Volvo entrega as primeiras unidades do FH16 750cv no Brasil

Volvo FH 16 750 Cavalos - Caminhão mais potente do mundo (3)A Volvo entregou, no dia 1º de Junho, para um grupo de transportadores brasileiros as primeiras unidades do FH16 750cv, o caminhão mais potente do mundo. Com um motor de 16 litros e 750cv, é um veículo indicado principalmente para o transporte de cargas indivisíveis e operações em que se exige grande desempenho do veículo.

“Estas empresas irão transportar máquinas, equipamentos e componentes com grandes dimensões e peso, como grupos geradores, transformadores, pás eólicas, vigas, pré-moldados, entre outras peças, normalmente utilizadas nas indústrias ou em obras de infraestrutura”, afirma Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo.

“Estamos trazendo da Europa o mais potente e mais avançado caminhão do mundo para atender uma demanda específica do mercado brasileiro de transportes. Os transportadores de cargas especiais têm agora a oportunidade de adquirir um caminhão com capacidade de tração de até 250 toneladas, motor de 750 cv de potência, torque de 3550 Nm, freio motor VEB mais retarder com potência de frenagem de até 1180cv, e uma caixa de câmbio inteligente I-Shift, entre outros importantes atributos”, complementa Alexander Boni, gerente comercial de caminhões da linha F.

Volvo FH 16 750 Cavalos - Caminhão mais potente do mundo (2)“O FH16 750cv vai proporcionar um aumento de cerca de 20% na capacidade de tração em relação aos caminhões mais potentes de nossa frota”, comemora Alfonso Gonzalez, diretor de logística e infraestrutura da Transpes, uma das maiores empresas de transporte de cargas indivisíveis do Brasil, que adquiriu oito unidades do FH16 750cv. “E ainda teremos muito mais segurança nas viagens por conta de uma potência de frenagem auxiliar de mais de 1 mil cv de potência”, diz o empresário, ao lembrar que sua frota percorre trechos com topografia bastante acidentada em diferentes regiões do Brasil, em muitos casos com serras com mais de 45 quilômetros de extensão.

Potente, mas econômico

Volvo FH 16 750 Cavalos - Caminhão mais potente do mundo (4)“Com maior potência de frenagem auxiliar poderemos poupar componentes do sistema de freios e diminuir gastos com manutenção”, diz Gonzalez, que comanda a Transpes, uma das mais tradicionais transportadoras deste segmento, com 1,1 milhão de toneladas transportadas e 30 milhões de quilômetros percorridos anualmente.

As empresas que estiveram no complexo industrial da Volvo em Curitiba são a Transpes, de Belo Horizonte; Transdata, de São Paulo; Grupo Santin, de Araraquara; Transportes Pesados Blumenau, de Blumenau; Transportes Gislon, também de Blumenau; e Opencargo, de Porto Alegre.

O FH16, na configuração cavalo mecânico 8×4, é equipado com o consagrado D16G, um motor de 16 litros, e a mais moderna e segura cabine do mundo. “É uma invejável configuração, para atender com folga as rigorosas exigências dos transportadores que têm veículos especializados no carregamento de cargas indivisíveis, por exemplo”, afirma Alvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo no Brasil.

Volvo FH 16 750 Cavalos - Caminhão mais potente do mundo (1)O motor de 750cv entrega 2800Nm de torque já a 900 rpm. Depois disso, a curva de torque sobe rapidamente e atinge seu pico de 3550 Nm a 1050 rpm, e este elevado torque continua na faixa plana até 1400 rpm. “Isto possibilita manter velocidades médias mais altas, mesmo nas subidas e inclinações mais íngremes, garantindo maior produtividade do transporte”, diz o gerente.

Fonte: Volvo

Auto Sueco entrega caminhões da nova linha Volvo FH em Angola

??????????A Auto Sueco Angola entregou os primeiros caminhões da nova gama Volvo FH. A nova geração de caminhões Volvo, totalmente remodelada, tem, de acordo com a marca “o maior investimento de desenvolvimento, apresentando características técnicas únicas ao nível da eficiência, segurança, consumo de combustível e conforto para o motorista.”

