Vendas de implementos rodoviários recuam no primeiro trimestre do ano

librelatoAs vendas de implementos rodoviários no primeiro trimestre de 2014 registraram queda de 5,41%. O resultado preocupa a indústria produtora.

Segundo Alcides Braga, presidente da Anfir, o recuo aconteceu antes de o mercado passar pelos principais eventos do calendário como a Copa do Mundo e as eleições.

“Assim se não houver nenhuma alteração no ritmo da economia ou não for concedido nenhum incentivo ao mercado para estimular os negócios estimamos que a queda poderá ser superior aos 5% previstos em fevereiro”, afirma.

O primeiro bimestre terminou com crescimento zero, mas a entidade advertiu na ocasião que o resultado havia sido mascarado pela transferência de contratos de venda de produtos.

Os meses de janeiro e fevereiro tiveram resultados artificialmente elevados por conta das vendas que foram feitas com os processos de pedido de financiamento que deram entrada no BNDES em novembro e dezembro.

O presidente da Anfir espera que os negócios motivados pela Copa do Mundo aliados à perspectiva de safra agrícola superior ao último exercício possam servir para reduzir um pouco o impacto negativo nos negócios.

O segmento Pesado (Reboques e Semirreboques) apresentou vendas 5,39% menores no primeiro trimestre desse ano com relação ao mesmo período de 2013. De janeiro a março foram comercializados 13.950 unidades ante 14.744 no primeiro trimestre de 2013.

No setor Leve (Carroceria sobre chassis) a queda foi de 5,42%. As vendas de produtos no período foram de 22.589 unidades, contra 23.883 apuradas no mesmo período de 2013.

Fonte: Anfir

Randon registra desempenho positivo no trimestre e nos nove meses do ano

Bitrem_Graneleiro_Campanha_Lancamento_DiaA demanda aquecida no mercado de veículos comerciais e de material de carga no mercado brasileiro fez com que a Randon S.A Implementos e Participações tenha encerrado o terceiro trimestre e os nove primeiros meses de 2013 com resultados favoráveis. A receita bruta total, com impostos e antes da consolidação, atingiu R$ 1,8 bilhão no terceiro trimestre ou 32,5% a mais que no mesmo período do ano anterior (R$ 1,3 bilhão). No comparativo dos nove meses de 2013, houve crescimento na receita bruta de 29,2%, em relação ao mesmo período de 2012, totalizando R$ 5,0 bilhões. Já a receita líquida consolidada no terceiro trimestre somou R$ 1,1 bilhão, 29,2% mais que no mesmo trimestre de 2012 e nos nove primeiros meses deste ano atingiu R$ 3,2 bilhões, 26,9% superior aos R$ 2,5 bilhões de janeiro a setembro de 2012.

No terceiro trimestre, também foram destaques indicadores como o lucro líquido consolidado de R$ 78,7 milhões que foi 508,5% maior ao do mesmo período de 2012. O EBITDA consolidado atingiu R$ 176,3 milhões e margem EBITDA foi de 15,5%, representando um crescimento de 6,7 pontos percentuais, em relação ao terceiro trimestre de 2012. “A safra agrícola e a produção aquecida de caminhões trouxe de volta à cena indicadores positivos de resultado presentes nos melhores momentos da Companhia”, afirmou o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Randon, Geraldo Santa Catharina, observando que o otimismo no campo deverá permanecer para o próximo exercício, quando as primeiras expectativas apontam novamente para crescimento da safra 2013/2014.

O diretor Geraldo Santa Catharina diz que apesar das boas perspectivas de mercado e da posição confortável da carteira de pedidos nas linhas de semirreboque e vagões, continuam em pauta os esforços adicionais para redução da necessidade de capital de giro e, ainda, na atenção dedicada à produtividade e eficiência de produção, bem como controle rígido das despesas.

