Equipe DTM Mercedes AMG estreou seis novos caminhões Actros em Moscou

Mercedes-Benz Actros MP4 - DTM Mercedes AMG (1)Pela primeira vez na história da mais popular competição mundial de carros de passeio, o campeonato alemão de turismo (Deutsche Tourenwagen Masters, DTM) foi hospedado como “convidado especial” na Rússia. No último fim de semana, dias 3 e 4 de agosto, a sexta das dez corridas da temporada DTM de 2013 ocorreu no autódromo de Moscou. Este circuito foi projetado pelo engenheiro líder em design de pistas de corrida, Hermann Tilke, de renome mundial.

Nessa jornada de mais de 2.600 km de extensão a partir da sua cidade de origem, Affalterbach, até o autódromo de Moscou, a equipe DTM Mercedes AMG, confiou, como faz o ano todo, em um total de seis novos caminhões Mercedes-Benz Actros para suporte. O comboio partiu da Alemanha e passou pela Polônia, Lituânia e Letônia, antes de chegar à Rússia. Um mínimo de quatro dias precisou ser incluído no plano de viagem.

Durante o procedimento de carregamento do Mercedes-Benz Actros para a corrida DTM da Rússia, Charl Lohrmann, motorista de caminhão da equipe Mercedes AMG, explicou as vantagens do veículo: “O Actros sempre dá provas de seu valor. Ele é exatamente o caminhão certo para as tarefas de transporte do automobilismo esportivo, em que tanto a segurança, por conta da carga valiosa, quanto os prazos apertados, desempenham um papel especialmente importante”.

Com milhares de quilômetros que precisam ser cobertos em cada temporada da DTM, Lohrmann também valoriza o conforto. Com relação a esse aspecto, ele ressalta não apenas os sistemas de assistência ao motorista – como o Lane Keeping Assist (sistema de orientação de faixa de rolagem) e o Proximity Control Assist (sistema de controle de proximidade) com “stop-and-go” (função de partida e parada) – mas também o espaço generoso da cabina do caminhão. Além disso, elogia as características de dirigibilidade do veículo e de economia de combustível.

Durante a temporada da DTM, os cavalos-mecânicos Actros, da Mercedes-Benz CharterWay, são usados para transportar os veículos, peças de reposição e outros componentes até os boxes da equipe nos autódromos.

Fonte: Mercedes-Benz

Este Ford F-11000 foi redescoberto depois de 25 anos em um galpão

ford-f11000-1Se você acha que barn finds (“achados em celeiros”, em uma tradução literal) espetaculares só acontecem fora do País, meu amigo, você está enganado. Mas em vez de uma coleção de Alfa Romeo abandonados à própria sorte, o que temos aqui é um caminhão Ford F-11000 da década de 80.

O que você faz quando quer guardar dinheiro? A resposta mais comum é deixar na poupança, para que rendam juros e você não gaste. Mas, há 25 anos, na cidade de Embu-Guaçu, dois irmãos decidiram investir todas as suas economias em caminhões Ford F-11000. Naqueles tempos de economia instável era melhor ter dinheiro em forma de bens do que guardá-lo em um banco. Foram 12 caminhões, que foram vendidos aos poucos a compradores da região. Só sobrou um, que ficou todos estes anos guardado em um galpão.

ford-f11000-2Só que, para não chamar a atenção, um dos irmãos teve a ideia de tapar a entrada do galpão com blocos de concreto. E o F-11000 lá ficou, protegido do sol e da chuva (mas não da poeira, como dá para ver…), por um quarto de século. O hodômetro marca apenas 110 km, que foram rodados da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo até o galpão em Embu-Guaçu.

Recentemente o colecionador e negociante de carros antigos Reginaldo de Campinas conseguiu entrar em contato com um dos irmãos, o Sr. Orlando. Ele está com 70 anos e finalmente decidiu vender o último de seus caminhões. Reginaldo ficou com o F-11000, e diz que só vende pelo preço de um Ford Cargo 0km — algo entre R$ 100 mil e R$ 290 mil, dependendo do modelo.

ford-f11000-4Normalmente veículos que ficam guardados tanto tempo têm problemas para funcionar pela primeira vez. Contudo, relatos de quem estava presente no momento da redescoberta garante que só foi necessário trocar a bateria para ouvir o motor a diesel MWM roncar outra vez.

