Mais potência e menor consumo – Mercedes-Benz Atego

Dois modelos fazem parte do time da Mercedes-Benz para brigar pelo mercado de semipesados: o Atron, de cabine semiavançada, chamado de ‘bicudo’, é mais popular no Norte e Nordeste do País. Já o ‘cara-chata’, Atego, é de construção mais avançada. Este último foi testado em um passeio por São Bernardo.

Na boleia da versão 2426, já é possível observar alguns avanços do modelo 2012. Mais conforto é sentido desde os bancos, que receberam novos tecidos, até o volante, que está com melhor empunhadura. Para a Mercedes, a comodidade do motorista significa também maior produtividade no trabalho. Este conforto se reflete na lista de opcionais, que conta, por exemplo, com ar-condicionado e vidros elétricos. De série, o semipesado conta com freios Top Brake e banco pneumático para o motorista.

Do lado externo da cabina, também há mudanças, mesmo que sutis. A grade tem novo material, de plástico preto, e as maçanetas ficaram maiores e modernas. Detalhe para a versão urbana, que não recebe spoilers, aumentando o ângulo de ataque nas curvas.

Em matéria de desempenho, ponto positivo para o Atego 2426, que levou com facilidade o implemento carregado de 22 toneladas de areia, no sobe e desce dos 36 quilômetros rodados na Rodovia Anchieta.

A performance é observada nos números: 256 cv de potência, 5% maior do que a versão anterior. Mesmo assim, o consumo de combustível abaixou 8%. O torque do semipesado chega a 91,8 mkgf entre 1.200 e 1.600 rpm.

Todos estes avanços foram possíveis diante do desenvolvimento do novo motor com tecnologia Bluetech 5, que atende às novas normas para motores a diesel, que regulamenta pelo menos 80% de redução na emissão de gases poluentes.

Para contar com tudo isso o consumidor tem de desembolsar R$ 237.634,23 para a versão. O Atego conta ainda com outras cinco versões. A de entrada sai por R$ 193.654,10 para modelo 1719. O topo de linha, intitulado de 2429, custa R$ 237.855,23.

Motor requer diesel de qualidade

As montadoras tiveram que adequar seus motores a diesel para o Proconve P7 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores), que entrou em vigor neste ano.

Visando a redução na emissão de poluentes, as fábricas têm a opção de trabalhar com dois sistemas: recirculação de gases, chamado de EGR, ou processo de pós-tratamento de gases, contando com adição da substância Arla 32, conhecido como SCR.

A Mercedes-Benz preferiu utilizar a segunda alternativa. Para o engenheiro de marketing de produto, Corrado Cipolla, a preferência se deu pela eficiência que o sistema mostrou na Europa. “Houve melhora na combustão, aumentou o intervalo de trocas de óleo do motor e é melhor opção para veículos de grande porte”.

O engenheiro acredita, ainda, que a vantagem do sistema SCR sobre o EGR é o fato de o segundo ter a necessidade de um propulsor com muitos filtros para minimizar deterioramentos. Outro fator é ser suscetível à qualidade do combustível.

Falando em diesel, este também teve que se aperfeiçoar. O S1800 (valor referente ao teor de enxofre, cerca de 1,8 grama de enxofre por litro de diesel) mais comum nos postos de combustível, está sendo substituído pelo S50, que é o adequado para o Proconve P7 também por possuir maior taxa de cetano, que aumenta a capacidade de queima de combustível. Vale lembrar que se o S1800 for usado em excesso, o veículo perde 40% de potência.

Fonte: Diário do Grande ABC

Primeiros caminhões Mercedes-Benz produzidos em Juiz de Fora são entregues a clientes

As primeiras cinco unidades do Accelo, modelo 1016C, produzidas na nova planta de caminhões da Mercedes-Benz do Brasil em Juiz de Fora (MG), foram entregues nessa semana à FL Logística – empresa do Grupo FEMSA, engarrafador líder das marcas Coca-Cola na América Latina. Os veículos receberam carroceria de bebidas da marca Facchini.

