Melhores a se comprar! [De 50 a 80 mil reais]

Imacon Color Scanner

Recentemente fizemos uma pergunta na pagina do facebook do Blog perguntando qual caminhão você compraria de 50 a 80 mil reais. A ideia é montar uma série de textos com certas faixas de valores e ver qual caminhão o pessoal do trecho gostaria de comprar.

A primeira faixa de valor estipulada foi de 50 a 80 mil reais, que é uma faixa de preço modesta, mas onde se encontra vários caminhões bons, principalmente trucks. E também é um valor que pode facilmente ser levantado para se comprar seu primeiro caminhão.

O post na Fanpage do Blog gerou vários comentários, opiniões entre outros, analisamos todos os comentários, de cada caminhão sugerido, e acima de tudo pesquisamos se realmente há caminhões deste valor no mercado, caminhões de qualidade principalmente. Porque além do entretenimento nos do Blog do Caminhoneiro também temos o papel de ajudar o parceiro da estrada com boas informações. Então vamos listar aqui alguns modelos de caminhões que os leitores sugeriram, ou nos mesmos escolhemos, que realmente estão na faixa de preço de 50 a 80 mil reais, e são dignos de serem adquiridos apontando suas qualidades e possíveis defeitos.

Scania 112hw

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Uma das melhores escolhas nesta faixa de preço para quem quer um caminhão confiável, econômico, robusto e acima de tudo com  manutenção barata é um 112 hw. Lançado nos anos 80 e fabricado até meados de 1991 o 112 hw é o antecessor do lendário 113 (com quem compartilha algumas peças nos primeiros modelos), é um caminhão excelente, quem teve (eu já tive um) não tem o que reclamar, e é um Scania. O preço desses caminhões variam de 55 para os primeiros até 75, 80 mil para os últimos modelos, se for um Jubileum (serie especial na cor preta) bem conservado, ai o valor histórico fala mais alto, ultrapassando a casa dos 90 mil. Este modelo da foto em questão esta a venda em São Bernardo do campo por 60 mil reais, e ao que parece, esteticamente, é um caminhão muito bem conservado, passou por pequenas reformas mas ainda respeita as origens. Porém no geral é um caminhão antigo, que com certeza já teve o motor retificado, cambio entre outros, então a procedência dessas manutenções são de prima importância. É um caminhão bem antigo, mas para aquele caminhoneiro que tem seu serviço certo, perto, que não exige muito do ano do caminhão e de sua potencia, e um caminhão ótimo para se ganhar o pão de cada dia.

Volvo NL12 340/360

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Assim como os que gostam de Scania também tem os que gostam de Volvo, e para estes a melhor escolha será um Volvo NL12. Fabricado entre 90 e 95 foi o Volvo para competir com os Scania 113 e 1935 da época, como podemos notar seus concorrentes da época se encontram num valor mais elevado que ele, mas isto não o deixa para trás. Com a robustez volvo é um caminhão odiado e amado. É um caminhão robusto, aguenta tranco, sobe porém quando começa a ir para oficina, o bolso pesa, assim como todo volvo que se prese. É fácil de se encontrar bons exemplares na faixa de preço entre 55 para os 340 e até 70 mil para os 360, lembrando que não estamos falando do EDC, e sim do teto baixo faixa roxa.

 

   MB 1618

1618

Quem trabalha com caminhões 6×2 e entende diz que o 1618 é o melhor truck a ser adquirido usado. Com manutenção fácil e desempenho que não deixa a desejar perto de nem um truck do seu tempo ou de 10 anos a frente (2004/2005). É o antecessor do clássico 1620, que com certeza estará no próximo texto, o 1618 quando equipado com um bom diferencial e tem boa procedência é a menina dos olhos de muitos verdureiros. Apesar de ser antigo e famoso é um caminhão um tanto raro de se achar a venda, até porque dizem que quem tem um bom não vende. Mas encontramos exemplares de até 80 mil reais na internet, mas se você procura algo especial, a casa dos 95 é ultrapassada com facilidade, custando mais caro que alguns 1620 por ai.