Se é verdade ou não, difícil saber, mas não dá para negar que este é um achado impressionante.

Fonte: Jalopnik

Monster Truck: quais são as tecnologias envolvidas neles?

50854887165721Veículos pesados, com rodas gigantescas e muita potência. Essa é a melhor forma de resumir os “Monster Trucks”, que também são chamados de “Caminhões-Monstros” ou “Carros-Monstros”. O primeiro deles foi o Bigfoot #1, que surgiu há quase 40 anos (em 1974) e era baseado em uma pick-up Ford F-250. De lá pra cá, muita coisa mudou, mas os princípios básicos continuam os mesmos.

O peso dos carros Bigfoot atuais varia entre 4.800 kg e 6.800 kg e não mudou muito em relação ao original — que tinha cerca de seis toneladas. Mas é importante ressaltar que o atual recordista mundial de salto em distância é um dos mais leves, tendo apenas cinco toneladas. Estamos falando do Bigfoot #18, que atingiu a marca de 65,5 metros em um único salto (com rampa, é claro).

Torque total

O grande destaque desses carros monstruosos está no motor poderoso que é empregado em cada um deles. Os atuais Bigfoot que são utilizados em shows nos Estados Unidos utilizam motores V8, que podem chegar à potência de 2.000 cavalos. Também é preciso falar que eles possuem 9,4 litros — o que representa uma quantidade de 9.400 cilindradas —, para ainda mais robustez.

Com tudo isso, os carros podem chegar à velocidade de 100 quilômetros por hora em pouco menos de 5 segundos. Vale dizer ainda que os Bigfoot possuem apenas duas marchas, pois eles são voltados às pistas de manobras e não são utilizados em pistas muito longas. A potência dos motores é muito mais necessária para os saltos do que para o alcance de velocidades altas.

Outros componentes muito importantes nesse processo são os pneus. Para oferecer melhor tração e mais resistência nos impactos, os carros-monstros utilizam pneus de grandes máquinas agrícolas, que podem chegar aos 168 cm de altura. A calibragem é feita com 10 psi — é comum dizer que, quanto maior o veículo, menor deve ser esse valor.

É preciso falar também do sistema traseiro de direção. Ao contrário de carros comuns, a condução de grande parte dos Bigfoot é determinada por modificação das rodas traseiras. Isso garante mais agilidade nas manobras, mesmo nas situações em que há pouco espaço para a modificação dos trajetos.

Estruturas resistentes

É claro que as rodas não são ligadas ao Bigfoot com eixos comuns, pois são necessárias peças externas ligando as estruturas. E isso é feito por meio de barras de conexão, que garantem sistemas de regulagem de tração com muita qualidade. Os amortecedores podem ter até um metro de absorção e também ficam ligados a essas peças.

Para proteger os pilotos, a carenagem dos Bigfoot ainda é revestida por “gaiolas” tubulares bem rígidas. Elas garantem que as pessoas que estiverem no interior dos veículos tenham a integridade física assegurada em situações de impacto com o solo ou mesmo colisão lateral.

Motor, pneus e outras peças fazem com que os veículos sejam muito pesados, por isso a carenagem deles deve ser tão leve quanto possível. Nos Bigfoot, são utilizadas peças de fibra de vidro, que ainda permitem mais facilidade nos reparos necessários em diversos momentos — os fortes impactos dos carros no solo causam danos com frequência.infografico-tecmundo-2777-429540

Fonte: Tecmundo

Antes de sair de cena, a VW colhe os frutos da Kombi

650x375_1345956A Volkswagen Kombi é, sem dúvida, um dos carros mais icônicos. Além de ser o veículo mais antigo em produção no Brasil (e no mundo), com mais de 55 anos ininterruptos, o modelo nunca perdeu a liderança de sua categoria. Mas a velha senhora envelheceu e, assim como seus amigos de infância, não se adaptou aos novos tempos.

Pois é, vai chegar o fim de linha para a Kombi (janeiro de 2014). Foram longos anos, décadas. Desde que a Kombi número um foi produzida em 2 de setembro de 1957, o furgão ganhou milhares de fãs, com mais de 1,55 milhão de unidades emplacadas. Isso significa quase 28 mil kombis a mais nas ruas por ano.