Equipado com motor BlueTec 5, o modelo garante ao transportador modernidade, economia e baixo índice de emissões, juntamente com outros atributos já consagrados na linha de caminhões leve da marca, como durabilidade, resistência e confiança.

“A alta qualidade, o baixo custo de manutenção e o excelente custo benefício dos caminhões Accelo foram fatores que influenciaram de forma positiva nossa decisão de adquirir os primeiros veículos de nossa frota a atender o Proconve P7”, afirma Sérgio Moreno, gerente de operação da FL Logística.

Cerca de 100 outras unidades de caminhões Accelo já estão sendo entregues pelos concessionários Mercedes-Benz aos clientes finais da marca.

Atualmente, toda a produção dos caminhões Accelo da Mercedes-Benz do Brasil está concentrada na planta de Juiz de Fora. No local, a Empresa também monta o caminhão extrapesado, Actros em sistema CKD – Completely Knocked Down.

Durante o ano de 2012, o conteúdo nacional dos caminhões Actros montados no Brasil aumentará de forma gradativa. A Empresa prevê concluir esse processo de nacionalização até 2014.

Desde o início da produção na unidade mineira, em janeiro, o ritmo de montagem e, consequentemente, o volume produzido tem aumentado gradativamente, devendo alcançar um patamar estável no mês de maio.

Uma das mais modernas fábricas de caminhões da Daimler Trucks

A Empresa realizou profundos estudos e análises sobre os modelos industriais existentes atualmente, no Brasil e no mundo. “Diversos benckmarkings e kaizens foram feitos para identificar os melhores métodos relacionados especialmente à fabricação e à logística”, afirma Ronald Linsmayer, vice-presidente & Chief Operational Officer da área de caminhões da companhia no Brasil. No interior da planta foi estabelecido um “parque de fornecedores” – uma área na qual estão sediadas as principais empresas fornecedoras de componentes e submontagens. Esta inovação possibilita aperfeiçoar a entrega de diferentes componentes, em forma de kits e a vivência do conceito just-in-sequence. Empresas fornecedoras como Maxion, Randon e Seeber já estão usando a maior parte do parque de fornecedores, onde são montados longarinas, subsistemas, e pintadas partes plásticas de peças, entre outras atividades.

Um diferencial e característica marcante da planta de Juiz de Fora é a flexibilidade. De forma inédita, a fábrica não tem em sua produção linhas de arraste, e os veículos durante o processo de montagem são transportados por AGVs – Auto Guided Vehicles – veículos autoguiados.

Instalações modernas e pessoas altamente capacitadas

Os aproximadamente 800 colaboradores da planta, que passaram por intenso programa de treinamentos focado nas técnicas e processos para fabricação de caminhões; padrões de qualidade; e especificamente, sobre como montar os caminhões Actros – o modelo mais seguro e com maior pacote de itens tecnológicos do mercado brasileiro – já estão todos de volta à cidade de Juiz de Fora, colocando em prática os conhecimentos adquiridos.

Cerca de 450 colaboradores participaram de uma temporada de capacitações in loco em São Bernardo do Campo – na maior fábrica de veículos comerciais da América Latina – e outros 45 profissionais foram treinados em Wörth (na Alemanha) – unidade do Grupo Daimler, onde são fabricados os caminhões Actros exportados para diversos países.

“Tenho certeza de que o investimento da Mercedes-Benz na manutenção do quadro de funcionários e em sua capacitação é muito importante para nossa Empresa. O time de Juiz de Fora está motivado e habilitado para atingir e superar os objetivos pré-estabelecidos”, ressalta ainda Ronald Linsmayer.

