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abr 05 2011

Volvo FH440 recebe o “Prêmio Lótus” pelo segundo ano consecutivo em SP

O caminhão Volvo FH440 6×2 tractor foi o grande ganhador da categoria Caminhão Pesado do Ano do Prêmio Lótus 2011. O veículo foi o caminhão pesado mais vendido no ano passado, atingindo a marca de 6526 unidades, número bastante superior aos 3935 caminhões de mesmo modelo vendidos no mercado doméstico em 2010, segundo levantamento da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). O caminhão da Volvo foi agraciado com o título em cerimônia realizada pela revista Frota&Cia, promotora do prêmio, no dia 29 de março, no Espaço Nacional Club, em São Paulo.

“Estamos muito contentes e receber o Prêmio Lótus pela segunda vez, pois é a prova de que o mercado reconhece a grande qualidade de nosso caminhão”, declara Roger Alm, presidente da Volvo do Brasil. Ele lembra que baixo consumo de combustível, alta performance e grande disponibilidade são os principais atributos do FH440. “Nosso compromisso é oferecer caminhões robustos, de baixo consumo de combustível e grande disponibilidade e, ao mesmo tempo, garantir ao transportador produtos de alta tecnologia, compatíveis com o que há de mais inovador no mercado”, declara afirma Bernardo Fedalto Jr., gerente de caminhões da linha “F” da Volvo do Brasil.

O FH440 6×2 é produzido na fábrica da Volvo de Curitiba, no Paraná. É o mesmo veículo fabricado nas unidades fabris da Europa, um dos mais exigentes mercados do mundo. “A Volvo sempre se preocupou em trazer para o Brasil o que há de melhor em caminhões”, diz Fedalto.

Uma realização da Editora Frota, o prêmio Lótus é a mais antiga premiação da área de transportes comerciais, que pesquisa os veículos mais vendidos em 24 diferentes categorias de caminhões, ônibus, caminhonetas e furgões. “Estamos realizando o Prêmio Lótus ininterruptamente há 18 anos. Ele antecede, inclusive, a fundação da revista. É, certamente, a mais tradicional distinção na área de veículos comerciais e de passageiros”, destaca José Augusto Ferraz, diretor de redação da publicação e publisher da Editora Frota. “O prêmio retrata fielmente as preferências dos compradores brasileiros”, finaliza Ferraz.

Fonte: Paraná-Online

mar 12 2011

Venda de caminhões do primeiro bimestre cresce 41%

As concessionárias brasileiras venderam 12.696 caminhões novos em fevereiro deste ano, um número 3,6% superior aos 12.229 que haviam sido vendidos em janeiro. As informações são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

No acumulado do ano, já são 24.925 unidades vendidas, uma quantidade 41% superior ao mesmo período de 2010, quando foram comercializados 17.592 caminhões zero.

Fonte: Carga Pesada

jan 04 2011

Iveco Stralis: um pesado de preço leve

Quando foi apresentado, sua participação no mercado de caminhões era pequena, mas, aos poucos, o Stralis conquistou espaço.

O Stralis HD chegou ao Brasil em 2004 misturando o sotaque italiano com o argentino. As peças eram trazidas da Europa para montagem final do veículo na fábrica da Iveco, em Córdoba. Apesar de reforçar a presença da marca no segmento de pesados no mercado brasileiro, esse modelo com 380 cv e tração 4×2 teve uma participação tímida no início, como analisa Alcides Cavalcanti, diretor comercial da Iveco para o Brasil.

Um dos fatores que contribuiu para esse desempenho foi justamente a necessidade de importá-lo, pois isso tirava do frotista a chance de usufruir dos benefícios de aquisição – como o Finame – que eram destinados aos produtos nacionais ou com alto índice de nacionalização. A importação também fazia pairar no ar a dúvida sobre o quanto se gastaria, caso o Stralis precisasse visitar uma oficina para reparo.

