Iveco vende lote de 40 caminhões para transporte de equipamentos pesados

Iveco Stralis 600S44T 6x2 (3)A Iveco tem reforçado a participação no mercado de veículos extrapesados no estado de São Paulo. Recentemente, foram vendidos 40 caminhões para um único cliente, a Flecha de Prata Logística, com sede em Piracicaba. Atualmente, quase um terço da frota de 312 veículos da empresa é da marca Iveco. Desta vez, o modelo escolhido foi o Stralis Ecoline 6X2 600S44T.

A Flecha de Prata tem 19 filiais em todo Brasil e atua, principalmente, no transporte de máquinas agrícolas, de construção civil e equipamentos pesados de infraestrutura. Segundo o diretor-presidente da Flecha de Prata, Luiz Antônio Ferrazza, esse tipo de transporte necessita de caminhões mais robustos, que ofereçam economia de combustível e conforto ao motorista durante a operação.

São Paulo é o principal mercado da Iveco no Brasil, representando 35% dos emplacamentos. Para o vice-presidente da fabricante para a América Latina, Marco Borba, “o investimento em um portfólio de produtos que atendam vários segmentos, dos veículos leves a extrapesados, faz com que a Iveco esteja presente nos mais diversos ramos da economia, das entregas urbanas ao transporte rodoviário de cargas”. Em 15 anos de atividade no Brasil, a montadora já ultrapassou a marca de 300 mil veículos produzidos em seu complexo industrial de Sete Lagoas (MG).

Fonte: Iveco

Truck Review – Conheça o mais completo anuário de caminhões online do Brasil

Truck Review - Um site blogdocaminhoneiroO Blog do Caminhoneiro surgiu com intuito de trazer mais do que notícias sobre caminhões. A ideia principal era ser útil, tanto ao caminhoneiro, como ao frotista e outros envolvidos na cadeia do transporte.

Pensando na utilidade que o portal poderia ter, foram criados várias áreas, como Empregos, Fretes, Classificados e outras, que pudessem auxiliar a vida de quem está na estrada.

Hoje, o Blog do Caminhoneiro tem o prazer em anunciar o lançamento de um nova e importante ferramenta de pesquisa sobre caminhões. Trata-se do Truck Review, que contém informações detalhadas sobre todos os caminhões vendidos atualmente no nosso país.

Com o aumento constante de tecnologia, investimentos de novas montadoras e aumento da concorrência, surgiram dezenas de modelos de caminhões novos, outros foram atualizados, e é difícil conhecer cada modelo, compará-los, e se manter atualizado sobre o mercado. Por isso surgiu o Truck Review, um site que contém informações detalhadas e fotos de todos os modelos de caminhões e veículos de carga vendidos no Brasil.

São 260 veículos, de 23 montadoras, divididos em 7 categorias principais, onde, além de conhecer cada modelo, o usuário poderá dar sua opinião sobre cada veículo, e sanar dúvidas, que podem ser respondidas pela equipe do Blog do Caminhoneiro ou por outros usuários.

caminhoesExtremamente bem organizado, tendo todos os veículos listados em ordem de modelos, classificados nas categorias Furgões, Semileves, Leves, Médios, Semipesados, Pesados e Cavalos Mecânicos, o site irá facilitar muito a vida de quem quer comprar um caminhão, mas tem dúvidas sobre modelos, pois além de ter a opinião de proprietários e motoristas, o site criará um ranking dos modelos melhor avaliados em diversos critérios.

Criação do ranking

Além de ser um catálogo de veículos, o Truck Review serve também para criação de um ranking de modelos, baseado em votos dos usuários, o sistema do site cria uma base de veículos mais votados, em diversos quesitos, conforme imagens abaixo.

Os modelos mais votados serão destacados na página principal, e todos os veículos mostrarão as pontuações e opiniões, para facilitar a vida de quem precisa comprar um caminhão.

A ideia deste site novo, que levou 4 meses para ficar pronto, surgiu porque o Blog do Caminhoneiro recebe, semanalmente, dezenas de e-mails pedindo informações sobre caminhões e dicas de compra de veículos, pois, mesmo com informações dadas pelas montadoras, os interessados se baseiam em opiniões de outros proprietários, visto que a compra de um caminhão é um investimento alto, que precisa dar retorno.

As categorias de votação se basearam nessas dúvidas, levando em conta os itens mais perguntados sobre os modelos.

Atualizações

O Truck review está pronto, mas ainda receberá mais informações. Durante esta semana iremos fazer uma pesquisa de preços de veículos, para informar o valor médio de cada modelo publicado no site, e também inserir o arquivo completo da ficha técnica de cada veículo, que será feito nas próximas semanas. Sendo assim se houver alguma dúvida, a ficha técnica completa do modelos estará disponível para download.