Fonte: Mercedes-Benz

Mercedes Benz bate recorde em emplacamentos de ônibus e caminhões

A Mercedes Benz divulgou nesta segunda-feira, dia 09 de janeiro de 2012, o balanço de veículos emplacados no País. Foram 42 mil 600 caminhões e 14 mil 900 ônibus, num total de 57 mil 500 veículos pesados. A marca também divulgou que foram emplacadas 6 mil 300 unidades do utilitário para carga e passageiros Sprinter, o melhor resultado nos últimos 11 anos, na categoria entre 3,5 para 4,6 toneladas.

Em relação aos ônibus e caminhões, o número de emplacamento também foi recorde. Em 2010, foram emplacados 40 mil 850 caminhões e 14 mil 320 chassis de ônibus. Foram produzidos, tanto para o mercado externo e interno cerca de 80 mil veículos da marca no Brasil. Joachim Maier, vice-presidente de vendas da Mercedes Benz do Brasil, destacou o aumento do mercado geral de ônibus e caminhões no País.

Segundo ele, nos últimos dez anos, a produção de caminhões passou de 60 mil para 173 mil unidades anuais, enquanto a de ônibus pulou de 16 mil veículos para cerca de 35 mil por ano. Para o executivo, os preparativos em relação a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016, com obras de infraestrutura e modernização nos sistemas de transportes, devem aquecer ainda mais o mercado de ônibus e caminhões, apesar de algumas oscilações serem esperadas.

A Mercedes espera se beneficiar com este ritmo no mercado e diz que além da ampliação da planta e capacidade de produção de São Bernardo do Campo, o início dos trabalhos da unidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, que deve fabricar caminhões pesados e extrapesados, pode aumentar a participação da Mercedes nos segmentos. Atualmente, a Mercedes é líder no segmento de ônibus e vice-líder no de caminhões.

A implantação das novas normas de controle de emissão de poluentes, Euro V, na fase 7 (P7) do Programa Nacional de Controle de Poluição por Veículos Automotores – Proconve, que entraram em vigor em 1º de janeiro deste ano, deve contribuir para uma redução nas vendas de caminhões e ônibus em 2012.

Isso porque, para obedecerem às normas, os veículos são dotados de mais tecnologia, o que os deixa entre 10% e 15% mais caros. Além disso, eles não operam apenas com diesel. Boa parte dos modelos necessita da adição de um fluido, o ARLA 32 (Agente Redutor Líquido Automotivo), com 32 % de uréia industrial, para diminuir poluentes, como óxido de nitrogênio – NOx. Para escaparem dos preços maiores e da necessidade do uso do ARLA, embora as fabricantes alegam que os novos modelos são mais econômicos, cobrindo a diferença do preço do ARLA, muitos frotistas, tanto de ônibus como de caminhões, anteciparam as compras para 2011, que foi um ano recordista do setor de veículos pesados, ou então, vendo que seus veículos estavam com baixa idade de uso, preferiram postergar as renovações.

A indústria nacional vê até 2016 boas perspectivas para o mercado de ônibus e caminhões, mas está de olho na Europa, onde ficam sediadas a maioria das matizes, que enfrenta ainda crise econômica.

Fonte:
Ônibus Brasil

Conheça o Mercedes-Benz Atego

Lançado em 2004 a família de caminhões Atego é uma das principais da Mercedes no Brasil, ao todo o modelo conta com 9 versões, com representantes no segmento de médios e semi-pesados . Confira em detalhes todas as versões do Mercedes Atego.

O Atego é modelo mais versátil da Mercedes, as aplicações do caminhão vão desde do transporte de bebidas e eletrodomésticos, até funções como caminhão cegonha ou transporte de lixo.

Três opções de cabine

São três opções de cabine: Startard, cabine mais simples, destinada a caminhões que serão usados em operações nas cidades esta pode acomodar até 3 ocupantes.

Cabina Estendida: com um pequeno espaço extra de 180mm (18cm) ideal para o transporte de malas ou ferramentas e que pode até vir opcionalmente com uma cama dobrável, indicado para transportes entre cidades e médias distâncias, ainda como opcional nesta cabina há cortina all around que cobre toda a área envidraçada do caminhão.

