Vendas de caminhões começam a esboçar reação

Volvo FH 20 AnosAs vendas de caminhões estão mostrando um início de reação na primeira metade de abril. Ainda que a quinzena fatalmente feche em índice inferior ao do mesmo período do ano passado, o resultado será bem superior ao de março, que foi afetado pelo carnaval. Mais importante do que este comparativo, entretanto, é um avanço notável da média diária de comercialização do segmento.

De acordo com dados do Renavam obtidos até a quarta-feira, 9, a média diária de caminhões em abril estava em 517 unidades e até a sexta-feira, 11, saltou a 533 unidades – e neste intervalo de dois dias, isoladamente, foi de quase 590 unidades. Como comparação na primeira quinzena de março o índice foi de 430 caminhões licenciados ao dia, volume que chegou a 462 ao fim do mês passado.

Em volume até a sexta-feira, 11, foram emplacados 4,8 mil caminhões no País. Faltam dois dias úteis para o fechamento da primeira quinzena de abril que, caso mantenha-se o ritmo, será de aproximadamente 5,9 mil – na primeira quinzena de março foram emplacadas 4,7 mil unidades, mas é preciso considerar que nesse período ocorreu o carnaval, que eliminou praticamente uma semana de vendas. O fechamento de março foi de 9,2 mil e para o de abril pode-se projetar volume acima de 11 mil unidades, caso o ritmo da primeira quinzena se confirme – os dois meses terão 20 dias úteis ao todo.

Entretanto os números serão bem inferiores aos de abril de 2013, que encerrou a primeira quinzena com 7 mil unidades e o mês com 14 mil, com auxílio de taxas extremamente convidativas do Finame PSI, de apenas 3% ao ano. Mas os índices deste abril já serão mais próximos aos registrados neste mês em 2012, de 6,1 mil na primeira quinzena e 10,8 mil no fechamento.

O movimento de recuperação está intimamente ligado ao novo método de liberação de recursos do PSI via BNDES aplicado desde o começo deste ano, que exigiu para todo o processo cerca de 60 dias, que se somam ainda ao prazo necessário para instalação de implemento para, só depois, o veículo seguir para emplacamento – e só aí entrar nos cálculos de venda. Assim agora estão sendo revelados índices de negociações efetivadas em janeiro e, no melhor dos casos, fevereiro. Segundo o banco, as liberações do PSI Finame para caminhões no primeiro bimestre subiram 54%, para R$ 6 bilhões, na comparação com os dois primeiros meses de 2013.

A tendência de continuidade de recuperação do mercado de caminhões deve ganhar força com a adoção do PSI simplificado, que deve reduzir o prazo de todo processo para no máximo 30 dias.

Fonte: Portal Autodata Texto de Marcos Rozen e Viviane Biondo

Finame simplificado deve destravar vendas de caminhões

WM14041-088O governo vai alterar o Finame PSI para destravar os financiamentos de caminhões, ônibus e máquinas agrícolas. A linha de crédito subsidiada passará de convencional para simplificada. A Fenabrave, federação dos distribuidores de veículos, garante que a medida foi prometida e deve sair em breve. A entidade estima que a mudança reduzirá o tempo de aprovação do crédito dos atuais 45 a 50 dias para perto de 30 dias.

Pelo Finame PSI simplificado o financiamento é aprovado diretamente pela instituição financeira mediadora da operação e o caminhão pode ser faturado. Já na linha convencional, depois de aprovada pelo banco a documentação é enviada para verificação do BNDES e só então o veículo pode ser efetivamente vendido.

“Houve um represamento das vendas no primeiro trimestre e só agora com essa mudança poderemos regularizar”, explica Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave, referindo-se ao atraso na regulamentação das regras do Finame PSI para este ano. A oferta da linha com taxa de 6% ao ano só começou no fim de janeiro e, com o processo mais burocrático para a liberação, as vendas sofreram queda expressiva no início do ano.

Os emplacamentos de veículos pesados diminuíram 10,4% no primeiro trimestre na comparação com igual período do ano passado. Foram licenciados 38,3 mil veículos. O segmento de caminhões foi o mais afetado, acumulando queda de 11,2% para 30,6 mil unidades. As vendas de ônibus caíram 6,9%, para 7,7 mil chassis.

