Chegou a hora de desligar o motor

Djalma Fogaça construiu uma carreira de sucesso no automobilismo

Quando começar a próxima temporada da Fórmula Truck, no dia 7 de março, com a primeira etapa em Guaporé-RS, o sorocabano Djalma Fogaça estará do outro lado do rádio. Ele não ouvirá mais as instruções vindas do box no volante de seu Ford, mas estará na outra ponta da linha passando as coordenadas aos novos pilotos como chefe da equipe DF Motorsport. Após conquistar em Brasília o terceiro lugar na última etapa de 2009 e subir ao pódio, o sorocabano, apelidado de Caipira Voador, abandonou as pistas depois de brilhar por 26 anos em inúmeras categorias do automobilismo, dentro e fora do país.

A trajetória de Djalma Fogaça começou em janeiro de 1983 no kart, quando disputou sua primeira corrida. No mesmo ano, ingressou no Campeonato Brasileiro de Marcas, correndo com um Corcel 2 e depois com um Passat. Em 84 disputou a Fórmula Fiat e no ano seguinte chegou à Fórmula Ford, onde permaneceu até 89. Nela foi vice-campeão paulista já no primeiro ano e terceiro colocado no Campeonato Brasileiro. Em 86 sagrou-se campeão paulista e em 88 campeão brasileiro.

Cuidar da carreira do filho Fábio Fogaça será uma das atribuições

Em 89 cruzou os limites brasileiros, quando correu o Sul-Americano de Fórmula 3 na Argentina, primeiro em uma equipe daquele país, depois indo para outro time em 90, com um carro inglês de chassi Renner e motor Toyota. Logo em 91, foi para a Europa, conquistando a quinta colocação no campeonato de Fórmula Opel, com vitória na Itália, na preliminar do GP de Fórmula 1. Em 92 retornou para o Brasil na Fórmula Chevrolet e sagrou-se campeão da categoria.

Stock Car

Em 94 Fogaça fez seu primeiro ano de Stock Car e logo de cara marcante, tanto positivo como negativamente. Depois de uma ótima temporada, o sorocabano chegou à última etapa podendo conquistar o título. Mas para isto tinha que secar o piloto Ingo Hoffmann, que estava à frente na classificação e não podia pontuar em nenhuma das duas baterias. Na primeira delas, Fogaça venceu e Ingo abandonou por causa de quebra do motor. Na segunda bateria, Fogaça largou na frente e logo na terceira volta recebeu o recado dos boxes: capricha aí que o Alemão (Ingo) tá fora. Eu tava tranquilo, ganhando a corrida com sete segundos na frente. Só que faltando três voltas quebrou o motor do meu carro. Foi muito marcante, pois era meu primeiro ano de Stock e da equipe também. Seria um fato inédito, um novato e uma equipe novata ganharem o título, lembrou Fogaça, que naquele ano ainda seria eleito o piloto revelação.

Após não ter um desempenho muito bom em 95, ele voltou a melhorar no ano seguinte, vencendo três corridas, inclusive uma inédita, única até os dias atuais, realizada no circuito oval de Jacarepaguá. Em 97, outra decepção, uma das maiores delas: Fogaça tinha tudo para fazer uma ótima campanha, com uma equipe que iria disputar o título (a Desodorante Axé – na época Gessy Lever). Só que a marca não renovou com o evento Stock Car e acabou desligando também a equipe.

Fórmula Truck

Assim que saiu – forçadamente – da Stock, Djalma recebeu um convite para andar pela Fórmula Truck. E foi talvez seu maior amor dentro das pistas, disputando corridas de caminhão. Deus escreve certo por linhas tortas, afirma.

Só que naquela oportunidade, foi muito difícil a adaptação, já que a Fórmula Truck não era profissionalizada e era disputada por caminhoneiros. Logo na sua primeira corrida em Caruaru, portanto, notou uma diferença. A Stock Car já era elitizada e na Truck os caras usavam macacão de pano mesmo. Não tinha nível de equipe, os caras de chinelo de dedo, calção, tênis e a categoria era muito amadora. Só que o público foi de 35 mil pessoas e na segunda corrida 52 mil, então pensei que o caminhão ia ser bom financeiramente, porém nunca acreditei que ia chegar onde chegou.

