Volvo lança série especial do Volvo FH em comemoração aos 20 anos do modelo

Volvo FH 20 AnosA Volvo está lançando uma edição especial e limitada de caminhões em comemoração aos 20 anos do FH no Brasil. “Temos orgulho de apresentar esta série especial e exclusiva do FH, um modelo que liderou várias vezes o ranking nacional de caminhões pesados e que é de longe o caminhão mais admirado e desejado do Brasil”, afirma Daniel Mello, gerente de marketing da Volvo.

O modelo comemorativo chega ao mercado com todas as opções de motorização da Volvo: 420cv, 460cv, 500cv e 540cv. “Basta estacionar em um posto de combustível, ou uma rápida visita às redes sociais para perceber a legião de fãs do FH, o orgulho e a satisfação de quem dirige o veículo e o desejo e sonho de consumo dos que ainda não têm o caminhão”, observa Mello.

Volvo FH 20 anos (2)Externamente, o caminhão tem uma faixa colorida cruzando toda a lateral da cabine e o logotipo FH 20 anos, além do letreiro superior Globetrotter no alto da parte frontal do veículo com a identificação visual da comemoração ao fundo. Internamente, o FH 20 anos tem uma série de itens de fábrica: air bag, climatizador de ar, suspensão a ar na cabine, bancos em couro, volante em couro, rádio, CD, MP3, comandos no volante e uma faixa de madeira no painel.

O caminhão também possui sensor de chuva, espelho frontal, trava elétrica com controle remoto, lâmpadas 3 Marias, luz de 5ª roda, e anel nas rodas dianteiras. O exclusivo FH 20 anos pode sair da linha de produção com duas opções de cor: branco ou Preto Magic Metálico.

O FH 20 anos também vem equipado com a consagrada caixa de câmbio eletrônica I-Shift e com a qual o transportador consegue economizar em até 5% o consumo de combustível. Sem pedal de embreagem, a caixa de câmbio da Volvo facilita bastante o trabalho do motorista. No modo automático, basta acelerar e frear. No manual, um simples toque em um botão troca as marchas. Ele não precisa fazer nenhum esforço para trocar as marchas. O manuseio é extremamente fácil e um amplo e bem posicionado visor no painel mostra em que marcha o veículo está.

O FH foi introduzido no mercado brasileiro no início de 1994, importado da Suécia, sede mundial do Grupo Volvo. Quatro anos depois, começou a ser produzido no Complexo Industrial da Volvo em Curitiba, no Paraná.

FH completa 20 anos no Brasil

Volvo FH 20 anos (1)O melhor e mais avançado caminhão do Brasil está completando 20 anos. O caminhão, que teve sete versões desde que desembarcou no País, chegou ao País num momento histórico: ao mesmo tempo em que o Brasil se livrava da hiperinflação e iniciava o Plano Real, que iria mudar a cara da economia nacional e a vida da população de uma maneira geral, o Grupo Volvo decidia trazer para o mercado brasileiro um caminhão global produzido para os países mais exigentes em termos de transporte.

“Trazer o FH em 1994 para o Brasil, então ainda um país que desconhecia tanta tecnologia em veículos comerciais, foi uma decisão ousada, e que se transformou num ponto de inflexão na história do transporte brasileiro”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil. Naquele período, a linha de veículos Volvo era formada pelos caminhões NL10 (310cv e 340cv) e NL12 (360cv e 410cv), ambos produzidos na fábrica de Curitiba, que em 1994 completava 14 anos desde que o primeiro caminhão com a marca Volvo saiu da linha de produção brasileira.

A Volvo trouxe da Suécia a primeira leva de FHs no final de 1993, mas os caminhões começaram a ser vendidos em 1994. O primeiro lote desembarcou no Porto de Paranaguá, no Paraná. Vermelhos, com a inscrição Globetrotter no alto da cabine, os cavalos mecânicos eram muito bonitos, muito diferentes dos caminhões tradicionais.

“Nunca um caminhão chamou tanta atenção no Brasil como a chegada do FH”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina, um dos principais responsáveis pela introdução do FH no País. Ele lembra que o visual moderno para os padrões dos anos 90 e a cabine alta, por exemplo, chamavam a atenção de todos, não só de motoristas e transportadores, mas até das pessoas que viam o veículo trafegando na estrada.

Inovação

A Volvo decidiu inovar com o FH importado da Suécia. O caminhão estava sendo lançado também na Suécia, sede mundial do Grupo, onde havia sido projetado pela mais avançada engenharia da indústria automotiva. “Foi um lançamento simultâneo ao realizado no mercado europeu”, diz Gomes. Ele havia acompanhado, semanas antes, uma comitiva de transportadores e clientes brasileiros no lançamento em Gotemburgo.

Um dos maiores fabricantes mundiais de caminhões, o Grupo Volvo apostava no Brasil como um mercado promissor, e fez questão de introduzir no país seu mais avançado caminhão e o que se transformaria num êxito sem igual no setor de transportes mundial. O FH foi um sucesso imediato no Brasil, apesar de o mercado naquela época ainda ver com restrições a introdução de motor eletrônico em caminhões. O caminhão ainda era um veículo de tranporte cuja reputação havia sido construída em cima dos atributos de robustez e longevidade.

Foram vendidas mais de 400 unidades do FH importado somente em 1994, praticamente o dobro do que a operação brasileira da Volvo esperava para o primeiro ano. A partir daí o FH caiu nas graças do transportador brasileiro e não parou mais de vender. Somente no ano passado, o melhor desempenho em vendas de caminhões Volvo no Brasil, foram emplacados 12.513 FHs no mercado doméstico.

Primeiro FH chegou ao Brasil já como o caminhão mais moderno do mundo

Volvo FH 1994O FH12 380 Globetrotter trazido em 1994 pela Volvo do Brasil não inovou apenas em virtude do revolucionário motor D12. “Ele era também o caminhão mais moderno do mundo”, recorda Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil. Tanto que, em 1994, uma publicação européia especializada em veículos comerciais outorgou ao veículo o título de “International Truck of the year” – o caminhão do ano no mercado internacional. O FH voltaria a ganhar o mesmo prêmio em 2000.

O novo caminhão era fruto de US$ 1 bilhão em investimentos, os maiores já realizados até então por um fabricante de veículos comerciais. Produzido na planta sueca da cidade de Umea, o FH12 380cv Globetrotter tinha cabine estampada em aço de alta resistência, o HSS (High Strength Steel), uma inovação no setor de transporte de cargas. Alumínio e fibra de vidro também foram usados na fabricação de inúmeros componentes.

Com duas camas confortáveis em forma de beliche e altura interna de 1,95 metros, a cabine Globetrotter do FH também inovou na aerodinâmica: de formato cônico e com ângulos suaves, era o resultado de uma concepção que, desde o início, procurou reduzir ao mínimo a resistência ao ar. Esta redução contribuiu acentuadamente para baixar consumo de combustível e elevar a velocidade média.

