Truckvan desenvolve Carreta interativa para TIM

CARRETA DA TIM 540Com o objetivo de divulgar o aplicativo que permite aos clientes ouvir música ilimitada pelo celular, a Carreta TIMmusic percorrerá em oito meses, 10 cidades do Brasil, durante a quarta edição do festival de música promovido pela operadora. Além de experimentar a ferramenta, os visitantes da Carreta poderão realizar chamadas gratuitas para outros números TIM de qualquer lugar do País e conhecer um jogo com a função leap motion, um sensor de movimentos, que possibilita que o público interaja com a música, e altere o volume de cada instrumento, criando a sua própria melodia.

Produzida pela Truckvan, a Unidade Móvel já circulou por Brasília (DF), no dia 31 de maio, e São José dos Campos (SP), no dia 6 de junho, e fará sua próxima parada em Recife (PE) em julho. ”Por possuir um sistema em sincronia com o som, a Carreta muda de cor quando troca de música”, explica Lia Braga, coordenadora do departamento de Produção e Eventos da Truckvan.

“Com tantas atrações, a Carreta pode ser a primeira parada antes dos shows para animar ainda mais a noite”, afirma Daniel Werneck, produtor da agência Pepper, que encomendou o veículo. Ainda de acordo com Lia Braga, este foi um dos projetos mais desafiadores realizados pela Truckvan por conta das instalações das luzes LEDs na estrutura interna da Carreta: “Tivemos que construir um segundo forro e fazer uma parede espelhada crismada”.

A Carreta TIMmusic passará também por Salvador (BA), Barretos (SP), Belo Horizonte (MG), Santos (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e São Luís (MA).

Fonte: Truckvan

Pastre vende bitrem basculante pelo Facebook

Bitrem Basculante_PASTREApós uma longa conversa com a equipe de marketing pela rede social durante o feriado de Tiradentes, empresa do Mato Grosso do Sul adquire bitrem basculante da Pastre e afirma que este diferencial no atendimento foi crucial para a tomada de decisão.

Roupas, calçados, alimentos, bebidas, viagens e até apartamentos são alguns exemplos dos milhares de itens à disposição do consumidor moderno que, cada vez mais, tem feito uso da internet para realizar seus desejos e suprir suas necessidades mais básicas. Hoje em dia é muito comum a comercialização de todo o tipo de produto pela internet e, consequentemente, as redes sociais têm um papel fundamental neste processo, seja durante a pesquisa que todo consumidor faz antes da compra ou utilizando uma das diversas ferramentas de e-commerce disponíveis a um clique de distância.

Na noite do último dia 21 de abril, feriado de Tiradentes, Nádia Pinto que é administradora da empresa de transportes TRANSBRASILL, localizada na cidade de Angélica – MS, pesquisava na internet entre diversas marcas, qual bitrem basculante poderia adquirir. Acessou o site da Pastre, analisou, mas, não encontrou todas as respostas para as suas dúvidas. Observou que a empresa possuía uma página no Facebook e resolveu deixar uma mensagem, sem saber quando e se seria respondida. Para sua surpresa, a resposta foi instantânea! A conversa se estendeu por vários minutos, todas as dúvidas sobre o produto foram esclarecidas, faltava então acertar os últimos detalhes.

Como nem o site nem a fan page da Pastre são plataformas de e-commerce, na manhã do dia seguinte esta cliente recebeu a ligação de um dos consultores internos que deu continuidade na negociação. Fotos foram enviadas, valores e prazo de entrega acertados e a decisE3o estava tomada, o primeiro bitrem basculante da Pastre vendido com a maior parte da negociação realizada pelo Facebook.

A intervenção do consultor de vendas interno foi fundamental, sem ele não haveria como finalizar a venda, no entanto, quando perguntada sobre este processo de compra, Nádia responde: “Entramos no facebook e procuramos fotos do produto, entrei em contato direto e o atendimento foi expresso, instantâneo e já gostamos”. Quando solicitado que descrevesse como foi esta experiência, ela é ainda mais enfática: “Escolhemos o facebook pela facilidade de acesso e ao buscar pela Pastre vimos que encontramos o que estávamos procurando. A rapidez no atendimento nos surpreendeu. Adoramos, já somos clientes Pastre e recomendamos, nota dez!!!”.