VW 23-210 

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Um truck bom de ano e com boa fama é o VW 23-210, com motor MWM era um dos trucks estradeiro mais famoso da época de 2003 a 2005. Com fama de corredor e que não fazia diferença de peso hoje pode fazer a alegria de um autônomo que precisa de um truck confiável e produtivo. Bons exemplares podem custar mais de 90 mil, mas se bem garimpado pode-se achar exemplares confiáveis por 75/80 mil, por serem caminhões “fora de linha” depois da chegada dos constellation, a família “titan” ficou de fora.  Abrindo uma boa oportunidade no mercado de usados.

Ford 2422 MaxTon

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Nos anos de 2003 a 2005 a classe dos trucks era dominada por 2 caminhoes, o VW 23-210 (sugestão anterior) e o Cargo 2422. O Ford com motor Cummins e o VW com o MWM deixavam quem queria comprar mais indeciso do que criança escolhendo ovos de pascoa. Hoje em dia é fácil de se encontrar na faixa de 75 a 80 mil reais um Cargo a baixo do ano de 2004 (max ton e não a série E). Que já é um caminhão de confiança e rentável. Se você encontrar um VW e um ford na mesma faixa de preço, se prepare para ficar indeciso!

MB Accelo 915c

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Não deixando os pequenos de lado, para quem quer escoar uma pequena produção, o MB accelo se encaixa perfeitamente ao trabalho, pequeno e ágil é um caminhão que não perde para seus concorrentes ford e vw, tendo acima de tudo a confiabilidade e historia da marca da estrela de três pontas. Pode ser considerado caro para sua categoria, mas estamos falando de um MB ano de 2007 a 2009, com baixa depreciação e bom comercio. Se precisa de algo ligeiro, essa é uma boa escolha!

International 9800

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Mas dai, depois de todas essas escolhas você fala “eu preciso de um caminhão forte, traçado, com ano acima de 2000, e não ligo com falta de peças”. Na faixa de preços de até 80 mil eu lhe indicaria um International 9800. Com todos os seus defeitos de escassez de peças, consumo duvidoso não se esqueça que é um 6×4 com mais de 400 cv com cabine frontal, da pra engatar em um bitrem ou um 9 eixo facilmente dentro da lei. Podem falar “não se acha um desses por menos de 90 mil” mas eu garanto que se você chega com uma proposta de 80 mil a vista para um dono que queira vender, ele te entrega as chaves sem problemas. E dizem por ai que você pode colocar um motor de outro caminhão nele e legalizar facilmente!

Estas foram as escolhas selecionadas de 50 a 80 mil reais. O próximo texto, que sairá em breve, será da faixa de 90 até 140 mil reais. E o circo vai pegar fogo, porque não se esqueçam que ai entram os “últimos dos moicanos” com bombas injetoras (113, EDC, 1935…) e as “armas de fogo” com os primeiros módulos eletrônicos (124 420, 1944, FH12 380). Deixe seu comentário, sua opinião, sua sugestão de tópico!

Abraço, até a próxima!

Quanto custa comprar um caminhão?

teste axorUma compra diferenciada, para dizer o mínimo. Ao adquirir um veículo comercial, o comprador, se possível, não deve agir como um consumidor de automóvel, que pode se dar ao luxo de fechar uma venda por questões emotivas. No caminhão, além do preço do produto, é preciso levar em conta o custo operacional, onde entram diversos itens, como seguro, manutenção, licenciamento, combustível, pneus e até mesmo a depreciação do bem.

Para se ter uma ideia dos valores que você poderá desembolsar ao adquirir um caminhão, decidimos levantar os valores médios de dois veículos – um semipesado e outro pesado. Vale ressaltar que os custos podem variar de uma região para a outra no Brasil.

Semipesado

No Brasil, o mercado de semipesados é um dos mais vastos, pois os caminhões desse nicho podem ser utilizados tanto em operações de distribuição urbana quanto para vencer médias e longas distâncias rodoviárias. Geralmente, seu Peso Bruto Total fica entre 15 e 40 toneladas, e seu público-alvo principal é o autônomo. De acordo com a Iveco, por exemplo, em mais de 60% das vendas de seu semipesado Tector 6×2, o motorista é o próprio dono do caminhão.

