Mercedes-Benz diz que “não há sinal de retomada” no mercado brasileiro

linha de montagem mercedes-benz

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Com a continuidade das dificuldades econômicas no Brasil, a demanda no mercado de ônibus da Daimler, controladora da Mercedes-Benz, no país caiu aproximadamente 15% no terceiro trimestre, na comparação com o mesmo período um ano antes.

Segundo comunicado que acompanha o balanço da empresa, divulgado nesta sexta-feira, o desempenho da divisão Daimler Trucks, de caminhões, foi afetado por mercados emergentes, especialmente pelo Brasil. As vendas no país nesse segmento somaram 3,5 mil unidades no terceiro trimestre deste ano, queda de 18,6%, na comparação anual.

A companhia antecipou que espera vendas “significativamente mais fracas” no mercado brasileiro neste ano. “A evolução [do mercado] na América do Sul continua sendo muito difícil. Ainda não há nenhum sinal à vista de retomada no mercado brasileiro. Devido à recessão econômica em curso, projetamos nova contração de mercado, na magnitude de 25%”, diz a empresa, a respeito do Brasil.

No segmento de ônibus, a companhia também espera mais uma grande diminuição no mercado em 2016, na sequência das quedas já vistas em 2015, com “substancial recuo” nas vendas de unidades.

Fonte: Valor




6 comentários em “Mercedes-Benz diz que “não há sinal de retomada” no mercado brasileiro

  • 05/11/2016 em 21:46
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    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKImagine o indivíduo aí em cima falando em contruir um caminhão já que a MBB não quer fabrica-lo !!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  • 05/11/2016 em 21:45
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    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKImagine o indivíduo aí em cima falando em contruir um caminhão já que a MBB não quer fabrica-lo !!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  • 21/10/2016 em 13:00
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    Tem que quebrar mesmo, a qualidade da MB caiu em relação aos seus principais concorrentes, o Actros vendido por aqui está ultrapassado em relação ao modelo europeu, com um facelift horrível, ficou parecido caminhão chinês. Outra bola fora foi o fim dos Atron 1319 e 2324, mais seguros em relação aos Atego, sendo que esses últimos não possuem nem célula de sobrevivência para colisões frontais, o único no mercado que aguenta de verdade uma pancada hoje é o Scania linha P dos semipesados (P250 e P310), que possuem a célula de sobrevivência mais preparada para quando bater o motorista escapar com vida. A única garantia de segurança em relação aos impactos era o capô dos Atron, e não quero neguinho aqui responder para mim que Atron é frouxo e sem força que é MENTIRA, já andei com um e posso garantir que, principalmente com marcha reduzida, tem força mais que suficiente para encarar trechos acidentados de fazendas e sítios no interior, arranca sem esforço em marcha lenta totalmente carregado (meu vizinho, dono de um, garante isso). Não querem mais fabricar? Eu resolvo isso por fora, se eu quiser contrato um equipe chefiada por engenheiro e compro peças para montar um Atron com mecânica do Atego, novinho para mim e ainda bitruck com cabine leito teto médio, mas não agora, já que mandei montar um Scania T310, bitruck e bicudo, com chassi alongado e carroceria inalterada, de comprimento igual ao original, aliás, já comprei a maioria das peças e irei comprando as outras conforme a equipe for montando passo-a-passo o caminhão, e em breve terei meu Atron tunado também. Quanto às montadoras de hoje, estão NOTA ZERO.

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      • 21/10/2016 em 22:38
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        Esse é seu argumento de resposta? Tsc! Merda é o que você tem na sua cabeça, por acaso já viajou com um Atron? A geração de caminhões bons da MB já era e a qualidade está caindo, esse é o motivo que me leva a contratar uma equipe para montar um caminhão novo e ao meu estilo, diferente dos que estão saindo de fábrica com defeitos e dando dor-de-cabeça para os donos, que o diga quem possui o Ford Cargo.

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