A suspensão da cabine proporcionava excelente amortecimento em pisos irregulares, pois era formada de câmaras pneumáticas com amortecedores de duplo efeito. O painel era de forma côncava, envolvente, com instrumentos de fácil leitura. Todas as exigências das mais rigorosas normas de segurança foram avaliadas em diferentes testes de impacto. Começava alí uma nova era em termos de segurança veicular.

Novo caminhão FH causou grande impacto no mercado brasileiro

A introdução do FH12 em 1994 revelou não só a chegada de um motor totalmente eletrônico no mercado brasileiro de caminhões pesados, mas um novo conceito no segmento: o caminhão precisaria, a partir daquela data, ser moderno, avançado tecnologicamente e também arrojado e bonito.

As primeiras unidades do FH desembarcaram no Porto de Paranaguá em novembro de 1993, mas a Volvo já havia iniciado antes desta data um trabalho de apresentação do novo veículo aos transportadores brasileiros. Fotos e dados técnicos do caminhão foram apresentados pela primeira vez para a rede de concessionários Volvo durante uma convenção realizada nos Estados Unidos.

“Quando mostramos fotos e imagens do caminhão para os executivos da rede de distribuição durante este evento, o impacto foi grande e imediato”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina, na época gerente de marketing e membro do time de introdução do novo modelo no Brasil. ”Eu sabia que viria uma grande novidade, mas me surpreendi com a modernidade, com as inovações e com a beleza do veículo”, diz Luis Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America, naquele período diretor da concessionária paulista Vocal.

Pimenta conta uma história que retrata bem o tipo de acolhida que o novo caminhão recebeu. Antevendo o sucesso que o modelo teria no mercado brasileiro, Pimenta, que também estava nos Estados Unidos, saiu furtivamente da sala onde se realizada a convenção. Do primeiro telefone que encontrou no prédio, rapidamente ligou para o Brasil ordenando que seu pessoal de vendas na concessionária providenciasse o mais rápido possível um pedido de 50 caminhões. Do outro lado da linha, o então gerente geral de vendas da Vocal apressou-se em responder: ”Se é tão bonito e avançado assim, então vamos pedir 100 caminhões!”.

“A reserva dos caminhões pelos concessionários era importante porque naquele ano tínhamos um número limitado de unidades para serem comercializadas no Brasil”, lembra Gomes. A Vocal não demorou a vender todo o lote. O primeiro FH12 380 Globetrotter a ser vendido no Brasil foi para a XHP Transportes, empresa paulista que transportava frutas em baús frigorificados do Norte da Argentina para a Ceasa de São Paulo. “O cliente não viu o caminhão. Ele comprou olhando somente a foto”, recorda o gerente da Vocal.

Nos primeiros dias depois do anúncio do novo modelo, a Vocal recebeu apenas uma unidade, que ficou exposta no pátio da concessionária. “Ansioso, o primeiro cliente ia toda noite à concessionária para olhar o caminhão, que era dele mas que ainda não estava disponível”, rememora Pimenta.

Caminhão FH trouxe a eletrônica para o transporte de cargas brasileiro

Com a chegada do FH importado da Suécia ao mercado nacional no início de 1994, a Volvo foi a primeira montadora de caminhões do Brasil a comercializar caminhões totalmente eletrônicos. O FH com motor de 12 litros e com 380cv de potência era o que havia de mais moderno em motorização eletrônica e em tecnologia automotiva de veículos comerciais.

“Além de um motor totalmente eletrônico, o FH inovou com uma série de atributos então desconhecidos, como por exemplo a sua moderna cabine, projetada e construída sob o conceito de célula de segurança”, afirma Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil. “A Volvo também trouxe um novo e revolucionário conceito de segurança ao setor de transportes”, complementa Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina. O chassi era mais avançado, assim como todo o veículo havia sido projetado com materiais novos.

À introdução do FH seguiria uma mudança radical na operação de transportes no Brasil. O novo caminhão abriria espaço para apressar a profissionalização do transportador. “Com o FH12 já foi possível fazer diagnóstico de falhas computadorizado”, lembra Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo no Brasil. Este foi um recurso que beneficiou os transportadores brasileiros, preocupados com os seus custos operacionais.

O FH sueco vinha com o revolucionário motor D12A com injeção eletrônica. O D12A era o primeiro de uma série vitoriosa de gerações de propulsores diesel da Volvo. Com um controle mais preciso e eficiente da injeção de combustível, até então feita por bombas injetoras, o motor eletrônico proporcionou menor consumo de diesel e menor emissão de poluentes. Estes novos atributos contribuíram decisivamente para a rápida disseminação de motores totalmente eletrônicos.

“A Volvo previu com bastante antecedência que o mercado demandaria veículos com motor totalmente eletrônico”, destaca Gomes. Poucos anos depois, em 1998, sairiam da linha de produção da Volvo em Curitiba os primeiros FHs eletrônicos fabricados no Brasil e que se tornariam o grande sucesso de vendas da marca. “É uma preferência nacional entre os transportadores que exigem veículos de alta tecnologia, mas que também sejam robustos e econômicos”, diz Alexander Boni, gerente de caminhões da linha F no Brasil.

Motor Volvo D12 inaugurou uma nova era no transporte de cargas

O motor D12, apresentado ao mercado brasileiro pela Volvo em 1994, era o que havia de mais moderno em tecnologia automotiva para veículos comerciais, Tinha seis cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, injeção eletrônica de combustível, turbo e intercooler. Era o primeiro motor diesel de uma montadora de caminhões equipado com comando de válvulas no cabeçote e com uma unidade injetora para cada um dos cilindros.

“O nível tecnológico do motor já era muito alto”, afirma Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina, naquele período atuando na área de marketing da montadora. A tecnologia empregada no motor permitiu ao mesmo tempo um baixo consumo de combustível, um nível mínimo de emissões de gases, uma alta potência e um alto torque.

A versão apresentada naquele ano tinha 12,1 litros de cilindrada, com 131 milímetros de diâmetro e curso de 150 milímetros, com uma taxa de compressão de 17,5:1. O D12 tinha pistões articulados e era facilmente reconhecido por seu cabeçote único cobrindo todo o motor, viabilizado pela injeção eletrônica.

Eficiência

“Graças às suas inovações tecnológicas, o D12 era o mais eficiente entre os motores disponíveis no mercado”, observa Álvaro Menoncin, gerente da engenharia de vendas da Volvo. Toda a parte eletrônica contribuiu para a redução do consumo de combustível colaborando ainda significativamente para diminuição do custo operacional do transportador.

Além das consagradas tecnologias de injeção direta, do turbo e das quatro válvulas, o D12 trouxe comando de válvulas no cabeçote e unidade de injeção vertical no centro. “Com essas inovações, obteve-se a injeção correta em cada situação de funcionamento, proporcionando baixo consumo de combustível, boa performance e gases de escape mais limpos”, diz Menoncin.

