Tecnologia Scania Driver Support agora está disponível para linha de ônibus

Newsroom-13-de-janeiro-Scania-Driver-Support-650x340O Scania Driver Support é um sistema de apoio ao motorista que funciona como instrutor virtual e, por meio do computador de bordo, dá dicas para melhor o estilo de condução. A tecnologia, que já é item de série nos caminhões Scania Streamline, agora está disponível para os chassis de ônibus fabricados pela montadora.

O sistema funciona como complemento do Treinamento de Motoristas Scania. Os itens avaliados pela ferramenta são quatro: condução em aclives e declives, uso do freio auxiliar Scania Retarder, antecipação de frenagens e uso das marchas (rotação do motor).

O sistema faz a leitura dos dados operacionais do veículo em tempo real e envia mensagens aos motoristas sobre como otimizar a condução a fim de reduzir o consumo de combustível e aumentar a vida útil dos componentes do chassi.

Com a novidade, os clientes Scania que atuam no segmento de transporte de passageiros têm acesso a mais uma ferramenta desenvolvida pela Scania para aumentar a segurança nas estradas e proporcionar maior rentabilidade.

Fonte: Scania

Direção econômica pode reduzir consumo de combustível em 10% em média

painel mb actrosVocê sabia que, se dirigir de forma adequada seu veículo, é possível diminuir em, média, 10% o consumo de combustível? Além disso, a vida útil dos equipamentos pode ser prolongada, reduzindo, também, a emissão de gases poluentes. As informações são da técnica da Coordenação de Estudos e Projetos do Sest Senat, Katiane Batista.

“A direção econômica, ou condução econômica, consiste no conjunto de conhecimentos e práticas que visam um melhor aproveitamento dos recursos naturais, de equipamentos e de mão de obra. Dessa forma, significa operar o veículo de modo a acionar os mecanismos de controle (acelerador, freios, direção, caixa de transmissão) em sintonia com as situações que acontecem ao logo da viagem (subidas, descidas, retas e curvas)”, explica Katiane.

Katiane cita a experiência recente do Sest Senat de São Vicente (SP). A unidade realizou acompanhamento de duas turmas do curso Condução Segura e Econômica, promovida em parceria com uma montadora e constatou que, quando comparados o modo de condução dos alunos no primeiro e no último dia do curso para motoristas de caminhão, há uma melhora de 14% no consumo de combustível e 19% no tempo gasto no trajeto.

A influência do condutor na eficiência energética é um dos temas que serão tratados durante o 1º Seminário Internacional sobre Eficiência Energética de Veículos Pesados, que acontece nos dias 5 e 6 de junho, em Brasília. O evento é promovido pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e pelo Programa Ambiental Despoluir, em parceria com o International Council on Clean Transportation (ICCT) e o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA).

Em agosto de 2012, a CNT e o Sest Senat firmaram parceria com a Fundação Coordenação de Projetos, Pesquisas e Estudos Tecnológicos – COPPETEC. Um dos objetivos desta parceria é desenvolver, implementar e avaliar um programa de direção econômica voltado para o transportador urbano de cargas. Os resultados do Programa também serão divulgados no 1º Seminário Internacional sobre Eficiência Energética de Veículos Pesados.

Confira dicas para dirigir de forma econômica:

- Guiar com previsão (não frear nem acelerar sem necessidade);
- Operar na faixa ideal de rotação do motor;
- Sempre que possível, pular marchas;
- Não acelerar durante a troca de marchas;
- Aproveitar a inércia do veículo, considerando as fontes de resistência ao deslocamento do veículo (a aceleração deve ser feita de modo lento e gradual);
- Utilizar corretamente os freios;
- Trafegar apenas com o veículo engrenado;
- Manter pneus calibrados;
- Acompanhar o desempenho do veículo.

Serviço

1º Seminário Internacional sobre Eficiência Energética de Veículos Pesados
Data: 05 e 06 de junho
Local: Auditório Thiers Fattori Costa, Sede da CNT, em Brasília/DF (Setor de Autarquias Sul, Quadra 01, Ed. CNT)
Faça sua inscrição no site do Despoluir. A participação é gratuita. Vagas limitadas!