Na época do lançamento, Cavalcanti acredita que o pesado da marca italiana disputava espaço com o Mercedes-Benz 1935, o Scania R380 e o Volvo FH12. Esse trio levava vantagem porque suas fabricantes já eram marcas mais tradicionais e conhecidas. A Mercedes-Benz acumulava mais do que uma década como produtora local de veículos comerciais, e a Scania seguia na mesma linha, mas com foco exclusivamente direcionado para o segmento de pesados. Para completar, o modelo da Volvo, também vendido com opções de 420 cv e 460 cv de potência, era dono de uma vasta gama de dispositivos de segurança, sendo que alguns itens, até então, ainda eram inexistentes no Brasil.

Até que a Iveco pudesse deixar o novo caminhão apto a oferecer algum tipo de subsídio do governo, passaram-se três anos. No entanto, não se pode dizer que o intervalo entre a primeira e a segunda geração tenha sido de trevas para o Stralis. Muito longe disso. O título de caçula dos pesados servia apenas no novo território, pois o veículo trazia consigo a mesma tecnologia que Iveco empregava na Europa.

Aqui, o caminhão pretendia – e conseguiu – ser pesado apenas em suas configurações. A tarefa de deixar o preço levíssimo ao bolso do cliente foi alcançada, uma estratégia comercial que marcou pontos para a Iveco. Se em 2004 haviam sido vendidas 41 unidades, três anos depois, o volume passou da casa das 2 200.

Na Fenatran de 2007, anunciando o “encontro da sofisticação com a maior economia de combustível”, a fabricante apresentou o novo Stralis com cinco novas versões: 380 cv 6×2, 420 cv 4×2, 420 cv 6×2 e 420 cv 6×4. Todos os modelos eram equipados com o motor Iveco Cursor 13 e com o sistema auxiliar de frenagem Turbo Brake.

“As novidades incluíam atualização da cabine, aperfeiçoamento do painel de comandos, incorporação de novos itens de segurança e a manutenção da robustez do trem de força”, enumera o diretor comercial da marca. Essa cabine leito para o Stralis latino-americano havia sido lançada na Europa apenas sete meses antes de ser apresentada no Brasil e era oferecida na opção de teto alto ou baixo.

Para atender à demanda que cresceu com vigor, a produção – que passou a ser realizada na unidade de Sete Lagoas, em Minas Gerais – seguiu no mesmo ritmo. Transportadoras como Martelli, Gafor, Tegma e Jamef incluíram o Stralis em suas frotas. Somente em 2007, a Iveco vendeu para o Grupo Martins, de Uberlândia, 75 cavalos-mecânicos.

Com a produção nacional de pesados, a Iveco atraiu para os arredores de sua planta mineira mais cegonheiros que ficaram responsáveis tanto pelo transporte dos caminhões que saem de Sete Lagoas, como dos veículos da Fiat, em Betim. De acordo com Cavalcanti, aquela região deve concentrar a presença de, pelo menos, 600 unidades desse tipo de caminhão.

Esse público tem recebido uma atenção especial da empresa. O gerente de vendas externas da concessionária de Belo Horizonte, pertencente ao grupo Deva, Gabriel Zanforlin, conta que foi criada uma série especial, batizada de Power Cegonheiro, com roda de alumínio, ar-condicionado e tanque de alumínio. O gerente explica que a região também tem uma clientela diversificada, como mineração a carga seca.

Com filiais em Betim, Pouso Alegre, Juiz de Fora e Pato de Minas, o Grupo Deva sentiu queda no volume de vendas de caminhões usados. Para Zanforlin, o principal motivo é a facilidade criada para a compra do veículo novo, com os incentivos do governo federal.

Essa mesma percepção está sendo sentida na região Centro-Oeste, outro polo em que a Iveco tem forte concentração de clientes, como indicou Cavalcanti. Na concessionária Torino, com unidades em Várzea Grande e em Rondonópolis, no Mato Grosso, os vendedores relatam que a venda facilitada de caminhões novos está ofuscando o mercado de usados ainda que não se tenha um número exato a respeito. Na Torino, a procura pelo Stralis 0 km rende por mês entre 25 e 30 vendas. O caminhão usado tem aparecido mais como forma de complementar o pagamento.

