Austral Caminhões inicia atividades como Concessionária DAF

DAF BrasilA Austral Caminhões anuncia abertura de sua primeira Concessionária DAF, uma das marcas líderes no mercado europeu de caminhões e subsidiária da PACCAR Inc., no Rio Grande do Sul. A revenda comercializa o extrapesado XF105 na cidade de Portão, e já confirmou loja em Caxias do Sul, no mesmo estado.

“Fomos extremamente cuidadosos na seleção das empresas que irão compor a Rede, buscando parceiros totalmente alinhados com o nosso padrão mundial de atendimento e pós-venda premium”, afirma Luiz Carlos Caparelli, diretor de Desenvolvimento de Concessionárias da DAF Brasil.

Seguindo o padrão da marca, que privilegia conforto e agilidade no atendimento, a Rede de Concessionárias DAF está sendo desenvolvida em projetos modulares, com área de terreno e construções variáveis, de acordo com o potencial e características de cada região. A Rede está investindo mais de R$ 1,5 bilhão em infraestrutura, ferramentas, peças, capital de giro e mão de obra qualificada, para oferecer excelência de atendimento. Ainda em 2014, serão 40 revendas DAF, pertencentes a 16 grupos, operando em todas as regiões.

daf-austral-inauguracao-grande“Para nós, é um orgulho fazer parte da história da DAF no Brasil e ser a primeira Concessionária a atuar em estrutura permanente. Acreditamos no projeto da companhia e na Rede de Concessionárias que está sendo estruturada no País. Ter a oportunidade de montar uma equipe de vendas, peças e serviços, nesse disputado segmento de pesados, nos deixa muito entusiasmados. A expectativa de vendas é grande, pois os caminhões DAF possuem diferenciais, como tecnologia avançada, construção robusta e conforto da cabine, que os destacam dos demais veículos disponíveis atualmente no mercado brasileiro”, acrescenta Gilberto Hünning, diretor-geral da Austral Caminhões, parte de um grupo que possui negócios diversificados no Rio Grande do Sul.

Treinamento

As equipes técnicas dos grupos selecionados receberam treinamento na DAF Academy, Centro de Capacitação da marca, criado em parceria com o Senai e instalado junto à fábrica, em Ponta Grossa (PR).

“A capacitação técnica é parte importante no processo de desenvolvimento da nossa Rede. Profissionais experientes e bem treinados são fundamentais para o sucesso da DAF, que está chegando para mudar os padrões no transporte de carga de longa distância”, completa Caparelli.

As equipes de vendas, além do treinamento, contam com softwares e sistemas online de informação em português, com conteúdo específico para os modelos comercializados no Brasil.

DAF Assistance

A DAF, por meio da sua Rede de Concessionárias, oferece um serviço de assistência técnica especializada 24 horas, em caso de problemas com o caminhão. Referência em todos os países onde está presente, o DAF Assistance é focado na solução do problema de maneira rápida e segura.

O cliente DAF terá à sua disposição uma Central Telefônica com profissionais capacitados para resolver a ocorrência por telefone ou acionando a unidade móvel de socorro. Neste caso, a central encaminha profissionais com todo ferramental necessário para realizar os reparos, onde o veículo estiver.

Neste período, o motorista é informado sobre o status do seu atendimento, por meio de mensagens de texto, enviadas pelo Concessionário mais próximo. Caso não seja possível consertar o veículo, será enviado um reboque para levá-lo à revenda.

Rede de Concessionárias

No Sudeste, a DAF terá Concessionárias dos grupos Borgato e Castello, no interior de São Paulo; Auto Planalto, na grande São Paulo; e Via Trucks, em Minas Gerais.

No Sul, contará com lojas da Macponta e Barigui, no Paraná; Eldorado e Austral, no Rio Grande do Sul; e Barigui e Eldorado, em Santa Catarina.

No Centro-Oeste, serão revendas da Soma, em Goiás e Triângulo Mineiro; Caiobá Trucks, no Mato Grosso do Sul; e Caramori, no Mato Grosso.