Destacou no entanto, que a Companhia está ainda avaliando os impactos das medidas restritivas adotadas pelo BNDES no que se refere ao Programa FINAME PSI, e que a expectativa é de que as regras de financiamento para o restante do exercício e para 2014 sejam definidas o mais breve possível , para evitar perdas de eficiência em toda cadeia produtiva.

Fonte: Randon

Atrasos em obras de infraestrutura prejudicam vendas de ônibus BRT

onibus-brt-em-cidade-santa-luzia-mgOs atrasos em obras de infraestrutura para corredores de Sistema de Transporte Rápido por Ônibus (BRT) nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 fizeram com que a expectativa da indústria para as vendas de ônibus articulados no Brasil, neste ano de 2013, ainda não se concretizasse. Algumas montadoras estão esperando um boom de vendas no final do segundo semestre, mas o fato é que, por enquanto, ainda não foram realizadas vendas no volume que se esperava.

O assunto foi debatido no Seminário Nacional 2013 “Mobilidade sustentável para um Brasil competitivo”, promovido pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), que aconteceu até esta sexta-feira (5), em São Paulo (SP).

O gerente comercial da Divisão de Ônibus da América Latina da Volvo, Euclides Castro, afirmou que os projetos de BRT estão atrasados e a venda de urbanos pesados no Brasil está praticamente estagnada. “Mas prevemos uma reação. Nesse segundo semestre, o mercado deve estar mais aquecido”, acredita Castro. Segundo ele, no início de 2013, havia uma previsão da Volvo da comercialização de duas mil unidades de articulados para o ano.

Agora, a montadora está estimando que o número poderá cair para a metade. Cerca de 30% da produção da Volvo está voltada para os ônibus que operam em sistemas BRT. Caso ocorra um forte aquecimento nas vendas no final do ano, Castro garantiu que a montadora está preparada para fabricar os pedidos.

Na Scania, o responsável pela venda de ônibus urbanos, Eduardo Monteiro, disse que os projetos de venda de veículos que operam em BRT estão evoluindo, mas que a finalização dos negócios ocorreu apenas com as cidades do Rio de Janeiro e de Goiânia, que não é cidade-sede da Copa de 2014. “Temos veículos sendo demonstrados. Nosso ônibus articulado já ficou em operação em Brasília, Recife e, agora, em Belo Horizonte. Estamos com a expectativa de, a qualquer momento, poder estar fechando negócios”.

De acordo com Monteiro, os corredores exclusivos para a implementação de sistemas BRT no Brasil não estão seguindo o ritmo que se imaginava. “Com isso, o operador fica aguardando para bater o martelo e comprar os veículos. Nós, da Scania, estamos fortes e preparados para atender essa demanda quando ela chegar de fato”, afirma.

O gerente executivo de vendas da Scania do Brasil, Wilson Pereira, destacou também que, efetivamente, a implementação dos ônibus BRT para os novos corredores previstos para o Brasil só se consagrou até agora na cidade do Rio de Janeiro. O próximo mercado a ter uma decisão, segundo ele, é Brasília. Depois, possivelmente, Belo Horizonte.

Ele também ressaltou que a linha de produção da Scania está preparada para atender os pedidos que surgirem, mas afirmou que isso deve ocorrer em um prazo razoável de cerca de 60 dias. “Brasília parece ter uma decisão mais imediata, mas o próprio órgão gestor ainda não determinou quantos veículos serão nem se o piso será normal ou rebaixado”, esclarece Pereira.

A Mercedes-Benz informou que nos últimos meses já comercializou 200 unidades de ônibus superarticulados. Na avaliação do vice-presidente de vendas, Joachim Maier, apesar dos atrasos, os grandes projetos de compra de ônibus de BRT devem se concretizar. “A expectativa de venda ficou menor porque, devido à falta de infraestrutura, os operadores estão postergando as compras. Mas elas devem ocorrer”, acredita o executivo da Mercedes-Benz.