Outro projeto, que deverá ser posto em prática em breve é o Bus Review, que trará informações, no mesmo estilo do Truck Review e com o mesmo sistema de votação, mas contendo informações de todos os ônibus (chassis e carrocerias) disponíveis no mercado.

Vantagens

A grande vantagem do Truck Review é o fato de ser atualizado imediatamente após o lançamento de um novo modelo. Assim, o interessado poderá ter as informações sobre o modelo assim que ele for inserido no mercado nacional.

Este ano, mesmo com a queda nas vendas, decorrentes de um enfraquecimento da economia, deverão haver grandes lançamentos de modelos de marcas consagradas do mercado, e assim que os modelos forem apresentados, as informações estarão disponíveis.

O Truck Review está online e funcionando, mas por ser um trabalho extenso de pesquisa e criação do sistema, podem haver pequenos erros ou discrepâncias nos dados publicados. Por isso, caso você encontre dados que possam estar publicados errados, entre em contato, informe o erro, que a equipe resolverá o problema rapidamente.

Para conhecer mais sobre o sistema, acesse o Truck Review!

Renegados pelo mercado, barganhas ou não! [Melhores a se comprar]

Cópia de Eduardo Oliveira - Itapecerica da Serra-SP -Continuando a série de textos falando sobre melhores caminhões a se comprar, hoje vamos falar de caminhões diferentes. Das barganhas do mercado de caminhões pesados, aqueles caminhões que não tem uma procura muito grande, comercio fraco, seja por conta da sua marca que não tem tanto respaldo, um motor que não foi aprovado pelos clientes, entre outros detalhes.

Iveco Stralis:

bagatela!

bagatela!

Logo quando foi lançado o programa Pró caminhoneiro pelo governo federal o caminhão que eu me lembro que mais vendeu nos primeiros meses foi o Iveco Stralis, com seu novo modelo, todo redondo e moderno. Vendeu por ser um caminhão com um preço bem a baixo que os outros na época, e porque as propostas das revendedoras eram as melhores. Porém o tempo passa e os pesares vão aparecendo, o Stralis ganhou fama de beberrão e problemático depois dos primeiros 2 anos de uso. Com isso e mais alguns defeitinhos esse caminhão foi perdendo seu valor, hoje pode-se encontrar exemplares até 2010 por menos de 150 mil reais. Barganha? Será?

VW com 5° roda.

mais barato que muito 112H por ai!

mais barato que muito 112H por ai!

O bob esponja com quinta roda, ou o “quinem” eram a saída pra muitos caminhoneiros que não tinham grande potencial de aquisição até o ano de 2007. Depois disso ficou fácil comprar caminhão, então esses primeiro modelos como o Titan são encontrados a troco de pamonha (mentira) em estacionamentos, principalmente na grande são Paulo onde existe grande fluxo e baús. Então se você precisa de um caminhão barato, e tem paciência, não para  procurar, para subir serra mesmo, ta ai uma barganha!

Axor 2040 e 2044 de 2006 a 2008.

mula

mula

Existem certos detalhes que “matam” certos caminhões no mercado, o Axor tinha tudo pra ser um caminhão de meter medo na concorrência, mas não foi bem assim, um mero detalhe chamado “entre eixos” que afeta toda a estrutura e conforto do caminhão foi um dos responsáveis (além do alto consumo de combustível) pela baixa expressividade desses caminhões no mercado dessa época. Tanto que seu conforto, ou falta dele, lhe fizeram herdar o apelido do seu “pai” 1935 de Mula. A MB se não me engano sanou o erro, mas ainda esses caminhões não são tão bem aceitos no mercado até hoje.

Scania 440 e 470 (os Turbocoumpound)

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Em 2007 junto com o lançamento das novas linhas P,G e R a scania lançou 2 motores na época que continham uma tecnologia até então pouco vista nos caminhões, um sistema com 2 turbinas que reaproveitava os gazes saídos da câmara de combustão para girar o volante do motor (algo bem mais complexo, mas resumindo é isso) que gerava mais potencia. Lembro até hoje qual foi a palavra que o sujeito que estava la apresentando me disse “Esse sistema é o novo intercooler”. Querendo dizer que ele ia revolucionar o mercado assim como o intercooler revolucionou nos anos 70/80. Bom se fosse, não sei se é por conta deste sistema ou algum arranjo do motor (acredito que não, pois é o mesmo do 420 mas com 2 turbinas) que tornou esse caminhão muito problemático, quando eu digo muito é muito mesmo. Dizem que baixa muito óleo, que não tem pressão (tanto que voce pode acelerar o que for, a fumaça sai de forma amena no cano de descarga, devido a 2° turbina). Modelos de 2007 a 2009 (saiu de linha pq não vendeu) COMPLETOS são encontrados na faixa de 150 MIL REAIS, sim 150 mil por um SCANIA de mais de 420 cv! Barganha? Acho que para um autônomo que cuida do caminhão, com toda certeza!