Fonte: CNT

Dirigir com economia

Para diminuir os gastos com combustível, que em alguns casos representa 35% da despesa final, muitos motoristas procuram por um veículo mais econômico. O que poucos sabem, porém, é que é possível conseguir essa economia somente mudando a forma de dirigir. Algumas atitudes simples, como ter sensibilidade e acreditar no torque do motor e no aproveitamento das marchas, utilizar o freio motor e não deixar o veículo na “banguela” nos declives, podem fazer a diferença. Além disso, não abrir mão dos cuidados normais de manutenção, como regulagem da bomba injetora, limpeza dos bicos e pressão dos pneus, podem ajudar nessa economia.

A Iveco, que possui uma gama de produtos e tecnologias que oferecem soluções completas na economia de combustível, traz aqui algumas dicas do supervisor de Assistência Técnica da Iveco, Carlos Augusto de Souza, que podem contribuir para a redução dos custos com combustível.

- Principais dicas para economizar combustível durante as viagens de caminhão
O controle visual do conta-giros do caminhão é uma forma extremamente eficiente de economia de combustível. Observando sempre o meio da faixa verde do ponteiro e com uma folga de pedal do acelerador, o motorista utilizará a faixa de torque do veículo. Nessas rotações a pressão de turbina diminui e a eficiência do motor aumenta reduzindo seu consumo. Outra alternativa, que complementa a primeira, é que uma boa parte dos caminhões Stralis tem medidor de pressão de turbo. Com este equipamento, administramos melhor o curso do acelerador já que ao pressionar o mesmo, instantaneamente a pressão do turbo varia o seu valor. Com este indicador é possível utilizar o mínimo de pressão e garantir um bom desempenho.

- Veículos sobrecarregados ou com carga mal distribuída consomem mais combustível
O sobrepeso compromete todos os componentes da suspensão, além de consumir mais combustível e diminuir a vida útil da embreagem. As cargas mal distribuídas lateralmente mudam o equilíbrio do veiculo e causam desgaste localizado; e as cargas mal distribuídas verticalmente comprometem a estabilidade direcional do veiculo, alterando seu centro de gravidade.

- Além dos riscos já conhecidos na prática da “banguela” (usar o ponto motor quando o veículo adquire velocidade), existem outros danos para o caminhão e tem reflexo no consumo de combustível
A banguela é uma prática antiga e já em fase de extinção, pois os motoristas foram lendo, recebendo informações e perceberam que utilizar o veículo engrenado além de ser mais seguro, é mais econômico que a banguela. Com o veículo engrenado e sem o acelerador pressionado, os motores entram em estado de corte (combustível zero), ou seja, o motor passa a segurar a carga e a carga empurra o veiculo. Dessa forma, é muito mais fácil manter o controle do veiculo e conseguir uma boa economia.

- Ar-condicionado consome mais combustível quando as janelas estão abertas
O ar condicionado de um caminhão é similar a uma geladeira doméstica. Quanto mais tempo a porta permanecer aberta, mais tempo o sistema deverá trabalhar para manter a temperatura pré-estabelecida. Dessa forma, o ar condicionado quando utilizado com janelas abertas nunca se desliga, e isso ocasiona um consumo adicional de combustível.

Fonte: Blog Iveco

Ford troca o aço pelo alumínio

Em Detroit, a Ford Motor Co. está trabalhando numa das maiores apostas dos seus 108 anos de história: uma picape com a lataria praticamente toda de alumínio.

Esse redesenho radical ajudará a cumprir metas mais rigorosas de economia de combustível impostas pelo governo americano, as quais estão começando a ter uma ampla gama de efeitos sobre as montadoras de Detroit. Mas a Ford terá que superar uma série de obstáculos na manufatura, além de convencer os adeptos mais ferrenhos das picapes de que o alumínio é tão resistente quanto o aço.

A Ford espera que a mudança para o metal mais leve reduzirá o peso de sua picape F-150 em torno de 320 quilos, segundo executivos da empresa a par dos planos. Isso representa cerca de 15% do peso da F-150, que é a caminhonete mais popular da montadora nos Estados Unidos, preferida tanto nas áreas rurais quanto nos subúrbios. Tal redução permitiria às picapes da Ford percorrer mais quilômetros com um litro de gasolina, e abriria as portas para outras mudanças como o uso de motores menores, que podem aumentar ainda mais a economia. Além da mudança para o alumínio, a nova F-150 terá uma aparência mais robusta, segundo um projetista da Ford.