Seu desenho surgiu de uma ideia do holandês Ben Pon na década de 1940. Ben, que era comerciante, desejava um veículo leve de carga, bem na época em que a Alemanha tentava se recuperar dos estragos da Segunda Guerra Mundial. Pon, então, sugeriu à Volkswagen um carro com base no motor do Fusca. Em 1951, no Salão do Automóvel de Frankfurt, nascia a velha senhora, com seu motor traseiro e refrigerado a ar, de 25 cavalos de potência.

Ao longo dos anos, a Kombi seguiu seu destino de ser um veículo de transporte. Não é difícil encontrá-la como carro de empresas, como mercados. Isso acontece, principalmente, pelo seu baixo custo de manutenção e grande durabilidade. Apesar disso, há quem goste da Kombi por outros motivos, nem um pouco relacionados à durabilidade ou à capacidade do furgão.

Nova

Mas e agora que a Kombi vai sumir, a Volks vai ficar sem sua representante de furgões? Nem pensar. Uma das possibilidades seria a van Transporter T5, já que, na Alemanha, casa da VW, o modelo vem com o sobrenome “Kombi” – e está três gerações à frente.

Se a opção se tornar realidade, o automóvel terá tanto versões para o “trabalho duro” (com motor 2.0 aspirado de 115 cavalos de potência e câmbio manual de cinco marchas), como também mais luxuosas (Multivan Comfortline, com motor 2.0 turbo, a gasolina, de 204 cavalos, além de câmbio automatizado e capacidade de até sete lugares).

Porém a marca ainda não se pronunciou oficialmente sobre que veículo irá ocupar o lugar da velha senhora.
Mas, antes de a produção ser encerrada no Brasil, confira histórias de donos de Kombi na Bahia.

Picape 1969

O empresário Jorge Cirne não é fã apenas da Kombi, mas de carros VW. Encontrou duas versões de 1969, uma picape e outra de passageiros (esta conta com a placa preta, que garante 80% de originalidade). Ambas contam com motor 1.500 cm³ e pintura em ‘V’. “É diferente dirigir uma Kombi, tem que estar acostumado”, diz.

Pollyana Perua’s

650x375_1345953Oito amigas se juntaram para criar uma Kombi própria, com jeitinho feminino. Depois de um ano, três saíram do projeto, que agora conta com cinco integrantes. “Achamos um modelo 1971 e começamos a reformá-lo. Hoje, o carro está na área de pintura, onde ganhará tons diferentes”, conta Andreia Faverani.

Luxuosa de 1970

A paixão do engenheiro de produção Antônio Reis pela Kombi começou na década de 1980, quando ele a dirigiu por alguns anos para fazer entregas. Hoje, possui três: uma 1964 (que está reformando), uma 1968 e uma 1970 (foto). A última é uma versão de luxo e conta com itens cromados, como o símbolo VW e as calotas.

Fonte: A Tarde

25ª Gincana do Caminhoneiro leva desafio de ‘slalom’ à cidade de Estiva/MG‏

Slalom Pista (Mobile)Uma das 33 cidades cortadas pela rodovia Fernão Dias (um dos principais corredores rodoviários de interligação dos mais importantes pólos econômicos das regiões Sul e Sudeste), a mineira Estiva foi estrategicamente escolhida para sediar a terceira etapa da 25ª GINCANA DO CAMINHONEIRO, evento promovido pela Revista Caminhoneiro, com patrocínio da MAN Latin America – fabricante dos caminhões Volkswagen e MAN – e apoio da Cummins, através da unidade de negócios Fleetguard.

De 15 a 18 de agosto, estima-se que mais de 600 façam um pit stop no km 880 da BR 381, no Posto Dom Pedro para encarar o desafio de “pilotar” um caminhão Volkswagen Constellation 19.330 num percurso pré-determinado, ziguezagueando entre cones, com o objetivo de atingir o menor tempo possível.

Para não deixar dúvidas quanto aos resultados, a prova do slalom (como é chamado o ziguezague entre os cones) é observada atentamente por uma dupla de cronometristas da Chronosat, empresa homologada pela Confederação Brasileira de Automobilismo, que, com a ajuda de fotocélula, acompanha os tempos e indica as cinco melhores performances da etapa, que irão disputar o tão cobiçado prêmio: um caminhão Delivery VW 10.160 Advantech zerinho!

