Falsificação de “vacinas” prejudica transportadoras

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Além do roubo generalizado mais um motivo de preocupação para os empresários do setor de transportes: a falsificação de “vacinas veiculares”.

Com o sucesso do sistema de “Vacina pra Caminhão”, considerado uns dos métodos mais confiáveis de proteção contra roubo, várias empresas entraram no mercado, algumas acrescentaram com novos layouts, outros porém o denigrem, com serviços e produtos de baixa qualidade, mas de preços bastante tentadores.

Representante dos setor denuncia que algumas empresas não fazem o serviço de identificação permanente de partes e peças, conhecido como “vacinas”, apenas colam selos, e os gravam com máquinas elétricas de baixo impacto e a grande maioria das gravações não chega nem a tocar as peças, identificando somente o selo, isto aliado a péssima qualidade do adesivo que se degrada em poucos meses.

Segundo Gabriela Santos do Departamento Jurídico do SINID – Sistema Nacional de Identificação, Órgão regulamentador desse setor, este tipo de fraude vem aumentando, prejudicando a reputação do serviço e lesando o consumidor, pois uma identificação permanente é efetuada com máquina pneumática de alto impacto, gravando permanentemente partes e peças, reduzindo em mais de 90% a probabilidade de se ter um veículo roubado e aumentando a taxa de recuperação para quase 100%, também auxiliando na redução de custos operacionais ao inviabilizar a troca não autorizada de peças, pois é praticamente impossível revender estes itens identificados.

Nas falsas” vacinas” as gravações são superficiais e facilmente removíveis.

Infelizmente alguns empresários estão arrumando mais problemas do que a solução para o roubo de caminhão quando contratam essas empresas piratas.

Veja relato: Empresa de sistema antifurto no ES, entrou no mercado com o atrativo de preços reduzidos, fez o serviço para várias transportadores, em uma delas, um dos veículos se acidentou e na reforma o proprietário verificou que a maioria das gravações estavam apenas nos selos, vistoriou então outros caminhões de sua frota que possuem o sistema antifurto e confirmou que a maioria das gravações eram falsas, então exigiu que o serviço fosse refeito, a empresa responsável pelo serviço, simplesmente desapareceu, não fez a rescisão de seus funcionários, que entraram na justiça e agora estão cobrado também os transportadores como devedores solidários. Empresa de MG: Funcionário sem experiência gravou um caminhão inteiro com a placa de outro veículo, o problema só não foi maior porque as gravações eram superficiais, um pequeno lichamento e polimento resolveram o problema.

Gabriela Santos alerta: Falsas “vacinas” não reduzem o índice de roubo de caminhão, pois quadrilhas especializadas sabem diferenciar uma gravação identificadora permanente de uma gravação superficial.

Para não correr estes riscos e descobrir da pior maneira que foi ludibriado, verifique se a empresa contratada para “vacinar ” sua frota é homologada pelo SINID. Esta é a garantia que você está adquirindo serviço efetuado dentro das especificações e normas técnicas internacionais, exigidas para a realização de perícia química.

No site do SINID você encontrará os contatos de empresas homologadas.

Fonte: Divulgação




Um comentário em “Falsificação de “vacinas” prejudica transportadoras

  • 21/10/2016 em 17:46
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    Más esse metodo não é e nunca confiavel, porque, em se colocando estanho nas partes “vacinadas”, pronto resolvido o problema para alegria dos ladrões.

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