Em meados de 2011, o governo Barack Obama estabeleceu novas regras de economia de combustível que exigiriam que a frota de veículos dos EUA chegasse até 2025 a um consumo médio perto de 23 quilômetros por litro. As regras impõem metas anuais de economia para veículos de diferentes tamanhos.

A nova picape da Ford está sendo projetada para, depois do seu lançamento em 2014, ser capaz de atingir até 2020 essas metas crescentes de economia de combustível, disse um dos executivos a par dos planos. Isso significaria um aumento na economia da ordem de 25%. Umas das picapes mais populares da Ford, a F-150 modelo 2012, que tem tração na quatro rodas e um motor V6 de 3,5 litros, faz hoje 7 quilômetros por litro combinando velocidades típicas da estrada e da cidade.

Montadoras de todo o setor estão despejando dinheiro em novas tecnologias para cumprir os padrões. Na General Motors Co., quase todo veículo está sendo equipado como um sistema elétrico híbrido que captura energia quando o veículo freia e a usa para aumentar a potência quando ele acelera. Vários outros fabricantes de automóveis estão projetando motores que desligam nos sinais de trânsito para economizar combustível.

Outras montadoras também estão adotando o alumínio. A Novelis, líder mundial em chapas de alumínio e subsidiária da Aditya Birla Group, está triplicando sua capacidade de produção de chapas automotivas nos EUA.

Poucas montadoras têm tanto em jogo quanto a Ford. Sua série F é uma das mais lucrativas linhas de veículos do mundo. Em 2011, um terço do lucro operacional mundial de US$ 8,8 bilhões da montadora veio das vendas da série F, segundo uma estimativa do banco Barclays. Desde 1982, as picapes da série F venderam mais que qualquer outro veículo no mercado americano. A nova caminhonete surge num momento crítico para a Ford, que nesta semana divulgou que seu lucro líquido no segundo trimestre despencou 57% por causa dos problemas na Europa.

A lataria de alumínio está sendo usada somente na F-150; a picape F-250 e outras ainda maiores não estão sujeitas aos novos padrões de economia de combustível.

Há atualmente dez versões diferentes da F-150, com preço de fábrica nos EUA entre US$ 23.500 e US$ 49.030. No ano passado, a Ford vendeu 584.917 picapes da série F de todos os modelos nos EUA. A Ford não divulga as vendas individuais do modelo F-150, mas elas correspondem a cerca de 75% do total, segundo dados de registros coletados pela Experian Automotive.

A Ford não revela detalhes da sua próxima F-150, nem mesmo quanto alumínio será usado. “O alumínio é com certeza uma grande oportunidade para reduzir peso” da F-150, disse este ano ao The Wall Street Journal Raj Nair, diretor mundial de desenvolvimento de produto da Ford. “Nós já divulgamos que redução de peso é uma parte importante da nossa estratégia.”

O uso do alumínio poderia colocar a Ford numa posição dura para concorrer com a GM e a Chrysler Group LLC, os outros pesos pesados do mercado de picapes. O alumínio é mais caro que o aço, e seu uso extensivo poderia aumentar os custos, cortar as margens de lucro gordas da série F, ou afugentar clientes sensíveis ao preço. É também mais difícil trabalhar com o alumínio. A mudança demandaria investimentos de centenas de milhões de dólares em equipamentos de fabricação novos, além de técnicas de montagem que apresentam desafios quando aplicadas a grandes volumes.

Há ainda o risco de a Ford ofender os puristas das picapes, que querem as caminhonetes mais resistentes possíveis e não necessariamente as mais leves. Doug Scott, gerente de marketing da F-150, disse que a durabilidade e a confiabilidade serão críticas na nova picape, da mesma forma que no modelo atual.