Iveco tector FurgãoE é com o semipesado Iveco que fazemos a projeção de preços a seguir. De acordo com a tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), um modelo Tector 240E28S Stradale (“Top de Linha” da gama, zero quilômetro e adquirido em fevereiro de 2014) sai pelo preço médio de R$ 196.000,00. Um dos melhores meios de se adquirir o produto é obter o financiamento por meio do BNDES PSI, que garante juros de 6% ao ano.

Também variáveis de região para região são os custos de manutenção. Considerando que em uma revisão o veículo necessite trocar filtro de ar, filtro de combustível e as lonas dos freios dianteiro e traseiro, o valor gire perto de R$ 615,00.

Com relação ao custo operacional, projetamos uma simulação que considere que o veículo rode, no mínimo, 10.000 quilômetros por mês. O custo operacional envolve o cumprimento de obrigações como o licenciamento e gastos com seguro, diesel, manutenção, pneus e até mesmo lubrificação. O custo total para um Tector 240E28S é de, aproximadamente, R$ 17.050,00, o que faz com que seu custo por quilômetro fique em R$ 1,70.

Pesado

Com Peso Bruto Total (PBT) acima de 40 toneladas, o segmento de pesados é um dos que mais cresceram no ano passado, quando foram vendidas mais de 55.000 unidades, 34,5% a mais do que em 2012. Próprios para as longas distâncias rodoviárias, tracionando reboques e semirreboques, os caminhões pesados são responsáveis por movimentar grande parte dos produtos do agronegócio, entre o campo e os congestionados portos.

Para levantar os preços médios, decidimos fazer esta amostra com um cavalo-mecânico Mercedes-Benz Axor 2644 6×4, equipado com transmissão automatizada PowerShift com 16 velocidades e motor com 439 cavalos de potência.

Na tabela FIPE, este modelo sai pelo preço médio de R$ 341.359,00, quando adquirido com zero quilômetro e ano de fabricação de 2014. Assim como o semipesado da Iveco, um dos melhores meios de se adquirir o Axor é obter o financiamento por meio do BNDES PSI.

Os custos de manutenção são variáveis de região para região. Em uma revisão com troca de filtro de ar, filtro de combustível e lonas dos freios dianteiro e traseiro, o valor total irá girar, aproximadamente, perto de R$ 1.634,00.

Com relação ao custo operacional, também foi projetada uma simulação que considere que o veículo rode, no mínimo, 10.000 quilômetros por mês. O custo operacional, envolvendo o cumprimento de obrigações como o licenciamento e gastos com seguro, diesel, manutenção, pneus e até mesmo lubrificação de um Axor é de, aproximadamente, R$ 25.663,00, o que faz com que seu custo por quilômetro fique em R$ 2,56.

Fonte: iCaminhões

O que define a compra

concessionaria mbComprar um caminhão para aplicações de uso rodoviário e urbano. Antes de o motorista ou transportadora pensar na aquisição do veículo, é necessário levantar uma série de questões pertinentes à vivência de ambos, tais como rotas, tipo de carga e implemento, além do rendimento do grandalhão.

Segundo o gerente comercial da Cequip, revendedora de caminhões e ônibus Volkswagen/MAN, o frotista tem de pensar no modelo de veículo que se encaixa melhor no uso diário. “A aplicação do caminhão vai de acordo com a necessidade do motorista. Ele pode usar na estrada, rodovia ou em operações que envolvam as duas situações”.

Basicamente, os caminhões são divididos em categorias. Os urbanos, ideais para o trânsito das cidades e operações de carga e descarga em tempo hábil, são chamados de 3/4 e capacidade de transporte limitada (3 a 7 toneladas, dependendo do modelo da montadora).

Já os intermediários atendem pela nomenclatura Toco, e podem ter implementos como carrocerias, baú refrigerado e/ou alongado, caçamba e coletor de lixo. O Truck (semipesado) com capacidade de carga de 24 toneladas, e para rodagem mista (meio urbano e rodovia). Por fim, aparece o extrapesado, conjunto formado pela cabine, motor e rodas de tração e capacidade de carga acima de 25 toneladas (usando semirreboque).