A função mais importante da unidade de comando eletrônico é gerenciar a injeção de combustível mediante a ajuda de uma série de sensores que registram constantemente o regime de rotações, a mudança de velocidades, as temperaturas do líquido de refrigeração e do ar de admissão e a pressão de cargo do turbo.

Motor D12 inovou com o VEB, o freio motor da Volvo

O motor D12 introduzido no Brasil com o FH12 380cv Globetrotter trouxe uma outra novidade ao País: o VEB (Volvo Engine Brake), um freio motor desenvolvido pela Volvo, que oferecia uma capacidade de frenagem excepcional em todas as faixas de rotação.

“O freio motor Volvo contribuiu bastante para ajudar o transportador a ter um veículo melhor, mais seguro e com mais disponibilidade”, afirma Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

Disponível como opcional, o VEB tinha sido patenteado pela Volvo. Ao contrário de equipamentos semelhantes, já proporcionava alta potência de frenagem mesmo em regime de baixas rotações. “O VEB reduziu o desgaste dos freios convencionais, contribuindo não só para aumentar a segurança, mesmo em elevadas velocidade médias, como também para reduzir custos operacionais”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

FH brasileiro começou a ser produzido em 1998

Volvo FH 1998Quatro anos depois de o primeiro FH importado da Suécia ter chegado via navio pelo Porto Paranaguá, no Paraná, a Volvo iniciou a produção do veículo em sua fábrica de Curitiba, onde hoje está instalado um grande complexo industrial da empresa. A versão nacional iniciada em 1998 era exatamente igual ao seu congênere sueco, o que representou trazer para o Brasil e demais países do continente um caminhão com a mesma qualidade e tecnologia exigida nos mercados mais exigentes da Europa.

“O Grupo Volvo decidiu nacionalizar o FH porque queria trazer para o Brasil o que há de melhor em transporte comercial em todo o mundo”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina. A Volvo acreditava no crescimento do País e sabia que o setor de transporte precisava garantir maior produtividade.

“O Brasil recebeu a produção local também porque o FH era a plataforma de caminhões mais moderna e recente da marca e que iria ser a base tecnológica da Volvo para o futuro”, afirma Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo. O caminhão foi um sucesso imediato desde que começou a ser importado da Suécia em 1994 e a produção no Brasil era o passo seguinte.

Conforto para motoristas

A Volvo entendia que os motoristas precisavam de um caminhão mais confortável e seguro. O FH trazia estes atributos e estava muito além em termos de tecnologia do que se produzia no Brasil. O FH produzido em Curitiba a partir de 1998 era o único caminhão comercializado no País que já saía de fábrica com a opção de ser equipado com air bag, então uma novidade até em automóveis.

“E o transportador necessitava de um caminhão que fosse mais produtivo e que consumisse menos combustível”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil, citando o importante peso que o preço do diesel tem na planilha de custos dos transportadores. “O FH se notabilizou e foi reconhecido pelo mercado como um caminhão robusto, com grande disponibilidade e alta tecnologia, mas também pelo seu baixo consumo de combustível”, finaliza Fedalto.

Lançamento do FH de 1999 traz motor D12C e nova arquitetura eletrônica

Volvo FH 1999Reconhecida internacionalmente pela inovação constante de seus veículos, a Volvo promoveu uma série de mudanças no FH apenas um ano depois de o caminhão começar a ser produzido no Brasil. Em 1999, o FH ganha o moderno motor D12C e já vem equipado com computador de bordo central e uma nova arquitetura eletrônica.

“O computador de bordo é uma importante ferramenta para o transportador e os frotistas, pois eles podem obter uma série de informações do caminhão e otimizar o desempenho e aumentar a produtividade do veículo”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

“Com o computador de bordo, o motorista podia, por exemplo, monitorar o consumo de combustível em um determinado percurso, ver a carga das baterias e a temperatura do óleo do motor, além de poder observar o tempo de percurso e a velocidade média, entre outras funções”, complementa Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo.

O FH de 1999 podia sair com motores de 380cv e 420cv, cabines simples ou leito, havendo ainda a opção Globetrotter, com leito duplo e sobreteto. Ele chegava também a possibilidade do pacote Top Class, com muitos opcionais, entre os quais basculamento automático, freios ABS e Airbag. “Sempre procuramos oferecer um leque grande de opções para configurar o veículo, pois o transportador já tinha demandas para melhorar a operação, proporcionando mais conforto para o motorista e mais segurança na estrada”, diz Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

Em 2003, FH recebeu novo motor D12D, e a primeira geração da caixa de câmbio I-Shift

Volvo Fh 2003A geração de caminhões FH lançada em 2003 mais uma vez surpreendeu o mercado, tal o número de inovações que a Volvo apresentava. A partir daquela data, o transportador brasileiro tinha à disposição um computador de bordo e o novo motor D12D nas potências de 380cv e 420cv, além da recente opção de um propulsor com 460cv. A linha de caminhões chegava também com a possibilidade de ser equipada com a caixa de câmbio eletrônica I-Shift, a única do setor a não ter pedal de embreagem e a proporcionar o máximo de conforto para o motorista.

Quase tudo na cabine era novo – desde o acabamento interno, o painel de instrumentos, o computador de bordo, as luzes de leitura e os porta-objetos. Era a cabine mais confortável do mercado. “A linha de 2003 foi projetada para proporcionar o melhor ambiente de trabalho ao motorista”, afirma Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil. Externamente, os FHs ganharam novos e modernos faróis, espelhos retrovisores e para-choques.

Os veículos da época foram lançados com a TEA (Truck Electronic Architecture, Arquitetura Eletrônica para Caminhões) aperfeiçoada. A TEA registra, armazena e distribui informações detalhadas sobre todas as funções de diferentes partes do caminhão. Os microprocessadores passavam a controlar, por exemplo, toda a parte de iluminação do veículo. Outra novidade era a caixa manual, com a tecnologia Volvo.