Mike Shaw, dono de mais de uma dúzia de concessionárias no Estado do Colorado, inclusive das que vendem Chevrolet, GMC e Ford, disse que no começo seus clientes podem reclamar de uma picape feita com muito alumínio. “Haverá um certo porcentual de pessoas que vão criticar e protestar, mas no final elas comprarão o veículo, disse ele. “Eles podem demorar um pouco e ficar mais tempo com suas picapes antigas. Depois disso, eles vão comprar uma nova.”

Fonte: The Wall Street Journal

Coca-Cola compra 14 caminhões Iveco a biogás

A Coca-Cola comprou 14 caminhões Iveco Stralis movidos a biogás, depois de um período de testes de 12 meses ter revelado que o biogás renovável pode ajudar a cortar as emissões de gases com efeito de estufa das frotas em mais de 60%.

Para além dos caminhões, que servirão o armazém do Norte de Londres, a multinacional norte-americana investiu ainda numa estação de reabastecimento de biogás, que será inaugurada em Junho. Os testes que avaliaram os benefícios econômicos e ambientais do biogás foram realizados pelo Centre of Excellence for Low Carbon and Fuel Cell Technologies (Cenex) e duraram um ano.

Segundo o Cenex, a decisão da Coca-Cola em instalar uma estação permanente de reabastecimento de biogás poderá levar à redução das emissões de CO2 em 60,7%, comparando com os modelos a diesel da Iveco.

Os novos Iveco Stralis também produziram 85,6% menos óxido de nitrogênio e 97,1% menos emissões de material particulado que os Iveco a diesel. Ainda segundo o estudo, o ruído dos caminhões também decresceu 10.5 decibéis, o que faz bastante diferença, sobretudo para as viagens noturnas.

Como os caminhões a biogás são mais caros que os movidos a diesel, o preço de manutenção vai subir 15,3%. No entanto, e como o preço do biogás é 12,8% mais barato que os atuais preços do diesel na Europa, é só uma questão de tempo até que a Coca-Cola comece a poupar com esta escolha. “Estes testes sugerem que os veículos a biogás são iguais, senão melhores, em relação aos níveis de performance e fiabilidade, que as tecnologias a diesel. E reduzem drasticamente as emissões de CO2”, explicou Chris Walsh, consultor da Cenex.

Fonte: Greensavers

Câmbio automatizado PowerShift dos caminhões Axor da Mercedes-Benz otimiza o consumo de combustível

Uma das principais novidades da linha 2012 de caminhões pesados Axor da Mercedes-Benz é a introdução do PowerShift, câmbio totalmente automatizado, sem pedal de embreagem. Este sistema de avançada tecnologia, já consagrado nos extrapesados Actros, passou a ser item de série nos modelos Axor rodoviários equipados com motor acima de 330 cv.

“A grande vantagem do sistema automatizado de troca de marchas é a otimização do consumo de combustível. Além disso, o PowerShift tem potencial para minimizar as diferenças de condução entre os motoristas de uma frota, aproximando os menos experientes aos melhores, fazendo com que a média de consumo da frota melhore significativamente”, afirma Joerg Radtke, gerente de Marketing de Produto Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil. “Isso resulta em menor custo operacional, assegurando mais rentabilidade para os nossos clientes”.

Os ganhos econômicos proporcionados pelo PowerShift são ainda maiores. Sem anéis de sincronização, as engrenagens são mais largas e robustas, demandando um menor custo de manutenção. Aliado à redução de peso, isso também otimiza o custo operacional.
Conforto superior para o motorista

Além de propiciar uma condução econômica, o PowerShift aumenta acentuadamente o conforto de dirigibilidade, ao realizar os engates de forma precisa, rápida e suave. Sem o pedal de embreagem, o sistema elimina esforços, com menor fadiga do motorista, que pode ficar mais atento a outros itens de desempenho e segurança da condução do caminhão.

O motorista conta ainda com fácil visualização no painel de instrumentos de qual marcha está engatada. A qualquer momento, ele pode assumir a operação, ou seja, selecionar o engate de marcha desejado por meio da alavanca de seleção semelhante a um “joystick”, iniciando a sua própria condução, se assim desejar.

O sistema é totalmente protegido, a fim de evitar qualquer tipo indevido de condução, como, por exemplo, um sobregiro do motor.