No Norte e Nordeste, Concessionárias da Avanthy, no Pará e Maranhão; e Fornecedora Caminhões, no Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Paraíba.

Os 16 grupos selecionados também serão responsáveis pela abertura de mais 60 revendas nos próximos quatro anos. A estratégia é inaugurar 20 lojas por ano, até o fim de 2017, por meio das empresas que já firmaram contrato e outras que estão sendo avaliadas.

Fonte: DAF

International planeja produção de caminhões leves no Brasil

Linha de montagem - International CaminhõesA International está com novos planos para o Brasil. Após inaugurar em junho de 2013 sua fábrica própria em Canoas, no Rio Grande do Sul, a fabricante de origem norte-americana pretende agora aumentar sua operação no Brasil. E entre as metas para 2014, estão: nacionalizar mais componentes dos dois modelos já produzidos por aqui (o 9800i e o Durastar), expandir a planta de Canoas e negociar uma parceria para introduzir caminhões leves na linha de produtos, com peso bruto total de 6 a 9 toneladas.

Para produzir no Brasil modelos leves (que não constam no portfólio de sua matriz), a International busca parcerias com outros fabricantes internacionais. Entre as possíveis associações, há uma em especial, com a chinesa JAC Motors, que produz esses caminhões e já tem uma joint venture com a Navistar (dona da marca International) na China para a produção e uso em seus veículos comerciais de motores diesel desenvolvidos pela engenharia brasileira da MWM – empresa adquirida no Brasil pelo grupo norte-americano em 2005.

A nacionalização de mais componentes também é um dos desejos da International. Hoje, a cabine do semipesado Durastar é importada dos Estados Unidos, de onde já vem armada e pintada. Já a cabine do 9800i, de alumínio, é produzida pela Automotiva Usiminas (agora Flamma, da Aethra) em Minas Gerais.

Com apenas meio ano de produção em Canoas, a International vendeu 507 caminhões no País em 2013, o que significou recuo de 2,7% sobre as 522 unidades de 2012. Apesar da queda, o desempenho de 2013 levou a International da nona para a sétima posição no ranking das marcas mais vendidas de caminhões no País.

Apesar do portfólio reduzido de dois produtos, a produção brasileira da International começou a aumentar, principalmente depois que a companhia venceu licitações para entregar até o meio deste ano quase 900 unidades do Durastar, vendidos dentro das compras de caminhões do governo federal para municípios pequenos, incluídas no PAC 2.

Fonte: Portal Brasil Caminhoneiro

Concessionárias DAF iniciam operação

daf-xf-105A Caiobá Trucks anuncia o início das suas operações no Mato Grosso do Sul, com Concessionária exclusiva DAF, uma das marcas líderes no mercado europeu de caminhões e subsidiária da PACCAR Inc. A revenda comercializa o extrapesado XF-105 em Campo Grande (MS), e já confirmou loja em Dourados, também no estado. Atuando em estrutura provisória, a inauguração do prédio definitivo está prevista para 2014.

“Fomos extremamente cuidadosos na seleção das empresas que irão compor a nossa Rede, buscando parceiros totalmente alinhados com o nosso padrão mundial de atendimento e pós-venda premium”, afirma Luiz Carlos Caparelli, diretor de Desenvolvimento de Concessionárias da DAF Brasil.

Seguindo o padrão de instalação da marca, que privilegia conforto e rapidez no atendimento, a Rede de Concessionárias DAF está sendo desenvolvida em projetos modulares, com área de terreno e construções variáveis, de acordo com o potencial e características de cada região.

A Rede de Concessionárias está investindo mais de R$ 1,5 bilhão em infraestrutura, ferramentas, peças, capital de giro e mão de obra qualificada, para oferecer excelência de atendimento. “Para os Concessionários, é um fato histórico fazer parte deste momento da indústria de caminhões brasileira, construindo junto com a DAF a sua Rede”, acrescenta Evaldo Lelis Soares, diretor Geral da Caiobá Trucks.