O primeiro cliente a receber esta nova versão foi a empresa Angolana “Abel Costa Transportes” com uma encomenda de 14 novos tratores Volvo FH, com 480 cavalos de potência, equipados com caixa automática de velocidades I-Shift.

De acordo com a empresa, este novo modelo apresenta melhorias ao nível “da segurança ativa e passiva, da proteção do camião e do motorista e do conforto para o motorista”.

Fonte: Logística Hoje

Volvo FH superando expectativas

Volvo FH 540 Euro 5 _I-ShiftA compra de um caminhão é um investimento que deve ser bem planejado, levando em conta inúmeros fatores, como resistência, durabilidade, segurança, conforto e economia. Além, é claro, de manutenção e cuidado dos seus donos com os veículos.

O reflexo destas ações resulta em histórias como a do Argemiro Antonio Nunes e a do Alberto Monfredini. Ambos empreendedores, escolheram montar suas frotas com caminhões da Volvo, e foram surpreendidos com a qualidade técnica de seus veículos.

Nunes, proprietário do grupo A. Nunes e Copetrol TTR, tem em sua frota um FH 380 e um FH 420 que já marcam mais de 1,4 milhão de quilômetros percorridos cada um, sem abrir o motor. Os veículos, que transportam combustíveis, rodam cerca de 8 mil quilômetros mensalmente. “Estamos muito satisfeitos com a marca, que tem excelentes veículos, com grande qualidade, baixos custos de manutenção, conforto para seus condutores e, por estes motivos, estamos padronizando nossa frota com a Volvo”, conta.

Já Monfredini tem um FH12 com mais de 1,6 milhão de quilômetros de estrada. “Só precisei trocar as bronzinas, por uma questão de manutenção. Mas as peças estavam praticamente novas”, explica. Administrando a Monfredini Transportes, especializada em transporte de carga e cegonha, Alberto contou que o frete mais longo do seu Volvo foi do Chuí (RS) à Paulo Afonso (BA). “A principal vantagem deles, comparada com os demais é o custo de manutenção. Tenho oito caminhões da Volvo na frota. Dia desses levei um dos modelos para manutenção com cerca de 1,4 milhão de quilômetros rodados e não precisei trocar nada. São veículos resistentes e duráveis, sem falar no conforto para o motorista”.

Fonte: Volvo

Melhores a se comprar! [90 a 150 mil reais]

1901231_376742029134057_831966178_n

Nesta faixa de preço a brincadeira começa a ficar meio séria, nela se encontram trucks de altíssima qualidade bem novos, caminhões leves zero Km, e na categoria dos extrapesados os últimos dos moicanos, caminhões equipados com bombas injetoras e os primeiros eletrônicos que não emplacaram bem no mercado.

É uma faixa de valor muito complicada, pois uma faixa de valor entre 90 e 150 mil reais hoje no ramo dos transportes é um valor onde se você tem em mãos (a vista), compensa dar de entrada em um caminhão novo, mas se você não tem, os caminhões que se encaixam nesta lista são de uma idade onde os melhores financiamentos não se encaixam e são caminhões que exigem uma atenção especial na hora da escolha.
Mas falando dos caminhões em si, vamos a lista escolhida pelos seguidores e leitores do Blog:

Scania 113h

675d28c04794e3c683f4419536c4c15f_XL

Sem duvida o caminhão mais escolhido, até no tópico anterior alguns leitores (muitos) sugeriram o 113 como o caminhão a ser comprado de 50 a 80 mil, mas neste valor não se encontra um 113 de qualidade a venda. Lançado no final de 1991 com uma bela mudança no final de 1994 (chegada do top line) o 113 é o sonho de muitos motoristas que rodam hoje nas estradas. De mecânica fácil e barata, economia que deixa muito zero Km pra trás o 113 é dito como “o caminhão para se ganhar dinheiro”. Bons exemplares são encontrados na faixa de 110 mil os primeiros até 135 os últimos, lembrando que a atenção na procedência mecânica do caminhão é muito importante, pois são caminhões que com certeza já passaram por retificas. Apesar de ser um caminhão muito cobiçado e de excelente qualidade, sua idade não ajuda, muitas empresas já não carregam 113 porque sua idade avançada não permite. Mas para quem tem um serviço certo, e quer um caminhão de confiança, com certeza é a melhor compra!