Toda linha V8 da Scania!

mais barato que muito 113 por ai!

mais barato que muito 113 por ai!

Deixei esse por ultimo porque sei que vão me criticar demais por isso, mas “vêoiteiros” me desculpem (kkkk) V8 da Scania nunca foi um motor bom, manutenção cara, pouco confiáveis, beberrões e por consequência ruins de comércio. Os primeiros 140/141 eram um desastre, baixavam óleo 10% natural e 90% porque evaporava (sera que esquenta o motor?). Existe uma historia que os motoristas de 142 sempre comiam comida quentinha, era só deixar no assoalho do bruto que a comida nunca esfriava. O 143 tinha um cupom de compra em atacado de Diesel porque só assim pra mante os gastos. O 164 é tão raro quanto um elefante branco andando de bicicleta sem rodinhas segurando um guarda chuva com a tromba. Enfim, não adianta vir me falar que V8 é igual a vióla, só toca quem sabe, essas frases de Vêoiteiro que muitos dizem por ai, porque eu sei com fontes confiáveis, de 164 480 pouco rodado (300 mil Km) completo com até optcruise sendo vendido a 180 mil reais. E 9 entre 10 desses “cento e quarenta” tem o emblema de V8 mas o motor é sempre de 113. “Zoeiras” a parte os motores V8 da Scania tem sua fama ruim porque a maioria dos transportadores não se adaptaram bem a ele, fora isso ele é um motor normal, com um torque mais elevado, tirando isso é a mesma coisa. Claro com o “renome” dos Scania V8, não deixa de ser um caminhão de vitrine, que assim como um carro de luxo baixa 30% do seu preço a partir do momento que se passa do portão da loja. Um próprio vendedor da Scania me disse “V8 é muito mais pra se mostrar do que para se ganhar”. Então é um renegado do mercado, se é barganha? Como dizem os Vêoiteiro, se você souber tocar, é bom.

 

E aqui chega ao fim a série “Melhores a se comprar” da coluna Hélio David. E terminando com uma Novidade, o Blog do Caminhoneiro esta preparando uma super surpresa, um portal para guia de compras de caminhões, com todos os modelos vendidos no mercado nacional com ficha técnica e tudo mais. Ai basta você achar seu caminhão, ver se ele esta ou não na série “melhores a se comprar” e correr pro abraço, ou volante!

Muito Obrigado aos leitores que comentaram, mandaram sugestões e dicas para nos.
Até a próxima!
Abraço!

Melhores a se comprar [de 150 a 250 mil reais]

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Continuando com a série de melhores caminhões a se comprar, entramos na ultima faixa de preço onde ainda se encontram caminhões usados, daqui pra frente os melhores são os zero Km, seja qual for a categoria. Por consequência aqui se encontram alguns semi-novos que quando se tem o dinheiro em mãos são mais vantajosos do que um zero Km, pois já tiveram uma certa depreciação de “saída de loja” e tem uma baixa kilometragem (alguns ainda com garantia pela fabrica).

Scania 420:

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O Scania 420 pode ser dividido em 2 fases, a primeira que foi uma lastima (inclusive comentei no texto de 90 a 150 mil) onde os motores eram cheios de problemas crônicos, beberrões e por consequência baixo valor de mercado, porém em 2006 a Scania lançou a Série Evolução, que como o nome sugere foi uma evolução nos motores da época. E que evolução, o motor 420 que era renegado passou a ser o mais desejado (e vendido), foi produzido de 2006 a 2012 e só parou por conta das exigências do Proconve P7 e vinda dos motores Euro5. Esses caminhões são encontrados exatamente nessa faixa de preço, os últimos 2012 são encontrados na faixa de 230 a 250, dependendo a oportunidade e estado de conservação. Tomar cuidado com os primeiros modelos quanto a quilometragem e manutenção, afinal eles tem quase 8 anos de rodagem.