“Não temos a pretensão de vender nossos produtos diretamente por nossas redes socais, no entanto, temos uma equipe preparada e engajada para dar o melhor atendimento possível. A cliente estava com dúvidas e nossa obrigação era esclarecer, porém, a conversa foi evoluindo e nos dias de hoje não se pode descartar nenhuma oportunidade de venda” – explica Flávio Pontes, Coordenador de Marketing da Pastre. “Pelo o que pesquisamos, este foi o primeiro implemento rodoviário vendido via Facebook no Brasil, é uma grande satisfação para nós e um incentivo para continuarmos neste caminho, rumo à excelência no atendimento ao cliente” – finaliza.

O consumidor moderno está cada vez mais exigente e informado, então quando nos dias de hoje os produtos e tecnologias são tão similares, certamente um pronto atendimento realizado da maneira correta pode decidir uma compra. Este é um bom exemplo de que atualmente pode-se vender tudo (ou quase tudo) pela internet, até mesmo uma carreta.

Fonte: Pastre

Mineradora reduz custos com balança embarcada da Rossetti‏

Rossetti_MC_balançaA Rossetti Equipamentos Rodoviários participa da VI Workshop de Redução de Custos na Mina e na Planta. Na ocasião, a fabricante vai apresentar o caso de sucesso de uma mineradora de Belo Horizonte (MG) que está utilizando o sistema de balança embarcada da Rossetti. O evento, que é organizado pela revista Minérios & Minerales, acontece entre os dias 13 e 14 de maio no Hotel Ouro Minas, localizado na capital mineira.

Com o tema “O controle de carga como fator de redução de custos”, a palestra ministrada por Fabio Soave, Gerente de Engenharia de Produto da Rossetti, acontecerá no dia 13 de maio, as 15h30. Nela, Soave vai abordar as vantagens da balança embarcada como a maximização do uso e aumento da vida útil do equipamento, redução de tempo de ciclo e aumento da segurança. Além disso, a empresa vai demonstrar, de forma qualitativa, os pontos onde é possível identificar a redução de custos através do uso do implemento.

Apresentada durante a Fenatran 2013, a balança embarcada da Rossetti se difere de outras soluções de pesagem por aferir o peso durante o processo de carregamento, com margem de erro abaixo de 4%. Dessa forma, ela auxilia com precisão o operador responsável por encher a caçamba. O recurso permite, ainda, que a caçamba seja carregada dentro dos parâmetros de segurança do caminhão, evitando que ele trafegue com excesso de carga ou abaixo da sua capacidade. O sistema monitora e armazena os diversos dados da operação, facilitando o gerenciamento da frota e da produção.

Fonte: Rossetti Equipamentos Rodoviários

Noma lança linha de carretas Furgão Frigorífica‏

Furgão Frigorífico 2014Ser um dos principais fornecedores de equipamentos destinados ao transporte de cargas que necessitam de temperaturas controladas. É esta a meta da Noma ao lançar neste mês a linha Furgão Frigorífica Paleteiro voltado ao transporte de frutas, verduras, flores, lácteos, carnes, pescados, entre outros produtos.

O projeto deste lançamento da Noma foi desenvolvido durante meses de intensas pesquisas a fim de criar um produto de alta tecnologia capaz te trazer resultados efetivos para os transportadores que buscam qualidade, eficiência e implementos robustos e seguros. São diversos destaques que compõem o novo implemento: a vedação do quadro e porta traseira da caixa de carga foi especialmente desenhada para suportar bruscas variações de temperatura e mantê-las baixas. Essa condição também reduz o gasto de energia do motor de refrigeração, ressaltando a preocupação da empresa de oferecer produtos alinhados com sustentabilidade.

Outro fator econômico e ecológico é a implantação de um sistema que utiliza lâmpadas Led em todo o produto, inclusive no interior do furgão, garantindo maior amplitude de luz por muito mais tempo, na comparação com lâmpadas tradicionais. O revestimento interno também conta com fibra antibacteriana corrugada, qualificando-o como o de maior resistência a impactos do mercado.

O gerente de engenharia de produtos, Josué Araújo explica que a crescente exigência no transporte de produtos perecíveis e o fator risco, de perder uma carga por condições inadequadas, têm impulsionado a demanda por equipamentos eficientes neste mercado. “É um segmento que exige qualidade em todos os detalhes, pois muitos implementos são inspecionados por rigorosas auditorias de grandes empresas. Por este motivo estamos seguros do sucesso deste novo produto já que a Noma é reconhecidamente respeitada por níveis de excelência e desempenho”, prevê.