A caixa I-Shift surgia para ser utilizada em operações de distribuições e transporte de longa distância, com peso bruto total combinado de até 45 toneladas. “Naquele momento começavam os primeiros passos de uma estratégia ousada da Volvo de oferecer ao mercado local uma alternativa de transmissão muito mais avançada e que se tornaria um sucesso absoluto posteriormente”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

Computador de bordo

O novo computador de bordo era muito mais avançado. Com ele, o transportador podia acompanhar todo o desempenho do veículo, como as funções a seguir:

  • controle de distância percorrida
  • tempo do percurso
  • consumo de combustível
  • carga da bateria
  • velocidade média
  • diagnóstico de eventuais falhas
  • dados do veículo
  • temperatura ambiente
  • temperatura dos óleos dos eixos
  • temperatura dos óleos da caixa de câmbio
  • temperatura do motor
  • personalização do display

Truck Electronic Architecture

A nova TEA também trazia mais benefícios:

  • maior quantidade de itens vigiados
  • maior número de informações funcionais do veículo
  • amplo monitoramento pelo proprietário
  • auxílio ao mecatrônico na correção de falhas
  • fornecimento de dados importantes durante a condução do veículo

Linha de 2006 chega com motor de 13 litros, caixa I-Shift para 60 toneladas e freio motor de 500cv

Volvo FH 2006A nova linha FH lançada em 2006 proporcionava ao transportador brasileiro o conceito de Performance Total, garantida justamente pelas inovações que a Volvo apresentava: um novo e avançado motor de 13 litros; uma nova caixa de transmissão eletrônica I-Shift com capacidade para até 60 toneladas; freio motor VEB410 e VEB 500, os mais potentes do mercado; novos bancos e cama para o motorista, melhorias internas na cabine, suspensão a ar e freios a disco com EBS para alguns modelos.

“A Volvo é conhecida por sempre inovar para oferecer a melhor solução de transporte”, diz Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo América Latina. O motor D13A, de 13 litros, era totalmente novo e foi desenvolvido para substituir o consagrado D12D, de 12 litros. Com mais faixas de potência, maior torque e menor consumo de combustível, o novo motor era o mais moderno, avançado e econômico e equipou toda a linha “H”. “Os novos caminhões eram até 5% mais econômicos em relação à linha anterior”, destaca Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo.

A maior potência

O FH lançado em 2006 teve aumentadas as potências de seus motores e melhorada a dirigibilidade do veículo como um todo. O novo motor foi oferecido nas faixas de potências de 400cv, 440cv, 480cv e 520cv, esta última a maior produzida no mercado brasileiro naquele período.

A nova geração de caixas I-Shift Volvo já podia ser usada em veículos com maior capacidade de carga, como os bitrens que transportam grãos ou combustíveis, por exemplo. “Éra mais conforto para o motorista e mais produtividade e menos manutenção para o transportador”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil.

O que já era o mais potente no mercado brasileiro ganhava mais potência na nova linha de caminhões pesados da marca. O VEB (Volvo Engine Brake), o freio motor de série Volvo, que tinha uma potência de 390cv, chegava então a 410cv, permitindo descidas mais seguras em velocidades mais elevadas. A Volvo oferecia também, como opcional, o freio motor VEB500, com 28% a mais de potência em relação à versão anterior. “Era a maior potência do mercado brasileiro”, recorda Menoncin.

Linha FH de 2009 trouxe a vanguarda em caminhões e em segurança veicular comercial

Volvo FH 2009Os FHs lançados em 2009 exibiam o que havia de mais avançado em caminhões no mercado mundial. O FH é mostrado como o caminhão mais seguro do mundo. Ele chegava com um pacote enorme de dispositivos de segurança ativa, tecnologias então inexistentes no Brasil. “A segurança está no ‘DNA’ da Volvo e é um dos três valores fundamentais da marca”, diz Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

Os caminhões FH, que já possuíam excelente reputação entre os transportadores, ficaram ainda mais seguros e confortáveis com a renovação da linha. O FH manteve todos os itens de segurança que já possuía e recebeu uma série de avançados equipamentos de segurança ativa e passiva, tornando o caminhão o veículo comercial mais seguro de todo o mercado.

Os FHs já podiam vir equipados com o ESP (Controle Eletrônico de Estabilidade), faróis duplos de xenon, sensor de chuva, detector de atenção e cansaço, o piloto automático inteligente ACC (que diminui o risco de acidentes causados muitas vezes por desatenção do motorista), um sensor de ponto cego, o LKS (monitoramento de faixa de rodagem), faróis auxiliares de conversão, um espelho lateral auxiliar duplo e a tecnologia Bluetooth, entre outros dispositivos.

ESP

O ESP é um dos mais modernos dispositivos de segurança veicular ativa já lançados pela Volvo, a montadora líder global em segurança. “O ESP reduz a possibilidade de derrapagem e de capotagem em curvas fechadas e quando a velocidade do veículo é incompatível com as curvas”, diz Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo.

A principal função do ESP é detectar situações de perigo para o veículo e, quando necessário, atuar rapidamente de forma a prevenir um eventual acidente. Quando o caminhão entra numa curva com uma velocidade maior que a necessária, por exemplo, o sistema automaticamente reduz o torque do motor e faz uma aplicação individual dos freios nas rodas.

Linha FH de 2012 aumenta potência dos motores e traz a tecnologia Euro 5

Volvo FH 2012O FH apresentado em 2012 dava mais um salto importante na já consagrada linha de caminhões Volvo. O veículo era equipado com a tecnologia SCR, que atendia as demandas legais de emissões Euro 5, e trazia uma nova motorização, tornando os veículos da marca ainda mais atrativos.

A linha FH, com motor de 13 litros, saiu com as seguintes potências: 420cv, 460cv, 500cv e 540cv, este último equipando o caminhão mais potente produzido no Brasil. Com maiores torques, os veículos da marca garantem maior velocidade média e maior produtividade. “Tudo isso proporciona maior rentabilidade ao transportador”, observa Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil.

Outra grande atração era a nova geração da caixa de câmbio I-Shift. Consagrada no mercado brasileiro por proporcionar menor consumo de combustível, mais conforto ao motorista e mais segurança para a operação, a caixa de câmbio apresentada naquele ano era ainda mais adequada para as aplicações nos diferentes tipos de transporte que o segmento de carga vem exigindo.

“A Volvo melhora e inova mais uma vez para oferecer a melhor solução em transporte pesado e extrapesado”, destaca Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

Novo eixo

A nova geração de caminhões ficou ainda mais robusta. A engenharia da Volvo desenvolveu um novo eixo traseiro sem redução nos cubos, dotado de uma carcaça fundida e com mais avanços tecnológicos. “É ainda mais durável e com níveis de ruídos menores”, diz Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo do Brasil.

O novo caminhão oferece também relações de eixos para diferentes topografias, em virtude da grande amplitude de terrenos e vias por onde rodam os caminhões brasileiros, contribuindo para melhorar o atendimento aos transportadores em aplicações diferenciadas e que precisam customizar esta tarefa. Outra grande vantagem é que a troca de óleo sintético pode ser estendida para até 400 mil quilômetros, o que resulta em menos paradas do caminhão para manutenções preventivas.

Fonte: Volvo

Volvo e o caminhão mais potente feito em série

Volvo FH16 750Seu motor de 16 litros e 750 cavalos é o mais potente que qualquer caminhão de série pode ter no mundo. De tão grande, o veículo impõe respeito até parado. Na hora de andar, vida mansa para o motorista, nada de pedal de embreagem: a transmissão i-Shift de 12 marchas permite trocas sequenciais ou automáticas. Assim é o Volvo FH 16 750, trazido da Suécia para o mercado brasileiro desde o fim do ano passado pelo preço sugerido de R$ 1 milhão – o que faz dele também o caminhão mais caro do mundo.

