Finame é a opção mais atrativa para financiamento de veículos

Actros BrasileiroO financiamento por meio do Finame se revelou a opção mais atrativa dos transportadores, na hora de comprar um caminhão ou ônibus. É o que revela a enquete realizado no período de 8 de novembro último até o dia 18 de março.

Um total de 98 internautas respondeu à pergunta “Quais as formas mais adotadas por sua empresa, nos dias atuais, para a compra de veículos?”, que apontou o Finame como a opção preferida por 53,6% dos respondentes. Em 2º lugar, entre as formas escolhidas de financiamento, aparece o Leasing com 19,6%, seguido do CDC (12,4%), Recursos Próprios (10,3%) e, por fim, o Consórcio com 4,1%.

A escolha é justificada, tendo em vista os juros atrativos que a modalidade oferece. No esforço de manter em alta a produção de veículos comerciais, o Governo Federal garantiu a manutenção da taxa de 4% ao ano para o Finame PSI, ao longo de 2013. Em dezembro último, o ministro Guido Mantega anunciou o aumento dos juros para 6% aa, até o final de 2014; um percentual considerado ainda bastante atrativo pelo mercado.

Graças ao incentivo, a SR Log – Transporte e Logística, com matriz em Manaus e especializada no transporte de cargas da Zona Franca para o restante do Brasil, decidiu pela compra de 06 Volvo VM em 2013, através do PSI Finame. “Aproveitamos que a taxa estava boa para comprar novos veículos e reforçar a frota atual de 350 carretas baú”, explica Fábio Dias, gerente de manutenção da empresa.

Fonte: Portal Frota Texto de Diogo Salvador

Anfavea diz que atraso na regras do PSI prejudicou setor

Volvo FH - Auto SuecoA Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) avaliou nesta quinta-feira, 6, que a queda de 18,7% na produção de veículos em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2013, é explicada pela demora na regulamentação das novas regras do Programa de Sustentação dos Investimentos – o BNDES Finame – PSI, linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para máquinas e equipamentos. Apesar de as mudanças terem sido anunciadas em dezembro, a portaria que oficializa as normas para o financiamento só foi publicada no dia 24 de janeiro, uma sexta-feira, prejudicando os resultados do setor no início do ano.

“Algumas montadoras concederam férias coletivas antecipadas em dezembro e as estenderam até 20 de janeiro. O impacto foi bastante forte na produção”, explica o presidente da Anfavea, Luiz Moan. De acordo com ele, de 13 de dezembro, quando foi suspenso o PSI em vigor no ano passado, até 26 de janeiro, houve uma redução da produção.

“O PSI somente foi colocado em operação no final de janeiro, o que prejudicou sobremaneira a comercialização de caminhões e ônibus”, destacou Moan. As vendas de caminhões caíram 10,9% na comparação com janeiro do ano passado. Para ônibus, a queda foi de 19,6% no mesmo período.

Rogério de Rezende, vice-presidente da Anfavea e responsável por Assuntos Institucionais e Governamentais da Scania, ressaltou que é “muito importante” para a indústria de caminhões trabalhar com previsibilidade no tempo, o que não ocorreu no ano passado. De acordo com ele, 90% da produção de caminhões hoje é financiada pelo PSI.

Apesar disso, o atraso não interfere nas metas da Anfavea para 2014. “A regulamentação da operação (do PSI) começou a valer a partir de 27 de janeiro e permanece até o fim do ano, daqui para frente temos que considerar as operações normais do PSI. Foi um efeito pontual do mês de janeiro”, afirmou Moan. A projeção é de alta de 1,4% na produção de veículos, na comparação com 2013, e aumento de 1,1% nas vendas.

As vendas de veículos novos, considerando comerciais leves, automóveis, caminhões e ônibus, cresceram 0,4% na comparação com janeiro de 2013, chegando a 312.618 unidades comercializadas. Moan afirmou que o resultado é o maior para o mês de janeiro já apurado pela entidade, mas poderia ser ainda melhor se não fosse o entrave provocado pela demora na regulamentação do PSI.

De acordo com o presidente da Anfavea, houve redução de 9% no estoque do setor, de dezembro para janeiro, de 353 mil unidades para 320 mil, o que significa 31 dias de venda. A expectativa é de que fevereiro seja um mês forte de vendas, na comparação com o mesmo período do ano passado, já que o carnaval neste ano acontece só em março.