Fonte: Agência CNT de Notícias

Indústria de implementos rodoviários tem abril como melhor mês do ano

implementos rodoviarios rodotecA recuperação do mercado de implementos rodoviários mais uma vez se mostra presente entre os industriais do setor, conforme sinalizado pela ANFIR (Associação Nacional de Implementos Rodoviários) no início deste ano. O desempenho consolidado em abril superou todos os outros meses do ano. Entre as famílias de equipamentos, o resultado nas vendas de reboques e semirreboques segue positivo enquanto o segmento leve (carroceria sobre chassi) recupera suas vendas.

Embora o resultado do quadrimestre ainda seja negativo se comparado a 2012 (1,78%), a ANFIR mantem a tendência de crescimento. “Esse resultado indica que há tendência de crescimento no setor para 2013, confirmando as previsões feitas no início do ano”, diz Alcides Braga, presidente da associação. Em fevereiro, a ANFIR divulgou sua estimativa para 2013 de crescimento de 6,59%.

As vendas de Reboques e Semirreboques em abril foram de 6.306 unidades, resultado superior a todos os demais do ano (Janeiro 5.010, fevereiro 4.397 e março: 5.337 unidades), totalizando no quadrimestre 21.050 produtos. Dessa forma, o segmento Pesado registrou no primeiro quadrimestre do ano crescimento de 27,04%.

Em abril, o segmento de Carroceria sobre chassis comercializou 9.727 produtos. o resultado é superior aos demais do quadrimestre (janeiro 8.628, fevereiro 6.899 e março 8.356) totalizando 33.610 unidades. Todavia, o segmento Leve ainda registra variação percentual abaixo do acumulado do mesmo período do ano passado, com retração de 14%.

Primeiro trimestre aquecido. A produção da indústria brasileira cresceu 0,7% em março com relação a fevereiro segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Porém o crescimento em verdade está inserido em uma curva de oscilação porque houve expansão de 2,7% em janeiro e queda de 2,4% em fevereiro.

Para Mario Rinaldi, diretor Executivo da ANFIR, a oscilação entre crescimento e recuo reflete de forma moderada nas vendas de implementos rodoviários. “Os empresários de transporte avaliam o comportamento da economia para adequar suas frotas. Sem uma alta consistente não há procura imediata por produtos para atender o transporte de mercadorias e com isso uma parte das compras é adiada”, explica.

Fonte: Frota Online

Venda de implementos rodoviários tem queda de 7,68% no primeiro trimestre

guerra-implementosNo primeiro trimestre, as vendas de Reboques e Semirreboques registrou aumento de 21,91% sobre o mesmo período do ano passado. Segmento de Leves (Carroceria sobre chassi) atingiu 19,71% de variação negativa.

A indústria de implementos rodoviários registrou queda de 7,68% no primeiro trimestre de 2013. O resultado negativo não foi homogêneo: o segmento Pesado (Reboques e Semirreboques) apresentou crescimento de 21,91% enquanto o setor de Leves (Carroceria sobre chassis) registrou resultado negativo de 19,71%.

Em números absolutos, as vendas de Reboques e Semirreboques de janeiro a março totalizaram 14.744 unidades, ante 12.094 do mesmo período de 2011. Já a comercialização de produtos da categoria Carroceria sobre chassis registrou 23.883 unidades distribuídas, contra 29.745 do primeiro trimestre de 2012.

O aumento nas vendas de produtos do segmento Pesado é resultado do atual ambiente de mercado, com oferta de crédito do PSI Finame a taxas de juros menores, facilitando o desenvolvimento dos negócios. “As empresas estão aproveitando a estabilidade das regras para equiparem seus caminhões com implementos novos e adequados a sua necessidade operacional”, diz Alcides Braga, presidente da ANFIR (Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários).

No entanto, o mesmo efeito positivo não se repete no segmento de Carroceria sobre chassis. Boa parte das vendas dos produtos compreendidos nessa classificação são efetuadas para pequenas e médias empresas que têm menor capacidade de endividamento. Um sinal claro pode ser visto nos desembolsos gerais de recursos feitos pelo BNDES para micro, pequenas e médias empresas que se mantiveram quase os mesmos no ano passado.