Reunião no MDIC

Meneghetti e a diretoria da Fenabrave participaram de reunião no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) no último dia 31 de março. O presidente da Fenabrave aponta que o objetivo do encontro foi conhecer o novo ministro da pasta, Mauro Borges, e pedir a atenção dele a alguns assuntos. Um deles foi justamente a manutenção da oferta de recursos para o Finame PSI.

“Esse mecanismo é fundamental para garantir um bom volume de vendas e precisamos evitar que aconteça novamente o que vimos no início deste ano”, pede Meneghetti. O executivo também tratou do programa de renovação de frota e pediu a manutenção do grupo de trabalho formado na gestão anterior para buscar uma solução para a questão da reciclagem veicular.

Fonte: Automotive Business – Texto de Giovanna Riato

Ford volta a parar produção de caminhões

m_fabrica_02-linhaA Ford vai parar por mais seis dias a produção de caminhões na fábrica de São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista. A partir de hoje, 900 operários da linha saem de folga e só retornam no dia 14. Esses dias serão descontados do banco de horas dos empregados.

Outras montadoras de veículos pesados – como a MAN, a Mercedes-Benz e a Scania – também estão ajustando a produção com medidas que vão de paradas de linha a férias coletivas e afastamento temporário de operários. Antes do Carnaval, a Ford já tinha interrompido por cinco dias a produção de caminhões no ABC, em virtude da retração do mercado doméstico e das exportações para a Argentina.

Ontem, a Fenabrave, que representa as concessionárias de veículos, informou que as vendas de caminhões no Brasil caíram 11,2% no primeiro trimestre. Mesmo assim, a entidade das revendas ainda espera uma recuperação do mercado com a simplificação dos processos de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Em virtude do atraso na definição das novas regras da linha de financiamento para bens de capital do banco, seguida por lentidão nas aprovações de crédito, as vendas de caminhões interromperam a recuperação mostrada no ano passado. Segundo a Fenabrave, as aprovações de financiamento, que costumam levar entre 25 e 30 dias, chegaram a demorar até 50 dias no início do ano. Contudo, o BNDES anunciou às empresas que vai simplificar a tramitação desses processos, o que deve destravar as vendas, informou Flavio Meneghetti, presidente da Fenabrave.

Assim, a entidade segue projetando crescimento de 2% a 6,4% nos emplacamentos de caminhões até o fim deste ano, o que significaria um volume na faixa de 158,8 mil a 165,7 mil unidades.

Números divulgados ontem pela Fenabrave mostraram queda quase generalizada entre os diversos segmentos da indústria automobilística no mês passado. No total, os emplacamentos de veículos – entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus – caíram 15,2% na comparação com o resultado de um ano antes e 7,2% em relação a fevereiro.

Foram licenciadas 240,8 mil unidades em março, no pior resultado em 13 meses. O setor não mostrava volume tão baixo desde fevereiro do ano passado, quando 235,1 mil veículos tinham sido emplacados. Com isso, o mercado, que crescia 4,6% até fevereiro, inverteu a curva e fechou o trimestre acumulando queda de 2,1%, num total de 812,8 mil veículos vendidos nos três meses.

Durante a divulgação dos números, Meneghetti, atribuiu o resultado negativo ao impacto do reajuste de preços – da ordem de 5% – em decorrência da recomposição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e da obrigatoriedade de dois novos equipamentos de segurança nos carros: airbags e freios ABS. Isso, disse ele, se combina ao cenário de escalada dos juros, inflação em alta e seletividade dos bancos na liberação de crédito. “O apetite dos bancos em assumir risco diminuiu consideravelmente”, comentou o executivo em coletiva à imprensa.

Fonte: Valor Econômico

Mercedes é forçada a reduzir sua produção

unidade-da-Mercedes-Benz-de-Sao-Bernardo-do-CampoAs restrições impostas pelo governo argentino para a compra de produtos brasileiros gerou impacto direto na região. A Mercedes-Benz decidiu reduzir a jornada de trabalho de 2.000 funcionários da linha de montagem de caminhões em um dia por semana para ajustar sua produção. A montadora conta hoje com quadro de 12,5 mil empregados na fábrica do Grande ABC.