Novo ou seminovo?

A vantagem de um veículo novo está na manutenção facilitada. No entanto, se o proprietário fizer a troca em um curto período de tempo, o valor do caminhão para revenda despenca. É preciso considerar também o investimento para aquisição do veículo, para revertê-lo em economia e produtividade. “É preciso analisar o custo-benefício do caminhão e a depreciação dele”, orienta o supervisor de vendas da Crasa Caminhões, André Garcia. Outra boa alternativa é fazer um levantamento de manutenção anual, com o objetivo de fazer uma projeção de despesas a longo prazo.

O seminovo, por outro lado, não perde tanto seu preço de mercado em relação ao caminhão com pouco tempo de uso. Nesse sentido, entra olhar acurado do comprador (e também do mecânico) para descobrir a procedência, quilometragem real e histórico de revisões.

Conforto

Se no passado os caminhões eram pesadões e desconfortáveis para o motorista, os acessórios remodelaram os que saem de fábrica atualmente. Uns trazem câmbio automatizado, regulagem do banco e do volante para o motorista, além de um amplo espaço interno para um bom descanso após horas na estrada. Ar condicionado e direção hidráulica se tornaram itens indispensáveis às longas viagens.

“As montadoras têm se preocupado com a boa condição de dirigibilidade do motorista. A tendência faz com que ele trabalhe produza melhor”, ressalta o gerente de comercial da Ceará Diesel, Henrique Magalhães.

Fonte: O Povo

Burocracia atrapalha vendas de caminhão

Sinotruk_A7As concessionárias de caminhões tinham expectativa de bater recordes de vendas no último trimestre do ano, já que no dia 30 chega ao fim a linha PSI-Finame, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), nas condições atuais de juros de 4% ao ano. A burocracia na obtenção do financiamento, porém, atrapalhou o ritmo de vendas.

Em novembro, a demanda até se mostrou favorável, mas isso não se traduziu em aumento de emplacamentos no mês passado ante outubro. Pelo contrário, houve retração de 13,5%, apontam dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). “A venda até existiu, mas o faturamento não”, cita Teodoro da Silva, diretor de rede Iveco Vetelli, sediada em São Bernardo.

Isso por causa das idas e vindas do BNDES, que paralisou o recebimento de propostas de crédito no dia 29 de outubro, em plena Fenatran (o Salão Internacional de Transporte, principal evento do setor no País), o que obrigou as entidades do segmento a se movimentarem, indo a Brasília para pedir que fossem destinados mais recursos para essa linha e fosse reativado o financiamento. Dias depois, o PSI foi retomado e houve postergação do prazo para a entrada dos pedidos (que terminaria em novembro e foi estendido até dia 13), mas as dificuldades para a efetivação dos negócios se arrastaram, também pela necessidade de adequação dos agentes (as instituições financeiras que operam as linhas do banco do governo) às mudanças nas normas.

Esses problemas burocráticos contribuíram para afetar os resultados do setor no mês, mas algumas marcas tiveram alta na comercialização. “Para nós, houve aquecimento. Existe hoje até falta de modelos”, diz o gerente da Volkswagen Apta Antônio Pascual Parames, o Toninho. “A Scania bateu recorde, vendeu 2.175 unidades, houve corrida às compras por causa do PSI”, assinala o gerente da revenda Codema em São Bernardo, Maurício Miranda, que registrou alta de 15% nas vendas em novembro. Os números são significativos, já que a montadora é focada em caminhões pesados.

No mês, o principal destaque foi a Mercedes-Benz, que ficou na liderança, com 28% do total vendido, seguida pela Volkswagen Man (24%) e Scania (14%), segundo a Fenabrave. No acumulado do ano (janeiro a novembro) – em que o setor ainda está com vendas 12,7% maiores que no mesmo período de 2012 –, a Volkswagen segue na dianteira, com 25,84% do mercado.