Sistema de automatização de um câmbio mecânico convencional

O PowerShift é um sistema de automatização de engate de marchas, incorporado em um câmbio mecânico convencional. Pode ser operado no modo automático, que é mais econômico, ou manual, dependendo da necessidade do condutor do caminhão. A manopla está localizada num console rebatível junto ao apoio de braço do banco do motorista.

O sistema PowerShift atua de forma eletropneumática sobre a trambulação, não havendo ligação mecânica entre o seletor de marchas e o câmbio. Os engates são selecionados eletronicamente visando a melhor condição de marcha para a situação de condução. A marcha escolhida é engrenada eletropneumaticamente, sem pedal de embreagem.
ComfortShift para modelos fora-de-estrada

Para os modelos Axor fora-de-estrada com motor OM 457 LA está disponível o já conhecido câmbio semi-automatizado ComfortShift. Por meio de um “joystick”, a marcha é pré-selecionada pelo motorista e esta marcha é eletronicamente engrenada assim que ele pressiona o pedal da embreagem.

Actros: câmbio automatizado com sensor de inclinação

Com a linha Actros 2012, a Mercedes-Benz lançou no País o PowerShift da segunda geração, novo gerenciamento do câmbio automatizado G-330 de 12 marchas sem pedal de embreagem. Além de tornar a seleção de marchas mais precisa e os engates mais rápidos, o novo câmbio vem equipado com sensor de inclinação da via, que auxilia o sistema a escolher a marcha mais adequada de condução do caminhão de acordo com o relevo da pista.

A transmissão G-330 de 12 marchas totalmente automatizada, sem pedal de embreagem, é item de série nos caminhões rodoviários Actros 2646 6×4 e Actros 2546 6×2 e também no fora-de-estrada Actros 4844 K 8×4, que possui um software especialmente desenvolvido para o trabalho em canteiros de obras e na mineração.

Fonte: Mercedes-Benz

Axor, da Mercedes-Benz, traz sistema de economia de combustível

A Mercedes-Benz está aplicando aos caminhões pesados da linha Axor um novo tipo de painel de instrumentos que possibilita mais economia de combustível nas viagens.

Um dos sistemas que auxilia o motorista para uma melhor performance é o Econômetro. Esta ferramenta, uma faixa verde variável no contagiros, indica ao motorista a melhor rotação de trabalho do motor em cada ocasião.

Outra função é a indicação do consumo de combustível instantâneo do caminhão, expresso em km/l. A função está sempre disponível ao motorista, que precisa apenas acional a tecla “TRIP” para obter a informação.

Outros dados que podem ser fornecidos pelo computador de bordo do caminhão são o consumo médio de combustível na viagem, e a temperatura do líquido de arrefecimento do motor.

O novo painel já está saindo de fábrica nos modelos da família Axor, e, posteriormente, a linha Atego, de caminhões médios e semipesados, também apresentará a novidade.

Fonte: Portal Transporta Brasil

Iveco Stralis NR: uma versão melhorada

A linha NR é uma versão mais madura dos antigos Stralis e traz como principais apelos economia de combustível, melhor desempenho, custos operacionais

O segmento de veículos pesados promete grandes emoções para os próximos anos. Economia aquecida, investimentos em infraestrutura por conta do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), as olimpíadas e a Copa do Mundo de 2014 – que será realizada no Brasil – são grandes incentivadores para um resultado positivo para as vendas desses caminhões neste ano. Segundo a Anfavea, o licenciamento de caminhões aumentou 42,1% nos meses de janeiro e fevereiro (17 369 unidades) em relação ao mesmo período de 2009 (12 220). Além disso, a partir do começo de 2011, uma nova regulamentação obriga a utilização de caminhões na configuração 6×4 para aplicações de rodotrem e bitrem. Em 2012 o Brasil também tem de estar com seus veículos totalmente alinhados aos novos padrões da norma Euro V. Vislumbrando as oportunidades, as fabricantes estão investindo em novidades para tentar ganhar mercado. Uma das mais quentinhas, que saiu do forno recentemente, vem das mãos da Iveco, que após meses de pesquisa, trouxe em 2010 ao país a linha Stralis NR, que aperfeiçoa e incrementa uma família de produtos já reconhecida pelos frotistas e motoristas.

