International realiza nova entrega ao Ministério do Desenvolvimento Agrário

International Durastar 6x4Na última sexta-feira, dia 30 de Maio, a International Caminhões entregou mais 144 DuraStar 6×4 implementados com caçamba basculante para o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) dentro do programa PAC 2, do Governo Federal.

O evento de entrega ocorreu na cidade de Bauru, SP, de onde os veículos seguem para as cidades contempladas na região. Ao todo, já são 462 veículos entregues pela International em São Paulo dentro do programa.

O International DuraStar é produzido no Brasil e atende plenamente os requisitos do FINAME. Entre suas principais características podemos destacar o moderno motor MWM MaxxForce 7.2H de 274 cv, que apresenta excelente desempenho e economia de combustível.

O design da cabine é, ao mesmo tempo, clássico e moderno, e sua configuração semi-avançada permite rápido acesso ao motor e itens de manutenção periódica, além de oferecer excelente ergonomia e dirigibilidade. Forte e robusto, o DuraStar possui longarinas produzidas com aço de alta resistência, freios 16,5 polegadas – os maiores da categoria – com ABS e para-choque em aço, tornando-se ideal para aplicações de alta severidade.

Fonte: International Caminhões

Randon fornece 1.184 Caçambas Basculantes para MAN, adquiridas pelo MDA

Randon - Caçamba areia e britaA Randon S/A Implementos e Participações, através da sua unidade em São Paulo, fornecerá 1.184 Carrocerias Basculantes, modelo Areia e Brita, para o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Os produtos começaram a ser entregues em outubro de 2013 e a última remessa tem entrega prevista para a primeira quinzena de abril deste ano.

Em sua totalidade, os equipamentos serão fornecidos para a montadora MAN, que venceu licitação do Governo Federal envolvendo caminhões já acoplados ao implemento e que conta com a Randon entre os fornecedores escolhidos, observando os critérios de qualidade, preço e prazo de entrega.

Fonte: Randon

Mobilidade urbana patina e menos de 20% dos projetos estão em obras

BH - BRT 01Menos de 20% dos projetos de mobilidade urbana com apoio financeiro da União estão efetivamente em obras ou já foram concluídos.

O baixo índice de execução demonstra a dificuldade do setor público em atender o clamor das ruas e dar uma resposta ágil às manifestações de junho do ano passado, que tiveram a má qualidade dos transportes públicos como um dos alvos principais.

De 229 projetos de mobilidade com investimentos federais, em grandes e médias cidades, o novo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) indica que só 47 – em 14 municípios – têm alguma obra em andamento.

Apenas seis projetos já foram inaugurados. Uma lista infindável de anúncios não conseguiu sair do papel e está em fase de licitação ou, pior ainda, na elaboração de estudos de viabilidade econômica e de engenharia.

A lentidão nos avanços contrasta com a rapidez com que a presidente Dilma Rousseff anunciou um “pacto da mobilidade”, em reação às manifestações populares, com investimentos adicionais de R$ 50 bilhões em transportes.

O governo já tinha outros programas em curso, como as duas versões do PAC Mobilidade – um para grandes cidades (com mais de 700 mil habitantes) e outro para médias cidades, além do PAC da Copa. Na prática, tornou-se difícil identificar qual obra está vinculada a cada programa.

Não faltam exemplos de projetos grandiosos que estão, aos olhos dos passageiros, na estaca zero – independentemente de um ou outro avanço na realização de estudos.

A ampliação do metrô de Brasília, com cinco novas estações e recursos garantidos de quase R$ 700 milhões, patina há dois anos.

Veículos leves sobre trilhos (VLTs) em capitais do Nordeste, como em João Pessoa e Maceió, estão parados.

Corredores exclusivos de ônibus, que deveriam cortar cidades de médio porte como Piracicaba (SP) e Uberlândia (MG), também ficaram no papel e frustraram a população.

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, minimizou os atrasos e fez uma comparação com os avanços na área de saneamento básico.

Em 2007, quando projetos de Estados e municípios para abastecimento de água e tratamento de esgoto passaram a receber investimentos federais, ela lembrou que governadores e prefeitos raramente apresentavam estudos adequados para o enquadramento no PAC.

Hoje, segundo a ministra, 60% dos projetos de saneamento chegam a Brasília com estudos prontos. O mesmo processo de aprendizado, na avaliação dela, deverá ocorrer com a mobilidade urbana. Para isso, conforme destacou, o governo está financiando o desenvolvimento de estudos.