Ainda em 2013, serão 20 revendas, pertencentes a 13 grupos, operando em todas as regiões.

Paraná

O grupo Macponta iníciou suas operações no Paraná. A revenda comercializa o extrapesado XF-105 em Ponta Grossa (PR), e já confirmou loja em Maringá, também no estado.

“Para nós, que somos da cidade de Ponta Grossa, sede da fábrica, é uma honra e um grande desafio fazermos parte dessa história junto com a DAF”, completa José Divalsir Gondaski, diretor Geral da Macponta.

Treinamento

As equipes técnicas dos grupos selecionados receberam treinamento na DAF Academy, Centro de Capacitação da marca, criado em parceria com o Senai e instalado junto à fábrica, em Ponta Grossa (PR).

“A capacitação técnica é parte importante no processo de desenvolvimento da nossa Rede. Profissionais experientes e bem treinados são fundamentais para o sucesso da DAF, que está chegando para mudar os padrões no transporte de carga de longa distância”, completa Caparelli.

As equipes de vendas, além do treinamento, contam com softwares e sistemas online de informação em português, com conteúdo específico para os modelos comercializados no Brasil.

DAF Assistance

A DAF, por meio da sua Rede de Concessionárias, oferece um serviço de assistência técnica especializada 24 horas, em caso de problemas com o caminhão. Referência em todos os países onde está presente, o DAF Assistance é focado na solução do problema de maneira rápida e segura.

O cliente DAF terá à sua disposição uma Central Telefônica com profissionais capacitados para resolver a ocorrência por telefone ou acionando a unidade móvel de socorro. Neste caso, a central encaminha profissionais com todo ferramental necessário para realizar os reparos, onde o veículo estiver.

Neste período, o motorista é informado sobre o status do seu atendimento, por meio de mensagens de texto, enviadas pelo Concessionário mais próximo. Caso não seja possível consertar o veículo, será enviado um reboque para levá-lo à revenda.

Rede de Concessionárias

No Sudeste, a DAF terá Concessionárias dos grupos Borgato e Comac no interior de São Paulo; Auto Planalto, na grande São Paulo; e Via Trucks, em Minas Gerais.

No Sul, contará com lojas da Macponta e Barigui, no Paraná; e Eldorado e Austral, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

No Centro-Oeste, serão revendas da Soma, em Goiás e Triângulo Mineiro; Caiobá, no Mato Grosso do Sul; e Caramori, no Mato Grosso.

No Norte e Nordeste, Concessionárias da Avanty, no Pará e Maranhão; e Fornecedora Máquinas e Equipamentos, no Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Paraíba.

Os 13 grupos selecionados também serão responsáveis pela abertura de mais 52 revendas nos próximos quatro anos. A estratégia é inaugurar 20 lojas por ano, até o fim de 2017, por meio das empresas que já firmaram contrato e outras que estão sendo avaliadas.

Fonte: DAF

Volvo vende 13% mais caminhões em outubro

Volvo FH 750 Brasil - VM - Fenatran 2013 (2)A fabricante de veículos sueca Volvo vendeu 20,9 mil caminhões em outubro ao redor do mundo, informou a companhia nesta quarta-feira. O volume representa crescimento de 13% em comparação com o mesmo mês de 2012. No acumulado de 2013, porém, houve queda de 6% na comparação anual, para 159,5 mil unidades entregues.

O pior desempenho dentre os mercados mais importantes na operação da empresa foi observado na América do Sul durante outubro. Foram 2,2 mil caminhões comercializados no período, recuo de 6% em mesmas bases. Na América do Norte, por outro lado, foi apresentado salto de 47%, para 4,8 mil veículos.

Por outro lado, os países sul-americanos, incluindo o Brasil, seguem impulsionando as vendas da companhia no acumulado do ano. Foram 15,8 mil unidades vendidas, avanço de 34% em 12 meses. Na Ásia, segundo mercado que mais cresce para a Volvo, foi apresentado incremento de 9%, para 9,8 mil caminhões.