O Atego possui ainda a opção de Cabine Leito, esta é disponibilizada com teto alto ou teto baixo, e é indicada para aplicações em uso rodoviário, na qual o caminhão percorrerá distâncias maiores, esta versão possui uma cama de 1.95 m por 0.65 m. Há ainda espaço para guardar objetos, cortina all-around e cortina divisória, entre a área de dormir e de trabalho.

Painel moderno

Ainda falando no interior o painel do Atego possui desenho moderno, o espaço interno agrada e a ergonomia também, o climatizador da cabine pode ser acionado mesmo com o motor desligado, há ainda como opcional ar-condicionado em todas as versões.

Distâncias entre-eixos

A família Atego está disponível em quatro opções de entre eixos: 3.56m, 4.16m, 4.76m e 5.37m. Distribuídas nas seguintes versões distintas, são elas: Atego 1315 (4×2), 1418, 1518 e 1718 (todas 4×2), Atego 1425 (4×2 ou 4×4), Atego 1728 (cavalo mecânico), Atego 2425 (6×2) e Atego 2428 (6×2). Confira abaixo os detalhes de cada versão.

Atego 1315 (4×2)

A 1315, opção de entrada do Mercede Atego é equipada com um motor MB OM-904 LA, 4 cilindros em linha turbocooler que desenvolve 150 CV a 2.200 rpm e um torque máximo de 59 kgfm entre 1200 a 1600rpm. O câmbio é manual sincronizado de seis machas. Seu PBT é de 12.990 kg.

O Atego 1315 é oferecido com dois ou três eixos.

Atego 1418, 1518 e 1718

Os médios 1418, 1518 e 1718 contam com este motor mesmo motor 4 cilindros, porém com um turbocooler mais potente, ele desenvolve 177 cv a 2.200 rpm, o seu torque também é maior em relação a versão de entrada são 69 kgfm entre 1200 e 1600rpm. O câmbio é manual de seis marchas e a tração é 4×2. As distâncias entre-eixos são as mesmas da versão de entrada 3.56m, 4.16m, 4.76m e 5.37m.

O PBT do Atego 1418 é de 13.990 kg, do modelo 1518 é de 14.990 kg e do Atego 1718 é de 17.100 kg.

Atego 1725 (4×2 ou 4×4) e 2425 (6×2)

Enquanto que o Atego 1725 sai da fábrica da Mercedes em São Bernado do Campo, equipado com um propulsor 6 cilindros em linha com gerenciamento eletrônico, turbocooler e bons 245 CV de potência entregados a 2.200 rpm, além de um torque de 92 kgfm. Esse é o mesmo bloco utilizado no Atego 2425 6X2. O câmbio é manual de seis marchas. Já a tração pode ser 4×2 ou 4×4.

O PBT do Atego 1725 é de 17.100kg técnico, (16000 kg legal) tanto na versão 4×2 quanto na 4×4. Sua capacidade de carga mais a carroceria é de 12.090 a 11.900 kg, (legal 10.990 a 10.800 kg).

Já o PBT do 2425 (6×2) é de 24.100 kg, (legal 23.000kg), sua capacidade de carga + a carroceria é de 17.940kg até 17.510 kg dependendo da distância entre-eixos (legal 16.840 a 16.410 kg).

Atego 1728 (cavalo mecânico)

Já o cavalo mecânico 1728 e o Atego 2428 6X2 trazem o motor mais potente da linha Atego, um bloco de 279 CV e torque de 112 kgfm com gerenciamento eletrônico, 6 cilindros verticais e turbocooler. O câmbio é de MB G 131-9, de 9 marchas para ambas as versões.

O Atego 1728 Cavalo mecânico pesa 5.600 kg e tem capacidade de reboque (CMT) de até 36 toneladas.