Praticamente todos os projetos na área de transportes públicos, excluindo trens urbanos da estatal CBTU, são tocados por Estados ou municípios.

O governo federal entra com dois tipos de financiamento: recursos a fundo perdido do Orçamento Geral da União (OGU) e empréstimos a taxas privilegiadas do BNDES ou da Caixa Econômica Federal.

O desempenho ruim na área de mobilidade também se reflete em projetos selecionados para a Copa do Mundo. Obras atreladas à realização do evento esportivo, como o VLT de Brasília e o monotrilho de Manaus, hoje são empreendimentos sem data de conclusão.

A 115 dias do pontapé inicial do torneio, no entanto, a ministra avaliou que ainda “é cedo” para fazer um balanço geral. Ela afirmou que “é possível fazer o evento sem esses investimentos” e argumentou que projetos específicos para operação durante a Copa do Mundo “estão sendo entregues até o prazo factível para isso”.

De acordo com a ministra, obras de mobilidade constituem “um legado para a população” e não devem atrapalhar a realização do torneio. “Como dizem os baianos, eles fazem uma Copa do Mundo por ano, no Carnaval.”

A segunda fase do PAC, que compreende o período 2011-2014, já teve 82,3% de suas ações concluídas. O balanço compila informações até o dia 30 de dezembro de 2013.

A execução global do PAC 2 atingiu R$ 773,4 bilhões e representa 76,1% do orçamento previsto até o fim deste ano – esses recursos incluem não só gastos orçamentários, mas também desembolsos de estatais e do setor privado, além de financiamentos do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

O governo aproveitou a solenidade para comemorar obras inauguradas em 2013. As hidrelétricas de Simplício (RJ/MG), de Garibaldi (SC) e de Mauá (PR) foram lembradas.

O balanço destacou ainda a conclusão da interligação energética Tucuruí-Macapá-Manaus. Na área de rodovias, o governo conseguiu cortar as fitas do Contorno de Maringá e da Via Expressa do porto de Salvador.

Por outro lado, projetos sem perspectiva concreta de se tornar realidade continuam aparecendo com carimbo verde no balanço, o que sinaliza ritmo “adequado”.

É o caso do trem-bala Rio-São Paulo-Campinas, cujo leilão foi adiado em agosto do ano passado e hoje não tem data para ocorrer.arte19bra-201-dfpac-a2

Fonte: Valor Econômico

International planeja produção de caminhões leves no Brasil

Linha de montagem - International CaminhõesA International está com novos planos para o Brasil. Após inaugurar em junho de 2013 sua fábrica própria em Canoas, no Rio Grande do Sul, a fabricante de origem norte-americana pretende agora aumentar sua operação no Brasil. E entre as metas para 2014, estão: nacionalizar mais componentes dos dois modelos já produzidos por aqui (o 9800i e o Durastar), expandir a planta de Canoas e negociar uma parceria para introduzir caminhões leves na linha de produtos, com peso bruto total de 6 a 9 toneladas.

Para produzir no Brasil modelos leves (que não constam no portfólio de sua matriz), a International busca parcerias com outros fabricantes internacionais. Entre as possíveis associações, há uma em especial, com a chinesa JAC Motors, que produz esses caminhões e já tem uma joint venture com a Navistar (dona da marca International) na China para a produção e uso em seus veículos comerciais de motores diesel desenvolvidos pela engenharia brasileira da MWM – empresa adquirida no Brasil pelo grupo norte-americano em 2005.

A nacionalização de mais componentes também é um dos desejos da International. Hoje, a cabine do semipesado Durastar é importada dos Estados Unidos, de onde já vem armada e pintada. Já a cabine do 9800i, de alumínio, é produzida pela Automotiva Usiminas (agora Flamma, da Aethra) em Minas Gerais.

Com apenas meio ano de produção em Canoas, a International vendeu 507 caminhões no País em 2013, o que significou recuo de 2,7% sobre as 522 unidades de 2012. Apesar da queda, o desempenho de 2013 levou a International da nona para a sétima posição no ranking das marcas mais vendidas de caminhões no País.

Apesar do portfólio reduzido de dois produtos, a produção brasileira da International começou a aumentar, principalmente depois que a companhia venceu licitações para entregar até o meio deste ano quase 900 unidades do Durastar, vendidos dentro das compras de caminhões do governo federal para municípios pequenos, incluídas no PAC 2.