A linha Stralis NR ganhou mais produtividade, baixo consumo, conforto, segurança para o condutor que quer melhorar a qualidade de suas viagens e para o frotista que pretende reduzir seus custos operacionais. Para isso, a Iveco injetou R$ 23 milhões em uma pesquisa de desenvolvimento dos novos veículos. Para começar a falar da novidade, o motor Cursor 13 nos modelos vem com mais potência e torque, e segundo João Irineu Medeiros, diretor de engenharia de produto FPT Mercosul, já pré-preparados para atender a demanda de Euro 5 a partir de 2012. A versão 420, que tinha 420 cv, ganhou um incremento de mais 40 cv e deu origem ao Stralis 460 NR, que segundo a fabricante, é o motor da marca mais potente presente na América Latina. Os números falam por si só. O torque máximo do veículo aumentou em 20%, e hoje chega a 229,6 mkgf entre 1 100 a 1 400 rpm. O modelo passa a concorrer com os caminhões pesados na faixa de 440 cv a 470 cv, segmento que está em franco crescimento e responde por 25% desse mercado.

O antigo Stralis 380, com 380 cv, recebeu uma nova roupagem na linha NR: 35 cv, 10% de potência a mais (415cv), torque 12% superior ( 204 mkgf entre 1 000 a 1 400 rpm) e um novo nome, Stralis 410 NR. O caminhão passa a brigar com modelos do mercado entre 380cv e 420 cv – que ocupa 40% da fatia dos pesados brasileiros. Como modelo de entrada, a Iveco vai manter em linha o modelo 380 cv, que ganhou o nome de 380 NR, e possui torque máximo entre 1 000 e 1 400 rpm.

Com a nova regulamentação de composição de carga, vigente a partir de 2011, o mercado pede veículos também com um freio motor 20% mais forte (de 347 cv para 415 cv) e eficiente. Na nova linha, os modelos 460 NR e 410 NR trazem o equipamento como item de série. O CEB (Combined Engine Brake), com válvula do tipo “borboleta” no sistema de exaustão, combinado com o ITB (Iveco Turbo Brake). Essa evolução vem ao encontro ao fato de que o Brasil tem uma geografia significativamente acidentada, e isso impacta diretamente na questão da segurança e no gasto de combustível. A injeção eletrônica recebeu um novo mapeamento, por conta dessas condições geográficas.
“Em descidas de serra, o motorista pode dirigir em uma velocidade mais alta sem comprometer a segurança, reduzindo o tempo de viagem. Além disso, desgasta menos as lonas e os tambores de freio”, diz Medeiros.

Na configuração 6×4, que vai puxar rodotrem e bitrem a partir de 2012, o cliente ainda pode optar pelo sistema ZF Intarder, de frenagem auxiliar, que é integrado à transmissão. O dispositivo eleva em 145 cv a potência de frenagem total, chegando a 560 cv. O ZF Intarder – o conhecido retardador – vem ainda acompanhado por freios ABS.

O turbo compressor tem nova configuração. O coletor de escapamento é gerenciado eletronicamente, o que permite menor absorção de energia e redução do consumo de combustível.

A direção mais econômica é uma das bandeiras da linha Stralis NR. A Iveco fez questão de abrir a possibilidade ao operador de checar em tempo real esse desempenho. Um econômetro, instalado no painel, mostra como está o consumo de combustível e também a pressão do turbo.

Fonte: Transporte Mundial

Vipal comprova: reforma de pneus reduz consumo de combustível

Até então, a certeza era de que com o processo da reforma as frotas garantiam grande economia na gestão do item pneus. Mas a Vipal está trazendo uma ótima novidade: testes realizados pela empresa demonstram que com a reforma é possível economizar quase 10% de Combustível. Imagine o que esta economia significa para frotas.

Reduzir os custos fixos sem comprometer o resultado final é fundamental para o sucesso em qualquer atividade. No caso do mercado de transporte rodoviário, as atenções estão voltadas para dois, fundamentalmente: combustível e pneus.