Fonte: Transporte Mundial

nov 22 2010

International 9800i: as vendas começaram

Rodolatina é a primeira empresa a adquirir os caminhões fabricados pela NC² no Brasil. Ao todo, foram 71 veículos adquiridos.

Formada há cerca de um ano pela joint venture entre a Navistar e a Caterpillar, a NC², que acaba de chegar ao Brasil, vende suas primeiras unidades. A aquisição dos caminhões International 9800i foi feita pela empresa Rodolatina Logística e Transportes, com sede em Curitiba, PR. A transportadora paranaense fechou a compra de 71 novos veículos. Desses, 21 devem ser entregues imediatamente.

Cerca de 30 motoristas, que operarão os novos veículos, estão em fase de treinamento na sede do SETCEPAR (Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná). Com duração de dois dias, o treinamentos ajudará os motoristas a se adaptarem mais rapidamente aos novos caminhões e a conduzi-los de maneiras mais segura, econômica e preventiva.

O modelo colocado à venda há menos de um mês, possui duas opções de configuração, 6×2 e 6×4. O cavalo-mecânico é equipado com motorização eletrônica fabricada pela Cummins ISM de 11 litros e oferece 417 cv de potência a 205 mkgf. Os caminhões ainda são equipados com freio motor de compressão com até 395 cv.

Fonte: Transporte Mundial

jan 12 2010

Produção de caminhões dobra em dezembro de 2009

Em dezembro, a indústria nacional produziu 12.342 caminhões, 107% a mais do que o total registrado no mesmo período de 2008, com 5.958 unidades.

De acordo com o levantamento da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores – a produção do setor caiu mais de 20%. Já em relação ao mês de novembro, quando foram produzidos 13.877 caminhões, a produção do setor caiu 11,1%.

Em todo o ano de 2009, as montadoras instaladas no País produziram 123.592 caminhões contra 167.330 em 2008 – queda de 26,1%. As vendas internas no atacado, ainda segundo os números da Anfavea, também subiram em dezembro de 6.137 em 2008 para 9.910 em 2009, o que representa crescimento de 61,5%.

Em relação a novembro do mesmo ano (12.463 unidades) caíram 20,5%. A MAN (VW Caminhões e Ônibus) vendeu no mês 2.600 caminhões, seguida por Ford (2.364 unidades); Mercedes-Benz (1.945); Scania (1.084); Volvo (1.076); Iveco (715) e Agrale (48).

No ano, foram 114.286 caminhões vendidos no atacado contra 126.777 em 2008 – cerca de 10% a menos. A MAN/VW também liderou as vendas em 2009, com 34.341 unidades comercializadas; seguida por Mercedes-Benz (32.332); Ford (21.497); Volvo (8.730); Scania (8.327); Iveco (7.810) e Agrale (555).

Fonte: O Carreteiro

jan 09 2010

Volvo FH440 e Scania G420 lideram vendas de Pesados

Segundo a Fenabrave, foram comercializados 3.819 unidades do primeiro e 3.599 do segundo, representando juntos 27% deste segmento

O balanço divulgado na terça-feira (5) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostra que os caminhões Volvo FH440 e o Scania G420 lideraram as vendas no segmento “Pesado” em 2009. Foram comercializados 3.819 unidades do primeiro e 3.599 do segundo, representando juntos 27% deste segmento.

No total, incluindo todos os segmentos, foram comercializadas, de acordo com a entidade, 109.146 caminhões no ano passado. Veja abaixo a relação dos 10 modelos mais vendidos em cada segmento, segundo a Fenabrave.