Volvo FH 440:

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Os anos de 2007 a 2013 foram anos “de ouro” para o mercado de caminhões, mercado superaquecido, bons caminhões, entre outros fatores, e ao meio desses caminhões estava o FH 440,que inclusive conseguiu ficar na liderança de vendas de extrapesados na maior parte desse período. Com o consagradíssimo cambio automatizado I-Shift o 440 ganhou o respeito dos frotistas brasileiros. Hoje você pode achar ótimos modelos, pouco rodados do ultimo ano (2012) por até 245 mil, modelos 2011 6×2 que podem ser atrelados a bitrem (vide a lei que começou em 2012). Algumas empresas estão vendendo lotes desses caminhões, o que proporciona uma melhor negociação no modelo, basta ter paciência na procura.

Trucks zero Km:

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Nessa faixa de preço, para quem precisa de um caminhão truck ou até Bi-Truck se encontram os caminhões zero Km. Dai vai do gosto, proposta e condição de cada um, depois da casa dos 190 mil até 250 pode se encontrar até Ford cargo de 280 cv até uma Scania  P310 (desde que seja 6×2). Lembrando que este valor  é do caminhão no chassi, e por curiosidade um sistema de 4° eixo (bi-truck) sai na faixa de 30 a 45 mil, dependendo a marca e modernidade do sistema.

Caminhões Leves:

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Se a gente extrapolar um pouco esta faixa de preço para uns 265 mil a gente pode encontrar alguns caminhões “esquecidos” pelo mercado mas que fazem m serviço e tanto. Os chamados “cabecinha de gato” são caminhões com potencia a baixo de 350 cv na maioria das vezes, usados para transporte de até 30 toneladas. São caminhões como os volvo VM e FM, Scania P, Linha 40 da Ford, entre outros caminhões que tem a economia e versatilidade como principais atrativos.

Comprar 2 caminhões:

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Com esse dinheiro na mão uma boa alternativa seria a compra de 2 caminhões, podendo ser 2 usados mais antigos ou até 2 zero Km (uma entrada + financiamento). Mas ai você entra em uma história complicada, que é a de ter um funcionário, e isto meu amigo é um problema bem maior do que se pensa. Mas uma boa organização, companheirismo entre outras coisas podem ajudar a começar a ter uma frota e uma empresa de transportes.

 

Fica aqui o texto de 150 a 250 mil, os próximos serão 2 textos em especial, um falando sobre os caminhões Zero Km do mercado (na categoria extra-pesado) e o outro será um texto sobre As barganhas dos caminhões esquecidos pelo mercado como os V8 da Scania e algumas barganhas MUITO interessantes!
Não perca, dê sua opinião e comente!

Obrigado!

Melhores a se comprar! [De 50 a 80 mil reais]

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Recentemente fizemos uma pergunta na pagina do facebook do Blog perguntando qual caminhão você compraria de 50 a 80 mil reais. A ideia é montar uma série de textos com certas faixas de valores e ver qual caminhão o pessoal do trecho gostaria de comprar.

A primeira faixa de valor estipulada foi de 50 a 80 mil reais, que é uma faixa de preço modesta, mas onde se encontra vários caminhões bons, principalmente trucks. E também é um valor que pode facilmente ser levantado para se comprar seu primeiro caminhão.

O post na Fanpage do Blog gerou vários comentários, opiniões entre outros, analisamos todos os comentários, de cada caminhão sugerido, e acima de tudo pesquisamos se realmente há caminhões deste valor no mercado, caminhões de qualidade principalmente. Porque além do entretenimento nos do Blog do Caminhoneiro também temos o papel de ajudar o parceiro da estrada com boas informações. Então vamos listar aqui alguns modelos de caminhões que os leitores sugeriram, ou nos mesmos escolhemos, que realmente estão na faixa de preço de 50 a 80 mil reais, e são dignos de serem adquiridos apontando suas qualidades e possíveis defeitos.

Scania 112hw

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Uma das melhores escolhas nesta faixa de preço para quem quer um caminhão confiável, econômico, robusto e acima de tudo com  manutenção barata é um 112 hw. Lançado nos anos 80 e fabricado até meados de 1991 o 112 hw é o antecessor do lendário 113 (com quem compartilha algumas peças nos primeiros modelos), é um caminhão excelente, quem teve (eu já tive um) não tem o que reclamar, e é um Scania. O preço desses caminhões variam de 55 para os primeiros até 75, 80 mil para os últimos modelos, se for um Jubileum (serie especial na cor preta) bem conservado, ai o valor histórico fala mais alto, ultrapassando a casa dos 90 mil. Este modelo da foto em questão esta a venda em São Bernardo do campo por 60 mil reais, e ao que parece, esteticamente, é um caminhão muito bem conservado, passou por pequenas reformas mas ainda respeita as origens. Porém no geral é um caminhão antigo, que com certeza já teve o motor retificado, cambio entre outros, então a procedência dessas manutenções são de prima importância. É um caminhão bem antigo, mas para aquele caminhoneiro que tem seu serviço certo, perto, que não exige muito do ano do caminhão e de sua potencia, e um caminhão ótimo para se ganhar o pão de cada dia.