Na Europa, o grupo sueco registrou aumento de 12% nas entregas do décimo mês do ano, para 9,6 mil caminhões. Só na Europa Ocidental, a alta foi de 15%, para 7,5 mil unidades. Contudo, a Volvo acredita que o movimento vai arrefecer no ano que vem. “A taxa de produção na Europa será ajustada no primeiro trimestre para refletir a menor demanda”, afirmou a companhia.

A partir do último dia de 2013, a regulação do continente europeu aperta o cerco contra a emissão de poluentes de veículos pesados. A Euro VI entra em vigor com exigências maiores quanto ao nível de gases permitidos, como monóxido de carbono e hidrocabonetos em geral. Na opinião da Volvo, seus clientes aumentaram a procura recentemente para se antecipar a essa alteração.

Fonte: Valor Econômico

Crédito para caminhões divide alas do governo

lancamento-da-linha-scania-streamlineO subsídio à venda de caminhões e ônibus, por meio do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), em vigor no País desde 2009, colocou em lados opostos setores econômicos do governo.

A decisão sobre manter a subvenção em 2014, por meio da prorrogação do programa, está no centro de uma queda de braço que envolve equipes do Ministério da Fazenda e do BNDES, com pressão direta dos fabricantes, representados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

A ideia de técnicos do banco, segundo apurado, era manter o PSI, com alguma elevação nas taxas anuais, apenas para bens de capital, mas extinguir o programa para caminhões e ônibus, hoje financiados a uma taxa de 4% ao ano. A taxa retornaria ao patamar anterior, de 9% ao ano. A pressão da Anfavea pela manutenção do programa estaria encontrado eco no Ministério da Fazenda, mas esbarra na incapacidade do BNDES em suportar o aumento contínuo da demanda.

De acordo com os números oficiais do banco, a liberação de empréstimos para a venda de caminhões aumentou 68,4% de janeiro a setembro deste ano, registrando R$ 21 bilhões, ante R$ 12,5 bilhões no mesmo período do ano passado. Caminhões e ônibus respondem por cerca de metade dos desembolsos do PSI no segmento de bens de capital.

Repasse

O governo está prestes a editar uma medida provisória repassando ao banco empréstimo do Tesouro no valor de R$ 24 bilhões. O repasse inicial seria de R$ 20 bilhões, mas ganhou reforço exatamente por conta da necessidade de ampliar o orçamento dos financiamentos a caminhões e ônibus.

A forte demanda fez com que, no início deste mês, o banco alterasse prazos de apresentação e tramitação das operações do PSI, condicionando novos pedidos de aquisição de ônibus, caminhões, máquinas e equipamentos rurais à modalidade em que o processo produtivo já esteja adiantado ou finalizado. Com isso, ficou estancado o crédito subsidiado para caminhões e ônibus que só serão produzidos no ano que vem.

Na semana passada, o presidente da Anfavea, Luiz Moan, disse ter recebido a confirmação de que o PSI será prorrogado até 2014, conforme prometeu em outubro o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Mas as condições, especialmente quantidade de recursos e juros, ainda estão sendo avaliadas.

O presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Philipp Schiemer, argumenta que a demora na definição atrapalha o planejamento dos frotistas e dificulta as previsões das fabricantes para 2014. A indústria torce para que seja mantido o juro de 4% ao mês, mas trabalha com a possibilidade de alta da taxa. Mas, se for algo perto dos 10%, como era até junho de 2009, “certamente haverá um forte impacto nas vendas”, disse um executivo do setor.

Fonte: Estadão

Retomada das vendas faz Scania contratar e investir

08583-031De janeiro a outubro, emplacou 16,1 mil caminhões no país, volume que supera em 90,2% as 8,5 mil unidades dos dez primeiros meses de 2012, assim como já está acima dos 15,4 mil caminhões vendidos em todo o ano de 2010, que era o recorde anterior da marca.