O Furgão Frigorífico Paleteiro também possui a estrutura lateral e superior em aço carbono e o revestimento externo é fabricado em chapa em duralumínio frisado e pré-pintado, fatores de segurança e resistência. Para facilitar o trânsito de carrinhos e empilhadeiras e a operação de carga e descarga de produtos, o assoalho do equipamento foi projetado com um perfil em ‘T’ e foram colocadas guias de pallets no interior da caixa de carga.

A nova carreta Noma já esta disponível para ser adquirida em uma das 55 lojas da rede de distribuição da fabricante em todo o país.

Fonte: Noma

Chevron Brasil Lubrificantes lança a Carreta Ursa 2014

Cartaz Carreta UrsaA Chevron Brasil Lubrificantes, através das marcas Ursa e Texaco, lança mais um novo projeto em 2014. Até novembro deste ano, a “Carreta Ursa” – um caminhão itinerante envelopado com a marca Ursa – rodará o Brasil, oferecendo serviços gratuitos de saúde, ministrando treinamentos relacionados aos produtos e serviços da Texaco e promovendo ações de venda.

A carreta tem 15m de comprimento e, em seu espaço interno, haverá consultórios médico e oftalmológico e uma sala de estar onde serão realizados testes de acuidade visual, pressão arterial, glicemia, ginástica laboral e avaliações clínicas, além de palestras/treinamentos sobre assuntos relacionados aos produtos e serviços da Texaco.

As divulgações sobre os locais e datas do projeto serão feitas através de rádios, jornais e revistas locais, além das mídias digitais da Texaco. Todo o material publicitário da campanha foi produzido pela TT Editora.

Flyer_Carreta Ursa_pre_evento_10x20cm“A ‘Carreta Ursa’ tem como objetivo estreitar ainda mais o nosso relacionamento com os clientes. As primeiras etapas aconteceram, este mês, em postos de serviço em Cubatão e em São Paulo, voltados para caminhoneiros. Já acertamos a visita em mais de sete cooperativas no estado do Paraná, além da presença em eventos como Exposafra, Feacoop, Feira do Caminhoneiro em Guarulhos e em Rondonópolis, além do Santa Rosa Truck Show, em Itajaí, mas até novembro serão viagens por diversas cidades e regiões do Brasil levando saúde e conhecimento aos nossos parceiros”, afirma Danilo Sad, Coordenador de Marketing da Chevron Brasil Lubrificantes.

Promoção Estrela de Campeão

No ano da Copa do Mundo no Brasil, a Chevron Brasil Lubrificantes, através dos produtos Texaco, lança mais uma promoção envolvendo a linha de produtos Ursa com ISOSYN. Trata-se da “Estrela de Campeão”, que presenteará com uma camisa exclusiva para torcer pelo Brasil quem comprar dois baldes de 20 litros de óleos lubrificantes da linha Ursa com ISOSYN ou 40 litros dos produtos participantes. São eles: Ursa Ultra LE SAE 10W-30, Ursa Ultra MG SAE 15W-40, Ursa Premium TDX SAE 15W-40 e Ursa Premium TDX(E4) SAE 10W-40.

A promoção vai de abril a junho deste ano e a troca dos brindes poderá ser feita nos pontos de vendas da marca distribuídos por todo o país. A divulgação da promoção Estrela de Campeão será feita através de rádios, jornais e revistas, além das mídias digitais da Texaco e materiais de pontos de vendas. A agência responsável pela produção das peças publicitárias é a Fullpack. O regulamento completo da promoção assim como os pontos de venda participantes poderão ser encontrados no site www.texaco.com.br/estreladecampeao.

Fonte: Divulgação

Comprar uma carreta requer atenção a uma série de aspectos

bitrem librelatoAdquirir um caminhão é apenas uma das diversas iniciativas para quem vai começar a trabalhar como motorista autônomo. Tão importante quanto a escolha do veículo está também a opção correta pela carreta a ser utilizada. Segundo entidades e especialistas ligados ao transporte de carga, é fundamental estudar o segmento em que se vai trabalhar para identificar o melhor modelo na hora da compra.