Para dezembro, as expectativas são de desaceleração da procura, já que este é um mês curto, por causa das festas de fim de ano e também por tradicionais paradas de produção das montadoras. Além disso, haverá apenas mais uma semana para a entrada de pedidos no BNDES para os transportadores se beneficiarem dos juros de 4% ao ano. “Deverá ser um dos piores meses do ano”, prevê Toninho, da Apta. “Estamos prevendo vendas 40% menores”, afirma Silva, da Iveco.

Os concessionários agora aguardam a definição do governo em relação à nova taxa do PSI-Finame (que é destinado à compra de caminhões, ônibus e máquinas) para 2014. Representantes da União já informaram que a linha será prorrogada, mas os juros deverão subir.

Montadoras vão dar férias coletivas e reduzir produção neste mês

Um dos fatores que devem ajudar a reduzir as vendas de veículos em dezembro é a tradicional parada das montadoras, com a colocação dos trabalhadores em férias coletivas.

Em São Bernardo, a Mercedes-Benz põe os funcionários da área produtiva de ônibus de São Bernardo em casa a partir de segunda-feira (dia 9), e os de caminhões, a partir do dia 16, com retorno, em ambos os casos, só no dia 7 de janeiro. A área de veículos de carga da Ford no bairro Taboão, no mesmo município, também para dia 16 e volta à atividade dia 6 do mês seguinte. Por sua vez, os trabalhadores da produção de carros dessa fabricante entram de folga a partir do dia 23, voltando também no dia 6. Os funcionários da Scania e o pessoal da área produtiva da Volkswagen na região também entram em férias dia 23, mas a Scania definiu a volta ao trabalho dia 15 de janeiro para esses empregados e, a Volks, no dia 6. Já a área administrativa da unidade Anchieta da montadora alemã para dia 23 e retorna dia 7.

Em São Caetano, a General Motors interrompe a produção, colocando os trabalhadores da produção em coletivas, a partir do dia 23, com o retorno só dia 20 de janeiro.

Fonte: Diário do Grande ABC

BNDES recebe pedidos de financiamento de veículos rodoviários até 13 de dezembro

Scania_R440_StreamlineDesde segunda-feira (25) até o dia 13 de dezembro, micro, pequenas e médias empresas podem pedir financiamento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para aquisição de veículos rodoviários com juros de 4% ao ano. O crédito deve ser solicitado indiretamente, ou seja, junto a agentes financeiros credenciados no BNDES. Os recursos são do Programa de Sustentação de Investimentos (PSI), que prevê crédito mais barato para realização de investimentos por parte das empresas. A partir do ano que vem, a previsão é de elevação da taxa.

Entre os itens que podem ser adquiridos com a linha estão ônibus, caminhões, caminhões-tratores, carretas, chassis e carrocerias para ônibus e caminhões, cavalos-mecânicos, reboques, semi-reboques, carros-fortes e equipamentos especiais adaptáveis a chassis (como plataformas, guindastes e betoneiras).

Caminhões novos também podem ser financiados por pessoas físicas, residentes no Brasil, desde que sejam produtores rurais e cujo investimento se destine ao setor agropecuário, no limite de até três itens.

Os recursos podem ser utilizados, por exemplo, para renovação da frota de veículos pesados. Atualmente, são cerca de 230 mil caminhões com mais de 30 anos em circulação no país. Com tecnologias ultrapassadas, os veículos aumentam o custo do transporte, a poluição e os riscos de acidentes. Nessa segunda-feira, a Confederação Nacional do Transporte (CNT), juntamente com outras entidades, apresentou ao governo federal o Plano Nacional de Renovação de Frota de Caminhões. A proposta sugere a criação de linhas de financiamento especiais e benefícios fiscais para viabilizar a mudança, além da regulamentação de centros de reciclagem de veículos.

Os prazos de pagamento do financiamento do PIS variam de acordo com cada item, mas podem chegar a até 10 anos, com no mínimo três meses de carência.

Os prazos para homologação do pedido de financiamento e as regras estão previstas em aviso publicado no dia 22 de novembro pelo BNDES.