Se no ano passado a empresa teve de parar linhas de produção para se adequar a um mercado mais retraído, agora a Scania lança mão de jornadas extras de trabalho e reforça a mão de obra para conseguir atender aos novos pedidos. Desde janeiro, já contratou cerca de 400 pessoas para trabalhar na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

A virada começou já no último trimestre de 2012, depois que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) chegou a cortar para apenas 2,5% ao ano os juros cobrados em financiamentos de caminhões. Combinado a compras pesadas do governo, o estímulo ajudou a inverter a tendência de queda e o mercado passou a crescer a um ritmo próximo a 15% neste ano.

O segmento de caminhões pesados, justamente onde a Scania está inserida, avança ainda mais rápido. Até setembro, a evolução de vendas nessa gama passou de 41%, graças, principalmente, à demanda no agronegócio, que precisou de veículos de alta capacidade de carga para transportar uma safra histórica. Além disso, há maior facilidade de acesso aos financiamentos do BNDES por empresas que consomem esse tipo de veículo – em geral, grandes companhias que conseguem apresentar as garantias cobradas pelo banco.

A Scania investe ao redor de R$ 100 milhões no país a cada ano. Hoje, seu principal projeto no Brasil é a construção de uma nova linha de pintura de cabines, onde são investidos R$ 75 milhões. O edifício, que ocupa área de 8 mil metros quadrados dentro do complexo industrial de São Bernardo, deve ficar pronto até março.
A partir daí, será feita a instalação dos equipamentos. O novo setor não muda a capacidade de montagem da fábrica, de onde sai uma média de 130 caminhões por dia. Porém, ao introduzir maior automação, vai trazer avanço tecnológico em relação ao processo de pintura atual, evitando, por exemplo, desperdício de material. Ainda não há decisão se a atual linha de pintura será desativada.

Fonte: Valor Econômico

Ford e Volvo separadas por apenas 22 caminhões até setembro

Cargo 2842 6X2 (53)Em setembro a Volvo, mais uma vez, reduziu fortemente a diferença para a Ford no ranking acumulado de vendas de caminhões no País e, com isso, passou definitivamente a disputar a terceira posição no ranking. Apenas 22 unidades separaram as duas fabricantes no período, faltando somente um trimestre para a totalização do ano.

Enquanto o mercado total apontou alta de 13,4% nos nove primeiros meses deste ano perante idêntico período de 2012, a Ford apresentou vendas 6% menores na mesma comparação, totalizando 15 mil 424 unidades. Já a Volvo, se valendo do bom momento das vendas de caminhões semipesados e pesados, registrou na mesma comparação avanço de 45,2%, para 15 mil 402 caminhões.

Na ponta da tabela, com 30 mil 882 unidades vendidas nos nove primeiros meses do ano, a MAN registrou desempenho semelhante ao de igual acumulado do ano passado, com 0,4% de alta. Enquanto isso a Mercedes-Benz, vice-líder, apontou crescimento de 8,6% no mesmo comparativo, somando pouco mais de 28 mil unidades e reduziu a diferença para a conterrânea.

23156Em setembro do ano passado aproximadamente cinco mil unidades separavam as duas fabricantes de origem alemã no ranking de caminhões. Neste 2013 são exatas 2,8 mil.

A Scania segue na quinta posição, mas acumula o melhor desempenho dentre as grandes fabricantes, com 103,7% de aumento nas vendas de janeiro a setembro, totalizando 14 mil 356 unidades.

Na sexta posição a Iveco segue em ritmo de retomada, ao apontar de janeiro a setembro alta de 11%, somando 8 mil 483 caminhões. Na sétima colocação, muito distante, a International registrou vendas 25% maiores no período, com 412 caminhões comercializados.

A Agrale não acompanhou o ritmo de mercado e encerrou os nove primeiros meses em queda de 15,7%, somando 334 unidades, mas mantendo a oitava colocação.