Lá também colecionou conquistas, cinco vezes terceiro lugar, nos anos de 1997, 2000, 2002, 2003 e 2005 e colaborou com o título de seu companheiro de equipe (Ford) Beto Monteiro em 2004. Além do primeiro piloto a vencer uma corrida com o caminhão Volvo, Ford e cara chata.

Em 2003, ele teve sua maior decepção na carreira, quando liderava a competição com 43 pontos na frente do segundo colocado, a três corridas do final, e acabou perdendo o campeonato. Ele acredita ter sido prejudicado neste ano pelo organizador da competição (Aurélio Batista Félix, que tinha caminhões competindo), já que numa das provas acabou desclassificado. Foi um negócio político eu não ganhar. Quando ganhamos em 2004, a decisão da Ford foi de trabalhar para o Beto Monteiro. Porque se a gente tentasse de novo comigo, ia perder outra vez.

A hora de parar

A decisão de parar de correr foi tomada há dois anos. Além do início da carreira do filho Fábio Fogaça (campeão da Stock Júnior em 2009), outro motivo foi a questão da forma física. Para ele, tudo tem um começo, meio e fim e não seria justo com as marcas que o seguem, com o público que o acompanha, continuar sem estar bem fisicamente para guiar. Você não estar 100% é ser uma enganação.

E agora, vai seguir novos passos, do outro lado do rádio, como chefe da equipe, situação que deixou evidente naquela decisão de apostar em Beto Monteiro, abrindo mão da sua própria possibilidade de título. Eu tomei todas as decisões naquele ano, com o título. E vi que poderia ser um chefe de equipe.

A despedida

E sua despedida, no autódromo de Brasília, foi totalmente estranha. Ele comenta que nem tinha se dado conta que seria sua última corrida, e que a ficha caiu somente quando os alto-falantes anunciaram meia-hora para abertura dos boxes.

Djalma Fogaça disse que pegou a moto e foi em direção das pessoas envolvidas na Fórmula Truck para se despedir, da portaria aos comissários. Quando chegou lá, não conseguiu mais conter a emoção: Você ver um cara como o Montagner, que é diretor de prova de Fórmula 1 e tem uma grande força no meio, desabar a chorar, juntamente com todos os outros comissários, é um sinal que você significou alguma coisa no automobilismo.

Depois, foi ao motorhome, dobrou o joelho e orou, agradecendo a Deus por ter guardado sua carreira e fez um pedido especial: Pedi a ele que me desse uma corrida digna. Dai larguei em 19º., passei a primeira volta em 23º e cheguei em 3º. de 25 caminhões. Foi uma corrida fantástica. Foi uma coisa preparada por Deus mesmo.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

Pilotos André e Jean Azevedo fazem últimos treinos para Rally Dakar 2010 em Taubaté

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Os pilotos joseenses André e Jean Azevedo fazem os últimos treinos em Taubaté para o Rally Dakar 2010, que pelo segundo ano será entre Argentina e Chile. E apesar da distância entre o vale e os Andes, eles encontraram na região um terreno bem parecido com o da prova.

Rasgando trilhas, espalhando barro e atravessando a vegetação que os pilotos vão conduzir no maior rally do mundo. Para guiar a máquina de sete toneladas André Azevedo é sempre um nome de peso. O joseense é o brasileiro mais experiente quando o destino é o Dakar.

Está nas mãos do piloto a responsabilidade de levar o país ao pódio na categoria de caminhões, a 150 por hora. “O maior desafio é passar pelos lugares apertados e lá no Andes tem uns lugares que são bem precipício, um lugar muito estreito para caminhão”, contou o piloto, André Azevedo.