Máquinas agrícolas

A demora na publicação da portaria do PSI afetou também o resultado de máquinas agrícolas, cuja produção caiu 13,6% ante janeiro do ano passado. As vendas recuaram 29,9% na mesma base de comparação. Milton Rego, também vice-presidente da Anfavea, explica que desde novembro, pela demora na regulamentação do programa, havia uma expectativa de redução drástica nas vendas de máquinas agrícolas. As férias coletivas, de acordo com ele, foram ampliadas em razão da dificuldade do processamento dos contratos de financiamento. “Mas não indica tendência do mercado do ponto de vista estrutural e a previsão continua sendo de estabilidade para 2014″, disse.

Apesar disso, Rego alerta que janeiro é um período importante de venda de colheitadeiras, mas o resultado deste ano ficou prejudicado pela falta de regulamentação do PSI e a situação pode se repetir na virada para 2015. “A expectativa é de previsibilidade, mas, de novo, no final do ano, se não for contornada a questão antes, deve voltar a acontecer.”

Fonte: Agência Estado

Com PSI de 6% e pressão na demanda, fabricantes apostam em alta das vendas em 2014

Scania_R440_StreamlineDepois de anunciada a taxa do Finame PSI para o ano que vem, o mercado finalmente começa a respirar mais aliviado. Guido Mantega, Ministro da Fazenda, bateu o martelo em 6% para o ano inteiro de 2014. Dois pontos percentuais a mais ainda estão abaixo da estimativa da inflação e era um número já previsto pelo mercado.

“Dificilmente a taxa ficaria nos atuais 4%”, diz Bernardo Fedalto, diretor de Caminhões da Volvo do Brasil. Com caixa reduzido, o BNDES aumentou os juros e baixou os níveis de financiamento: agora será de 90% para as pequenas e médias empresas (ante 100% praticado neste ano) e 80% para as grandes (contra 90% neste ano).

Demorou, mas o governo finalmente fez o que o mercado esperava: definir a taxa antes do começo do próximo ano (exatamente como fez no ano passado com relação a este ano). Mas subir dois pontos percentuais não agradou a todos e levanta dúvidas com relação ao comportamento do mercado, especialmente dos produtos de alto valor, como os pesados. “Com juros mais altos a tendência é que o mercado acima de 16 toneladas fique menor em 2014″, comenta Roberto Leoncini, diretor-geral da Scania do Brasil.

Já para Fedalto, da Volvo, este ano de 2014 pode ser muito parecido ou ligeiramente superior aos negócios realizados em 2013″. E, ao contrário de seu colega Leoncini, da Scania, que acredita que a taxa de 6% do Finame pode afetar o mercado acima de 16 toneladas com alguma retração, Fedalto crê que, até 6% de PSI o mercado absorve bem e não se retrai, “exatamente porque será um ano com forte pressão, em vários segmentos, na demanda por novos caminhões”.

Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil, também acredita que uma taxa maior do PSI não vá abalar os negócios diante de um ano com forte demanda. “Entendemos que, com o PSI definido agora, o mercado total de veículos comerciais no Brasil possa crescer cerca de 5% em 2014 com relação a 2013″. De acordo com o presidente da Mercedes-Benz, “mais uma super safra, aumento do consumo das famílias e aquecimento na construção civil vão dar sustentabilidade ao incremento dos negócios com caminhões”.

Consultado, Alarico Assumpção Jr., presidente executivo da Fenabrave, a associação que congrega as entidades de concessionários de veículos, elogia a iniciativa do governo de antecipar a taxa do próximo ano, “especialmente pelo fato de manter uma taxa única para o ano todo, e não duas taxas, como fez ao anunciar o PSI no ano passado”.

Fonte: Portal Brasil Caminhoneiro Texto Mauro Cassane

DAF XF105 é comercializado por meio do FINAME

caminhao DAF 01 - Produzido no BrasilA DAF, um dos maiores fabricantes de caminhões da Europa e subsidiária da PACCAR Inc., recebeu a autorização do BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, para que o XF105 montado em Ponta Grossa seja comercializado por meio do BNDES FINAME.

“O BNDES FINAME é uma modalidade de crédito muito importante para a venda de caminhões no Brasil. Essa conquista nos coloca em uma posição extremamente competitiva frente aos nossos principais concorrentes. Temos um caminhão premium, robusto, confortável, com excelente performance e com possibilidade de ser adquirido à prazo, em condições atrativas para os nossos clientes”, ressalta Michael Kuester, diretor Comercial da DAF Brasil.