Volvo NL12 340/360

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Assim como os que gostam de Scania também tem os que gostam de Volvo, e para estes a melhor escolha será um Volvo NL12. Fabricado entre 90 e 95 foi o Volvo para competir com os Scania 113 e 1935 da época, como podemos notar seus concorrentes da época se encontram num valor mais elevado que ele, mas isto não o deixa para trás. Com a robustez volvo é um caminhão odiado e amado. É um caminhão robusto, aguenta tranco, sobe porém quando começa a ir para oficina, o bolso pesa, assim como todo volvo que se prese. É fácil de se encontrar bons exemplares na faixa de preço entre 55 para os 340 e até 70 mil para os 360, lembrando que não estamos falando do EDC, e sim do teto baixo faixa roxa.

 

   MB 1618

1618

Quem trabalha com caminhões 6×2 e entende diz que o 1618 é o melhor truck a ser adquirido usado. Com manutenção fácil e desempenho que não deixa a desejar perto de nem um truck do seu tempo ou de 10 anos a frente (2004/2005). É o antecessor do clássico 1620, que com certeza estará no próximo texto, o 1618 quando equipado com um bom diferencial e tem boa procedência é a menina dos olhos de muitos verdureiros. Apesar de ser antigo e famoso é um caminhão um tanto raro de se achar a venda, até porque dizem que quem tem um bom não vende. Mas encontramos exemplares de até 80 mil reais na internet, mas se você procura algo especial, a casa dos 95 é ultrapassada com facilidade, custando mais caro que alguns 1620 por ai.

VW 23-210 

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Um truck bom de ano e com boa fama é o VW 23-210, com motor MWM era um dos trucks estradeiro mais famoso da época de 2003 a 2005. Com fama de corredor e que não fazia diferença de peso hoje pode fazer a alegria de um autônomo que precisa de um truck confiável e produtivo. Bons exemplares podem custar mais de 90 mil, mas se bem garimpado pode-se achar exemplares confiáveis por 75/80 mil, por serem caminhões “fora de linha” depois da chegada dos constellation, a família “titan” ficou de fora.  Abrindo uma boa oportunidade no mercado de usados.

Ford 2422 MaxTon

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Nos anos de 2003 a 2005 a classe dos trucks era dominada por 2 caminhoes, o VW 23-210 (sugestão anterior) e o Cargo 2422. O Ford com motor Cummins e o VW com o MWM deixavam quem queria comprar mais indeciso do que criança escolhendo ovos de pascoa. Hoje em dia é fácil de se encontrar na faixa de 75 a 80 mil reais um Cargo a baixo do ano de 2004 (max ton e não a série E). Que já é um caminhão de confiança e rentável. Se você encontrar um VW e um ford na mesma faixa de preço, se prepare para ficar indeciso!

MB Accelo 915c

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Não deixando os pequenos de lado, para quem quer escoar uma pequena produção, o MB accelo se encaixa perfeitamente ao trabalho, pequeno e ágil é um caminhão que não perde para seus concorrentes ford e vw, tendo acima de tudo a confiabilidade e historia da marca da estrela de três pontas. Pode ser considerado caro para sua categoria, mas estamos falando de um MB ano de 2007 a 2009, com baixa depreciação e bom comercio. Se precisa de algo ligeiro, essa é uma boa escolha!

International 9800

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Mas dai, depois de todas essas escolhas você fala “eu preciso de um caminhão forte, traçado, com ano acima de 2000, e não ligo com falta de peças”. Na faixa de preços de até 80 mil eu lhe indicaria um International 9800. Com todos os seus defeitos de escassez de peças, consumo duvidoso não se esqueça que é um 6×4 com mais de 400 cv com cabine frontal, da pra engatar em um bitrem ou um 9 eixo facilmente dentro da lei. Podem falar “não se acha um desses por menos de 90 mil” mas eu garanto que se você chega com uma proposta de 80 mil a vista para um dono que queira vender, ele te entrega as chaves sem problemas. E dizem por ai que você pode colocar um motor de outro caminhão nele e legalizar facilmente!