Uma vez por semana o joseense treina puxado em terras taubateanas, acompanhado do seu navegador natural de Taubaté. Cada detalhe do veículo é ajustado pela dupla, que faz um pouquinho de tudo. “Você tem que estar sempre pronto para qualquer imprevisto, qualquer coisa que possa vir a acontecer. A gente é navegador, mas entende também de mecânica, todo mundo é um pouco de tudo ali dentro”, falou o navegador, Michael Justo.

Um outro Azevedo, o Jean, também vai completar a equipe. Bicampeão brasileiro na categoria carros, o ex-piloto de motos, conseguiu a melhor colocação entre os estreantes da edição passada e ficou em 23º lugar na classificação geral. Mas a trajetória ainda é longa para saltar de posição. “A expectativa é, de novo, chegar ao final. O Dakar é uma prova muito longa exige muito dos pilotos, navegadores e dos carros. Esse ano de novo o primeiro objetivo é chegar até o fim”, disse o piloto Jean Azevedo.

O caminho lógico é muito mais longo. São nove mil quilômetros de estrada de chão. E o treinamento é feito no trecho de Taubaté porque lembra bem a região dos Andes, entre Argentina e Chile, onde o rally terá início.

“Aqui em Taubaté é mais para a gente ir praticando, testando os veículos e vendo se está tudo em ordem, mas na verdade a gente vai enfrentar muita areia que a gente não tem aqui na região e com certeza a dificuldade lá vai ser muito maior do que aqui”, salientou Jean.

Os pilotos embarcam no dia 27 de dezembro. O rally Dakar será realizado entre o dia primeiro e 17 de janeiro. Participam da competição 185 motos, 138 carros e 50 caminhões.

Fonte: VNews

Roberval faz testes preparatórios em Goiânia

O Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck voltará à cena na semana que vem, com a oitava das 10 etapas da temporada de 2009. A corrida vai confrontar os pilotos no Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, circuito onde jamais houve uma corrida da categoria dos caminhões. A novidade frisa a importância do trabalho de preparação desenvolvido por pilotos e equipes em suas oficinas ou nos testes preparatórios que antecedem a disputa.

Roberval Andrade, terceiro colocado na classificação do campeonato, deu início nesta terça-feira (13) a uma bateria de dois dias de testes com o caminhão Scania da RVR Motorsport. A atividade acontece no autódromo de Goiânia, onde também fazem testes os goianos José Maria Reis e Leandro Reis. Os dois, tio e sobrinho, são pilotos da Original Reis Peças, time que também utiliza caminhões da Scania nas disputas da Fórmula Truck.

A RVR Motorsport, equipe comandada por Andrade, presta consultoria e assessoria técnica ao time dos goianos. Todo o desenvolvimento empreendido no caminhão do paulista é transferido, automaticamente, aos Scania dos pilotos da Original Reis Peças. “Por isso, a opção por fazer esse teste em Goiânia. Além da preparação para a corrida em Santa Cruz, adiantamos o trabalho de equalização de rendimento dos três caminhões da marca”, explica o paulista.

Fonte: F1 Mania

Volkswagen defende liderança total em Buenos Aires

A Fórmula Truck disputa neste domingo a sua primeira corrida fora do Brasil, no tradicional circuito Oscar Valdez em Buenos Aires, Argentina. A liderança do campeonato é da Volkswagen, com 318 pontos, contra 196 da segunda colocada. Entre os pilotos, os dois primeiros lugares também são da Volkswagen, com Valmir Benavides tendo 128 pontos e Felipe Giaffone com 109, ambos guiando o caminhão Volkswagen Constellation.

“É muito bom chegar na Argentina como líder do campeonato. Mas nossa preocupação é continuar mantendo estes bons resultados, ainda mais em uma etapa histórica como esta”, diz Benavides, também conhecido por Hisgué.

Apesar da ponta na tabela, ele garante que ainda não faz conta pensando no campeonato – depois da etapa argentina, restarão mais três provas para definir o campeão de 2009. “A diferença de pontos é pequena para os outros. Eu quero é buscar meu lugar no pódio e, claro, somar o melhor resultado para terminar o ano em primeiro”, comenta Hisgué, que tem como retrospecto neste ano uma vitória, um segundo, dois terceiros e um quarto lugares.

