Peterbilt passa a oferecer o SmarTire em seus caminhões

Peterbilt 579Para melhorar a eficiência de combustíveis, fornecer mais segurança e maior vida útil aos pneus, a Peterbilt Trucks passa a oferecer o sistema de monitoramento eletrônico de pressão de pneus SmarTire em seus modelos 579 e 567 nos Estados Unidos.

O sistema monitora a pressão e temperatura de cada pneu do caminhão, em tempo real, e avisa o motorista em caso de potenciais problemas. O sistema ajuda o caminhoneiro a manter os pneus calibrados na pressão ideal, melhorando o consumo de combustível e aumentando a vida útil do pneu.

“A Peterbilt tem o prazer de oferecer esta tecnologia em nossos modelos, oferecendo aos clientes uma importante redução dos custos operacionais”, disse Robert Woodall, Diretor de Vendas e Marketing do Peterbilt. “Os pneus são uma das maiores despesas para as frotas e o sistema SmarTire pode ajudar a reduzir esse custo, bem como poupar dinheiro através da redução dos custos de combustível, menos tempo de inatividade e uma operação mais segura.”

???????????????????????????????O sistema usa sensores instalados dentro de cada pneu, e a tela do computador de bordo mostra a situação de cada pneu, individualmente. O sistema SmarTire envia alertas sobre o qualquer mudança na pressão dos pneus, criticamente para baixas pressões e altas temperaturas. O sistema fornece alertas visuais instantâneos e tem um alarme sonoro opcional.

Modo de dirigir determina desgaste de pneu

Os pneus são sempre um ponto crítico no custo operacional de uma transportadora ou de um caminhoneiro autônomo, por isso, a preservação deste componente é importante para minimizar os gastos. Pensando nisso, os condutores devem evitar maneiras de dirigir, que provoquem um desgaste maior dos pneus, dentre as quais está uma direção mais agressiva, com arrancadas rápidas, freadas bruscas e curvas acentuadas em velocidade. “O condutor que dirige com mais agressividade terá maior desgaste deste componente”, afirma Osvaldo Peres, chefe de oficina da Tietê Veículos.

Além disso, outro fator que influencia na vida útil do pneu é o tipo de solo. “A condição do asfalto, mais ou menos abrasivo, e a carga transportada influem no estado do componente, bem como a calibragem”, disse Peres.

O chefe de oficia lembra ainda a importância de calibrar os pneus, preferencialmente, todos os dias e com o veículo frio. “No entanto, como é inviável parar todos os dias para efetuar a calibragem, pode-se fazer semanalmente”, acrescenta.

O especialista ainda ressalta que é preciso tomar cuidado, especialmente, com veículos de rodagem dupla. Um pneu não pode estar com calibre menor do que o outro. “O pneu com calibragem mais alta fica mais sobrecarregado de carga e consequentemente terá maior desgaste”, conclui.

Fonte: WebTranspo

Alinhamento e balanceamento – É bom fazer!

Alinhamento é o processo de regulagem dos ângulos da direção do veículo conforme as orientações do fabricante. O veículo desalinhado oferece mais resistência ao piso aumentando seu consumo, diminuindo a vida útil dos componentes do sistema de direção e suspensão além de aumentar o desgaste dos pneus.

O desalinhamento pode acontecer tanto no primeiro, segundo ou terceiro eixo.

Bons motivos para fazer o alinhamento do seu caminhão:

Você economiza dinheiro, já que seus pneus vão durar mais;
A direção ficará mais macia, pois haverá menor resistência de rolamento;
Você terá maior controle de direção, aumentando a segurança do veículo;
Menor desgaste dos componentes.

Quando fazer o alinhamento dos pneus

Em todas as revisões periódicas estipuladas pelo fabricante do veículo ou pelo menos a cada 7000 quilômetros;
Sempre após um impacto forte contra buracos, pedras, guias ou outros objetos;
Sempre que houver a substituição de algum elemento da suspensão ou da direção;
Toda vez que notar algum comportamento estranho no veículo, tendendo a ir mais para um lado ou com dificuldade de se manter na trajetória;
Quando forem verificados desgastes irregulares nos pneus;
Sempre que houver substituição de pneus.

E o balanceamento

Já o balanceamento de rodas é a compensação feita para equilibrar o conjunto pneus e rodas com a aplicação de contrapesos de chumbo evitando vibrações e desgaste irregular.

O balanceamento deve ser feito toda vez que for desmontado o pneu da roda para concerto, na instalação de um pneu novo, no primeiro sinal de vibração no volante, quando haver desgaste irregular da banda de rodagem, e preventivamente a cada 10.000 km.

Essas medidas preventivas contribuem para tornar a viagem mais tranquila e possibilitam maior economia para o motorista, pois aumentam a durabilidade dos pneus.