Nas carretas, a força motriz, as rodas de tração e o motor ficam em uma parte, enquanto a carga é armazenada em outra. O local onde se encontra a cabine recebe o nome de cavalo mecânico. Já o compartimento das cargas é conhecido como semirreboque.

O engenheiro Rubem Penteado de Melo, especialista em veículos para o transporte de cargas, afirma que, não raro, a análise do tipo de carga a ser transportada não é levada em portante lembrar que carreta é m veículo comercial. Ela é um equipamento de transporte e sua produtividade será decisiva para o melhor resultado possível da atividade.” A escolha ideal requer a avaliação e diversos aspectos. consideração pelo autônomo que vai adquirir uma carreta.

“Trata-se de uma compra técnica. Além dos aspectos comerciais normais de todo veículo, como análise de preço, do valor de revenda, da garantia e da assistência técnica, é importante lembrar que carreta é um veículo comercial. Ela é um equipamento de transporte e sua produtividade será decisiva para o melhor resultado possível da atividade.”

A escolha ideal requer a avaliação de diversos aspectos. “Analisar o tipo de carga, os trajetos, as condições das rodovias (se serão sempre asfaltadas ou, vez ou outra, estradas rurais), como a carga será carregada (com empilhadeira ou manualmente), se o carregamento será feito pela traseira ou pelas laterais da carreta, tudo isso é importante para a escolha do veículo”, afirma Melo.

De acordo com ele, o mesmo estudo deve ser feito para as condições do local de entrega da carga. “Com esses dados, pode-se consultar os fabricantes de preferência para identificar o produto mais adequado às necessidades e recursos.”

Claudinei Pelegrini, presidente da Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), diz que o mercado oferece tipos diversificados de carreta. “As mais comuns no Brasil são as linhas graneleira, basculante e furgão.” Um modelo convencional chega a custar, em média, R$ 75 mil, conforme o dirigente.

Segundo Pelegrini, apesar de a análise para a aquisição do melhor tipo de carreta ser extensa e minuciosa, o caminhoneiro tem à disposição modelos que atendem à maior parte das exigências de cada segmento. “A opção do tipo de veículo depende da região em que o profissional vai operar. O modelo mais utilizado para diversos tipos de cargas é o semirreboque graneleiro.”

Melo confirma que o mercado brasileiro oferece uma infinidade de modelos de carretas. Mas, conforme o especialista, as chamadas multiuso, como graneleiras e de carga seca, ainda têm a preferência da categoria.

“É óbvio que carretas multiuso facilitam o frete de retorno com outro tipo de carga e, assim, ajudam no resultado do transporte rodoviário. Porém, carretas com pouca especialização baixam a produtividade do setor. Isso gera custo para o embarcador epara o transportador. É possível ter veículos com alguma multiplicidade de uso, desde que tenham acessórios especializados por segmento”, diz.

Segundo ele, para a produtividade máxima na operação, nenhum modelo de carreta multiuso é recomendado. “Para se ter boa produtividade, a especialização do veículo é imprescindível. Dos modelos atuais, o que melhor se adapta a muitos tipos de carga ainda é a graneleira.”

Melo afirma que a configuração da carreta também precisa ser estudada. “A capacidade de carga, o tipo de suspensão (eixos juntos ou afastados), suspensão mecânica ou pneumática são itens que influenciam nos custos do transporte.”

O presidente da seção de Transportadores Autônomos da CNT, José da Fonseca Lopes, lembra que a escolha da carroceria está diretamente ligada à escolha do cavalo mecânico. “Cada motor tem uma funcionalidade e, por isso, o caminhoneiro deve observar qual o uso da carreta. Para puxar uma composição dupla de sete ou nove eixos, por exemplo, o veículo precisa ser traçado (tração 6×4)”, explica.

Lopes também destaca que o conhecimento do motorista sobre a funcionalidade da carreta facilita o seu uso. De acordo com ele, cada tipo de carroceria requer um manuseio diferente e a forma como ele é realizado influencia na segurança do veículo e na qualidade da carga que está sendo transportada.

Newton Gibson, presidente da ABTC (Associação Brasileira de Logística e Transporte de Carga), afirma que o ideal é o autônomo procurar um fabricante credenciado e com vasta experiência no setor. “É preciso enfatizar a confiança no fabricante, pois um acidente com carreta costuma ser muito grave.”