A briga interna com seu companheiro de equipe na Volkswagen também é atração deste final de semana histórico da F-Truck, que correrá no mesmo final de semana que a popular Top Race, que esteve em Interlagos junto da categoria brasileira no último dia 19 de julho. Agora é a vez da categoria de caminhões correr em Buenos Aires, onde são esperadas mais de 50 mil pessoas nas arquibancadas.

“Será um evento histórico e todo piloto sonha em participar de momentos marcantes do automobilismo, por isso me sinto realizado com a corrida deste final de semana”, diz o experiente Felipe Giaffone. A expectativa é de um bom resultado para o time que lidera o campeonato, embora o piloto e também chefe de equipe Renato Martins (Volkswagen) alerte para a proximidade dos adversários nesta etapa em especial.

A sétima etapa da F-Truck será disputada em Buenos Aires a partir de sexta-feira, com a realização dos primeiros treinos livres. A corrida será no domingo, às 13h00, com transmissão ao vivo da Band.

Fonte: Amigos da Velocidade

Piquet ansioso com as duas novidades da F-Truck

A Fórmula Truck reserva grandes desafios para seus pilotos e equipes nas próximas duas etapas da temporada 2009. No próximo dia 20 de setembro, a categoria corre no Autódromo Juan y Oscar Galvez, na Argentina e, na sequência – em 25 de outubro – passa pelo circuito de Santa Cruz do Sul no Rio Grande do Sul. Duas pistas que recebem pela primeira vez a categoria de caminhões que ultrapassam os 200 km/h. Na prova de Buenos Aires, o brasiliense Geraldo Piquet acredita que o equilíbrio deve ficar ainda maior. Além do desafio de encontrar o melhor acerto para os caminhões em uma pista desconhecida, o traçado com longas retas deve beneficiar os modelos Axor da Mercedes-Benz, utilizados pela equipe ABF. “Uma pista desconhecida é um grande desafio para acertar o caminhão. Como temos intervalos curtos entre os treinos e cada mudança leva um bom tempo, você precisa contar com uma dose de sorte para chegar à pista e já ter uma configuração na direção certa”, avalia Geraldo Piquet.
Sem treinos no circuito argentino, os engenheiros da Fórmula Truck devem levar apenas um acerto básico para, durante os ensaios da sexta-feira, desenvolver o ajuste fino dos caminhões. “Temos alguma ideia da relação de marchas, mas outros pontos, como a suspensão, por exemplo, só podemos trabalhar na pista, quando soubermos quais são as condições do asfalto”, lembra Geraldo, que busca sua recuperação no campeonato depois de duas etapas consecutivas com problemas no caminhão.

“Temos um caminhão para ficar entre os três primeiros do campeonato e até brigar pelo título, mas precisamos passar essa maré de falta de sorte. Infelizmente tive uma série de problemas que me impediu de fazer uma campanha no mesmo nível do ano passado”, comenta o atual vice-campeão da Fórmula Truck que figurou entre os três melhores até a metade da temporada 2009.

Em Buenos Aires a Fórmula Truck deve utilizar o traçado de número 8 do Autódromo Juan y Oscar Galvez. Essa pista tem 3.380 metros de extensão em um dos principais complexos de esportes a motor do país – que foi palco do GP da Argentina de Fórmula 1 durante mais de 20 anos, com sua última realização em 1998. A Fórmula Truck vai dividir a pista com mais uma etapa da Top Race V6, uma das mais importantes competições de carros turismo da Argentina. O evento conclui o intercâmbio proposto pelas categorias neste ano, que começou com a vinda da Top Race para a etapa da Fórmula Truck disputada em São Paulo no mês de julho.