Vale explicar que, no ano em que completa 25 anos, a Gincana do Caminhoneiro é dividida em cinco etapas classificatórias. Em cada uma delas, são indicados os cinco melhores tempos, consagrados como ‘finalistas’. Este ano, já foram realizadas duas etapas – em Rio Grande/RS e Rondonópolis/MT – e classificados 10 caminhoneiros! Os vencedores da etapa de Estiva irão se juntar aos demais finalistas na grande final, que acontecerá dia 24 de novembro, no Posto Gasparin, em Foz do Iguaçu/PR.

A 25ª GINCANA DO CAMINHONEIRO reserva ainda aos participantes a oportunidade de realizar test drive com caminhões Volkswagen e MAN, confirmando o motivo pelo qual já viraram preferência nacional. Além disso, os caminhoneiros que comparecerem a Estiva poderão participar de palestras técnicas ministradas pela MAN Latin America e pela Cummins (através da unidade Emission Solution).

E tem mais: antes ou depois da prova, os caminhoneiros têm a chance de rever amigos, participar de atividades promovidas pelo Sest/Senat e pela Polícia Rodoviária Federal, que dão apoio educacional ao evento.

A terceira etapa da 25ª Gincana do Caminhoneiro acontece de 15 a 18 de agosto, no Posto Dom Pedro (Rod. BR 381 – Fernão Dias – km 880, em Estiva (MG), das 11h às 21h.

De acordo com a fila de espera, as inscrições podem ser encerradas antecipadamente.

Fonte: Divulgação

Ford é a campeã do Rally dos Sertões 2013 com o Novo Cargo na categoria Caminhões

CargoSertões-SalesMendesPianoA Ford foi a campeã do Rally dos Sertões 2013 na categoria Caminhões com o Novo Cargo da equipe Ford Racing Trucks/Território Motorsport. Comandado pelo trio Edu Piano, Solon Mendes e Carlos Sales, o pesado da Ford dominou de ponta a ponta o maior rali das Américas, trazendo mais um título para a marca que é a maior vencedora da competição em Caminhões, com nove títulos conquistados.

O time somou seis vitórias consecutivas nos Caminhões Leves entre 2007 e 2012, com o Ford F-4000, e foi vice-campeã nos Pesados no ano passado com o Ford Cargo 1933 4×4. “Era o título que faltava”, comemora Edu Piano, piloto e chefe da equipe. “Foi um rali sensacional, muito difícil, e o trabalho de toda a equipe foi fantástico. Mas o caminhão esteve perfeito, muito bem preparado, e isso fez a diferença para a nossa vitória.”

O trio venceu sete das dez etapas e foi líder absoluto do rali, com uma vantagem final de mais de 14:30 horas sobre o segundo colocado. A conquista tranquila – se é que se pode chamar assim o desafio de 4.115 km percorrido entre os estados de Goiás e Tocantins – é resultado de muito planejamento e da experiência do time.

CargoSertões2Com seis títulos em 18 participações nos Sertões, Edu Piano é o piloto recordista de vitórias em Caminhões. O navegador Solon Mendes soma 16 participações e cinco títulos na categoria, sempre ao lado de Piano. O co-piloto e mecânico Carlos Sales comemorou seu primeiro título, que por isso tem um sabor especial. “Acho que nunca vou me esquecer deste título. Foi muito gratificante ver a evolução do caminhão e como ele foi guerreiro e não deu trabalho nesse Sertões”, diz.

O caminhão Ford Cargo 1933, do tipo cavalo-mecânico, passou por uma preparação especial para a competição e foi apelidado de “Monstro”. Com mais de 7 toneladas, ele ganhou sistema de tração 4×4 e teve a potência do motor ampliada para 680 cavalos, capaz de acelerar o bruto a mais de 220 km/h. A base robusta do modelo Ford garantiu a resistência para enfrentar o desafio que deixou muitos outros veículos pelo caminho.

Em SP, empresa se especializa em fabricar baú para pequenos veículos

bauEm São Paulo, uma pequena empresa se especializou na fabricação de baús de alumínio para pequenos veículos. Na capital paulista, o tipo de veículo ganhou destaque a partir de 2009, quando a prefeitura proibiu a circulação de caminhões grandes pelo centro expandido. O empresário Nelson Melo e seu filho Rodrigo Melo montaram uma empresa que produz e adapta baús para pequenos veículos.

“O cliente traz para nós o caminhão, o chassi, a cabine, e nós temos um projeto e colocamos esses produtos em cima do chassi do veículo. Adaptado, montado, com ele ligado na parte elétrica, com portas e tampas, tudo de acordo com a legislação”, diz Nelson.