A produção do XF105 no País iniciou no dia 2 de outubro, com a montagem do modelo em duas configurações: 6×2 e 6×4, voltadas ao transporte pesado de longa distância. Todos são equipados com motor PACCAR de 12,9 l e duas opções de cabine, Confort Cab e Space Cab, priorizando o espaço interno e a segurança do condutor.

A DAF Brasil está investindo US$ 320 milhões no Brasil, o que inclui um complexo industrial de 270 mil m2 e uma Rede de Concessionárias que atenderá todas as regiões do País. Atualmente, a DAF possui 15 revendas em operação, com a previsão de chegar a 20 até o final desse ano.

Fonte: DAF

Indefinições sobre o PSI vão afetar a venda de máquinas

New-Holland-T7070_LargeA falta de definição sobre as condições e taxas de juros do Programa de Sustentação do Investimento (PSI, do BNDES) deverá afetar sobretudo as vendas de colheitadeiras já neste mês e no primeiro trimestre de 2014, período que concentra dois terços da comercialização desses equipamentos. A avaliação é de Milton Rego, vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), entidade que representa as principais empresas do segmento no Brasil.

Atualmente, observa Rego, a grande maioria das vendas domésticas de máquinas agrícolas – mais de 90% – é realizada por meio de financiamentos do PSI.

Embora a comercialização de colheitadeiras entre janeiro e novembro tenha batido recorde, com 7.318 unidades, a demora em normalizar os novos contratos do PSI tende a desaquecer os negócios. Segundo Rego, os bancos deixarão de aceitar novos contratos do PSI neste fim de semana.

Novos pedidos de acordo com as condições atuais podem ser apresentados até 13 de dezembro para a programação dos desembolsos, mas, com as incertezas sobre o futuro, os agentes financeiros tendem a antecipar esse prazo.

Depois que for anunciada, a regulamentação das condições do PSI demora entre 20 dias e um mês para ser finalizada. Nesse período, novos pedidos também não podem ser processados, afirma Rego. Mas a expectativa, segundo ele, é que o anúncio ocorra em breve e com um aumento entre um ponto e um ponto e meio percentual na taxa de juros, hoje em 3,5%.

Neste mesmo período do ano passado, não havia preocupação por parte dos agentes financeiros sobre a falta de recursos para o programa de financiamento, comenta Rego.

A indefinição sobre o PSI já prejudicou as vendas do segmento no mês passado, de acordo com dados da Anfavea. “O volume [comercializado] em novembro poderia ter sido melhor”, disse Rego.

Em novembro, a comercialização doméstica das indústrias para as revendas totalizou 6.004 unidades, uma queda de 17,6% em relação a outubro, mas número 2,4% superior ao registrado no mesmo mês de 2012. No acumulado do ano, a comercialização somou 77.214 unidades, um incremento de 19,9%.

Apesar da desaceleração, o segmento de máquinas agrícolas vai registrar recorde histórico de vendas em 2013, com 83 mil unidades.

Fonte: Valor Econômico

PSI será mantido em 2014, afirma ministro Mantega

Volvo FH 750 Brasil - VM - Fenatran 2013 (3)O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse aos empresários para que fiquem “tranquilos” porque o Programa de Sustentação do Investimento (PSI) terá continuidade em 2014. “Apenas o BNDES vai reduzir linhas que não são prioritárias, como financiamento a Estados e municípios, que não vai ocorrer no próximo ano”, disse. “A indústria é prioritária para o governo.”

Mantega disse ainda que o BNDES vai liberar aproximadamente R$ 190 bilhões neste ano e R$ 150 bilhões em 2012. “Isso não significa que a indústria ficará sem suporte financeiro do BNDES, porque os programas prioritários continuarão todos”, afirmou.

O ministro informou que já teria assinado a Medida Provisória que libera, conforme antecipou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, R$ 24 bilhões para o banco de fomento. Segundo ele, o texto deve ser publicado nesta semana. “Vamos fechar o ano com esses R$ 24 bilhões, que serão suficientes para viabilizar financiamento a ônibus, caminhões, máquinas agrícolas, cuja demanda continua forte”, disse.