Enquanto o modelo Atego 2428 6×2 é um veículo com chassi reforçado e três eixos ideal para entregas de curtas e médias distâncias, segundo a própria Mercedes o 2428 se adéqua a diversas opções de implementos, como baú de alumínio, furgão lonado, carroceria graneleira, porta containers e bomba de concreto. Ele está sendo oferecido nas mesmas distância entre eixos das demais versões do Atego (3.57, 4.17, 4.77 e 5.37metros).

Seu PBT é de 24.100 (legal 23.000kg), sua capacidade de carga é de 14.860 técnico e 16.760 legal.

Confira abaixo as versões e preços do Atego (2011).

OBS: Preços médios sugeridos pesquisados em 21 de julho de 2011 na Tabela FIPE, a maior tabela usada pelas revendas no Brasil.

Atego 1315 R$ 145.360
Atego 1418 R$ 152.203
Atego 1518 R$ 163.705
Atego 1718 R$ 168.588
Atego 1725 R$ 179.305
Atego 1728 Cavalo Mecânico R$ 193.700
Atego 1725 (4×4) R$ 240.625
Atego 2425 (3 eixos) R$ 197.030
Atego 2428 (3 eixos) R$ 206.250
Atego 1718 R$ 168.588
Atego 1725 R$ 179.305
Atego 1728 Cavalo Mecânico R$ 193.700
Atego 1725 (4×4) R$ 240.625
Atego 2425 (3 eixos) R$ 197.030
Atego 2428 (3 eixos) R$ 206.250

Fonte: Encontre Caminhões

Mercedes-Benz 608 faz 40 anos

Prestes a completar 40 anos de mercado, o médio 710 Plus ainda é um dos campeões de venda da Mercedes-Benz do Brasil, que lançou o caminhão em 1972 pensando numa solução para o transporte de cargas urbano e entre cidades.

Mesmo com concepção antiga, a sobrevivência do 710 por quatro décadas é explicada pela aceitação do mercado, que vê no modelo exemplo clássico de custo-benefício – nele o que importa é a baixa desvalorização e o bom valor de revenda, além da mecânica simples, ampla oferta de peças, manutenção fácil e menos dispendiosa.

Nos últimos anos, o caminhão ainda vem sendo beneficiado em razão do trânsito caótico nos maiores centros urbanos brasileiros – o 710 está adaptado para rodar como VUC (Veículo Urbano de Carga) e não sofrer as restrições impostas aos veículos pesados em horários de pico.

Em sua estratégia de vendas, a Mercedes-Benz juntou o 710 a outros modelos que integram a Linha tradicional, como L-1620 e o L-1318, modelos, que apesar da concorrência cada vez mais acirrada entre os grandes fabricantes nacionais e os estreantes importados, o mercado não hesita em lhe garantir a sobrevivência.

“Aqui na fábrica da Mercedes-Benz nós costumamos dizer que as peças do 710 podem ser achadas até em farmácia”, brinca Wilson Baptistucci, gerente de marketing para produto caminhão. “É versátil, consagrado pelo mercado”, afirmou o empresário Urubatan Helou, que tem 400 unidades do modelo em sua frota de mil caminhões.

Com preço sugerido em torno dos R$ 115 mil, o 710 vende cerca de 7.000 unidades por ano – número que representa cerca de 17% das vendas totais da marca – em 2010 seus emplacamentos somaram 46,5 mil caminhões no mercado brasileiro.

O 710 segue firme em sua força de venda neste ano, quando de janeiro a junho, já registra 3.500 unidades comercializadas. Seus principais concorrentes são o Volkswagen Man W 8.120 e o 8.150 Delivery, além do Ford Cargo 815.

O PBT (Peso Bruto Total) do médio é de 6.700 quilos. O veículo tem várias aplicações no transporte. Pode ser equipado com furgão isotérmico, frigorífico, carroçaria aberta para carga seca, plataforma de auto-socorro, botijões de gás e bebidas, entre outras opções.

O modelo é mais indicado para operações de coleta e entrega nos centros urbanos, sempre com foco para transporte de cargas em curtas e médias distâncias – rodoviárias e rurais. Mas também pode encarar trajetos interestaduais, se a carga for leve.

