Fabricante da cerveja Budweiser reserva 40 caminhões elétricos da Tesla




A Tesla apresentou oficialmente o seu primeiro caminhão elétrico há menos de um mês. O chamado Tesla Semi virá com o sistema semi-autônomo de fábrica, o Autopilot. Mas apesar de ainda sequer ter uma data para comercialização – a previsão é que sua montagem comece apenas em 2019 – o veículo já conta com algumas reservas. A última delas é da Anheuser-Busch, fabricante da cerveja Budweiser.

A companhia anunciou nesta quinta-feira (7) que encomendou 40 caminhões da Tesla. É uma das maiores reservas do novo Semi até o momento. Desde que foi revelado, o Tesla Semi vem acumulando um número razoável de pré-pedidos de grandes nomes no transporte e logística, incluindo o Walmart que encomendou 15 unidades.

Para reservar um Tesla Semi, clientes precisam depositar US$ 20 mil por unidade. O valor de cada caminhão, quando for comercializado, deve iniciar em US$ 150 mil.

Segundo a Anheuser-Busch, o Tesla Semi representa uma oportunidade para promover o seu compromisso de reduzir as emissões de carbono. Trata-se de “parte de uma estratégia de toda a empresa para empregar tecnologia de ponta para reduzir o impacto ambiental e aumentar a eficiência das operações”, comunicou a companhia.

O caminhão da Tesla tem autonomia para rodar até 800 quilômetros com uma única carga de bateria e isso carregando até 36 mil quilos em sua carroceria. Os custos com combustível seriam um grande atrativo para as companhias investirem na nova linha de veículos elétricos da montadora de Elon Musk, isso porque eles sairiam pela metade de um caminhão movido a diesel e com as mesmas condições e potência. A montadora afirma que o veículo se pagaria em um período de dois anos.

Fonte: IDGNOW




Um comentário em “Fabricante da cerveja Budweiser reserva 40 caminhões elétricos da Tesla

  • 08/12/2017 em 08:24
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    Não tem robustez nenhuma. Se eu fosse um investidor, apostaria no desenvolvimento de biocombustíveis com origem 100% vegetal, como a Shell está fazendo na Inglaterra, junto com outra empresa. Conseguiram adaptar motores a diesel de 40 onibus para andarem movidos à óleo de borra de café.
    Aqui no Brasil, a gaúcha Camaquã distribuidora colocou 30% de sua frota para rodar com óleo de cozinha reutilizado. O melhor de tudo é que esses novos combustíveis não poluem, preservam as características de robustez e confiabilidade dos motores à diesel e dispensam o uso do Arla-32.
    Os biocombustíveis são potenciais concorrentes da energia elétrica no futuro. Se eu pudesse, já estaria investindo pesado neles.

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