Já pelo levantamento anual da Anfavea, divulgado nesta quinta-feira (7), foram licenciados 106.486 caminhões durante 2009. O número é 10% menor que os 118.228 de 2008, mas 8% maior que o total de 2007 (98.498 unidades). De acordo com a Anfavea, a produção caiu 26% em 2009 e as vendas internas, 10%.

Segundo a entidade que representa as montadoras, o segmento no qual houve maior retração nos licenciamentos é o de Pesados: 21%. Nos Leves, foi verificado um pequeno aumento de 1% (ver quadro).

Fonte: Revista Carga Pesada

jan 08 2010

IPI zero para caminhões e comerciais leves traz otimismo para o setor automotivo

O segmento de caminhões, caminhonetes, furgões, picapes, entre outros veículos leves de transporte, inicia 2010 com a expectativa de aumentar as vendas em relação a 2009. O governo federal prorrogou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o setor, com alíquota zero, até 30 de junho deste ano. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União da última quarta-feira, 30 de dezembro.

Com a medida, concessionários que atuam no ramo estão confiantes quanto ao bom desempenho na comercialização de veículos zero quilômetro. Para Adriana do Carmo de Souza, consultora do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos Autorizados do Distrito Federal (SINCODIV/DF) e secretária de Vendas de uma das concessionárias do setor no DF, com a redução do IPI, é possível chegar a um preço competitivo. “A medida torna as condições de financiamentos mais acessíveis. Os frotistas percebem que é melhor investir em novas unidades do que gastar com a manutenção de carros antigos, cujo custo pode ser bastante alto”, considera.

Ela afirma que aliada às linhas de crédito especiais para o financiamento de caminhões, provenientes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a alíquota zero do IPI ganha ainda mais força. “Já observamos uma melhora nas vendas do segundo semestre para o primeiro em 2009. Acredito que, este ano, poderemos obter resultados ainda mais expressivos”, completa.

O gerente de Vendas na área de Caminhões da Brasília Motors, concessionária da Mercedes Benz, Rogério Vilela, também acredita em uma ótima recuperação do setor em 2010. Mas, de acordo com ele, apenas a alíquota menor do IPI não impacta tanto na compra do caminhão.

Vilela acredita que a medida do governo traz bons resultados, mas, principalmente, combinada o financiamento especial para caminhões, o Finame do Programa de Sustentabilidade e Investimentos (PSI). A linha de crédito oferece uma taxa de juros fixa de 7% ao ano. “Isso impacta bastante, uma vez que quase todos os bancos disponibilizam essa modalidade, com uma taxa mensal de cerca de 0,57%. Ficou mais vantajoso em investir em um caminhão zero quilômetro”, afirma.

Segundo o especialista, o mercado vai reagir bem a essa prorrogação do IPI mais barato. “As perspectivas são as melhores possíveis, tanto que os fabricantes apostam em um mercado 20% maior que 2009, que já foi muito bom. No segundo semestre do ano passado, por exemplo, a empresa teve um crescimento nas vendas de cerca de 50%, em relação ao primeiro. A expectativa é de que as montadoras aumentem a produção em 2010″, argumenta.

Fonte: Portal Fator Brasil

jan 05 2010

Fenabrave e Anfavea divulgam balanços de 2009

Números da Fenabrave serão conhecidos nesta terça-feira e os da Anfavea, na quinta

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulga nesta terça-feira (5) os resultados do setor em 2009. Até 15 de dezembro do ano passado, segundo a entidade, haviam sido comercializados 102.514 caminhões novos, número 17% inferior aos 123.283 vendidos em todo o ano de 2008 e 4% superior aos 98.695 de 2007.

Na quinta-feira, às 13h30, será a vez do balanço da Anfavea. Segundo a entidade, até 30 de dezembro de 2009, foram vendidos 93.977 caminhões novos no Brasil, quantidade 20% menor que os 117.947 comercializados durante os 12 meses do ano anterior e 1% inferior aos 95.170 de 2007.

Fonte: Revista Carga Pesada