Fonte: Agência CNT de Notícias

Dicas para comprar caminhões pela internet

caminhoes usadosPor causa da praticidade a compra via internet está aumento a cada ano. E hoje em dia está surgindo cada vez mais sites de compra e venda especializada em caminhões, tratores e máquinas agrícolas.

Porém, apesar da facilidade é preciso tomar alguns cuidados não só na parte da documentação, mas também é importante saber se o vendedor é confiável. Abaixo irei listar algumas dicas importantes para que você não passe dor de cabeça.

Verifique se o site é confiável

Site bem feito muitas é sinônimo de site dedicado, ou seja, sempre de uma olhada no visual do site. Alguns sites como o Trucadão oferece alguns serviços extras além da opção de compra e venda, como por exemplo, simulação de financiamento e de cota do seguro, o que facilita muito na hora de comprar um veículo, principalmente se ele for usado.

Outro ponto interessante é pesquisar a reputação do site na internet, uma boa dica é digitar o nome do site no Google e ver se tem alguma notícia positiva ou negativa relacionada a ele.

Veja se o vendedor é confiável

Quando estiver pesquisando uma lista de ofertas no site verifique as informações dos produtos, se tem o nome da pessoa que está vendendo ou o nome da loja e telefone para entrar em contato. Se caso você for comprar em lojas especializadas procure saber se a loja é confiável, caso for comprar um modelo novo, algumas empresas como a Volvo e a Iveco possuem blogs que dão dicas e falam com mais detalhes sobre os modelos à venda. E nunca se esqueça, sempre suspeite de preços muito abaixo dos de mercado.

Documentação em dia

Essa dica foge um pouco do assunto do artigo, mas é sempre bom lembrar. Verifique se a documentação está em dia. Você também pode ver no site do DETRAN do seu estado e ver se o veículo tem alguma multa pendente. E caso for fechar negócio, exija sempre a nota fiscal da compra.

Bom, espero que essas informações sejam úteis, se acharem que faltou alguma dica escrevam ai nos comentários.

Texto de Rafael Shiroma

Fabricante chinesa Shacman busca pequenos transportadores

Shacman-TT-385Embora tenha apresentado seus caminhões na Fenatran de 2011, é a partir de agora, depois do anúncio da instalação da fábrica em Tatuí (SP), que a Metro-Shacman começa mesmo a atuar no mercado brasileiro. Em setembro, a concessionária da marca em Sorriso (MT) fechou a venda de um lote de 20 caminhões que serão usados no transporte de soja na região.

O diretor Marcos Gonzales, que está há seis meses na empresa, depois de ter atuado na MWM, explicou que o foco da montadora são os pequenos transportadores – autônomos ou pequenos frotistas: “Queremos oferecer produtos simples e robustos a preços competitivos”.

Caminhao Shacman 1 siteA fábrica só entra em funcionamento no final de 2014, mas a Shacman está autorizada a importar até 2.500 caminhões por ano por ter se habilitado no programa Inovar Auto, que estimula importadores a fabricarem caminhões no Brasil, com componentes nacionais.

Os primeiros 100 caminhões importados foram vendidos na faixa de R$ 220 mil a R$ 260 mil: “E a maior parte dos clientes pagou à vista, devido à grande vantagem de preço na comparação com a concorrência”, explicou Gonzales.

Com a nacionalização do caminhão, equipado com motor Cummins, e a consequente perda da vantagem cambial, o preço tende a subir para a faixa dos R$ 250 mil a R$ 300 mil. “Mas, em compensação, poderemos ter a facilidade do financiamento pelo Finame.”

A marca Shacman pertence à empresa chinesa Shaanxi Automobile Group, que fabrica mais de 150 mil caminhões por ano, exatamente a produção de todas as montadoras brasileiras projetada para este ano. Ela será a principal parceira dos importadores brasileiros na construção da fábrica de Tatuí, um investimento estimado em R$ 400 milhões.

A linha de caminhões Shacman estará em exposição na Fenatran que acontecerá de 28 de outubro a 1.o de novembro no Anhembi em São Paulo. Equipada com motor Cummins de seis cilindros ISM 11 P7, ela é formada pelos seguintes modelos: TT 420 6×4, com potência de 420 cv e torque de 2.000 Nm; TT 385 6×4 e TT 385 4×2, com 385 cv e torque de 1.825 Nm; e Shacman LT 385 6×4, também com potência de 385 cv e torque de 1.825 Nm.