De acordo com Gibson, a classificação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) estabelece um peso máximo por eixo para cada tipo de carreta. “A escolha adequada evita, por exemplo, a deterioração prematura do asfalto.”

A documentação é outro item importante. Segundo o dirigente, como qualquer veículo, a carreta necessita de emplacamento. “Além disso, é preciso tomar cuidado com a instalação dos engates do reboque, que deve ser executada por um profissional confiável e que tenha experiência no ramo para colocação da placa com os números de capacidade de tração.”

A Librelato, cuja matriz está instalada em Orleans (SC), fabrica implementos rodoviários para as linhas pesada e leve. O diretor de vendas, Pedro Mazzuco, recomenda que o caminhoneiro estude antecipadamente os financiamentos disponíveis.

“Com essa avaliação, o profissional tem a certeza de qual será o valor mensal de sua aquisição.” Mazzuco afirma que a preferência da categoria é pela menor taxa de juros e pelo maior valor possível a ser financiado.

Pelegrini, da Abcam, diz que o caminhoneiro autônomo tem preferência pela linha de financiamento conhecida como PSI-Procaminhoneiro (Programa de Sustentação do Investimento), oferecida pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), por meio das instituições financeiras habilitadas. Segundo Pelegrini, para 2014, o programa vai oferecer taxa anual de 6% paraa aquisição de carretas.

Vida útil do equipamento varia

Como todo veículo, as carretas também necessitam de troca depois de certo período, seja pelo desgaste natural do equipamento ou pelo tempo de uso. O segmento de atuação também interfere nas condições da carreta, sendo que o transporte de alguns tipos de carga pode acelerar o momento da renovação.

Para o engenheiro Rubem Penteado de Melo, especialista em veículos para o
transporte de cargas, as condições das rodovias por onde a carreta trafega também é fator relevante para a durabilidade do veículo. “Se o transporte for de minério de ferro, por exemplo, o momento da troca vai acontecer mais rapidamente. Caso o segmento seja de carga leve, em estradas com boas condições, a vida útil da carreta será bem mais longa.”

De acordo com ele, o momento ideal para a renovação se dá quando a manutenção começa a aumentar e a afetar o custo do transporte.

Claudinei Pelegrini, presidente da Abcam, afirma que o aumento dos gastos com a manutenção do veículo é um sinal de que o momento da troca chegou. “É comum o caminhoneiro exceder a tara indicada. Isso diminui a durabilidade da carreta.”

Segundo o dirigente, a idade do caminhão não acompanha a vida útil da carreta. “Uma carreta de qualidade pode ter maior durabilidade do que um caminhão”, afirma.

O presidente da ABTC, Newton Gibson, destaca que, no Brasil, a vida útil de uma carreta varia entre 10 e 15 anos, dependendo do modelo. Já a de um caminhão chega a 13 anos.

O dirigente diz que os motoristas precisam observar diversos itens para se certificar do momento de renovação da carreta. “Suspensão, tração, pneus e o tipo de aplicação interferem na vida útil de qualquer veículo. É importante que a manutenção da carreta seja periódica. Essa é a única forma de prolongar sua vida útil.”

Segundo Luiz Carlos Neves, presidente da Fenacat, o ideal seria que a renovação das carretas acontecesse a cada cinco anos. “Essa troca, no entanto, vai depender também da disponibilidade financeira do autônomo.”arte_aquisicao_carreta2Fonte: Agência CNT de Notícias

Denatran declara ilegal inclusão de 4º eixo em carreta LS

revista-carga-pesada-4-eixo“Não é possível a modificação de semirreboque a fim de que o veículo passe a ter quatro eixos.” Esta foi a resposta dada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) à Ative Avaliações Técnicas. A empresa, que faz inspeção veicular e tem sede em Maringá, Ourinhos, Itapetininga, Curitiba, Osasco, Franca e Marília, havia questionado o órgão sobre a possibilidade da inclusão de um quarto eixo autodirecional numa carreta LS de três eixos.

Segundo o Denatran, a mudança não encontra respaldo na portaria 63 de 2009, que estabelece as configurações possíveis de veículos de carga.

De acordo com Rodrigo Boni, responsável técnico da Ative em Maringá, a consulta foi feita porque muitos proprietários de carretas têm procurado a empresa perguntando sobre essa possibilidade. “Agora nós estamos orientando para que não seja feita a mudança”, afirma.