Os 241 caminhões vendidos pela Caoa Hyundai de janeiro a setembro representaram avanço de 197,5% ante idêntico intervalo de 2012, conferindo à fabricante a nona posição do ranking.

Ônibus

23157Embora permaneça como líder absoluta nas vendas de chassis de ônibus com 40% de participação, a Mercedes-Benz apontou vendas 4,7% menores no acumulado dos nove primeiros meses ante o mesmo intervalo de 2012, para 9 mil 594 unidades. No mesmo intervalo o mercado como um todo cresceu 10%.

Com 21% de crescimento a MAN foi a segunda colocada no ranking, com 6 mil 967 unidades e, invertendo a situação nos caminhões, reduziu a margem para a ponteira.

A Agrale manteve a terceira colocação, registrando incremento superior ao de suas concorrentes, de 68%, para 4 mil 253 unidades.

Volvo e Iveco não repetiram em chassis de ônibus o mesmo êxito do mercado de caminhões. Na quarta colocação a Volvo viu suas vendas caírem 3,5% no acumulado dos nove primeiros meses, totalizando 1 mil 321 unidades. A queda da Iveco foi mais pronunciada, 21%, com 1 mil 28 chassis.

Na sexta posição do ranking a Scania comercializou 855 chassis de janeiro a setembro, 9,3% acima do volume registrado em iguais meses do ano passado. A International vendeu catorze chassis, queda de 71,4% na mesma comparação, e ficou na sétima colocação.

Fonte: Editora Autodata

Consórcio Apta oferece plano de até 200 meses para a compra de Caminhões e Ônibus

constellationEm um momento de mais disponibilidade de crédito na economia brasileira, porém restritivo, com critérios e exigências que inviabilizam a tomada dos recursos, o sistema de consórcio aparece como boa alternativa para a compra de caminhões ou ônibus. A Apta Caminhões e Ônibus, com sedes em São Bernardo do Campo e Litoral, vê na modalidade excelente oportunidade de vendas.

O Consórcio Apta está impulsionando a comercialização de caminhões e ônibus para transportadoras e autônomos. A modalidade de venda é rápida e acessível e a Apta é uma das poucas administradoras que oferece parcelamento em até 200 meses.

O Consórcio Apta oferece 7 planos de consórcio com as seguintes opções: 24, 36, 48, 60, 100, 120 e 200 meses. Além de não cobrar juros, ser isento da taxa de adesão, o sistema oferece ao consorciado após a contemplação, benefícios diferenciados como treinamento técnico para o condutor do caminhão, ou ônibus, por um expert no assunto; ingresso imediato ao Programa de Fidelidade Apta que dá prêmios em cada revisão realizada.

O caminhão ou ônibus, um bem de alto valor agregado, pode ser adquirido sem que o cliente tenha que se descapitalizar. Em 200 meses, por exemplo, o valor da prestação se torna mais acessível. No caso do modelo Delivery 8.160, o valor a ser pago em 200 vezes é R$ 842,10; em 100 vezes, a prestação fica R$ 1.627,10 e em 48 vezes, R$ 3.270,85. Por meio do site www.aptacaminhoes.com.br o cliente pode fazer uma simulação da proposta pretendida.

Outro benefício dessa modalidade de venda é a de que o consorciado pode também optar pela oferta de lance para antecipar a contemplação. Depois de contemplado, o cliente também tem a liberdade de trocar de produto. O consorciado que adquiriu uma cota para um modelo de caminhão pode trocar por outro que atenda melhor as suas necessidades, por exemplo.

Além da vantagem do longo prazo de pagamento, o consórcio tem uma taxa de administração que é diluída ao longo do período. O Consórcio Apta é administrado pela Agraben Administradora de Consórcios, autorizada pelo Banco Central.

A Apta Caminhões e Ônibus é uma concessionária autorizada e a primeira em vendas da Rede no País.

Fonte: Divulgação