Acumulando prejuízos, caminhoneiros fazem protesto contra greve de auditores




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Vários caminhoneiros protestaram contra a greve promovida pelos auditores fiscais da Receita Federal em Ponta Porã – cidade localizada a 322 km de Campo Grande. Lá, existe um porto seco onde a fila de caminhões é cada vez maior, assim como o prejuízo, que chega a casa de R$ 406,8 mil/dia.

Os auditores pedem melhorias salariais, como plano de carreira, entre outros. Contrários a essa manifestação, os motoristas de caminhão fecharam a saída do porto seco, impedindo a movimentação de mercadorias por completo. Antes, os servidores públicos estavam liberando a passagem de produtos perecíveis.

Diante do “contraprotesto” feito pelos caminhoneiros, os auditores fiscais afirmam que não vão recuar e manter a greve, e seguir liberando apenas mercadorias perecíveis. Não há posicionamento emitido pela Receita Federal sobre a situação.

Conforme análise do site Ponta Porã Informa, o montante perdido com os atrasos na entrega de mercadorias – há profissionais parados há mais de 20 dias no porto seco – é de R4 406,8 mil por dia, levando em consideração números da Fiems (Federação da Indústria do Estado de Mato Grosso do Sul) sobre a exportação regional.

Entre janeiro e outubro, foram exportados pelo Estado via Ponta Porã 60 mil toneladas em produtos, equivalente a US$ 24 milhões, ou seja, R$ 76,8 milhões. Assim, o cálculo divide o valor total por 200 dias úteis, chegando aos US$ 120 mil por dia – na conversão para real, R$ 406,8 mil.

Fonte: Campo Grande News




3 comentários em “Acumulando prejuízos, caminhoneiros fazem protesto contra greve de auditores

  • 28/11/2016 em 19:23
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    Quero ver se nos caminhoneiros vamos mesmo aderir ao chamado de greve !

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  • 24/11/2016 em 16:19
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    Como somos penalizados com todo tipo de movimento que aparece em nossas viagens. É protesto para instalação de passarelas, para eliminar acidentes, para exigir reparos diversos e etc. Se acaso caminhoneiros fechar tudo, ai aparece PRF, PM, Civl, MP e um monte de “autoridade” para forçar a liberação, mas quando somos as “vitimas” nada é feito! Fechem completamente essa “merda” de fronteira e ponto!

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