No Autódromo de Interlagos, conferimos de perto o bom desempenho e conforto desse cavalo mecânico fabricado em Gotemburgo. Liberado o freio de estacionamento, saímos em direção ao S do Senna. Vem a reta oposta, que acaba rápido, devorada pelo apetite do motor. No modo automático do câmbio, as trocas ocorrem abaixo de 2 mil rpm.

Falar do desempenho nas curvas do miolo do circuito seria bobagem, já que foram todas feitas muito devagar, por segurança, mas é na junção, onde começa a subida em direção à reta dos boxes, que este Volvo prova a vantagem de ter um motor de grande cilindrada. São 16 litros, que resultam no colossal torque de 3500Nm, suficientes para puxar até 250 toneladas de carga.

Durante o evento em Interlagos, até mesmo jornalistas habituados a avaliar caminhões desciam da cabine rindo sozinhos depois do test drive, satisfeitos com a novidade. A repórter de uma emissora de TV repetiu algumas vezes que era mais fácil dirigir aquele Volvo do que seu carro. Entre os recursos há até suspensões pneumáticas ajustáveis por controle remoto.

Depois de vencer os degraus até a cabine, o motorista encontra muito espaço e altura útil de 2,1 metros. Na parte de trás da cabine, um beliche garante o descanso nas paradas.

“O novo modelo FH foi lançado na Europa no segundo semestre e nós o trouxemos para a Fenatran”, afirma o gerente de engenharia de vendas, Álvaro Menoncin. “É um modelo 8×4, ideal para transporte de cargas indivisíveis. Sua Capacidade Máxima de Tração (CMT) é de 250 toneladas”, recorda.

O FH 16 750 é apropriado para o transporte de turbinas, transformadores, componentes para plataformas de exploração de petróleo e maquinário para a indústria de base, por exemplo. Inclusive, o modelo dirigido já tem dono e vem carregando vigas para a construção do monotrilho da zona sul da cidade de São Paulo.

“Já vendemos mais de 15 unidades. Nosso projeto inicial é vender 30. Isso pode ocorrer no primeiro semestre ou até o fim de 2014”, afirma o diretor de caminhões da Volvo no Brasil, Bernardo Fedauto. “Ele será necessário em obras de infraestrutura. É um mercado que exige alta potência e capacidade de tração.”

A Volvo em 2013

O ano que terminou foi de recuperação para os caminhões, que experimentaram retração em 2012 com a entrada em vigor do Proconve P7. Em 2013, o setor se recuperou e a venda de caminhões pesados cresceu 34,5%. Nesse segmento a Volvo teve o segundo maior volume de vendas, com quase 15 mil unidades, atrás apenas da Scania, que se aproximou das 18 mil.

Fonte: Portal Automotive Business Texto de Mário Curcio

Novo Volvo FH já está sendo produzido no Brasil

Novo Volvo FH produzido no Brasil (3)Como já noticiado aqui no Blog do Caminhoneiro em outras oportunidades, a Volvo vem testando o novo FH em diversas situações nas regiões próximas à Curitiba-PR, e nesta semana tivemos uma ótima surpresa. Ao ver o caminhão e verificar a placa, diferentemente do primeiro veículo fotografado em testes, este foi fabricado no Brasil. Continua totalmente camuflado, mas usa o mesmo padrão dos disfarces usado nos testes na Europa.

De acordo com as verificações feitas, o modelo foi fabricado no Brasil, é ano 2012 modelo 2012, sendo um VOLVO/FH 420 6X2T e apresenta número de chassi 9BVRG10C2CE784499. O modelo, que poderá estar presenta na Fenatran, deve ser lançado no Brasil em 2014, seguindo a “New Family Look”, que já foi apresentada no Volvo VM recentemente lançado no Brasil.

Fotos de Didio Foetsch!

Novo Volvo VM 2013-2014 (7)Os caminhões Volvo VM tiveram grandes mudanças externas. Eles têm um visual completamente diferente da geração anterior. Agora, a cabine do VM tem sua aparência muito próxima à dos novos caminhões FH lançados recentemente na Europa e que já estão sendo vendidos em vários mercados europeus. “Os novos VM têm o que chamamos de “new family look” da linha Volvo, isto é, o visual de todos os modelos de caminhões da marca evolui e mantém-se parecido”, observa Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

“A parte frontal da cabine foi totalmente redesenhada, a começar pelos novos faróis. As luzes diurnas (day running light) de LED são em forma de “V”, separadas da luz baixa, proporcionando ainda melhor visibilidade”, explica Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo no Brasil. As luzes de LED em “V” servem também como elemento de identificação visual dos caminhões da Volvo.

Todo o módulo do para-choque que envolve os faróis foi renovado com uma estrutura em termoplástico, uma grade e uma tampa para engates de reboque. Ao módulo do para-choque integra-se a nova grade, dando à cabine um aspecto ainda mais moderno e, ao mesmo tempo, de maior robustez .

Esperamos mais novidades da Volvo para breve. O Novo FH desperta muito interesse e curiosidade no consumidor brasileiro, que quer ter produtos melhores, com toda tecnologia embarcada que há na Europa.

NOVO VOLVO FH EM TESTES NO BRASILO Blog do Caminhoneiro já flagrou o caminhão rodando em testes com muito pouca camuflagem, conforme foto acima.

Novo Volvo FH 2013 – Tecnologia e extremo conforto para o motorista

NEW VOLVO FHCom o seu novo Volvo FH, a Volvo Trucks está lançando mais que um caminhão premium. Economia de combustível, confiabilidade, ergonomia, dirigibilidade superior, segurança ativa e passiva, e que poupam tempo. o Volvo FH é um caminhão construído com o motorista em mente e com o foco na melhoria da rentabilidade da empresa de transportes.

Não há dúvida de que a economia de combustível é uma das maiores prioridades para as empresas de transporte de hoje. Por isso, foi mantido também o foco firme durante o desenvolvimento de novos Volvo FH. O consumo de combustível no motor Euro 5 é ainda mais econômico. Ao mesmo tempo, o novo motor Volvo Euro 6 vê a luz do dia, reduzindo significativamente as emissões de poluentes. Além disso, com a função I-See torna-se possível reduzir o consumo de combustível ainda mais – por até 5%. E no outono de 2013, uma nova linha de transmissões será lançada, a Volvo I-Torque, estabelecendo um novo padrão tecnológico e entregando consumo de combustível mais baixo e melhor dirigibilidade: características que irão beneficiar tanto empresa de transportes como o motorista.