Fonte: BMB Mode Center

Rodízio de pneus: por que é importante realizar este procedimento

O pneu é um dos componentes mais importantes do caminhão. São os pneus que suportam o peso do veículo e sua carga e fazem o contato com o solo. Eles transformam a força do motor em tração e são responsáveis pela eficiência da frenagem e da estabilidade nas curvas. Por isso, é necessário realizar manutenção preventiva, a fim de garantir sua durabilidade e a segurança do motorista.

Um dos procedimentos de manutenção dos pneus é o rodízio. Este revezamento, que consiste na troca de posição entre os pneus, tem como objetivo evitar o desgaste irregular, fazendo com que ele aconteça de maneira mais uniforme, o que prolonga sua vida útil. O rodízio tende a equilibrar o desgaste dos pneus, equalizando seu desempenho em termos de dirigibilidade e frenagem.

A periodicidade deste procedimento deve ser definida em função de fatores operacionais e das práticas de manutenção do usuário. Quanto mais frequente, maiores serão os benefícios para a vida útil do pneu. Porém, isso gera aumento de custos de manutenção e cada usuário deve determinar a frequência que lhe dê um melhor custo-benefício.

Quando esse revezamento não acontece, além de ocorrer um desgaste irregular que evolui e reduz a vida útil do pneu, outros prejuízos podem ser gerados. O aumento do consumo de combustível e outros inconvenientes que possam afetar o desgaste dos componentes de suspensão, gerando vibrações no volante e no veículo, o que compromete a dirigibilidade, são exemplos do que pode ser resultado da falta desta manutenção.

Entretanto, é preciso atenção para algumas situações. Veículos de carga utilizam pneus reformados nos eixos traseiros ou de reboque, os quais não podem ser utilizados na dianteira por força de lei. Em outros casos, os pneus do eixo de tração são de desenho específico para esta posição e o rodízio só poderá ser feito mantendo os pneus no mesmo eixo. Outra situação ainda é a de pneus que rodam no eixo direcional e apresentam desgaste irregular e são colocados nas posições de tração ou reboque para corrigir esta situação, buscando postergar sua retirada.

O rodízio dos pneus faz parte de um conjunto de medidas que devem ser tomadas para prolongar sua vida útil, reduzir o consumo de combustível e garantir a segurança do usuário. Além do revezamento, motoristas e frotistas devem estar sempre atentos à pressão de inflação, utilizando o valor adequado de acordo com a carga transportada, verificar a condição das rodas e das válvulas de ar e realizar alinhamento tanto das rodas quanto da direção.

Fonte: Canal do Transporte

Michelin lança nova geração de pneus para uso misto

A Michelin, líder em vendas no mercado de pneus radiais para caminhões e ônibus na América do Sul, apresenta sua nova gama Michelin X Works. Recomendado para atividades como usinas de cana-de-açúcar, madeireiras, construção e obras públicas, é o primeiro pneu sem câmara nessa dimensão comercializado e fabricado no Brasil.

“A Michelin está inovando para contribuir na redução do custo operacional dos clientes. A nova oferta dimensional sem câmara Michelin X Works confirma a proposta do justo-perfil, traduzido no pneu adequado para transportar mais carga com menor custo”, afirma Luigi Cannelloni, diretor de marketing para a Michelin América do Sul.

O uso de pneus sem câmara proporciona aos usuários ganhos significativos na operação quando comparados aos pneus com câmara tais como, redução de peso do conjunto pneu x roda, metade do tempo para montagem e desmontagem do conjunto, menor tempo de parada dos veículos por problemas de furos no pneu (perda lenta de pressão), menor perda de carcaça por problemas de furo, entre outros.

O novo Michelin X Works XZY foi especialmente desenvolvido para montagem em todas as posições e otimizado para o eixo direcional para o transporte de carga em veículos pesados e extra pesados, que trafeguem em estradas mistas de asfalto e terra com pedras e buracos.

O Michelin X Works XZY é uma nova geração de pneus com carcaça e ombros reforçados para utilização em condições severas. O talão mais robusto com aro reforçado proporciona maior resistência da carcaça a choques e agressões. O novo pneu gera um rendimento quilométrico de até 15% maior na 1ª vida, com excelente aderência e tratividade em solos inconsistentes, aumentando assim a vida total do pneu.

Já o Michelin X Works XDY, desenvolvido para montagem em eixo trativo foi elaborado para proporcionar maior resistência em condições severas de uso, com excelente rendimento quilométrico, mais aderência e tratividade, além de maior durabilidade da carcaça.

Devido à nova escultura com composto de borracha de alta resistência às agressões, o Michelin X Works XDY dura até 10% a mais em primeira vida e retém até 30% a menos de pedras. Essas características auxiliam na redução dos gastos, aumentando a produtividade.