Volvo EDC.

1 (1)

Para quem torce o nariz pro 113 a escolha mais sensata seria o EDC, fabricado entre 1996 e 1999 é uma versão “melhorada” do NL12 faixa roxa, com design renovado e um sistema de injeção “semi-eletronico”, que no caso seria uma bomba comandada eletronicamente, diferente de um sistema 100% eletrônico como um Common Rail. É um caminhão muito robusto, nada diferente dos caminhões da linha volvo. Caminhão um pouco raro de se encontrar em boas condições, mas quando se encontra é negócio bom na certa. Modelos variam de 100 a 120 mil, podendo chegar a 130 em certos modelos. Sofre mesmo problema do 113, idade, mas pra quem gosta de volvo e quer um caminhão bom, é uma boa escolha!

MB 1935.

1935gode

Como disse anteriormente, nessa faixa de preço se encontram os últimos dos moicanos com injeção eletrônica, e um deles que com certeza não poderia faltar é o 1935, famosa “mula”, resposta da mercedes ao 113 e ao EDC, foi fabricado até meados de 1999. Considerado para alguns como “tanque de guerra” é o de manutenção mais simples e barata dos 3, mas com um conforto não muito “aceitável” digamos assim. Bons exemplares são encontrados por pouco mais de 90 mil (chassis vermelho, primeiros) e até 120 (chassis preto, últimos). Sofre com a idade, mas a mecânica simples e o preço baixo comparado aos outros compensa.

Constellation (s) 6×2:

VW Constellation 24.250 verdureiro loko

Entra nessa faixa de preço os trucks da VW que já eram consagrados anteriormente e com a chegada da linha constellation firmaram esta consagração em praticamente todos os modelos, destaque para os de 220 cv! Bons “bob esponja” são encontrados na faixa de 140 a 150 mil, com sorte e paciência pode-se encontrar até modelos com 4° eixo e cabine leito anos de 2008 a 2010!

Linha P da Scania (de 1995 a 2003)

scania-p-94-260-com-bau-frigorifico-unico-dono-r-135000_MLB-F-3748693994_012013

Se você é um motorista de truck e não quer sair da categoria, nesta faixa de preço com certeza se encontra seu sonho, ou ele um pouco usado (kkk). O sonho de todo “muriçoqueiro” com certeza é um Scaninha da linha P, devido a sua qualidade, agilidade e renome. Alguns modelos da linha 3 (p93) são encontrados na faixa de preço de 90 a 110 mil reais, e da linha 4 (94d) são dai pra cima. Com paciência se encontra bons exemplares, lembrando que é sempre bom checar a quilometragem e procedência do caminhão, pois por ter fama de caminhão “andador” com certeza alguém o usou como tal!

Caminhões leves zero Km!

iveco-daily-04

Nessa faixa se encontram vários caminhões leves como o iveco Daily, MB Accelo, entre outros pequenos de boa qualidade. A questão da escolha ai vai do gosto, proposta de venda, entre outros. No meu caso eu optaria por uma marca de mais tradição, e claro, boa assistência técnica!

 

Sinotruk Howo.

1384445613_566353907_1-Fotos-de--Sinotruk-howo-380-6x4-2011-branco

Não, isso não é uma brincadeira, apesar de todos torcerem o nariz para esse chinês, é um caminhão que se encaixa aquele caminhoneiro que precisa de um caminhão novo, traçado, com potencia considerável para agregar em alguma empresa. Escolha sensata quando você começa a observar que existem exemplares ano/modelo 2010 sendo vendidos a 110 mil reais, mesmo sendo um caminhão de comercio péssimo (se não fosse isso não valeria 110 mil reais), olhe para tras e veja que se você fosse comprar os de “marca famosa” você compraria no máximo um do ano 1998, são mais de 10 anos de diferença, em um caminhão que já teve 90% de sua depreciação em 2 anos de uso. Mesmo que perder valor, não será algo gritante, não tao distante do valor residual. E lembrando que alguma das peças de mecânica são compartilhadas com a Volvo.