Fonte: Portal Brasil Caminhoneiro

Governo Federal finaliza 2013 com a entrega de mais de dez mil máquinas do PAC

pac 2Todos os 5.061 municípios brasileiros com até 50 mil habitantes terminaram o ano de 2013 com, pelo menos, um exemplar dos equipamentos doados pelo Governo Federal no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Instituída para fortalecer o escoamento agrícola familiar a partir da conservação das estradas vicinais, a iniciativa já entregou gratuitamente mais de dez mil maquinários para as prefeituras do País. Os equipamentos beneficiam aproximadamente 25 milhões de pessoas que vivem no meio rural. A execução do programa é feita pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que concluirá as doações das máquinas ainda no primeiro semestre deste ano.

Com a entrega de todas as retroescavadeiras do programa no último mês de dezembro, as doações de 2014 incluirão o repasse de mais 7.992 equipamentos: 2.530 motoniveladoras, 3.754 caminhões-caçamba, 729 caminhões pipa e 979 pás-carregadeiras. A aquisição dessas máquinas completará, também, a aplicação dos R$ 5 bilhões que o MDA investiu para adquirir os maquinários.

“O PAC 2 Equipamentos dota as prefeituras com máquinas que melhoram a mobilidade no campo, que melhoram as estradas vicinais, por onde passam pessoas, alimentos e também o transporte escolar e os medicamentos. A entrega desses equipamentos significa o atendimento de 83% da população brasileira que mora no meio rural”, explica o ministro do MDA, Pepe Vargas.

Ao fim da ação, o Governo Federal terá distribuído 18.073 máquinas: 5.071 retroescavadeiras; 5061 motoniveladoras; e 5061 caminhões-caçamba para os municípios com até 50 mil pessoas; e outros 1.440 caminhões pipa e 1440 pás-carregadeiras para os municípios castigados pela forte estiagem. O número de retroescavadeiras doadas é pouco maior pois dez municípios contemplados passaram a ter uma população superior a 50 mil habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os municípios selecionados pelo PAC 2 estão localizados em 26 estados – apenas o Distrito Federal não recebe as máquinas. As doações dos equipamentos atendem diretamente cerca de quatro milhões de estabelecimentos da agricultura familiar.

Em Moita Bonita (SE), o trabalho realizado pelos equipamentos – retroescavadeira, motoniveladora e caminhão-caçamba – que o município recebeu estão fazendo a diferença. Quem assegura é o presidente da Cooperativa de Produção da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Município de Moita Bonita (Cooperafes), Joelito Costa Santos. “Com a conservação das estradas, economizamos até 15% no processo de comercialização. A economia vai direto para o bolso do agricultor. Isso nos fortalece porque temos mais condições de investir na nossa propriedade e, consequentemente, de permanecer no campo. A garantia que a agricultura familiar tenha continuidade é, com certeza, o principal benefício do programa”, pontua.

Realidade que há pouco tempo era outra. “Já tivemos que interromper o recolhimento da produção porque o carro não passava nas estradas”, lembra. O empreendimento, que tem a batata-doce como matéria-prima, reúne 64 agricultores familiares. A produção da cooperativa é vendida para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), e ainda para uma rede de supermercados da Bahia.

Melhor convivência com o Semiárido

No início de 2013, a doação dos equipamentos priorizou municípios situados no Semiárido e em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecidos devido à falta de chuva. Ao todo, a ação distribuiu 4.601 equipamentos – 964 retroescavadeiras, 1.440 motoniveladoras, 1.025 caminhões-caçamba, 711 caminhões pipa e 461 pás-carregadeiras – para 1.440 municípios de 11 estados.

A distribuição beneficiou mais de 11 milhões de pessoas residentes do meio rural e quase dois milhões de propriedades da agricultura familiar. Em 2014, o atendimento prioritário continuará com a entrega de outros 415 caminhões-caçamba, 729 caminhões pipa e 979 pás-carregadeiras.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário

International Caminhões vence nova licitação do Governo Federal

dura-star-2011A International Caminhões fornecerá 823 caminhões DuraStar ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), órgão do Governo Federal. Somados aos 75 veículos entregues anteriormente, a venda totaliza 898 caminhões DuraStar e torna o órgão federal um dos principais clientes da companhia com este modelo. Os veículos, produzidos na fábrica da empresa em Canoas, no Rio Grande do Sul, atenderão as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), do Governo Federal nos Estados de São Paulo, Paraíba e Rio Grande do Norte.

A concretização desta venda permitiu à International abrir novos postos de trabalho e apresentar rápido crescimento no início de produção da fábrica. “Os compromissos de entrega do DuraStar nestas licitações adiantarão para seis meses o volume programado nos próximos 2 anos”, afirma o presidente Guilherme Ebeling. O executivo informa que esta produção é considerada volume adicional ao planejado no período, ampliando a participação da empresa no segmento de caminhões semi-pesados.