I-See melhora o consumo de combustível em terrenos acidentados

A tecnologia I-See é um exemplo que torna a vida mais fácil para o motorista e economiza combustível. “I-See é um pacote de software para a transmissão I-Shift. Ele armazena informações sobre o terreno no caminhão. Da próxima vez que o caminhão usa a mesma rota, o I-See opera o acelerador, marchas e freios para garantir que o avanço seja tão econômico quanto possível”, explica Claes Nilsson, presidente da Volvo Trucks. “Graças ao I-See, a empresa de transportes pode reduzir o consumo de combustível em até 5% por veículo”, continua ele.

Eficiente sistema de transmissão com a nova norma Euro 6

Com a nova Volvo I-Torque Euro 6 – cuja produção para o mercado europeu vai começar no segundo semestre de 2013 – a economia é ainda maior. “Volvo I-Torque reduz o consumo de combustível em até 4%. Juntamente com I-See e outras pequenas melhorias, o resultado é que o consumo de combustível cai em até 10%. Isso corresponde a 4.100 litros de combustível por ano para o caminhão médio”, comenta Claes Nilsson.

Conexão sem fio maximiza o tempo

Um caminhão só é rentável quando está trabalhando. A Volvo oferece agora o tempo de atividade máxima. Esta promessa é baseada na nova tecnologia para monitorar remotamente o desgaste dos componentes e estado geral do veículo. “A oficina pode verificar remotamente o desgaste real de componentes de caminhão através do computador. Como um componente se aproxima do fim de sua vida útil, o sistema podem entrar em contato com a empresa de transportes com antecedência para agendar um serviço quando é mais conveniente “, explica Claes Nilsson.

Direção superior entre os caminhões

Você não precisa ler o manual para descobrir que o novo Volvo FH representa um grande passo em frente. É o suficiente apenas para chegar ao volante. “O novo Volvo FH oferece uma dirigibilidade excepcional.. Muito parecido com o de um carro. Para melhorar ainda mais as coisas, é oferecida a suspensão dianteira indivídual. Esse rei leva a diribilidade de um caminhão para níveis incomparáveis no mundo”, afirma Claes Nilsson.

Um caminhão totalmente novo

Direção superior é um grande benefício, mas, quando a Volvo Trucks revela uma inteiramente nova série do Volvo FH, há muitos novos recursos em outras áreas também. “O Volvo FH representa uma mudança de paradigma. Isso fica evidente, por exemplo, quando você olha para como usamos a comunicação online para ligar o caminhão diretamente para a oficina”, diz Claes Nilsson. Aumentos adicionais com novas tecnologias à bordo, como a segurança, criação um sistema de transmissão mais econômica, e é usado para manter o tempo de funcionamento em níveis elevados. “Tendo dito tudo isso, nós não apenas usamos a tecnologia para o bem do caminhão. A fim de colher os benefícios dessa tecnologia inovadora, é importante que as pessoas que usam o caminhão saibam como usá-la e realmente fazê-la funcionar. É por isso que temos trabalhado duro para desenvolver um caminhão que leva o motorista firmemente como foco principal”, explica Claes Nilsson.

Ergonomicamente projetado e intuitivo de usar

O local de trabalho do motorista é um bom exemplo desse enfoque. Do assento melhorado, o motorista tem uma melhor visão da estrada, devido ao aumento da área da cabina, e das janelas com maior espaço utilizável e o design inovador espelho retrovisor. Botões e controles são dispostos em ordem de prioridade, de modo que os mais importantes são os mais próximos ao motorista. Ao todo, essas mudanças dão ao motorista visibilidade muito melhor. A posição de condução é melhor e oferece maior flexibilidade. Por exemplo, o volante agora tem uma função de inclinação do pescoço, uma tecnologia de primeiro mundo no mundo dos caminhão. Com uma melhor posição de condução, o condutor tem menos probabilidade de ficar cansado – e, claro, um motorista alerta faz um trabalho melhor.

Segurança em uma variedade de formas

Uma estrutura da cabine totalmente nova faz do novo Volvo FH um caminhão ainda mais seguro. Nunca antes um caminhão Volvo passou nos testes de colisão abrangentes, assim como o novo FH. A visibilidade melhorou, graças também aos mais finos espelhos retrovisores, também contribui para o ambiente de trabalho mais seguro. Colunas mais verticais dão a cabine um metro cúbico de espaço adicional no interior. Isto significa um extra de 300 litros de capacidade de armazenamento, bem como maior conforto a bordo. “A cabine é otimizada tanto para o trabalho e tempo livre. Uma melhor cama, refrigerador integrado, nova iluminação, baixo nível de ruído e outras características aumentam a chance de agradável relaxamento e um sono tranquilo, que deixam os motoristas menos cansados e mais alertas”, diz Claes Nilsson.

À procura dos melhores motoristas

Bons condutores que têm a oportunidade de trabalhar da forma mais eficiente possível aumentam a rentabilidade da empresa de transportes. Um caminhão construído para o motorista também melhora a capacidade da empresa de transportes para atrair os melhores motoristas. “Já há uma concorrência extremamente forte sobre os bons condutores na Europa… Que a concorrência vai ficar ainda mais forte, e eu estou convencido de que os caminhões que são populares entre os caminhoneiros irão empurrá-los para se candidatar a empregos com as empresas de transporte que operam com esses modelos. É por isso que o novo Volvo FH vai aumentar a lucratividade da empresa de transportes, em muitas maneiras diferentes no futuro”, afirma Claes Nilsson.

América do Sul e Ásia salvam vendas globais da Volvo

Novo Volvo VM 2013-2014 (3)Os negócios não estão nada fáceis para a Volvo Caminhões na Europa. A marca, que renova os modelos FH, FM, FMX, FE e FL por lá, vendeu cerca de 25 mil caminhões de janeiro a agosto deste ano, volume 8% menor do que os 27,1 mil entregues no mesmo intervalo de 2012. Mas o resultado mundial da empresa não ficou negativo. Graças a bons desempenhos na América do Sul e na Ásia, as vendas globais apresentaram leve alta de 1% nos primeiros oitos meses (com 68,7 mil caminhões) e de 6% somente em agosto (7,5 mil caminhões).

Na América do Sul, a Volvo teve um salto de 37% de janeiro a agosto, vendendo 16,8 mil caminhões contra os 12,3 mil entregues no mesmo período de 2012. Em agosto, 2,3 mil Volvo foram comercializados na região, 19% a mais que em 2012. O Brasil foi responsável por adquirir mais de 2 mil unidades, o que representa uma expansão de 17% em relação a agosto do ano passado.

Na Ásia, a Volvo conseguiu alta de 10% nos oito meses, para 7,6 mil caminhões. Apenas em agosto emplacou 858 unidades, 14% a mais que no mesmo mês de 2012.

Na América do Norte, a Volvo vendeu 15,5 mil de janeiro a agosto (queda de 12%), sendo 1,7 mil apenas em agosto (retração de 2%).