A reforma de pneus é uma prática mundial, sendo também incentivada em vários países desenvolvidos. Todo o setor do transporte utiliza pneus reformados. É sabido também por este setor que o pneu representa, normalmente, o segundo custo do transporte rodoviário. Reformar pneus significa uma redução de até 60% no custo por quilometro.

Frotistas e caminhoneiros autônomos agora podem conferir mais um grande benefício que a reforma traz para o transporte de carga. A Vipal, uma das mais importantes marcas mundiais do setor de produtos para reforma de pneus, realizou testes e avaliações que comprovam que através de uma reforma criteriosa, é possível economizar também combustível. Dessa forma , a reforma passa a influenciar ainda mais na redução da planilha de custos, trazendo maior rentabilidade para os profissionais do transporte de carga e passageiros.

Como economizar combustível com a reforma? Escolha da banda adequada a cada necessidade de transporte e profundidade dos sulcos são os segredos. Desenho para eixo de tração ou eixo livre? Desenho para aplicação em vias asfaltadas ou mistas (asfalto/terra)? Para transporte rodoviário ou urbano? Estas são as perguntas de fácil constatação para se obter um melhor desempenho em termos de consumo de combustível. Mas e a profundidade do sulco da banda? Qual a sua influencia na economia de combustível?

A questão mais contundente e fruto deste estudo inédito diz respeito à profundidade do sulco. Até então se imaginava que um sulco mais profundo era garantia de mais durabilidade e desempenho. Porém, testes em laboratório confirmaram que sulcos profundos geram maior consumo. Através de avaliações nas estradas as informações foram consolidadas. Confira o teste realizado com bandas de 18mm e 22mm, em condições idênticas e que gerou uma economia de 9% de consumo de combustível, quando utilizado o pneu com menor sulco:

Veículos: Cavalo + Carreta Baú com 27000 kg de carga | Pneu: pneus 295/80R22,5 | km rodados: 1608.

Para se ter uma idéia desta economia, uma empresa com uma frota de 50 caminhões, que rodam 10.000 km por mês, economizaria em um ano mais de R$ 100.000,00. Ou seja, o equivalente a um caminhão leve ou quase 50.000 litros de diesel.

Esta economia de combustível equivale ainda a não emissão de 130 toneladas de CO2 ou ao plantio de 686 árvores, ratificando, mais uma vez, a importância da atividade para o meio ambiente.

Mais uma vantagem, por exemplo, para o MIRA Transportes, que há sete anos utiliza produtos Vipal. Empresa especializada em transporte e em distribuição de encomendas, os gastos do MIRA com pneus diminuíram em 40% já no primeiro ano utilizando os produtos reformados e continuou a diminuir, ano após ano. Antes do trabalho ser realizado pelo reformador Vipal, o custo com pneus estava em 3° lugar. Hoje está em 5°. Segundo o diretor de Suprimentos do MIRA Transportes Roberto Mira Jr. “os pneus reformados pela Vipal chegam a rodar mais de 160 quilômetros, em estradas com condições extremamente adversas”. O empresário destaca ainda que o pneu é um item bastante crítico nas empresas de transportes. “Sem olho clínico e sem parceiros técnicos, o pneu passa a ser um grande problema para os transportadores”, afirma o diretor da empresa que está há quase 31 anos no mercado e conta com uma frota de 474 veículos.

Vipal – A Borrachas Vipal é uma das mais importantes fabricantes mundiais de produtos para reforma e reparos de pneus e câmaras de ar. Presente em todos os continentes tornou-se referência não só em seu segmento, mas do setor produtivo por conta da qualidade dos seus produtos, ética nos processos de gestão e esforços em prol da sociedade e do meio ambiente.

Uma história que começou a ser construída em 1973, em Nova Prata, interior do Rio Grande do Sul, quando Vicencio Paludo, proprietário de uma reformadora, decidiu investir na produção de remendos e manchões.

Hoje, a Borrachas Vipal, pioneira na utilização da tecnologia de vulcanização a frio, possui unidades fabris em Nova Prata, mais de 3.000 colaboradores, exporta para todos os continentes e conta com centros de distribuição localizados nos principais estados brasileiros, países da América do Sul, América do Norte e Europa. Este ano inaugurou uma unidade de produção em Feira de Santana (BA).

Fonte: Portal Fator Brasil