Destinados a apoiar o desenvolvimento nacional, os caminhões DuraStar 6×4 serão implementados com cisternas e caçambas e atuarão na construção de barreiras, no transporte de água potável e na manutenção de estradas vicinais no interior dos estados relacionados. O modelo é produzido no Brasil e conta com alto conteúdo local, atendendo totalmente as regras de Finame. Utiliza o motor MWM MaxxForce 7.2H de 274 cv – que apresenta excelente desempenho e economia de combustível, transmissão de 10 marchas e freio com 16,5”. O design da cabine permite rápido acesso ao motor e itens de manutenção periódica além de excelente ergonomia e dirigibilidade. O modelo possui longarinas produzidas com materiais de alta resistência em design reto, facilitando a instalação de implementos. Forte e robusto, o DuraStar 6×4 é ideal para operações que exigem maior esforço e alta produtividade.

Fonte: International Colaborou: Juliano Costa

New Holland Construction fornece ao Governo Federal parte de lote de máquinas para combate à seca e infraestrutura

patrola new hollandA New Holland Construction, marca de equipamentos para construção, entrega dia 30 de setembro 36 motoniveladoras, modelo RG140.B, ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Esses equipamentos fazem parte de um lote de 693 máquinas, composto por 603 motoniveladoras RG140.B e 90 pás-carregadeiras W130, adquiridas pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário por meio de licitação, no ano passado, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2.

Além da entrega das máquinas, que serão direcionadas à região semiárida de Minas Gerais em caráter emergencial, a New Holland Construction vai qualificar os 25 operadores dos equipamentos e irá fornecer a assistência técnica e manutenção durante dois anos.
A aquisição dessas máquinas faz parte da segunda etapa do PAC Equipamentos e tem orçamento de mais de R$ 1 bilhão já aprovado pelo Congresso Nacional. A quantidade de equipamentos destinados ao PAC representa um volume adicional de cerca de um terço do mercado de retroescavadeiras e dois terços do mercado de motoniveladoras no Brasil.

Para atender a demanda e sem prejudicar a produção para outros projetos, a fábrica da New Holland em Contagem (MG) aumentou sua capacidade produtiva desde o início de 2013.

Fonte: Divulgação

New Holland fornece máquinas para o combate à seca

Ad_31_w130A New Holland Construction, marca de equipamentos para construção, entrega dia 23 de agosto 38 pás-carregadeiras, modelo W130, ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Esses equipamentos fazem parte de um lote de 693 máquinas, composto por 603 motoniveladoras RG140.B e 90 pás-carregadeiras W130, adquiridas pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário por meio de licitação, no ano passado, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2.

Além da entrega das máquinas, que serão direcionadas à região semiárida nordestina em caráter emergencial, a New Holland Construction qualificou os 76 operadores dos equipamentos e irá fornecer a assistência técnica e manutenção durante dois anos.

A aquisição dessas máquinas faz parte da segunda etapa do PAC Equipamentos e tem orçamento de mais de R$ 1 bilhão já aprovado pelo Congresso Nacional. A quantidade de equipamentos destinados ao PAC representa um volume adicional de cerca de um terço do mercado de retroescavadeiras e dois terços do mercado de motoniveladoras no Brasil. Para atender a demanda e sem prejudicar a produção para outros projetos, a fábrica da New Holland em Contagem (MG) aumentou sua capacidade produtiva desde o início de 2013.

Fonte: New Holland

PAC 2 investiu R$ 32,9 bi em transportes até abril deste ano

investimentos pac 2Até o final de abril deste ano, a execução global da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi a maior para esse período desde a sua implantação, em 2007. A marca atingiu o recorde de R$ 557,4 bilhões, 56,3% do previsto para o período de 2011 a 2014.

As ações concluídas até abril chegam a 54,9% das previstas para entregar até o próximo ano e o valor total das obras finalizadas atingiu R$ 388,7 bilhões. Esse resultado é 18,4% superior em relação ao último balanço, quando o volume de obras concluídas era de R$ 328,2 bilhões.

O programa abarca investimentos de infraestrutura logística, social e urbana. Até 2014, a previsão é utilizar R$ 708 bilhões para a finalização das obras.

