VÍDEO: Rio-Santos tem pior trecho para quem sai de São Paulo para o litoral norte

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Começou nesta segunda-feira (22) a série ‘Caminhos da Praia’. O Jornal Bom Dia Brasil foi ver como estão as estradas que levam ao destino preferido dos brasileiros no fim de ano.

A equipe percorreu sete estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Ceará. Um total de mais de 1.500 quilômetros percorridos.

Foram encontrados muitos problemas: estrada esburacada, sinalização precária, obra sem data para acabar e ônibus e caminhões correndo mais do que podem.

A série começa por São Paulo. Da capital para o litoral norte, passando pela Rodovia Ayrton Senna, Rodovia dos Tamoios e pela Rio-Santos. Um trecho total de cerca de 250 quilômetros.

Na primeira reportagem da série, a equipe saiu de São Paulo com destino a Ubatuba. O pior trecho é o da Rio-Santos, uma estrada que vira uma avenida muito estreita. E aí vira um perigo com tanto carro e ônibus passando, principalmente porque tem muito motorista que abusa.

Bendito seja dezembrão! Mês de férias e, para muita gente mesmo, mês de vazar da maior cidade do país.

Só tem que dar sorte para os problemas da viagem não começarem antes mesmo de pegar estrada, ainda nas complicadas ruas paulistanas. Acidentes, carros quebrados, bloqueios… E por aí vai.

Demorou duas horas e meia só para sair da cidade. O destino é Ubatuba, no litoral norte de São Paulo.

Entre várias opções de caminho, a escolha da equipe foi pela Rodovia Ayrton Senna. O primeiro pedágio veio depois do km 32: R$ 2,90.

Menos de 30 quilômetros à frente, mais outro: R$ 2,70. É o preço que se paga para ter à disposição, entre outras facilidades, estações de emergência a cada quilômetro, caso role algum imprevisto na viagem.

-Eu estou aqui na altura do km 62, eu preciso saber onde tem um posto de combustível mais próximo daqui.
Atendente: No km 94.
-Km 94?
Atendente: Isso!

Exatamente no lugar indicado, um posto para encher o tanque e seguir viagem, agora pela Rodovia dos Tamoios.

Praticamente na metade do caminho, a equipe viu a primeira placa indicando o destino: Ubatuba a 110 quilômetros. O que não significa que ela vá chegar rapidão, porque teve que baixar a velocidade para 80 km/h. E ai de quem andar acima disso, porque a rodovia está cheia de radar.

Alan Junior (vidraceiro): Acho uma velocidade ideal.
Bom Dia Brasil: Não acha pouco?
Alan Junior: Não, porque já houve muito acidente nessa rodovia.

E em nome da mesma segurança, dependendo do quão fechada é a curva, tem que rodar mais devagar ainda. Velocidade que não é respeitada por uma carreta, na faixa da esquerda, onde só deveriam estar os carros.

Em um ponto da rodovia, o limite é 80 km/h para os carros, não para ônibus. Um ônibus estava mais rápido que a equipe.

Todos esses flagrantes em uma rodovia onde, em muitas partes, nem acostamento tem. No trecho de serra, cheio de curvas fechadaças, o limite cai pra 40 km/h. Aí já se vê os primeiros sinais de congestionamento.

E olha que ainda tem cones. Quem desce rumo à praia ganha mais uma pista, em dias como hoje. Quando acaba a serra, a equipe já chega ao litoral.

Os moradores de Caraguá sabem que a melhor maneira de se locomover, em época de ruas lotadas, é pedalando.

“Esquece que não anda de carro não, só de bicicleta mesmo”, conta um morador.

Morador: Muito carro, descendo. Agora mesmo já começou, né? Para nós, a gente passar aqui fica difícil.
Bom Dia Brasil: Só de bicicleta?
Morador: Só de bicicleta. Tem que sair de casa de bicicleta.

Saindo de Caraguatatuba, a equipe cai na Rio Santos, uma rodovia com cara de avenida, porque ela corta diversos trechos bastante residenciais e, justamente por isso, ela é cheia de lombadas. E aí é nesse sobe e desce que a equipe segue viagem.

Mais algumas curvas fechadas depois, a equipe chega a Ubatuba, a 240 quilômetros da capital. E na manhã seguinte… Finalmente, praia!

Tudo bem que o dia não está assim dos mais bonitos, mas tudo que é turista concorda: Ubatuba com céu nublado é muito melhor que qualquer dia ensolarado em São Paulo. E chegar nesse lugar compensa qualquer dificuldade que possa ter surgido no caminho.

“Ah, é muito bom, revigora! Traz energia boa”, diz uma banhista.

Rodrigo Lourenção (engenheiro mecatrônico): Aqui você consegue recarregar suas baterias para voltar e começar do zero, vamos dizer assim.
Bom Dia Brasil: Começar 2015?
Rodrigo Lourenção: Do zero para… Cheio de esperança aí para um ano diferente, né?

A equipe do Bom Dia Brasil pagou os dois pedágios da Rodovia Ayrton Senna e mais um na Carvalho Pinto. Gastou R$ 8,30. Se tivesse ido pela Via Dutra, seria R$ 10,20. A Tamoios e a Rio Santos não têm pedágios.

Vídeo:

Fonte: Bom Dia Brasil

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