Há aproximadamente seis meses, como medida para fortalecer a indústria local, o governo argentino tem dificultado a entrada de produtos brasileiros em terras portenhas. Porém, o país vizinho é um dos principais mercados para as montadoras de caminhões.

A Mercedes informou que a medida de redução da jornada de trabalho semanal, de cinco para quatro dias, tem como objetivo “adequar a produção com a situação do mercado, tanto brasileiro quanto argentino”.

A montadora destacou ainda que ambos são muito importantes para a empresa, mas não precisou o percentual de participação no faturamento com a linha de caminhões.

A situação do segmento de veículos com a Argentina é agravante. Neste mês, o presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Luiz Moan Yabiku Junior, destacou que o “atual cenário econômico da Argentina teve peso relevante para o desempenho” do setor. As exportações caíram 28%.

Na avaliação do professor de Economia Sandro Maskio, que também é coordenador do Observatório Econômico da Universidade Metodista de São Paulo, a medida adotada pela Mercedes vai de acordo com o cenário atual de comércio entre Brasil e Argentina. “Principalmente os produtos industrializados têm enfrentado dificuldades para entrar no país.”

Ele acrescentou ainda que a medida, provavelmente, é apoiada em uma análise da montadora sobre o resultado do último trimestre de 2013, levando em consideração apenas as contribuições do mercado argentino na decisão de redução semanal.

“Se os estoques estavam altos o suficiente para reduzir a produção em um dia por semana, a ponto de equilibrar com a demanda, isso seria uma estratégia interessante do ponto de vista financeiro da empresa”, avaliou Maskio.

De acordo com informações do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), São Bernardo exportou 1.302 caminhões para a Argentina no último trimestre de 2013, queda de 14% sobre o acumulado dos três meses anteriores, quando o registro foi de 1.511 unidades.

Para se ter noção da representatividade da Argentina no total de caminhões vendidos a outros países por São Bernardo, o total comercializado de outubro a dezembro aos hermanos equivaleu a 59% do total exportado pelo município. E as principais representantes do segmento são a Mercedes e a Scania, que não respondeu aos questionamentos da equipe do Diário até o fechamento desta edição.

A queda de 3,9% nas vendas totais de caminhões no primeiro bimestre no mercado doméstico, contra o mesmo período do ano anterior, e o anúncio de mudanças nas regras do financiamento subsidiado pelo BNDES/Finame, o PSI (Programa de Sustentação dos Investimentos), apenas no dia 24 de janeiro, são fatores que também têm atingido, negativamente, o setor.

Regras

A jornada de trabalho de 2.000 trabalhadores da Mercedes está reduzida há cerca de um mês, desde a terceira semana de fevereiro. A empresa garantiu que tudo foi negociado com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. A entidade destacou que a Scania, também como forma de proteção à queda na demanda, concedeu quatro dias de folga aos funcionários neste mês e mais dois estão previstos para abril.

Os trabalhadores que ficarão em casa um dia por semana não terão seus salários alterados. O período será descontado do banco de horas.

A montadora destaca ainda que não há previsão para o retorno de jornada padrão até que os mercados apresentem normalidade de demanda. As produções de agregados e chassis de ônibus continuam em plena operação.

A empresa não precisou quantos caminhões deixará de produzir por causa da redução.

Fonte: Diário do Grande ABC

Mais burocrático, PSI atrasa vendas de caminhões

Volkswagen Constellation 31.280O setor de caminhões já admite que o resultado do primeiro trimestre de 2014 poderá decepcionar. Além do atraso para a regulamentação do Finame PSI, que só aconteceu em 26 de janeiro, uma mudança na burocracia de aprovação da linha de crédito tornou o processo ainda mais demorado. “O financiamento passou de simplificado para convencional, o que adiciona de 30 a 40 dias para a liberação”, explica Ricardo Alouche, vice-presidente de vendas e marketing da MAN Latin America.

Segundo ele, no processo simplificado a aprovação do crédito era feita na instituição financeira intermediadora e, em seguida, o caminhão já poderia ser faturado. No convencional, depois de aprovada pelo banco, é necessário enviar toda a documentação ao BNDES para que a liberação seja feita e a venda efetivada.