Fonte: Portal Automotive Business

Volvo apresenta sua nova linha de caminhões VM para o Brasil e América Latina

Novo Volvo VM 2013-2014 (4)A Volvo está apresentando os seus novos caminhões VM. “Os constantes investimentos em atualização da linha comprovam o grande sucesso que os caminhões VM conquistaram nos mercados brasileiro e latino-americano”, declara Francisco Mendonça, gerente de caminhões VM da Volvo no Brasil. Além dos novos modelos 4×2, 6×2 e 6×4, agora a Volvo apresenta os caminhões 8×2 e 8×4, ampliando ainda mais sua oferta ao transportador brasileiro. O gerente destaca ainda que, para o segundo trimestre do próximo ano, a nova linha VM também terá a renomada caixa de câmbio eletrônica I-Shift, que já equipa mais de 90% dos caminhões da linha F.

Os caminhões tiveram grandes mudanças externas. Eles têm um visual completamente diferente da geração anterior. Agora, a cabine do VM tem sua aparência muito próxima à dos novos caminhões FH lançados recentemente na Europa e que já estão sendo vendidos em vários mercados europeus. “Os novos VM têm o que chamamos de “new family look” da linha Volvo, isto é, o visual de todos os modelos de caminhões da marca evolui e mantém-se parecido”, observa Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

“A parte frontal da cabine foi totalmente redesenhada, a começar pelos novos faróis. As luzes diurnas (day running light) de LED são em forma de “V”, separadas da luz baixa, proporcionando ainda melhor visibilidade”, explica Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo no Brasil. As luzes de LED em “V” servem também como elemento de identificação visual dos caminhões da Volvo.

Todo o módulo do para-choque que envolve os faróis foi renovado com uma estrutura em termoplástico, uma grade e uma tampa para engates de reboque. Ao módulo do para-choque integra-se a nova grade, dando à cabine um aspecto ainda mais moderno e, ao mesmo tempo, de maior robustez .

Novo painel frontal superior

Novo Volvo VM 2013-2014 (7)O caminhão também ganhou um novo painel frontal superior, que ficou maior e toma boa parte da porção superior da frente do veículo, dando ao conjunto uma impressão de continuidade. É dentro do novo painel superior que agora está afixada a logomarca da Volvo, num novo padrão de identidade do caminhão.

Internamente, a Volvo decidiu manter a atual ergonomia do caminhão, já amplamente aprovada pelos motoristas e que reconhecem no VM o melhor ambiente de trabalho entre os veículos de carga nesta categoria. “A padronagem dos tecidos que cobrem os bancos, do teto e dos painéis internos foi atualizada. Mas mantivemos tudo o que o transportador aprovou e considera importante para a operação de transporte”, Ricardo Tomasi, eng enheiro de vendas do projeto do novo VM.

O VM conquistou o transportador por seu baixo consumo de combustível e grande disponibilidade. “Além de econômico e sempre disponível para rodar, o caminhão ficou mais bonito”, diz Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

Fonte: Volvo

Volvo comemora 10 anos do semipesado VM

vm_euro v_2A Volvo comemora em 2013 os 10 anos do lançamento da primeira versão do caminhão semipesado VM, um dos grandes motores do crescimento recente da companhia no Brasil. O modelo foi o primeiro veículo da marca criado para atender a demanda do mercado nacional e atualmente responde por cerca de 40% das vendas da companhia no País.

A Volvo destaca ter lançado no VM uma série de inovações. “Foi o primeiro caminhão da categoria a oferecer cabine leito, volante ajustável e motores com mais potência, na época de 210 cv e 240 cv”, enumera Alvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da fabricante. As inovações permitiram que, em suas três gerações, o modelo acompanhasse a evolução das vendas no segmento. Dados da montadora apontam que, em 2003, o mercado brasileiro de semipesados foi de 17 mil unidades. Esse número saltou para 25 mil veículos em 2005 e deve ficar próximo de 70 mil caminhões em 2015.

O ousado projeto do VM nasceu teve como ponto de partida a oferta de conforto, baixo consumo e disponibilidade aos clientes do segmento, até então acostumados a caminhões mais simples. Aproveitando componentes de outras marcas do Grupo Volvo, como a cabine dos caminhões Renault, o desenvolvimento do caminhão provou ter sido um caminho acertado para a companhia no Brasil.

Em sua estreia, em 2003, o VM disputava um segmento que tinha 90% das vendas concentradas em três marcas. O modelo prova ter mudado esse cenário ao concluir 2012 com 10,1% de participação na categoria. “Foi a primeira vez que alcançamos dois dígitos de market share, mesmo com a retração do mercado”, conta Francisco Mendonça, gerente de vendas da linha. No ano passado, enquanto o mercado de semipesados diminuiu 30%, os emplacamentos do VM tiveram queda menor, de 15%. Mantendo esse ritmo, a companhia projeta que o modelo garanta participação de 15% no segmento em três anos.

A Volvo estima que o mercado de caminhões se aproxime este ano dos volumes registrados em 2011, recorde de vendas no País. “No caso de pesados podemos até superar esses volumes. Já em semipesados a expectativa é de chegar bem perto”, estima Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo para o Brasil. Em 2012, foram vendidos 87,4 mil caminhões pesados e semipesados no País. Esse número deve saltar para 105 mil este ano, com 55 mil pesados e 50 semipesados.

A produção do VM este ano é estimada em torno de 7 mil unidades, próximo do volume alcançado em 2011. Se concretizado, o número será salto próximo de 27% na comparação com o ano passado, quando o ritmo da fábrica da companhia no Paraná foi afetado pela retração do mercado interno.

O aniversário de 10 anos do modelo será marcado pelo lançamento de uma série especial, com cor e equipamentos de série exclusivos, identificada por adesivo na porta. A Volvo garante que o VM se manterá como alicerce importante do crescimento da companhia no Brasil nos próximos anos, apesar de outros projetos importantes para o mercado nacional, como o introdução de uma nova marca de caminhões e a nacionalização do novo FH, lançado em setembro passado na Europa. “Vamos continuar atualizando e melhorando o VM”, promete Fedalto.

Nova marca no Brasil

A Volvo aponta que a experiência bem sucedida com o VM foi um importante aprendizado para o lançamento de uma nova marca de caminhões no mercado nacional, investida da companhia para garantir o crescimento dos próximos anos. A organização ainda estuda qual marca trará para o Brasil, mas promete anunciar a decisão até o fim de 2013. A partir daí serão necessário pelo menos três anos para transformar o plano em realidade.

A empresa decidirá entre as marcas Renault, Mack e UD com o objetivo de entrar em novas categorias no mercado em que atualmente não atua, oferecendo uma gama completa, com modelos médios e leves. A Volvo também não descarta a possibilidade de reunir características dos veículos destas marcas para lançar aqui novos caminhões Volvo que atendam estes segmentos. O projeto consumirá parte expressiva dos US$ 500 milhões que a companhia aplicará no Brasil nos próximos anos.