Em 2012 o volume de dinheiro emprestado às PMEs foi de R$ 50,1 bilhões, o que representa variação de 0,93% em comparação com 2011. As micro empresas tiveram acesso a R$ 23,8 bilhões – 2,55% a mais em relação ao período de janeiro a dezembro do ano anterior. Já as pequenas receberam R$ 12,5 bilhões, ou 4,25% a mais. E as médias emprestaram R$ 13,7 bilhões, representando queda de 4,46%.

Ano bom. O ano passado foi considerado bom para o segmento Leve, assim como 2011 (recorde histórico) e 2010. “Houve um elevado volume de vendas de produtos por três anos consecutivos”, analisa Mario Rinaldi, diretor Executivo da ANFIR. Com a baixa capacidade de endividamento das PMEs a distribuição de novos produtos sofre uma natural retração. “Com condições mais atraentes de crédito e aquecimento da atividade econômica, notadamente nos setores de alimentos e bens de consumo, pode haver reação no segmento Leve”, explica o presidente da ANFIR.

Fonte: Anfir

Venda de implementos rodoviários até setembro cai 16,92%

O desaquecimento da atividade industrial em 2012 tem contribuído para impedir a retomada do mercado de implementos rodoviários. De acordo com levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de janeiro a agosto a indústria produziu 3,4% menos que no mesmo período de 2011.

Menos produção na indústria significa menos demanda por transporte de matérias-primas e componentes para as fábricas, por um lado, e de menos distribuição de produtos acabados, pelo outro. Nos dois vetores de movimentação de carga, a presença de implementos rodoviários é obrigatória. Com o desaquecimento da atividade industrial, cai o volume de pedidos.

De janeiro a setembro, as empresas produtoras de implementos rodoviários comercializaram 119.397 unidades, o que representa queda de 16,92% com relação ao mesmo período do ano passado. Em 2011, de janeiro a setembro foram vendidas 143.715.
Mesmo com as três medidas baixadas pelo governo – maio, abril e agosto – o mercado não respondeu ainda. “A taxa de juros de 2,5% ao ano é muito importante porém o setor depende do aquecimento da atividade industrial, além de outros setores da economia”, explica Alcides Braga, presidente da ANFIR (Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários).

Com relação às medidas de incentivo baixadas pelo governo, a ANFIR aponta que a aplicação de vários pacotes muito próximos uns dos outros acaba por promover o efeito inverso: paralisa o mercado aio invés de movimentá-lo. Isso porque quando as empresas recebem a notícia de um pacote de incentivo, cancelam os processos que já estão no BNDES, para se beneficiarem das novas e melhores condições de financiamento.

No entanto, o presidente da ANFIR lembra que a análise dos números de desempenho do setor de implementos rodoviários em 2012 sofre concorrência do próprio segmento. Isso porque 2011 foi o recorde histórico com 190.825 unidades vendidas.“Sem dúvida que repetir o desempenho do ano passado seria no mínimo excelente. Mas não acredito que isso posso acontecer. Portanto, devemos ter em mente uma perspectiva de mercado mais realista, sem contar com novo recorde”, diz.

Segmentos. Das 15 faixas de produtos analisadas pela ANFIR no segmento Pesado (reboque e semirreboque) somente uma – carrega tudo – registrou desempenho positivo. Há casos de queda de 0,1% (baú frigorifico) até 31% (soma dos três modelos de tanques: carbono, inox e alumínio). No total, o segmento Pesado registrou 38 mil unidades vendidas de janeiro a setembro, o que representa queda de 16,25%, ante o mesmo período do ano passado.