Como consequência disso, Alouche acredita que o primeiro trimestre do ano vai terminar com poucos emplacamentos resultantes de negociações feitas este ano – a maior parte do volume vem de contratos fechados ainda no ano passado. “Ficamos praticamente janeiro e fevereiro sem poder faturar novos veículos, apenas o que já tinha sido vendido em 2013. Com o carnaval, março também será fraco. Tudo isso fará com que o volume do primeiro trimestre seja tímido na comparação com o registrado há um ano”, analisa.

Carlos Reis, sócio sênior da Carcon Automotive, confirma que os emplacamentos não refletem o ritmo atual do mercado. “Nesse início de ano vemos as vendas que aconteceram até dezembro. As que efetivamente aconteceram em 2014 nós só estamos começando a sentir agora.” O consultor aponta que o nível de estoques das fabricantes de caminhões ficou baixo, já que muitas delas também ofereceram férias coletivas em suas fábricas entre janeiro e fevereiro.

Segundo ele, o cenário ainda está incerto, dificultando a projeção do ritmo que as vendas tomarão a partir de agora. “O segmento de caminhões médios ainda está fraco, o de leves está nivelado com o mesmo período de 2013, o de semipesados está abaixo e os pesados mostram crescimento”, conta Reis.

Apesar do cenário nebuloso, Alouche, da MAN, mantém o otimismo para o resto do ano. “Estamos alinhados com a expectativa da Anfavea e acreditamos que o mercado de caminhões vai crescer em torno de 5% na comparação com o ano passado”, aponta, estimando total de 167,5 mil unidades. O executivo avalia que, apesar do ano desafiador com Copa do Mundo e eleições, as vendas seguirão trajetória ascendente nos próximos meses, aquecidas pela safra agrícola e pela demanda do setor de serviços.

Fonte: Portal Automotive Business Texto de Giovanna Riato

Vídeos do caminhão Actros da Mercedes-Benz superam 1,5 milhão de visualizações no Youtube

Mercedes-Benz Actros Brasileiro (1)A Mercedes-Benz vem alcançando notável êxito em sua estratégia de comunicação sobre a nacionalização do caminhão extrapesado Actros, que é produzido na fábrica da Empresa em Juiz de Fora, Minas Gerais. Os dois vídeos postados no Youtube já superam a marca de 1,5 milhão de visualizações.

“De forma inédita no segmento de veículos comerciais, a Mercedes-Benz utilizou o Youtube para o lançamento de uma nova campanha publicitária e estamos muito satisfeitos com o resultado alcançado”, diz Cláudia Campos, gerente de Marketing e Comunicação Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil. “O primeiro vídeo, chamado de SambActros, encantou pela descontração e bom humor, obtendo 1.130.000 visualizações em 22 dias, sendo rapidamente compartilhado nas redes sociais”.

Mercedes-Benz Actros Brasileiro (2)Na última segunda-feira, 17 de março, a Empresa postou um novo vídeo da campanha. Desta vez, Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO para América Latina, reforça o posicionamento do Actros como um caminhão cada vez mais brasileiro e adequado ao perfil do transporte de carga no País, com destaque especial para o financiamento via BNDES Finame. Em sua mensagem, Schiemer convida os clientes a conhecerem o Actros na rede de concessionários da marca, presente em todos os estados do território nacional.

A campanha de nacionalização do Actros, eleito quatro vezes o caminhão do ano na Europa, também inclui anúncios de revista e jornal com concepções específicas para as diferentes regiões do País, sendo veiculados em parceria com os concessionários. Esse mesmo conceito foi aplicado aos jingles, que são cantados em ritmo de carnaval, samba, sertanejo e música gaúcha, reforçando o aspecto regional da comunicação.

Com essa campanha, a Mercedes-Benz reforça importantes atributos da linha Actros de caminhões extrapesados, como: economia no consumo de combustível, elevado padrão de conforto e, a partir de agora, financiamento via Finame, ampliando as facilidades para o cliente adquirir o seu caminhão. “Destacamos ainda nos anúncios que o Actros, além de agora ser fabricado no Brasil, atende às necessidades específicas dos nossos transportadores, o que demonstra a preocupação com a qualidade do produto oferecido aos clientes”, diz Cláudia.