Fonte: Revista Carga Pesada

Olho no conforto na hora de trocar de caminhão

Cabines contam com cama e até ar condicionado noturno

Preço, consumo de combustível e capacidade de carga não devem ser os únicos aspectos a serem avaliados na hora de comprar um novo caminhão. Os itens de conforto também merecem atenção especial antes de fechar negócio. Afinal, uma cabine recheada de opcionais assegura um dia a dia mais agradável para o caminhoneiro autônomo e um diferencial para a transportadora na hora de garantir mão de obra de qualidade.

A atenção a esses detalhes na aquisição do caminhão pode resultar em investimentos maiores de início, mas uma economia em longo prazo, com maior produtividade. “A gente percebe a tendência no mercado de procurar caminhões com cabines que ofereçam conforto, acessibilidade, segurança e visibilidade. São vários aspectos que hoje entram no processo de decisão”, conta Victor Carvalho, gerente de Vendas de Caminhões da Scania do Brasil.

Entra e sai

Facilidade em acessar todos os comandos do painel também é importante para o motorista

Alguns quesitos como o acesso ao caminhão também podem fazer diferença profunda no dia a dia do motorista. Claudio Gasparetti, gerente de marketing de caminhões da Mercedes-Benz, destaca o caso de motoristas que fazem diversas entregas em áreas urbanas no mesmo dia. “A facilidade de entrar e sair da cabine faz uma diferença enorme nesses casos, então detalhes como o ângulo de abertura da porta, altura do degrau e outros quesitos farão toda a diferença na hora da escolha do caminhão”, conta.

Visibilidade e ergonomia

Câmbio automático também garante maior conforto ao motorista

No caso de uso para percorrer grandes distâncias, todas as partes da cabine são preocupações. A começar pela visibilidade frontal e lateral, tamanho do para-brisa, do retrovisor, ergonomia do painel, regulagem de altura do volante, sem falar do ar condicionado, hoje um item de série em algumas montadoras. “O resultado da soma de tantos fatores garante uma condução satisfeita, descansada, trazendo com isso um maior rendimento e produtividade”, destaca Gasparetti.

Cabine leito

Porta-objetos asseguram praticidade para o dia a dia

Os leitos estão cada vez mais tecnológicos e os critérios de escolha são tantos, que até a densidade do colchão é levada em conta. Opções com beliches – onde o motorista pode levar a esposa, por exemplo – ou cabines intermediárias, que não possuem leitos fixos, mas uma cama pode ser rebatida ao reclinar os bancos durante esperas na transportadora ou em portos, por exemplo, são novidades que as montadoras lançam buscando satisfazer os clientes. “Na nossa principal linha, lançamos até um ar condicionado noturno que funciona com o motor desligado durante oito horas”, conta Gasparetti.

Dentre os variados modelos de cabine da Scania, por exemplo, o modelo top de linha respondia por apenas 20% das vendas em 2011 e, neste ano, até o momento, chega a 40%, segundo Victor Carvalho. O executivo destaca também o aumento da escolha pelo câmbio automático, presente em 15% dos modelos vendidos em 2011, parcela que chega a 60% em 2012.

Assento e painel

Assentos com suspensão ampliam bem-estar em viagens longas

Outro elemento crucial para quem passa boa parte do dia no caminhão é o assento. As montadoras têm se preocupado bastante em oferecer poltronas com diversas opções de regulagem, como suspensão a ar, que adéqua peso e altura e busca preservar a coluna durante a jornada de trabalho. O design do painel também faz parte dessas preocupações. “A acessibilidade do motorista aos porta-objetos e a própria quantidade de recipientes, o espaço para se locomover do banco para a cama e vice versa, a facilidade em acessar o painel de comando, onde ele consegue alcançar todos os comandos sem se deslocar do banco são itens que nos preocupamos muito”, explica Carvalho.

Fonte: Terra