O 710 é equipado com motor MB OM 364 LA. Com quatro cilindros, desenvolve 115 cavalos a 2.400 rpm. Seu torque é de 47 mkgf a 1.400 rpm. O câmbio é de cinco marchas. Ele não é um motor eletrônico, mas está adaptado para atender as normas do Euro 3.

No início do ano que vem, poderá ser adaptado para atender a legislação do Euro 5, que tornará os motores mais eficientes tanto no consumo quanto na emissão de poluentes. Se isso acontecer, o 710 dará mais um passo em sua longa carreira.

Trajetória de adaptações

Desde o lançamento em 1972, o 710 passou por adaptações. Aliás, o modelo nasceu com a nomenclatura de 608 – talvez o número que o público mais velho tenha maior simpatia. Na época do seu lançamento, trouxe como novidade o motor a diesel – enquanto a maioria dos veículos pesados eram equipados com propulsor a gasolina.

Como veículo que se consolidou pela durabilidade, há grande número das merecida (como também é chamado o caminhão) rodando por todo o País. É tarefa fácil identifica-lo nas ruas.

Em 1987, o modelo passou por atualizações e ganhou a nomenclatura de 709. Naquela época recebeu mudanças na cabine, que viria a ficar mais espaçosa em relação ao modelo pioneiro.

Em 2002, passou por nova reestilização e ganhou a atual definição de 710. Mas desde o primeiro modelo, o veículo se firmou junto ao consumidor, resultado da reputação de resistência, aliada à tradição da marca.

De acordo com a montadora, o 710 é um dos veículos mais econômicos em sua categoria, chegando a ser até 10% mais eficiente no consumo de diesel. Outro ponto inegável é o fácil acesso à cabine, que torna seu uso mais confortável em operações diárias de carga e descarga.Ele é daqueles fenômenos em que o tempo não faz mal.

Fonte: Diário do Grande ABC

Mercedes-Benz premia novos consorciados

Os clientes da Rodobens Consórcio, administradora de consórcios de caminhões da Mercedes-Benz, que adquirirem o Plano Meu Consórcio, Meu Mercedes-Benz II – Axor e Actros, além do veículo, poderão usufruir de uma viagem com acompanhante e tudo pago para Punta Cana, na República Dominicana, se o plano escolhido for o Axor, ou para Paris, na França, caso opte pelo Actros. A ação está em sua segunda edição e faz parte de uma estratégia para atrair clientes que deu certo no ano passado.

Quando o prêmio foi oferecido pela primeira vez, mais de 600 clientes foram à Stuttgart, na Alemanha, também com direito a acompanhante e tudo pago. “Divididos em sete grupos, os clientes que adquirirem uma cota para a aquisição do caminhão Actros, participam das viagens”, lembra Ronald Macedo Torres, diretor da Rodobens Consórcio.

Os clientes têm a viagem garantida no ato da aquisição de um dos planos de consórcio, pois não se trata de um sorteio ou de uma promoção, na verdade, é um brinde oferecido pela Mercedes-Benz, a Rede de Concessionários, a Assobens e a Rodobens Consórcio. O prêmio é obtido no momenta da adesão ao plano.

Para mais informações: www.rodobens.com

Fonte: Transporte Mundial

Europa: Novo Mercedes-Benz Actros chega no segundo semestre

A Mercedes-Benz anunciou o início da comercialização da nova geração do Actros para o segundo semestre deste ano, nas versões de longa distância. A linha irá receber novas cabines em sete versões básicas. O construtor de Estugarda diz que o “design” é surpreendente, integrado nos padrões da marca alemã, com melhorias aerodinâmicas e um conceito inovador de iluminação.

Por baixo da cabina, o Mercedes-Benz Actros dispõe do novo motor diesel produzido na fábrica de Mannheim, na Alemanha, que, numa primeira fase, é proposto em quatro níveis de potência dos 421 as 510 cv e um torque máximo de 2.100 Nm a 2.500 Nm.