Actros já pode ser financiado com até 80% das condições do Finame

Mercedes-Benz Actros Brasileiro (3)Os caminhões extrapesados Mercedes-Benz Actros 2646 6×4 e 2546 6×2, para aplicações rodoviárias, já podem ser financiados com até 80% das condições do BNDES Finame. A previsão é que, em 2015, o Actros atenda a todos os requisitos do BNDES Finame, ampliando as facilidades e as vantagens para o cliente adquirir o seu caminhão.

Veja os vídeos:

Fonte: Mercedes-Benz

Finame é a opção mais atrativa para financiamento de veículos

Actros BrasileiroO financiamento por meio do Finame se revelou a opção mais atrativa dos transportadores, na hora de comprar um caminhão ou ônibus. É o que revela a enquete realizado no período de 8 de novembro último até o dia 18 de março.

Um total de 98 internautas respondeu à pergunta “Quais as formas mais adotadas por sua empresa, nos dias atuais, para a compra de veículos?”, que apontou o Finame como a opção preferida por 53,6% dos respondentes. Em 2º lugar, entre as formas escolhidas de financiamento, aparece o Leasing com 19,6%, seguido do CDC (12,4%), Recursos Próprios (10,3%) e, por fim, o Consórcio com 4,1%.

A escolha é justificada, tendo em vista os juros atrativos que a modalidade oferece. No esforço de manter em alta a produção de veículos comerciais, o Governo Federal garantiu a manutenção da taxa de 4% ao ano para o Finame PSI, ao longo de 2013. Em dezembro último, o ministro Guido Mantega anunciou o aumento dos juros para 6% aa, até o final de 2014; um percentual considerado ainda bastante atrativo pelo mercado.

Graças ao incentivo, a SR Log – Transporte e Logística, com matriz em Manaus e especializada no transporte de cargas da Zona Franca para o restante do Brasil, decidiu pela compra de 06 Volvo VM em 2013, através do PSI Finame. “Aproveitamos que a taxa estava boa para comprar novos veículos e reforçar a frota atual de 350 carretas baú”, explica Fábio Dias, gerente de manutenção da empresa.

Fonte: Portal Frota Texto de Diogo Salvador

Implementos: vendas fracas no 1º bimestre

Bitrem container RodofortAs vendas do mercado de implementos rodoviários encerrou o primeiro bimestre com volume de 24.934 unidades, cuja diferença é positiva em 0,22% sobre igual período do ano passado, mas estatisticamente representa crescimento zero, aponta comunicado divulgado na terça-feira, 18, pela Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários. De acordo com a entidade, 50% dessas vendas são residuais dos contratos fechados ainda em novembro e dezembro do ano passado, quando a taxa de juros era de 4% ao ano no Finame PSI, principal linha de crédito utilizada no segmento.

“Dessa forma, temos um efeito distorcido que não revela a realidade atual do setor que poderemos vislumbrar com mais precisão a partir da consolidação do primeiro trimestre”, afirma em nota o presidente da Anfir, Alcides Braga.

O desempenho menos acentuado da atividade econômica reflete diretamente na produção do segmento, o que para a entidade, mantém a incerteza sobre como será 2014 no mercado de implementos: “Nosso setor comercializa bens de capital cuja compra é feita com planejamento traçado com antecedência para atender as necessidades de cada empresa”, lembra Mario Rinaldi, diretor executivo da Anfir.

Com isso, o segmento de pesados, composto por reboques e semirreboques, sofreu queda de 1,59% nas vendas do primeiro bimestre sobre iguais meses de 2013, com a entrega de pouco mais de 9 mil unidades, enquanto o segmento de leves, carrocerias sobre chassis, anotou retração de 0,61% na mesma base de comparação, para 15,4 mil unidades.

O resultado reforça a expectativa negativa da entidade para o fechamento do ano: a partir das análises de mercado e da indústria, a Anfir projeta retração de 5% dos negócios em 2014 na comparação anual.

Fonte: Portal Automotive Business