Mantega esclareceu que o impacto fiscal do aporte é no longo prazo porque o financiamento é subsidiado. Questionado sobre as perspectivas de aporte do Tesouro para o BNDES no ano que vem, o ministro disse que está muito cedo para tratar do assunto e afirmou que o banco de fomento tem fluxo de recursos próprios. “O BNDES vai continuar o ano com todos os programas funcionando e essa discussão só tem sentido no segundo semestre (de 2014)”, disse. Perguntado sobre se haverá mudança nas taxas do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), Mantega respondeu que “talvez”. “Ainda não está definido”, concluiu.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, disse que os empresários apresentaram ao ministro a importância do BNDES para o crescimento da indústria brasileira. “Os recursos que o Tesouro tem transferido para o BNDES têm feito com que o BNDES apoie investimentos no Brasil. Nosso pedido é que no próximo ano o BNDES tenha volume expressivo de recursos com custo compatível a investimentos necessários no Brasil”, disse.

Fonte: Estadão

Dicas para comprar caminhões pela internet

caminhoes usadosPor causa da praticidade a compra via internet está aumento a cada ano. E hoje em dia está surgindo cada vez mais sites de compra e venda especializada em caminhões, tratores e máquinas agrícolas.

Porém, apesar da facilidade é preciso tomar alguns cuidados não só na parte da documentação, mas também é importante saber se o vendedor é confiável. Abaixo irei listar algumas dicas importantes para que você não passe dor de cabeça.

Verifique se o site é confiável

Site bem feito muitas é sinônimo de site dedicado, ou seja, sempre de uma olhada no visual do site. Alguns sites como o Trucadão oferece alguns serviços extras além da opção de compra e venda, como por exemplo, simulação de financiamento e de cota do seguro, o que facilita muito na hora de comprar um veículo, principalmente se ele for usado.

Outro ponto interessante é pesquisar a reputação do site na internet, uma boa dica é digitar o nome do site no Google e ver se tem alguma notícia positiva ou negativa relacionada a ele.

Veja se o vendedor é confiável

Quando estiver pesquisando uma lista de ofertas no site verifique as informações dos produtos, se tem o nome da pessoa que está vendendo ou o nome da loja e telefone para entrar em contato. Se caso você for comprar em lojas especializadas procure saber se a loja é confiável, caso for comprar um modelo novo, algumas empresas como a Volvo e a Iveco possuem blogs que dão dicas e falam com mais detalhes sobre os modelos à venda. E nunca se esqueça, sempre suspeite de preços muito abaixo dos de mercado.

Documentação em dia

Essa dica foge um pouco do assunto do artigo, mas é sempre bom lembrar. Verifique se a documentação está em dia. Você também pode ver no site do DETRAN do seu estado e ver se o veículo tem alguma multa pendente. E caso for fechar negócio, exija sempre a nota fiscal da compra.

Bom, espero que essas informações sejam úteis, se acharem que faltou alguma dica escrevam ai nos comentários.

Texto de Rafael Shiroma

Foton faz parceria com Itaú para financiamento de caminhões

foton aumark do brasilA Foton Aumark do Brasil, representante no País para caminhões leves, médios e pesados da fabricante chinesa Beiqi Foton Motor Co. Ltd. – maior montadora de caminhões da China, e em volume, a maior do mundo, acaba de firmar parceria com o Banco Itaú para disponibilizar no mercado uma linha de crédito especial que vai financiar seus produtos com taxa mensal de 0.99% e prazo de 48 meses. Trata-se do plano Foton Fácil, cuja validade será até o dia 09 de dezembro deste ano.

Para Marcos Leandro, Diretor de Vendas da empresa e das concessionárias Foton Aumark, este plano oferece uma das mais competitivas taxas do mercado nacional, oferecendo uma excelente oportunidade para quem pretende ampliar ou renovar sua frota, além da grande oportunidade de se adquirir um produto Premium em todos os aspectos. “Os caminhões da família Aumark vêm equipados de série com vários itens de segurança e conforto, que no mercado brasileiro geralmente são oferecidos como opcionais. Além disso, são equipados com um trem-de-força Cummins e transmissão ZF”, afirma Marcos Leandro.

O plano Foton Fácil está disponível para todo o mercado nacional e as informações podem ser obtidas na rede de concessionárias da marca. A Foton Aumark do Brasil possui até o momento uma rede de 24 casas estrategicamente distribuída por todo o país e a empresa está em franco processo de ampliação de sua capilaridade de vendas. As obras para construção da fábrica terão início ainda neste ano e a previsão é que o primeiro caminhão brasileiro da marca deixe a linha de montagem em Guaíba, no Rio Grande do Sul, no início de 2016.

Fonte: Foton Aumark