“A percepção de valor pelo cliente é muito menor entre nos veículos mais leves”, reconhece Fedalto, indicando um dos desafios do novo projeto. Outro ponto importante é a distribuição dos veículos, que pode ser feita em rede separada ou nas concessionárias Volvo. Atualmente a empresa tem 86 casas, número que deve crescer ao ritmo de 10 pontos de venda por ano.

Fonte: Portal Automotive Business

Volvo lança oficialmente nova geração do FM

T2013_0346A Volvo Trucks lançou oficialmente a nova geração do FM, que herda tecnologia introduzida no novo FH, caso do sistema I-See, o qual permite reduzir o consumo de combustível até cinco por cento. Complemento da transmissão I-Shift, o I-See foi desenvolvido sobretudo para aplicações de longo curso, recorrendo a uma tecnologia que regista automaticamente informações sobre a topografia das estradas em que o caminhão é conduzido. Utilizando dados registados sobre as estradas, a mudança de velocidades, a velocidade e a frenagem auxiliar serão automaticamente otimizadas da próxima vez que o veículo percorrer a mesma rota.

T2013_0302A imagem da cabine do novo Volvo FM também adota algumas das soluções estilísticas do FH, designadamente a grade escura, os grupos óticos ou a identificação da marca por baixo do pára-brisas. A cabine encontra-se numa posição baixa no chassis, permitindo uma entrada conveniente de dois degraus e uma melhor visibilidade para o motorista – e a seção de cor escura imediatamente abaixo do pára-brisas realça esta aparência baixa. A parte superior da dianteira da cabine é fabricada como uma única peça, que pode ser facilmente aberta. Existe uma prática pega integrada na parte frontal. A parte inferior da grelha pode ser dobrada para fora para formar um degrau largo, o que é conveniente, por exemplo, para limpar o pára-brisas.

Para garantir uma qualidade de topo e o ambiente de trabalho mais seguro possível, a cabine é fabricada em aço de alta resistência e foi testada de acordo com as normas de segurança mais exigentes do mundo.

Entre as caraterísticas inovadoras destaque para o sistema de Direção Dinâmica Volvo que proporciona uma estabilidade direcional excecional que permite conduzir sem esforço um caminhão muito carregado a baixas velocidades. A suspensão melhorada é outra atualização que contribui para um excelente desempenho em estrada.

FM_detalj_interior-99-4O ambiente na cabine foi criado com foco no motorista, oferecendo um ambiente de trabalho eficaz, ergonômico e seguro, com mais espaço para o utilizador e mais espaço para arrumação. O novo painel de instrumentos tem um ângulo direcionado para o motorista e todos os botões e controles são facilmente visíveis e acessíveis. O volante tem controles integrados para diversas funções, incluindo cruise control, telefone, Dynafleet e navegação. O módulo de interruptores flexíveis pode alojar uma variedade de controles. Um exemplo é a opção de controlar a transmissão I-Shift através de quatro botões, em vez do controle de mudanças convencional ao lado do banco. O novo Volvo FM também pode ser equipado com o sistema de assistência ao motorista baseado em radar/câmara, denominado Aviso de Colisão Frontal. Os adeptos das novas tecnologias têm ao seu dispor a aplicação ‘My Truck’ que permite controlar e monitorizar remotamente algumas das funções do camião.

Outra caraterística nova são os três eixos direcionais, um à frente e dois atrás na configuração 8×2 com ‘tridem’, dois à frente e um atrás na configuração com dois eixos dianteiros. Esta solução permite um ângulo de viragem mais pequeno, facilitando manobras onde o espaço é mais apertado.

O novo Volvo FM é lançado com uma gama de motores de 11 e 13 litros que cumprem os requisitos da norma Euro 6. O D13 está disponível com potências entre 420 e 500 cv, enquanto o bloco D11 oferece motorizações entre 330 e 450 cv. A produção do novo modelo começa em setembro de 2013.

Fonte: Transportes em Revista

Volvo VM mostra sua agilidade em transmissões de TV ao vivo

release11032013bOs caminhões Volvo VM mostram toda a sua agilidade, versatilidade e robustez em transmissões de TV ao vivo feitas para o SBA – Sistema Brasileiro do Agronegócio, rede de emissoras especializadas na cobertura do agronegócio: Canal do Boi, Agro Canal e Conexão BR.

O SBA possui cinco caminhões VM para transmissão ao vivo de leilões, cobertura de feiras e exposições, e produção e geração de notícias diretamente do campo. São quatro VM 260cv (um 6X4 e três 4×2), e um VM 270cv Euro 5 4×2, que circulam por todo o país. Cada um deles roda, em média, de 12 a 15 mil quilômetros por mês.

“O VM se destaca pela agilidade, economia de combustível e segurança. O modelo é ideal para o tipo de operação da SBA por suportar uma grande capacidade de carga e pela facilidade de manobra que oferece”, afirma Francisco Mendonça, gerente da linha VM da Volvo.

A cobertura e transmissão de informações relacionadas ao agronegócio exigem agilidade, disponibilidade e robustez do veículo, já que circulam por lugares tão distintos como uma exposição agropecuária e em um campo de soja. Além disso, as distâncias são grandes e os lugares nem sempre são de fácil acesso.

“As características do caminhão Volvo que mais nos atraíram foram a agilidade e a segurança que oferecem, fundamentais para o tipo de trabalho que realizamos”, diz Jorge Campos, diretor comercial do SBA.

Cada caminhão é uma Unidade Móvel de TV equipada com tecnologia de ponta e possui todos os recursos de uma emissora de televisão. Os veículos também são equipados com gerador de energia, para garantir que o trabalho seja realizado mesmo quando não há energia elétrica disponível. Os caminhões são usados, por exemplo, na transmissão ao vivo de leilões de bovinos, equinos, ovinos, veículos e fazendas pelo Canal do Boi e Agro Canal. Cada um deles transmite, em média, oito leilões por mês.

O VM é o caminhão mais leve do mercado na categoria semipesados. Seu chassi é longo e fabricado com um tipo de aço altamente resistente, flexível e mais leve, o que garante uma estrutura reforçada e leve ao mesmo tempo. “O VM atende à necessidade da SBA, que precisa de um caminhão que ofereça excelente mobilidade e grande capacidade de carga, já que os equipamentos e tecnologias embarcadas são pesados”, explica Francisco Ribeiro, diretor comercial do Grupo Ribeiro, concessionário Volvo.

Os caminhões da linha VM da Volvo são reconhecidos no mercado pela versatilidade e por permitir uma ampla gama de aplicações. Além disso, é o mais econômico da sua categoria e oferece alta disponibilidade e produtividade, contribuindo decisivamente para aumentar a rentabilidade da operação.

O SBA é especializado na produção e transmissão de conteúdo relacionados agronegócio. É formado pelas emissoras Canal do Boi, Agro Canal e Conexão BR que cobrem todo território nacional via antena parabólica, TV a cabo, internet e celular.

Fonte: Volvo