No eixo de transportes, por exemplo, até abril deste ano, foram concluídos, em todo o país, empreendimentos no valor de R$ 32,9 bilhões. As obras têm o objetivo de eliminar gargalos logísticos e investir em ampliação, construção e diversificação das malhas de vários modais.

Rodovias

Até abril deste ano, o PAC 2 já concluiu 1.889 km de rodovias em todo o Brasil. Há obras em andamento em 7.349 mil km, com 2.654 km de duplicação e adequação e 4.695 km de construção e pavimentação.

Entre as obras finalizadas, destacam-se a conclusão de 260 km na BR-135, em Minas Gerais, e 74 km na BR-235, na Bahia. Esses são eixos que funcionam como corredores para o escoamento de produção e para a integração entre regiões produtoras e consumidoras do país.

Além disso, há manutenção em 51,6 mil km de rodovias para garantir boa qualidade das vias e mais segurança aos usuários. Desse total, mais de 65% são Contratos de Restauração e Manutenção Rodoviária (Crema), um tipo de manutenção mais ampla e de longo prazo, que garante mais qualidade para as rodovias.

Em abril, também foi assinado o contrato de concessão da BR-101, no Espírito Santo. Mais de 400 km de rodovia serão duplicados, promovendo a integração das regiões Nordeste e Sudeste.

Ferrovias

Em relação às ferrovias, 2.576 km de obras estão em andamento. Entre elas, a Norte-Sul (1.089 km), a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (536 km) e a Ferronorte (84 km). Estão concluídos 96 km da Ferrovia Transnordestina, entre Missão Velha (CE) e Salgueiro (PE), com 778 km em andamento em outros trechos.
Portos

Na área de portos, os viadutos sobre a linha férrea da Avenida Perimetral Portuária da Margem Esquerda no município do Guarujá, em São Paulo, foram abertos ao tráfego desde o mês passado. Obras como alargamento e dragagem de canais e recuperação de terminais de passageiros estão em andamento em 12 portos, entre eles Fortaleza, Vitória, Suape e Santos.

Sete terminais hidroviários foram concluídos e foram iniciadas obras em outros 14 na região Norte, que estão com 70% das obras realizadas. Além disso, destacam-se as intervenções na hidrovia do rio Tietê, com três ações concluídas e outras quatro em andamento.

O Projeto Porto Sem Papel começou em 35 portos do país. A finalidade é reduzir a burocracia na atracação, liberação e desatracação de navios nos portos brasileiros. Atualmente, são realizados aprimoramentos em processos e integração com outros sistemas já existentes para garantir seu funcionamento pleno.

Aeroportos

No caso dos aeroportos, o programa concluiu 14 obras, como as ampliações de Guarulhos, Vitória, Goiânia e Cuiabá. Essas intervenções ampliaram a capacidade dos aeroportos em 14 milhões de passageiros por ano.

Os aeroportos de Confins (MG) e Curitiba (PR) entraram em obras e mais 23 ações estão em andamento em outros 15. Também foram iniciadas obras em 13 aeroportos regionais.

Mobilidade urbana

Em relação à mobilidade urbana, dentro do eixo Cidade Melhor do PAC 2, foram selecionados, no início deste ano, 63 novos empreendimentos. Eles vão beneficiar 59 municípios com população entre 250 mil e 700 mil habitantes e vão superar R$ 8 bilhões em investimento.

Esses recursos somam-se aos cerca de R$ 52 bilhões destinados à construção de metrôs, monotrilhos, aeromóveis, trens urbanos, Veículos Leves sobre Trilhos (VLT), Bus Rapid Transit (BRT) – em Português, trânsito rápido de ônibus-, e corredores de ônibus nas principais capitais e grandes cidades brasileiras. O intuito é desafogar o trânsito e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

Obras importantes estão em execução, como 15 BRTs, 13 corredores de ônibus, quatro metrôs, dois monotrilhos, um trem urbano, um aeromóvel e dois VLTs nas cidades de Belo Horizonte, Belém, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O PAC 2 já concluiu a modernização da Linha Oeste do metrô de Fortaleza (CE) e o trem de subúrbio Calçada Paripe, em Salvador (BA). As estações Santo Afonso e Rio dos Sinos entraram em operação na expansão do trem urbano que liga São Leopoldo a Novo Hamburgo (RS).

No PAC 2, 143 municípios e dois estados têm obras contratadas de pavimentação e qualificação de vias. Isso dá um total de R$ 1,5 bilhão, dos quais 86% estão em execução. Outros 471 empreendimentos foram selecionados no início de 2013 e vão beneficiar mais de 330 municípios.

Fonte: Agência CNT de Notícias