Para enfrentar os concorrentes, muitos deles grandes empresas, os empresários ousaram. E lançaram um produto diferente.

O baú é quase todo feito de alumínio, portas laterais, parte interna e teto. É um material tão leve que chega a pesar 200 quilos menos do que baús similares no mercado que usam aço. E o resultado vai direto para o bolso do cliente. Por ser mais leve, o caminhão pode carregar mais mercadoria. Vazio, ele ainda ajuda o veículo a economizar combustível.

Mas como fazer um baú de alumínio tão resistente quanto o de aço? O segredo está nas barras internas, em forma de tubos. “A gente usa ripamento de alumínio. Dá mais resistência por causa de dobras, ele tem a mesma resistência do aço”, explica Rodrigo.

Para montar o negócio, os empresários investiram R$ 700 mil em maquinário e aluguel de um galpão. A produção começa com a dobra e o corte da chapa de alumínio.

Depois, a estrutura é montada sobre o chassi. As chapas são parafusadas e coladas. Detalhes valorizam o produto, como o acabamento sem rebites e acendimento automático da luz interna.

“Quando nos entramos nesse mercado a gente não queria ser mais um no mercado, o que que nos pensamos a gente tem que ter um produto diferenciado, pra que a qualidade nossa o nosso produto é diferente dos demais.”

O alumínio é três vezes mais caro do que o aço. Mas a empresa bancou a diferença, diminuiu a margem de lucro e mantém preço competitivo. Aqui, o baú já montado custa a partir de R$ 6,7 mil, com três metros de comprimento e 1,80 de largura. O preço sobe conforme o tamanho e modelo. Tem liso natural, branco ou em fresas.

O movimento triplicou em três anos. Hoje a empresa vende 60 baús e fatura R$ 300 mil por mês. E a procura continua crescendo. Com fila de espera, o galpão já não tem mais espaço para receber tanto caminhão. “Hoje nós estamos com quase 2 mil metros quadrados e está pequeno. Estamos pensando em ampliar para uma área maior para atender a nossa clientela.”

Venda de flores

Em Santo André, na Grande São Paulo, o caminhão-baú mudou o negócio do casal de empresários. Ronaldo e Vivian Clemente são donos de um box de flores e plantas ornamentais no Ceasa da cidade.

Até o ano passado, eles compravam flores de intermediários para revender e pagavam caro. Com o veículo adaptado, agora eles compram direto do sítio dos produtores, no interior do estado. O preço caiu quase pela metade.

“O caminhão ajuda 100% nossa vida no ramo de flores, que a gente está trabalhando agora. Então assim, se eu não tivesse, eu não ia vender, eu não iria conseguir sobreviver no mercado de flores. Nós estamos há oito meses, e se não tivesse o caminhão não iria conseguir, não”, afirma a empresária.

A própria Vivian dirige o caminhãozinho. Três vezes por semana, ela viaja e traz as plantas, para na frente do box, e descarrega orquídeas, samambaias, rosas, pinheiros.

Os empresários investiram R$ 60 mil no caminhão, parcelados em 60 vezes. E compraram o baú mais barato, de R$ 6,7 mil. Com as plantas mais em conta, em quatro meses, as vendas no box aumentaram 40%.

Atualmente o casal vende 320 vasos por mês e já pensam em mais caminhões. “É o primeiro da frota. No futuro, a expectativa é crescer mesmo. Que a gente possa crescer. Nós estamos só no Ceasa Santo André, mas a pretensão é ir pra outros ceasas, e crescer no mercado, e que venham outros caminhõezinhos, e outros baús”, diz Vivian.

Vídeo

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

Marcopolo cria aplicativo de pós-vendas para dispositivos móveis

aplicativomarcopoloA Marcopolo lançou um aplicativo mobile de Pós-vendas, que pode ser baixado para smartphones e tablets com sistema operacional Android ou IOS, com o objetivo de facilitar o dia a dia do cliente. Com informações sobre peças originais e até vídeos dos principais procedimentos dos serviços de assistência técnica e rede de representantes, o aplicativo é gratuito e permite que o cliente treine sua equipe para realização da manutenção nos ônibus da marca, com maior segurança, rapidez e comodidade.