Estas foram as escolhas selecionadas de 50 a 80 mil reais. O próximo texto, que sairá em breve, será da faixa de 90 até 140 mil reais. E o circo vai pegar fogo, porque não se esqueçam que ai entram os “últimos dos moicanos” com bombas injetoras (113, EDC, 1935…) e as “armas de fogo” com os primeiros módulos eletrônicos (124 420, 1944, FH12 380). Deixe seu comentário, sua opinião, sua sugestão de tópico!

Abraço, até a próxima!

Quanto custa comprar um caminhão?

teste axorUma compra diferenciada, para dizer o mínimo. Ao adquirir um veículo comercial, o comprador, se possível, não deve agir como um consumidor de automóvel, que pode se dar ao luxo de fechar uma venda por questões emotivas. No caminhão, além do preço do produto, é preciso levar em conta o custo operacional, onde entram diversos itens, como seguro, manutenção, licenciamento, combustível, pneus e até mesmo a depreciação do bem.

Para se ter uma ideia dos valores que você poderá desembolsar ao adquirir um caminhão, decidimos levantar os valores médios de dois veículos – um semipesado e outro pesado. Vale ressaltar que os custos podem variar de uma região para a outra no Brasil.

Semipesado

No Brasil, o mercado de semipesados é um dos mais vastos, pois os caminhões desse nicho podem ser utilizados tanto em operações de distribuição urbana quanto para vencer médias e longas distâncias rodoviárias. Geralmente, seu Peso Bruto Total fica entre 15 e 40 toneladas, e seu público-alvo principal é o autônomo. De acordo com a Iveco, por exemplo, em mais de 60% das vendas de seu semipesado Tector 6×2, o motorista é o próprio dono do caminhão.

Iveco tector FurgãoE é com o semipesado Iveco que fazemos a projeção de preços a seguir. De acordo com a tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), um modelo Tector 240E28S Stradale (“Top de Linha” da gama, zero quilômetro e adquirido em fevereiro de 2014) sai pelo preço médio de R$ 196.000,00. Um dos melhores meios de se adquirir o produto é obter o financiamento por meio do BNDES PSI, que garante juros de 6% ao ano.

Também variáveis de região para região são os custos de manutenção. Considerando que em uma revisão o veículo necessite trocar filtro de ar, filtro de combustível e as lonas dos freios dianteiro e traseiro, o valor gire perto de R$ 615,00.

Com relação ao custo operacional, projetamos uma simulação que considere que o veículo rode, no mínimo, 10.000 quilômetros por mês. O custo operacional envolve o cumprimento de obrigações como o licenciamento e gastos com seguro, diesel, manutenção, pneus e até mesmo lubrificação. O custo total para um Tector 240E28S é de, aproximadamente, R$ 17.050,00, o que faz com que seu custo por quilômetro fique em R$ 1,70.

Pesado

Com Peso Bruto Total (PBT) acima de 40 toneladas, o segmento de pesados é um dos que mais cresceram no ano passado, quando foram vendidas mais de 55.000 unidades, 34,5% a mais do que em 2012. Próprios para as longas distâncias rodoviárias, tracionando reboques e semirreboques, os caminhões pesados são responsáveis por movimentar grande parte dos produtos do agronegócio, entre o campo e os congestionados portos.

Para levantar os preços médios, decidimos fazer esta amostra com um cavalo-mecânico Mercedes-Benz Axor 2644 6×4, equipado com transmissão automatizada PowerShift com 16 velocidades e motor com 439 cavalos de potência.

Na tabela FIPE, este modelo sai pelo preço médio de R$ 341.359,00, quando adquirido com zero quilômetro e ano de fabricação de 2014. Assim como o semipesado da Iveco, um dos melhores meios de se adquirir o Axor é obter o financiamento por meio do BNDES PSI.

Os custos de manutenção são variáveis de região para região. Em uma revisão com troca de filtro de ar, filtro de combustível e lonas dos freios dianteiro e traseiro, o valor total irá girar, aproximadamente, perto de R$ 1.634,00.

Com relação ao custo operacional, também foi projetada uma simulação que considere que o veículo rode, no mínimo, 10.000 quilômetros por mês. O custo operacional, envolvendo o cumprimento de obrigações como o licenciamento e gastos com seguro, diesel, manutenção, pneus e até mesmo lubrificação de um Axor é de, aproximadamente, R$ 25.663,00, o que faz com que seu custo por quilômetro fique em R$ 2,56.

Fonte: iCaminhões

O que define a compra

concessionaria mbComprar um caminhão para aplicações de uso rodoviário e urbano. Antes de o motorista ou transportadora pensar na aquisição do veículo, é necessário levantar uma série de questões pertinentes à vivência de ambos, tais como rotas, tipo de carga e implemento, além do rendimento do grandalhão.