 

Bônus: Fuja Loko!

VOLVO-FH-12-380-4X2-98-99-5

Como disse essa é uma faixa de preço complicada, mas mais complicada ainda é quando você começa a se atrair por “falsas barganhas” como os primeiros eletrônicos dos anos 2000. Um 124 420 ano 2002 custa 135 mil (mais barato q um 113 as vezes) por vários motivos, mas menos porque ele é bom, assim como um FH12 farol quadrado que as vezes é achado por menos de 100 mil (sim eu já vi) ou até um 1944. São todos caminhões com mais de 400 cv, com uma idade considerável, mas essa “safra” de eletrônicos é a safra de caminhões mais “mancos” do mercado nacional. A tecnologia ainda não estava totalmente aprovada no brasil, poucos mecânicos especializados, baixa adaptação ao nosso diesel super pesado, entre outros fatores que deixaram esses caminhões como verdadeiros pesadelos ambulantes para quem os comprou. Defeitos que nunca são encontrados, alto consumo de combustível, entre outros fatores, então se achar algo parecido, um 124 por 120 mil, um FH por menos de 100, Fuja, pois com certeza é uma bomba ambulante, pronta pra estourar na mão de qualquer um!

 

Aqui fica o texto na faixa de preço de 90 a 150 mil reais. O próximo tratará da faixa de 150 a 250 mil reais, onde se encontram vários semi-novos de excelente qualidade. Caminhões que rodaram muito pouco e ainda tem toda uma vida de trabalho garantida!
Deixe seu comentário, opinião, algum caminhão que possamos ter esquecido!

Abraço!

Volvo lança série especial do Volvo FH em comemoração aos 20 anos do modelo

Volvo FH 20 AnosA Volvo está lançando uma edição especial e limitada de caminhões em comemoração aos 20 anos do FH no Brasil. “Temos orgulho de apresentar esta série especial e exclusiva do FH, um modelo que liderou várias vezes o ranking nacional de caminhões pesados e que é de longe o caminhão mais admirado e desejado do Brasil”, afirma Daniel Mello, gerente de marketing da Volvo.

O modelo comemorativo chega ao mercado com todas as opções de motorização da Volvo: 420cv, 460cv, 500cv e 540cv. “Basta estacionar em um posto de combustível, ou uma rápida visita às redes sociais para perceber a legião de fãs do FH, o orgulho e a satisfação de quem dirige o veículo e o desejo e sonho de consumo dos que ainda não têm o caminhão”, observa Mello.

Volvo FH 20 anos (2)Externamente, o caminhão tem uma faixa colorida cruzando toda a lateral da cabine e o logotipo FH 20 anos, além do letreiro superior Globetrotter no alto da parte frontal do veículo com a identificação visual da comemoração ao fundo. Internamente, o FH 20 anos tem uma série de itens de fábrica: air bag, climatizador de ar, suspensão a ar na cabine, bancos em couro, volante em couro, rádio, CD, MP3, comandos no volante e uma faixa de madeira no painel.

O caminhão também possui sensor de chuva, espelho frontal, trava elétrica com controle remoto, lâmpadas 3 Marias, luz de 5ª roda, e anel nas rodas dianteiras. O exclusivo FH 20 anos pode sair da linha de produção com duas opções de cor: branco ou Preto Magic Metálico.

O FH 20 anos também vem equipado com a consagrada caixa de câmbio eletrônica I-Shift e com a qual o transportador consegue economizar em até 5% o consumo de combustível. Sem pedal de embreagem, a caixa de câmbio da Volvo facilita bastante o trabalho do motorista. No modo automático, basta acelerar e frear. No manual, um simples toque em um botão troca as marchas. Ele não precisa fazer nenhum esforço para trocar as marchas. O manuseio é extremamente fácil e um amplo e bem posicionado visor no painel mostra em que marcha o veículo está.