No segmento Leve (carroceria sobre chassis), todas as sete faixas de produtos analisadas estão em queda. A menor redução está registrada em tanque (3,6%) e a maior em baú lonado (32,76%). No total, de janeiro a setembro foram comercializadas 81.397 unidades do segmento Leve, o que representa redução de mercado de 17,23% sobre o mesmo volume apurado no ano passado. “A retomada do mercado poderá acontecer já em outubro, porém é cedo ainda para prever quais as primeiras linhas de produto que responderão positivamente,“ diz Mario Rinaldi, diretor Executivo da ANFIR.

Fonte: Anfir

Indústria de implementos rodoviários ainda não sentiu efeito positivo das medidas do governo

O desempenho da indústria de implementos rodoviários de janeiro a julho de 2012 segue apresentando resultado negativo. No período, o número de emplacamentos de produtos foi de 95.196 unidades, ante 108.165 produtos fabricados e vendidos no mesmo período de 2011. Isso representa uma retração de 11,99%.

“As medidas baixadas pelo governo em abril e maio ainda não surtiram efeito no setor”, explica Alcides Braga, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (ANFIR). “O resultado positivo de 0,2% na produção industrial em junho, apurado pelo IBGE, ainda não trouxe reflexos para a atividade no segmento de implementos rodoviários”, afirma.

Para a ANFIR o setor precisa ser percebido pelo governo como um segmento produtor de bens de capital, sem atrelá-lo ao setor automotivo. “O implemento rodoviário depende do desempenho da economia, ou seja, uma equação complexa que reúne de venda de caminhões a realização de obras de infra-estrutura passando pela produção de bens de consumo e alimentos”, explica. “Nossa expectativa de fechar o ano com queda de 11,55% com relação ao resultado de 2011, nosso recorde histórico, depende dessa conjuntura de fatores”, completa.

Segmentos. No segmento Pesado (reboque e semirreboque) a retração na produção de janeiro a julho foi de 14,05%. Já no segmento Leve (Carroceria sobre chassi), o índice negativo registrado foi de 11,02%. “O aumento do percentual negativo na produção de modelos Carroceria sobre chassi indica que apesar do crescimento do consumo não houve impacto direto na atividade do setor”, diz Mario Rinaldi, diretor Executivo da ANFIR. De acordo com informações da Associação Brasileira de

Atacadistas Distribuidores (Abad), o faturamento no atacado de produtos alimentícios, higiene pessoal e limpeza cresceu 5,8% no primeiro semestre do ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa Anfir

Vendas internas de implementos crescem 17% no ano

As fabricantes de implementos rodoviários acumularam até outubro emplacamento de 159 mil unidades, em alta de 17% ante igual período do ano passado. As empresas ligadas à Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, comercializaram 49.857 reboques e semirreboques, crescimento de 6,5%, e 109.159 carrocerias sobre chassis, evolução de 22,8%.

No segmento de rebocados ocorreram quedas na venda de modelos canavieiros, para o transporte de toras, e nos tanques de carbono, de inox e de alumínio, este o mais expressivo, em 72%. O aumento mais representativo, de 42%, deu-se no emplacamento de modelos carrega-tudo, que somam 1,7 mil unidades.

Com 15 mil unidades vendidas os rebocados graneleiro e carga seca ainda lideram o setor, com 30%, mas em queda de um ponto porcentual. Com alta de 31% no acumulado, somando 9,3 mil unidades, os modelos basculantes aumentaram em três pontos, para 18%, sua participação nas vendas totais.

Na linha de carrocerias o crescimento se dá em todos os modelos. Destaque para betoneiras, com 42%, para uma média de 20% nos demais. Os baús em alumínio e frigoríficos, embora com queda de dois pontos para 34% e total de 38 mil unidades, ainda são a maioria dos emplacamentos . Os basculantes, alta de 30%, elevaram a participação para 15,5%, um ponto a mais.

A Anfir ainda não apurou as exportações de outubro. Até setembro o setor havia embarcado 3 mil 551 unidades, em alta de 13%.

Fonte: Autodata