Devido à sua tecnologia de ponta que inclui o exclusivo sistema de injeção X-Pulse, recirculação de gases de escape e o seu tratamento posterior, com a utilização da tecnologia SCR diesel BlueTec e filtro de partículas, estes motores cumprem os limites de emissões Euro 6, que estarão apenas em vigor a partir de 2014. O Euro 6 irá reduzir os atuais valores limite do Euro 5 em 80% o NOx e em 67% as partículas.

Ao longo dos últimos sete anos, os novos caminhões Mercedes-Benz Actros de longa distância têm sido sujeitos a testes rigorosos, no calor da Serra Nevada, no inverno do círculo Ártico e em ensaios práticos na estrada. Entretanto, a revista alemã “Trucker” já revelou as primeiras imagens não camufladas da mais recente geração do Mercedes-Benz Actros. A gama atual Euro 5 irá continuar a ser comercializada em paralelo com a nova Euro 6, até à entrada em vigor desta última norma em 2013, para veículos novos.

Fonte: Transporte em Revista

Conheça as tecnologias do caminhão Mercedes-Benz Axor 2546

O site WebMotors foi ver de perto, na fábrica da Mercedes-Benz, em São Bernardo do Campo, São Paulo, como funciona as tecnologias do caminhão Mercedes-Benz Actros 2546 LS 6×2. Equipado com um motor V6 (MB OM 501 LA) de 456 cv a 1800 rpm e de 224 kgfm (2.097 Nm) a 1080 rpm, o Actros é um caminhão extrapesado voltado para operações rodoviárias de longa-distância. Com entre-eixos de 3.300 mm, o Actros 2546 6×2 pode ser atrelado a diversos semirreboques, como carga seca aberta, furgão, graneleiras e tanques de líquidos ou de gases.

Um dos diferenciais do Actros é que ele trabalha toda a sua força com um câmbio totalmente automatizado. Além de a tecnologia ser favorável ao conforto do motorista, ela também é bem-vinda à economia de combustível. O legal é que o sistema permite ao motorista a escolha da condução, manual ou automática. Além da ausência do pedal de embreagem, o Actros 2546 LS tem sistema de orientação de faixa de rolagem, sistema de controle de proximidade, bloqueio de deslocamento para partida em rampa e assistente ativo de frenagem, bem como ABS e ASR.

Como é um caminhão extrapesado voltado para as grandes distâncias rodoviárias, a Mercedes desenvolveu uma cabine denominada de Megaspace. Entre as principais características dela está o piso plano. Para se ter ideia a sua altura interna é de 1,92 m e a largura é de 2,26 m. Outro item que faz a diferença, exclusivo da fabricante alemã, é o ar-condicionado auxiliar. Ele funciona durante oito horas sem o caminhão precisar estar ligado.

Como funciona algumas das tecnologias do Actros

1 – Lane Guidance System (sistema de orientação de faixa de rolagem) – se o motorista do caminhão por algum acaso cochilar e invadir a faixa de rolagem na rodovia, um apito e uma luz se acende no painel.
2 – Stability Control (controle de estabilidade) – o sistema de estabilidade do Actros é um dos mais avançados do planeta. Para se ter ideia depois que o controle é desenvolvido pelo caminhão, a tecnologia vai aos automóveis.
3- Proximity Control System (sistema de controle de proximidade) – Quando está ligado, o caminhão controla a sua própria velocidade de acordo com o fluxo do trânsito.
4 – Active Brake Assist (Assistente Ativo de Frenagem) – O caminhão pára sozinho quando detecta obstáculos, sem que o motorista pise no pedal do freio.