Segundo o gerente comercial da Cequip, revendedora de caminhões e ônibus Volkswagen/MAN, o frotista tem de pensar no modelo de veículo que se encaixa melhor no uso diário. “A aplicação do caminhão vai de acordo com a necessidade do motorista. Ele pode usar na estrada, rodovia ou em operações que envolvam as duas situações”.

Basicamente, os caminhões são divididos em categorias. Os urbanos, ideais para o trânsito das cidades e operações de carga e descarga em tempo hábil, são chamados de 3/4 e capacidade de transporte limitada (3 a 7 toneladas, dependendo do modelo da montadora).

Já os intermediários atendem pela nomenclatura Toco, e podem ter implementos como carrocerias, baú refrigerado e/ou alongado, caçamba e coletor de lixo. O Truck (semipesado) com capacidade de carga de 24 toneladas, e para rodagem mista (meio urbano e rodovia). Por fim, aparece o extrapesado, conjunto formado pela cabine, motor e rodas de tração e capacidade de carga acima de 25 toneladas (usando semirreboque).

Novo ou seminovo?

A vantagem de um veículo novo está na manutenção facilitada. No entanto, se o proprietário fizer a troca em um curto período de tempo, o valor do caminhão para revenda despenca. É preciso considerar também o investimento para aquisição do veículo, para revertê-lo em economia e produtividade. “É preciso analisar o custo-benefício do caminhão e a depreciação dele”, orienta o supervisor de vendas da Crasa Caminhões, André Garcia. Outra boa alternativa é fazer um levantamento de manutenção anual, com o objetivo de fazer uma projeção de despesas a longo prazo.

O seminovo, por outro lado, não perde tanto seu preço de mercado em relação ao caminhão com pouco tempo de uso. Nesse sentido, entra olhar acurado do comprador (e também do mecânico) para descobrir a procedência, quilometragem real e histórico de revisões.

Conforto

Se no passado os caminhões eram pesadões e desconfortáveis para o motorista, os acessórios remodelaram os que saem de fábrica atualmente. Uns trazem câmbio automatizado, regulagem do banco e do volante para o motorista, além de um amplo espaço interno para um bom descanso após horas na estrada. Ar condicionado e direção hidráulica se tornaram itens indispensáveis às longas viagens.

“As montadoras têm se preocupado com a boa condição de dirigibilidade do motorista. A tendência faz com que ele trabalhe produza melhor”, ressalta o gerente de comercial da Ceará Diesel, Henrique Magalhães.

Fonte: O Povo

Burocracia atrapalha vendas de caminhão

Sinotruk_A7As concessionárias de caminhões tinham expectativa de bater recordes de vendas no último trimestre do ano, já que no dia 30 chega ao fim a linha PSI-Finame, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), nas condições atuais de juros de 4% ao ano. A burocracia na obtenção do financiamento, porém, atrapalhou o ritmo de vendas.

Em novembro, a demanda até se mostrou favorável, mas isso não se traduziu em aumento de emplacamentos no mês passado ante outubro. Pelo contrário, houve retração de 13,5%, apontam dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). “A venda até existiu, mas o faturamento não”, cita Teodoro da Silva, diretor de rede Iveco Vetelli, sediada em São Bernardo.

Isso por causa das idas e vindas do BNDES, que paralisou o recebimento de propostas de crédito no dia 29 de outubro, em plena Fenatran (o Salão Internacional de Transporte, principal evento do setor no País), o que obrigou as entidades do segmento a se movimentarem, indo a Brasília para pedir que fossem destinados mais recursos para essa linha e fosse reativado o financiamento. Dias depois, o PSI foi retomado e houve postergação do prazo para a entrada dos pedidos (que terminaria em novembro e foi estendido até dia 13), mas as dificuldades para a efetivação dos negócios se arrastaram, também pela necessidade de adequação dos agentes (as instituições financeiras que operam as linhas do banco do governo) às mudanças nas normas.

Esses problemas burocráticos contribuíram para afetar os resultados do setor no mês, mas algumas marcas tiveram alta na comercialização. “Para nós, houve aquecimento. Existe hoje até falta de modelos”, diz o gerente da Volkswagen Apta Antônio Pascual Parames, o Toninho. “A Scania bateu recorde, vendeu 2.175 unidades, houve corrida às compras por causa do PSI”, assinala o gerente da revenda Codema em São Bernardo, Maurício Miranda, que registrou alta de 15% nas vendas em novembro. Os números são significativos, já que a montadora é focada em caminhões pesados.

