Motores Volvo na Copa do Mundo 2014

Volvo PentaA Volvo Penta, divisão de motores marítimos e industriais do Grupo Volvo, está ampliando seu foco de atuação na América Latina. A marca é líder no segmento de motores marítimos de lazer no Brasil e, desde o início deste ano, está concentrando esforços também no mercado de motores industriais de grande porte, de 13 a 16 litros.

“O Brasil é um mercado de grande potencial. A evolução sócio econômica do país demanda por maior automatização nos segmentos agrícola, industrial e de infraestrutura, o que gera o aumento da necessidade de geração de energia”, explica João Zarpelão, diretor de motores industriais da Volvo Penta South America.

Os modelos da marca são indicados para geradores de energia, irrigadores, bombas de incêndio e picadores, entre outros. O mercado brasileiro de motores industriais de grande porte é de cerca de 20 mil unidades por ano.

Para atingir esta meta, a Volvo Penta aposta em relações comerciais com empresas que atuam neste mercado, como a Stemac, líder no segmento de geradores de energia no país. Os motores da marca já equipam os geradores Stemac de dois estádios que vão receber jogos da Copa do Mundo de 2014, a Arena Beira Rio, de Porto Alegre; e a Arena Amazônia, em Manaus. Além disso, os aeroportos de Natal, Brasília e Guarulhos também terão geradores de energia equipados com motores Volvo Penta.

“Nossa meta é ser o parceiro profissional preferido de empresas que fornecem estes tipos de produtos”, afirma Zarpelão.

Pela robutez e baixo consumo de combustível, os motores industriais Volvo Penta são indicados, especialmente, para aplicações que exigem alta disponibilidade e uso contínuo, como grandes shows, trabalhos em lugares remotos sem acesso à energia elétrica e operações de construção e mineração.

Os motores são importados da Suécia. Para atender à demanda por assistência técnica e de atendimento aos clientes, a Volvo Penta planeja utilizar a mesma estrutura da Volvo Construction Equipment no país, formada por uma rede de 33 pontos de atendimento espalhadas pelo interior e litoral. “Podemos aproveitar a estrutura já existente pelas características e similaridade dos negócios”, destaca Zarpelão.

Fonte: Volvo

Na boleia: Arena Corinthians testa caminhoneiros com simulador

Dirigir caminhão não é uma tarefa fácil. Fica ainda mais difícil com uma carga de 25 toneladas e um trânsito caótico como o de São Paulo. Para ajudar os caminhoneiros que trabalham na obra da Arena Corinthians, palco da abertura da Copa do Mundo de 2014, a Odebrecht usou um simulador para treinar os profissionais.

Foram três semanas de treinamentos no último mês de março. Um grupo de 44 motoristas passou pelo aparelho, sob o comando do instrutor Luis Carlos Santos.

- É mais fácil dirigir um caminhão do que um carro, porque quem faz a condução de um caminhão são profissionais, na maioria das vezes orientados e capacitados. Já o motorista amador não tem muito conhecimento. E por isso se torna mais perigoso no comando de um carro – comentou o instrutor.

A máquina em que o simulador é operado fica dentro de um container. Nele, foi instalada uma boleia de caminhão. Na frente, uma tela em 180 graus aumenta a sensação de realidade, já percebida com o barulho e a intensidade dos pedais e do volante. É possível simular vários tipos de situação, como explica Luis Carlos.

- No simulador nós conseguimos criar situações de trânsito, na cidade e na rodovia, mudamos também o clima, com sol, chuva, neblina, noite, dia e outros momentos adversos. Tudo isso justamente para capacitar o condutor, para ele estar preparado na hora que viver aquilo na realidade – acrescentou.

Carlos Gabos, gerente de equipamentos da Odebrecht, também é responsável por esse treinamento dos motoristas. Na verdade, o curso termina no simulador. Mas começa antes, bem antes, com aulas teóricas de prevenção e controle de riscos. Tanto que esse grupo de 44 motoristas iniciou essa preparação em novembro.

- Todos os motoristas que estão passando por esse simulador são experientes. Os colocamos nesse programa para que eles possam aperfeiçoar a habilidade de operar. Esse processo está inserido em um projeto de percepção de riscos e análise de falhas – declarou Garbos, que é engenheiro mecânico.

Aos que chegam para ser testados no simulador, a boleia de caminhão dentro de um container e a tela em 180 graus à frente causam estranheza. Como foi o caso de Amilton Liberato, caminhoneiro profissional há mais de 20 anos. Antes de iniciar seu teste, ele ficou desconfiado e ansioso.

- É a primeira vez que vou encarar um simulador, mas não deve ser difícil. Estou um pouco nervoso, mas vai dar para desempenhar o que sei – falou Liberato.

E deu! Amilton fez um percurso de 10 quilômetros em 20 minutos, considerado bom pelo instrutor Luis Carlos Santos.

- É bem real. São poucas as diferenças as diferenças para um caminhão – finalizou.

Com mais de 30% da obra pronta, a Arena Corinthians tem previsão de ser entregue em dezembro de 2013. Fora da Copa das Confederações, o estádio do Corinthians será palco da abertura da Copa do Mundo, em 2014. No próximo dia 30 de maio, completa um ano que a construção foi iniciada.

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Fonte: Globo Esporte