Fonte: Amigos da Velocidade

Adalberto Jardim animado para competir em Londrina

formula truck

Experiente piloto terá equipamento mais bem preparado para sua segunda corrida na temporada

Após reestrear na Fórmula Truck na última prova, disputada em Interlagos, o paulista Adalberto Jardim (Terram Racing/Pillar Empreendimentos/Transamérica) está muito mais otimista para a disputa da 6ª etapa da competição, que acontece neste domingo (16/08) em Londrina. “Estou muito animado com toda a parte técnica, confio num bom resultado”, explica o experiente piloto, que tem três pódios na categoria mais popular do automobilismo nacional. A corrida terá transmissão ao vivo da TV Bandeirantes a partir das 13h.

O principal motivo da animação de Adalberto Jardim é que nesta corrida seu Ford Cargo estará mais bem preparado. O equipamento da Terram Racing terá radiador, caixa de direção e rodas novas, um novo diferencial com relação adequada para a pista, amortecedores dianteiros e molas corretas, além de um motor mais desenvolvido. “O caminhão agora será exatamente igual ao do (Djalma) Fogaça e do Júnior (Urubatan Helou)”, afirma o piloto. Sua equipe conta com o desenvolvimento da AJ5 Motorsport e terá assistência técnica da DF Motorsport.

Jardim conta que só não teve o caminhão nas condições ideais na corrida passada porque tudo foi decidido e consequentemente feito em cima da hora. “Para esta corrida tivemos tempo de fazer tudo. Agora estaremos competitivos, tem grande chance de dar tudo certo”, comenta o titular da Terram Racing/Pillar Empreendimentos/ Transamérica.

Adalberto Jardim tem o apoio das empresas Terram/Pillar Empreendimentos/ Transamérica/ZF/Brasiltractor/Festa do Peão de Boiadeiro – Barretos/Motorcar.

Fonte: Karting and Race news

Fórmula truck – Caminhões pesados devem ter vantagem em Interlagos-SP

A corrida mais badalada da temporada da Fórmula Truck acontece neste domingo, em Interlagos. Válida pela quinta etapa da temporada, a prova desperta ainda mais a atenção da torcida e pilotos envolvidos.

“Por tudo isso esta se torna a principal corrida do ano. Os representantes de todas as montadoras estão em peso e todo mundo se esforça e trabalha mais para mostrar serviço. Vai faltar lugar no pódio para todos que querem ficar entre os primeiros”, afirma Djalma Fogaça (Ford Racing Trucks), quinto colocado no campeonato com 47
pontos.

E nessa briga para ver quem será o melhor na etapa mais cobiçada do ano, os caminhões maiores e mais pesados devem levar uma ligeira vantagem. “Aqui em Interlagos a pista tem trechos longos de retas e uma subida muito grande no início da reta de chegada, que exige muita força do motor. Os caminhões maiores saem na frente nesta parte”,
afirma Fogaça.

Mas o sorocabano acredita que pode levar seu leve Ford Cargo a boas posições. “Nas etapas passadas nós estávamos na lista dos favoritos e estivemos rápidos. Acho que podemos repetir o bom desempenho“, afirma o piloto que soma três pódios nas quatro primeiras etapas.

A chave para seguir entre os primeiros é garantir uma boa posição de largada. “Nosso caminhão é rápido no formato da classificação, que é uma volta rápida com pneus frios. Temos que aproveitar essa situação, porque se não largamos na frente teremos bem menos chance de um bom resultado”, explica o titular da Ford Racing Trucks, que na corrida passada completou 100 largadas na categoria.

Para São Paulo a principal modificação nos caminhões da equipe DF Motorsport é no sistema de freios. “Vamos testar um redimensionamento em toda a refrigeração e esperamos que melhore nosso desempenho”, conta Fogaça. “No mais, vamos seguir o mesmo trabalho, que é nos aproximar dos Volks e dos Mercedes. Estamos conseguindo”, completa.

Veja a programação para o fim de semana em Interlagos:

Sexta-feira, 17/07
12:00 – 13:00: Treino livre
15:00 – 16:00: Treino livre

Sábado, 18/07
09:15 – 10:15: Treino livre
11:15 – 12:15: Treino livre
14:00 – 16:15: Treino classificatório

Domingo, 19/07
09:45 – 10:15: Warm Up
14:10: Largada para a 5ª etapa

Fonte: Esportes a Motor