Segundo Antonio Carlos Boff, gerente de Pós-vendas da Marcopolo, os pontos mais importantes do aplicativo são os boletins técnicos, dicas de operação e manutenção – como limpeza de faróis e tabela de lubrificantes – e vídeos tutoriais que ensinam desde como montar e desmontar poltronas até como operar o Multipl ex G7. “São vídeos de operação dos ônibus e de manutenção preventiva que ajudam o cliente no uso correto dos seus veículos”, enfatiza o executivo.

Disponível nos idiomas português, inglês e espanhol, o aplicativo Marcopolo Pós-Vendas agrega várias funcionalidades. Destaca em sua interface três divisões: Rede de Assistência Técnica e Venda de Peças, Assistência Técnica e Peças Originais. Na primeira, identifica os pontos de venda de peças originais e oficinas de assistência técnica mais próxima, sendo possível traçar a rota a partir do navegador do aparelho até o representante autorizado Marcopolo. Em Peças Originais, pode-se acessar catálogos fotográficos e técnicos dos componentes originais para reposição, que trazem dados detalhados dos ônibus e das peças separadamente, em formato de visualização em PDF ou online. Já na área de Assistência Técnica estão à disposição os boletins técnicos e informações sobre a operação e manutenção.

Para baixar o aplicativo Marcopolo Pós-vendas, basta acessar o site www.marcopolo.com.br/posvendas e clicar no ícone do aplicativo ou buscar no Apple Store ou Google Play.

Fonte: Marcopolo

Ford confirma participação da Nova Ranger no Rally Dakar 2014 na América do Sul

Ford_Ranger_Dakar_01A Ford confirmou a participação de duas picapes Nova Ranger no Rally Dakar 2014, que será realizado de 5 a 18 de janeiro na América do Sul. Os veículos do Team Ford Racing estão sendo preparados por um time global na África do Sul e serão pilotados pelo argentino Lúcio Alvarez e pelo sul-africano Chris Visser.

“O Rally Dakar é o teste mais radical do mundo para homens e máquinas e estamos empolgados com a oportunidade de participar dessa prova com um time fenomenal, que une uma grande experiência global”, diz Jeff Nemeth, presidente da Ford África do Sul.

A transmissão do Rally Dakar 2013 foi vista por mais de 1 bilhão de espectadores na TV em todo o mundo e mais de 4,6 milhões de pessoas viajaram à América do Sul para acompanhar a prova ao vivo.

“O Dakar é realmente uma vitrine internacional para veículos off-road”, diz Dave Schoch, vice-presidente de grupo da Ford Ásia Pacífico. “Estamos satisfeitos de reunir um time global que tem uma experiência excepcional nessa prova e capacidade de correr extremamente bem com a Ford Ranger.”

Preparação

Ford-Ranger-Dakar-03As Ford Ranger que vão competir no Rally Dakar 2014 são da versão cabine dupla 4×4, com motor V8 5.0 de alumínio com duplo comando variável de válvulas independente, potência de 353 cv e torque de 560 Nm. Têm transmissão sequencial de seis marchas, pesam 1.975 kg e atingem a velocidade máxima de 170 km/h.

As duas picapes estão sendo preparadas na África do Sul, com assistência do time global de desenvolvimento do produto e do time de veículos especiais da Ford (SVT), junto com outros parceiros. Uma delas já está pronta e vai iniciar os testes em agosto. A outra está sendo montada e estará completa no final de outubro. Um time totalmente dedicado de 24 pessoas dará retaguarda aos veículos para enfrentar o desafio do Dakar.

Desafio de 8.500 km

O Rally Dakar 2014 será a 35ª edição do evento e a sexta consecutiva na América do Sul. O seu roteiro será desafiador como sempre. Ele terá início em Rosário, na Argentina, em 5 de janeiro, e chegada em Valparaíso, no Chile, em 18 de janeiro, após 13 etapas e uma distância total de mais de 8.500 km.

Em 2014, o Rally Dakar continuará a explorar a região dos Andes e terá pela primeira vez uma passagem pela Bolívia. Sem dúvida, será uma etapa para pôr à prova a resistência dos veículos e pilotos.

“Temos muito trabalho a ser feito nos próximos meses. O Dakar é um grande desafio, mas temos um time excepcional, dedicado e com pessoas que trabalham duro, contra o relógio, para a largada que será dada logo depois do Ano Novo”, conclui Schoch.

Fonte: Ford