Desde que, em janeiro de 2011, a resolução 201 do Contran obrigou o uso de cavalo 6×4 para puxar bitrem, o que encarece a configuração, alguns transportadores começaram a procurar alternativas para carregar o mesmo tanto ou quase o mesmo tanto de carga que os sete eixos (57 toneladas de PBTC), sem aumento de custo.

Algumas dessas alternativa são legais, como a vanderleia e o 8×2. Já outras, como a carreta de quatro eixo, são proibidas.

A reportagem apurou que a inclusão do quarto eixo na carreta LS tem sido comum na região de Maringá e em Mato Grosso.

Fonte: Revista Carga Pesada

Noma lança Tritrem inédito no mercado‏

Tri-Trem Graneleiro 02Após apresentar diversas novidades na Fenatran e anunciar crescimento recorde de 37% em 2013 a Noma, uma das líderes na fabricação de carretas no país, fecha o ano com um lançamento inédito no mercado: um Tritrem, de composição intermediária com o Bitrem Sete Eixos. Após realizar pesquisa de campo sobre o uso de seus implementos nas operações logísticas brasileiras, a fabricante paranaense constatou que a maioria do transporte de grãos é realizada atualmente com o Bitrem Sete Eixos com capacidade de carga líquida de 37.5 mil kg.

Surgiu então a ideia inédita de otimizar o recurso, já em mãos de transportadores que possuem este tipo de graneleiro, oferecendo uma composição extra que pode ser acoplada entre à parte dianteira e traseira do conjunto. O novo implemento passaria a se transformar em um Tritrem e a alcançar um Peso Bruto Total Combinado (PBTC) de 74 toneladas ao invés de 57 da carreta original. A proposta maximiza o lucro do transportador ao permitir que ele carregue 12,5 mil kg a mais na comparação com o Bitrem Sete Eixos, ampliando a capacidade líquida para 50 mil kg.

A Noma prevê expressivas vendas da inovadora solução para transportadores que já possuem o Bitrem em circulação em todo o país. “Conseguimos desenvolver um recurso que, efetivamente, trará mais lucro e produtividade no segmento de transporte de grãos no Brasil. Encerramos 2013 de forma positiva e com o espírito pioneiro, de sempre buscar alternativas que gerem melhores ganhos aos nossos clientes, com produtos seguros e de tecnologia de vanguarda”, comenta Marcelo Noma, diretor superintendente da empresa.

Dirigibilidade

Outra grande vantagem da configuração Tritrem é o menor raio de giro que facilita manobras em pátios pequenos na comparação com os graneleiros Bitrem 9 Eixos e Rodotrem. Quanto menor o raio, mais fácil a realização de curvas e mais agilidade nas manobras.

Fonte: Noma

Cargas perigosas poderão ter sistema de rastreamento por satélite

iveco com produtos quimicosAs cargas perigosas deverão ser rastreadas por satélite. É o que prevê o projeto (PLS 166/2012) aprovado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) nesta terça-feira (3).  O texto obriga a utilização desse sistema de rastreamento nos veículos utilizados para o transporte de cargas perigosas, impondo ao transportador desse tipo de carga a utilização permanente do rastreio.

Para isso, modifica as atribuições da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O projeto também passa a exigir o rastreamento por satélite no transporte de produtos radioativos. A proposta é da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

As cargas perigosas, explica a senadora, são as que podem provocar acidentes, danificar outras cargas ou os próprios meios de transporte ou, principalmente, gerar riscos significativos à saúde ou à vida. É o caso de explosivos e corrosivos, assim como de substâncias inflamáveis, oxidantes, infecciosas ou radioativas. Por isso, é importante acompanha-las durante o transporte para agir rapidamente diante de qualquer imprevisto.

O relator ad hoc, senador Osvaldo Sobrinho (PTB-MT) apresentou voto favorável à proposta. Segundo acredita, ao impor a adoção de tecnologia já disponível no mercado que permite a localização permanente de veículos utilizados para o transporte de cargas perigosas, a proposta de lei irá possibilitar aos órgãos encarregados da defesa civil condições para adotar as necessárias medidas preventivas.

“Dessa forma, serão reduzidos os riscos de acidentes bem como os custos humanos, econômicos e ambientais deles decorrentes”, justificou em seu relatório.

O projeto segue para a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), onde receberá decisão terminativa.

Fonte: Portal de Notícias do Senado