Radares de morcego

O sistema é controlado por radar e reconhece o outro veículo que vem à frente. O radar varre uma área na via à frente do caminhão, enquanto determina continuamente a distância entre ele e o veículo que está na frente ou os obstáculos imóveis, bem como a diferença de velocidade entre os dois veículos. Com base no estilo de direção do momento, se um acidente for inevitável, o motorista recebe alertas visuais por meio de um triângulo vermelho que se acende, assim como um alarme sonoro. O conceito de aviso foi projetado para permitir que os motoristas desviem de situações críticas. Mas se a situação piorar, o sistema reage, acionando os freios. O interessante é que o Active Brake Assist 2 opera de forma eficiente em todas as faixas de velocidade entre 8 e 88 km/h, bem como em todas as condições de clima e luminosidade.

Números

Desde que o Actros foi lançado, em 1996, cerca de 650.000 unidades já foram vendidas. A atual e terceira geração desse caminhão para transporte rodoviário chegou ao mercado em março de 2008. O sistema ativo de frenagens (Active Brake Assist) foi introduzido no caminhão Actros em 2006.

Fonte: WebMotors

Actros de Juiz de Fora, somente no ano que vem

Tal não aconteceu. Neste mês, a visita de Andreas Renschler serviu para mostrar que a linha de produção de Juiz de Fora terá de esperar mais, enquanto “se requalificam as instalações”. Renschler é membro do conselho da Daimler AG, na Alemanha e controladora da Mercedes-Benz. Seu ‘reino’ é a divisão mundial de caminhões do grupo. A vinda do executivo ao Brasil deu o tom oficial, em confirmação ao investimento de R$ 457,5 milhões na planta da Zona da Mata mineira, esclarecendo que os vastos 2,8 milhões de metros quadrados, ali construídos em 1999, não serão suficientes para a fabricação do Actros. A referida requalificação pede mais um galpão, além de equipamentos e cabine de pintura. Assim, feitas as adequações, os primeiros caminhões serão produzidos no terceiro trimestre deste ano. Inicialmente para testes. Já a linha rolaria de fato a partir de janeiro de 2012. Serão unidades montadas no modo CKD (totalmente desmontadas, em inglês), dependendo na maior parte dos componentes importados.

Uma fase provisória, a evoluir para a nacionalização de mínimos 60% e enfim enquadrar-se nos programas de financiamentos a juros subsidiados do BNDES (Finame). Jürgen Ziegler, presidente da Mercedes-Benz do Brasil, promete alcançar o índice em “em três anos”. A partir dali, se poderia chamar o Actros de extrapesado juiz-forano. Existe concessionário que espera por esse futuro, pensando em vendas contra créditos de ICMS. Inclui-se no time a linha do modelo leve Accelo. De acordo com o sindicato dos metalúrgicos local, parte dos 400 funcionários da Casa em JF está em treinamento na fábrica de São Bernardo, com previsão de retorno em setembro. Cerca de 60 estão em Wörth, Alemanha, único ‘criadouro’ mundial, por enquanto, do Actros. A linha de montagem mineira foi pensada pelo fabricante para 50 mil unidades anuais, no horizonte de médio prazo. Na arrancada, terá de contratar mais 1.500 funcionários, como prevê o giro da primeira fase. Os passos de balé dessa expansão ocorrem no tablado de números eufóricos, alcançados em 2010.

Conforme a Casa informou, a produção MB no Brasil quebrou o récorde de caminhões, ônibus e comerciais leves, saídos de São Bernardo. Em 2010, foram 74 mil veículos, jamais contados desde o início de suas atividades industriais locais em 1956. Por falar em caprichos do mercado, vale lembrar o passado de 1980, quando outro executivo, Werner Lechner, veio da Argentina para presidir a Mercedes em São Bernardo. Ele falava em expansão da fábrica para 100 mil unidades/ano. O segundo choque do petróleo frustrou os planos e no ano seguinte, ocorreram mais de 11 mil demissões na avenida Alfred Jurzykowski. Hoje a decisão pende para a criação do terceiro turno lá, contratar 500 empregados e chegar a 80 mil Mercedes de todos os portes e modelos em 2012.

Fonte: Revista Carga Pesada