Para completar a gama, o Michelin X Works HD XDY é recomendado para montagem em eixo de tração, e em casos excepcionais, em eixo direcional, quando as condições de uso são extremamente agressivas, respeitando-se os limites de carga e velocidade do pneu. Desenvolvido para utilização em solos predominantemente agressivos, com terra e pedra possui uma escultura mais robusta no centro, com composto de borracha de alta resistência às agressões, que proporciona um aumento de até 15% na quilometragem em primeira vida.

O novo composto de borracha da banda de rodagem é mais resistente às agressões e arrancamentos, reduzindo também os níveis de oxidação das lonas de topo. Os pneus M Michelin X Workspossuem maior aderência ao solo, proporcionando melhor drenagem de água e lama oferecendo mais segurança na operação. Dessa forma, os usuários se beneficiam de uma maior disponibilidade dos veículos.

Além disso, o aumento da vida total dos pneus em até 20% em relação ao pneu 11.00 R22 X Force, gera redução no custo do transporte. Ao utilizar o serviço de recapagem Michelin o usuário poderá aproveitar todo o potencial da vida do pneu, reduzindo o custo do transporte e com maior produtividade. Além disso, a nova gama de pneus pode ser recapada com o processo de recapagem que utiliza o mesmo desenho da banda de rodagem do pneu novo.

A nova gama Michelin X Works tem a carcaça com Tecnologias de Durabilidade Michelin (MDT), que confere maior resistência às infiltrações, sobrecargas e agressões termomecânicas aumentando a vida total do pneu. Os novos pneus Michelin X Works auxiliam na redução do custo do transporte graças ao alto nível de recapabilidade e da vida total do pneu.

O grupo Michelin trabalha na arquitetura e no desenho da banda do pneu para diminuir a resistência à rodagem buscando a redução do consumo de matérias-primas oferecendo o justo-perfil para a necessidade do cliente. Graças à durabilidade da nova oferta MICHELIN X WORKS, menos carcaças de pneus são descartadas no meio-ambiente permitindo a utilização máxima do potencial de nossos produtos, e consequentemente contribuindo para menores emissões de CO2 na atmosfera.

A gama completa está disponível nas seguintes dimensões: 12 R22.5 X Works XZY TL 152/148 K |12 R22.5 X Works XDY TL 152/148 K |12 R22.5 X Works HD XDY TL 152/149 D.

Fonte: Revista Fator

Diminua o desgaste de pneus

Raramente a banda de rodagem dos pneus se desgasta de maneira uniforme, apresentando o mesmo resíduo de borracha em toda a circunferência e por toda a sua largura. As causas são inúmeras, mas uma coisa é certa: é impossível fabricar ou reformar um pneu onde a borracha num determinado ponto do pneu seja diferente de outro local, no mesmo pneu.

É claro que pneus e reformas podem ter problemas como ficou comprovado recentemente pelo recall realizado pela Pirelli, mas na imensa maioria das vezes, quando ocorre um desgaste irregular, o pneu é a vítima e não o causador do problema.

Deixando de lado possíveis problemas mecânicos, comumente encontrados como situações causadoras de desgastes irregulares, em algumas aplicações esse fenômeno (se podemos classificar dessa forma) é recorrente.

Nas ruas e estradas o piso é inclinado para a direita para facilitar o escoamento da água da chuva, o que faz com que a carroceria também se incline e, por causa disso, temos uma maior incidência do peso sobre os pneus montados no lado direito, os quais acabam por se desgastar mais rapidamente quando comparados com os do lado esquerdo.

Solução para isso: faça o rodízio dos pneus regularmente.

A situação descrita é normal e atinge a todos os veículos e aplicações, mas tem uma em que esse efeito é muito mais acentuado, e por pura conveniência: o transporte de material de construção.

Pelas ruas das grandes cidades é comum vermos caminhões de entrega carregados de modo a facilitar o descarregamento, onde no lado direito e na traseira estão os produtos mais pesados como pedras, areia, sacos de cimento, caixas de azulejo, entre outros, e no lado esquerdo e próximo à cabine ficam janelas, portas, louças sanitárias, etc. O que é mais pesado e cansativo para descarregar é colocado num local de modo a ficar mais próximo da calçada, facilitando o descarregamento e abreviando o tempo de parada.

Se isso facilita o trabalho humano diminuindo o esforço físico, é um veneno para o veículo ao exigir de maneira desigual os componentes mecânicos de um lado e outro do veículo.

Insistindo nesse modo de carregamento, com o tempo a carroceria permanece inclinada mesmo quando vazia. Além da suspensão, os freios são forçados e os pneus se desgastam mais acentuadamente no lado direito.

Nas betoneiras, já ocorre o inverso, com os pneus da esquerda gastando mais rápido. A razão é que o balão da betoneira, quando carregado, gira de maneira que o maior volume do concreto fica alojado no lado esquerdo. Aqui, novamente é o rodízio que deve ser feito para equilibrar os desgastes.

Fonte: Amigos da Carga