No mês, o principal destaque foi a Mercedes-Benz, que ficou na liderança, com 28% do total vendido, seguida pela Volkswagen Man (24%) e Scania (14%), segundo a Fenabrave. No acumulado do ano (janeiro a novembro) – em que o setor ainda está com vendas 12,7% maiores que no mesmo período de 2012 –, a Volkswagen segue na dianteira, com 25,84% do mercado.

Para dezembro, as expectativas são de desaceleração da procura, já que este é um mês curto, por causa das festas de fim de ano e também por tradicionais paradas de produção das montadoras. Além disso, haverá apenas mais uma semana para a entrada de pedidos no BNDES para os transportadores se beneficiarem dos juros de 4% ao ano. “Deverá ser um dos piores meses do ano”, prevê Toninho, da Apta. “Estamos prevendo vendas 40% menores”, afirma Silva, da Iveco.

Os concessionários agora aguardam a definição do governo em relação à nova taxa do PSI-Finame (que é destinado à compra de caminhões, ônibus e máquinas) para 2014. Representantes da União já informaram que a linha será prorrogada, mas os juros deverão subir.

Montadoras vão dar férias coletivas e reduzir produção neste mês

Um dos fatores que devem ajudar a reduzir as vendas de veículos em dezembro é a tradicional parada das montadoras, com a colocação dos trabalhadores em férias coletivas.

Em São Bernardo, a Mercedes-Benz põe os funcionários da área produtiva de ônibus de São Bernardo em casa a partir de segunda-feira (dia 9), e os de caminhões, a partir do dia 16, com retorno, em ambos os casos, só no dia 7 de janeiro. A área de veículos de carga da Ford no bairro Taboão, no mesmo município, também para dia 16 e volta à atividade dia 6 do mês seguinte. Por sua vez, os trabalhadores da produção de carros dessa fabricante entram de folga a partir do dia 23, voltando também no dia 6. Os funcionários da Scania e o pessoal da área produtiva da Volkswagen na região também entram em férias dia 23, mas a Scania definiu a volta ao trabalho dia 15 de janeiro para esses empregados e, a Volks, no dia 6. Já a área administrativa da unidade Anchieta da montadora alemã para dia 23 e retorna dia 7.

Em São Caetano, a General Motors interrompe a produção, colocando os trabalhadores da produção em coletivas, a partir do dia 23, com o retorno só dia 20 de janeiro.

Fonte: Diário do Grande ABC

BNDES recebe pedidos de financiamento de veículos rodoviários até 13 de dezembro

Scania_R440_StreamlineDesde segunda-feira (25) até o dia 13 de dezembro, micro, pequenas e médias empresas podem pedir financiamento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para aquisição de veículos rodoviários com juros de 4% ao ano. O crédito deve ser solicitado indiretamente, ou seja, junto a agentes financeiros credenciados no BNDES. Os recursos são do Programa de Sustentação de Investimentos (PSI), que prevê crédito mais barato para realização de investimentos por parte das empresas. A partir do ano que vem, a previsão é de elevação da taxa.

Entre os itens que podem ser adquiridos com a linha estão ônibus, caminhões, caminhões-tratores, carretas, chassis e carrocerias para ônibus e caminhões, cavalos-mecânicos, reboques, semi-reboques, carros-fortes e equipamentos especiais adaptáveis a chassis (como plataformas, guindastes e betoneiras).

Caminhões novos também podem ser financiados por pessoas físicas, residentes no Brasil, desde que sejam produtores rurais e cujo investimento se destine ao setor agropecuário, no limite de até três itens.

Os recursos podem ser utilizados, por exemplo, para renovação da frota de veículos pesados. Atualmente, são cerca de 230 mil caminhões com mais de 30 anos em circulação no país. Com tecnologias ultrapassadas, os veículos aumentam o custo do transporte, a poluição e os riscos de acidentes. Nessa segunda-feira, a Confederação Nacional do Transporte (CNT), juntamente com outras entidades, apresentou ao governo federal o Plano Nacional de Renovação de Frota de Caminhões. A proposta sugere a criação de linhas de financiamento especiais e benefícios fiscais para viabilizar a mudança, além da regulamentação de centros de reciclagem de veículos.

Os prazos de pagamento do financiamento do PIS variam de acordo com cada item, mas podem chegar a até 10 anos, com no mínimo três meses de carência.

Os prazos para homologação do pedido de financiamento e as regras estão previstas em aviso publicado no dia 22 de novembro pelo BNDES.

Fonte: Agência CNT de Notícias