veículos médios e leves que operam no interior das fazendas ou de uma unidade para outra.

O portfólio de clientes é diversificado: agricultores, pecuaristas e agroindústrias. O estado tem uma matriz rural bem versátil: pecuaristas, produtores de soja e outros grãos. Também, culturas perenes como eucaliptos, seringais e canaviais que abastecem usinas de álcool e açúcar e as novas fábricas de papel e celulose. Com frota de 66 caminhões, 47 deles pesados, a Cenze possui 34 cavalos tratores FH e três VMs rígidos para volumes menores em estradas secundárias, vicinais ou dentro das propriedades rurais. Já os FHs rodam principalmente em rotas mais longas, entre Mato Grosso do Sul e São Paulo, onde a empresa busca os produtos.

“Sem surpresas”. Wellington Luís Cenze, sócio-diretor da empresa, diz que a principal mudança no setor nas últimas décadas foi a redução das margens de lucro. Menos lucro requer operações cada vez mais otimizadas. “Para trabalhar com margens reduzidas preciso de caminhões com alta disponibilidade, que rodem sem quebrar, o que reduz despesas imprevistas com manutenção, sem surpresas.”Há sete anos ele comprou seu primeiro Volvo, um FH 380. Gostou do resultado e adquiriu novas unidades. Hoje 70% da frota de pesados são da marca.

Volvo FH - Cenze (1)O encarregado de frota, Renato Pereira dos Santos, elenca o que faz a diferença para a empresa investir sem parar em novas unidades Volvo. “O ponto principal é a máquina, muito boa. Além disso, são caminhões de pouca manutenção, pouca oficina. E quando precisam, a concessionária é ágil no atendimento.”A Cenze também contrata os planos de manutenção Volvo, que experimentou com sucesso. “Ainda temos alguns veículos com planos Azul, mas nas últimas compras os caminhões mais novos estão vindo todos com Plano de Manutenção Ouro”, destaca Santos.“Mesmo no caso dos veículos mais antigos, que não têm planos de manutenção, só fazemos serviços na concessionária Volvo e seguimos rigorosamente as recomendações da fábrica.” Para ele, “esse cuidado é uma das razões dos veículos terem alta performance com custos de manutenção sob controle”.

Fonte: Volvo – Eu Rodo




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