Opiniao do dono [Scania R440, na cegonha]

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Continuando a série sobre o que os donos dizem sobre seus caminhões, desta vez conversei com o dono de um sucesso de vendas da categoria extrapesada, o Scania R440.

O Scania R440 tem como destaque o Motor de 440 cavalos Euro 5 que veio para substituir o motor de 420 cavalos, após o programa Proconve P7 para diminuir as emissões de poluentes. Este motor possui 440 cavalos e tem o maior torque da categoria, e não tem deixado a desejar os frotistas no quesito economia/desempenho. Como resultado disso, foi o caminhão extrapesado euro5 mais vendido.

O caminhão em questão é um lindo R440 highline, 4×2, azul ultramarino equipado com cambio Optcruise, suspensão pneumática que trabalha atrelado a uma cegonha. O caminhão é bem novo, possui apenas 30 mil Km rodados e 2 meses de uso, mas já fez a revisão dos 5 mil Km, que não foi detectado nada relevante no caminhão.

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Não é novidade pra ninguém que o caminhão “passeia” na cegonha, o motor de 440 cavalos brinca com as cargas que alcançam no Maximo 18 Ton. Eu acompanhei o caminhão no trajeto de Sinop a Uberlandia, vazio, as médias variavam de 2,7 a 3 Km por litro andando “no sapatinho” entre 1400 e 1600 rpm. O consumo de Arla do caminhão tem mais autonomia por conta de um tanque de 100 litros adicionado na plataforma, proporcionando ao caminhao uma autonomia de aproximadamente 3 mil Km com 150 litros de Arla.

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O dono esta muito satisfeito com o caminhao, substituiu um Iveco Stralis 380 por ele e disse que as diferenças são muito grandes, principalmente no consumo e conforto. A escolha da compra foi por conta da fama e respaudo que a Scania já tem, e pela indicação de amigos.

Única reclamação que o motorista tem, e que eu pude perceber no acompanhamento, é o cambio Optcruise, que tem um delay (atraso) nas trocas de marcha muito grande, coisa de 3 segundos e meio, que parece pouco falando assim, mas em uma ultrapassagem apertada ou em um top que necessite de uma troca ágil, causa um certo “frio na barriga”.
No mais o dono esta muito satisfeito, e sabe que o caminhao não lhe trará problemas futuros por se tratar de um Scania.

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Ficha técnica:

Motor 13 litros – Proconve Fase 7

DC13 112 440 cv

Potência Máxima………………………………………………………………… 440 hp (324) kW a 1900 rpm

Torque Máximo………………………………………………………………2300 Nm entre 1000 a 1300 rpm

Capacidade de Óleo……………………………………………………………………………………………36 dm³

Freio Motor……………………………………………………………………………………… 261 kW a 2400 rpm

Cambio Optcruise 14 velocidades.

*Vou fazer outra analise de um R440, porem trabalhando em um serviço mais comum como Bitrem, para ter uma analise mais geral sobre o veiculo!.

Obrigado!
H. David.

EUA: vendas podem cair em 2012 por falta de caminhões para transporte de veículos

Estima-se que o mercado americano vá absorver em 2012 cerca de 15 milhões de veículos, um número muito bom se levarmos em conta que o país enfrentou de uma grave crise em 2008.

No entanto, esse montante pode ser reduzido pela falta de caminhões e trens para o transporte de veículos. Com a crise de 2008, as vendas de veículos despencaram e as transportadoras procuraram outros setores para atender.

Agora, com a demanda em alta, não há caminhões suficientes para realizar o transporte da fábrica até a loja. Além disso, a produção de veículos pesados não acompanha a demanda do mercado.

Estimativas falam em um déficit de 1,7 milhão de veículos que deixariam de ser transportados pela falta de vaga nos trens e nas “cegonhas”.

Além disso, o sindicato dos caminhoneiros dos EUA alerta que haverá também falta de profissionais para guiar as carretas, visto que os salários estão defasados por causa da crise e muita gente não está disposta a ganhar menos para levar carros.

Fonte: Notícias Automotivas

Terrorismo nas estradas: Homens tentam incendiar "cegonheira"

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Enquanto subia a serra, naturalmente em baixa velocidade, três homens saíram da canaleta lateral e jogaram garrafas incendiárias (conhecidas como coquetéis molotov) na frente da carreta e nos carros da marca Honda, que eram transportados de Vitória (ES) para Belo Horizonte (MG).

O motorista teve que parar para tentar conter o fogo e começou a lutar com os incendiários. Eles ainda jogaram mais duas garrafas nos carros novos e uma outra nas pernas de Paulo Ricardo. O trio fugiu à pé em direção ao Espírito Santo. Policiais fizeram buscas, mas acreditam que o grupo tinha um veículo escondido nas proximidades.

Com a ajuda de outros companheiros que vinham logo atrás, Paulo conseguiu apagar o fogo com os extintores. As chamas danificaram um carro e mangueira do tanque de combustível.

QUADRILHA

O Policial Rodoviário Federal Rhodes contou que esse foi o segundo registro do tipo. O outro foi em fevereiro, próximo ao trevo de Matipó (BR-262, km 74), quando uma carreta foi incendiada durante a noite, enquanto o motorista descansava.

Paulo Ricardo explicou que outros dois caminhões da mesma empresa foram queimados na região metropolitana de Belo Horizonte e que esses fatos estão ocorrendo após a empresa ter vencido uma licitação em Vitória para transporte desses veículos. Ele lembrou ainda que o filho do dono da TransGabardo foi assassinado em 2005 e até hoje o crime não foi esclarecido. As suspeitas também envolvem a disputa pelo setor.

TERRORISMO

Em 26 de fevereiro, o portal “Cartel Brasileiro” publicou matéria, onde apontava para atos terroristas que estariam sendo praticados no Brasil, tendo por estratégia incendiar os caminhões cegonhas que trafegam pelo território nacional. “Esses atos terroristas colocam no prejuízo as empresas cegonheiras. Isso indica que esses terroristas buscam prejudicar não somente o patrimônio de empresas cegonheiras, mas também o próprio mercado. Pelo que se viu até hoje, os terroristas não agem sozinhos, e seus crimes indicam que há um mandante. Atacam sorrateiramente, em dupla, durante o turno da noite, sempre que o caminhão cegonha está estacionado e o seu motorista descansando. Isso é uma tática terrorista. A cada dia que passa se conhece um novo ato desses terroristas. Nos primeiros dias de março desse ano mais duas carretas cegonhas foram incendiadas criminosamente. Os automóveis novos que estavam sendo transportados nessas “cegonhas” foram todos consumidos pelo fogo criminoso”, destacou o site.

O caso da morte do empresário Mário Sérgio Gabardo, aos 20 anos, em 2005, continua sem solução.

Na noite de 29 de setembro, Mário Sergio Gabardo, diretor da frota de caminhões cegonheiras da TransGabardo, teve a sua vida interrompida. O crime ocorreu na cidade de Canoas, na região metropolitana do município de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Por volta das 21h30min naquela noite de 29 de setembro, Mário Sergio foi assassinado e os bandidos nunca foram identificados.

Fonte: Portal Caparaó