O FH foi introduzido no mercado brasileiro no início de 1994, importado da Suécia, sede mundial do Grupo Volvo. Quatro anos depois, começou a ser produzido no Complexo Industrial da Volvo em Curitiba, no Paraná.

FH completa 20 anos no Brasil

Volvo FH 20 anos (1)O melhor e mais avançado caminhão do Brasil está completando 20 anos. O caminhão, que teve sete versões desde que desembarcou no País, chegou ao País num momento histórico: ao mesmo tempo em que o Brasil se livrava da hiperinflação e iniciava o Plano Real, que iria mudar a cara da economia nacional e a vida da população de uma maneira geral, o Grupo Volvo decidia trazer para o mercado brasileiro um caminhão global produzido para os países mais exigentes em termos de transporte.

“Trazer o FH em 1994 para o Brasil, então ainda um país que desconhecia tanta tecnologia em veículos comerciais, foi uma decisão ousada, e que se transformou num ponto de inflexão na história do transporte brasileiro”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil. Naquele período, a linha de veículos Volvo era formada pelos caminhões NL10 (310cv e 340cv) e NL12 (360cv e 410cv), ambos produzidos na fábrica de Curitiba, que em 1994 completava 14 anos desde que o primeiro caminhão com a marca Volvo saiu da linha de produção brasileira.

A Volvo trouxe da Suécia a primeira leva de FHs no final de 1993, mas os caminhões começaram a ser vendidos em 1994. O primeiro lote desembarcou no Porto de Paranaguá, no Paraná. Vermelhos, com a inscrição Globetrotter no alto da cabine, os cavalos mecânicos eram muito bonitos, muito diferentes dos caminhões tradicionais.

“Nunca um caminhão chamou tanta atenção no Brasil como a chegada do FH”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina, um dos principais responsáveis pela introdução do FH no País. Ele lembra que o visual moderno para os padrões dos anos 90 e a cabine alta, por exemplo, chamavam a atenção de todos, não só de motoristas e transportadores, mas até das pessoas que viam o veículo trafegando na estrada.

Inovação

A Volvo decidiu inovar com o FH importado da Suécia. O caminhão estava sendo lançado também na Suécia, sede mundial do Grupo, onde havia sido projetado pela mais avançada engenharia da indústria automotiva. “Foi um lançamento simultâneo ao realizado no mercado europeu”, diz Gomes. Ele havia acompanhado, semanas antes, uma comitiva de transportadores e clientes brasileiros no lançamento em Gotemburgo.

Um dos maiores fabricantes mundiais de caminhões, o Grupo Volvo apostava no Brasil como um mercado promissor, e fez questão de introduzir no país seu mais avançado caminhão e o que se transformaria num êxito sem igual no setor de transportes mundial. O FH foi um sucesso imediato no Brasil, apesar de o mercado naquela época ainda ver com restrições a introdução de motor eletrônico em caminhões. O caminhão ainda era um veículo de tranporte cuja reputação havia sido construída em cima dos atributos de robustez e longevidade.

Foram vendidas mais de 400 unidades do FH importado somente em 1994, praticamente o dobro do que a operação brasileira da Volvo esperava para o primeiro ano. A partir daí o FH caiu nas graças do transportador brasileiro e não parou mais de vender. Somente no ano passado, o melhor desempenho em vendas de caminhões Volvo no Brasil, foram emplacados 12.513 FHs no mercado doméstico.

Primeiro FH chegou ao Brasil já como o caminhão mais moderno do mundo

Volvo FH 1994O FH12 380 Globetrotter trazido em 1994 pela Volvo do Brasil não inovou apenas em virtude do revolucionário motor D12. “Ele era também o caminhão mais moderno do mundo”, recorda Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil. Tanto que, em 1994, uma publicação européia especializada em veículos comerciais outorgou ao veículo o título de “International Truck of the year” – o caminhão do ano no mercado internacional. O FH voltaria a ganhar o mesmo prêmio em 2000.

O novo caminhão era fruto de US$ 1 bilhão em investimentos, os maiores já realizados até então por um fabricante de veículos comerciais. Produzido na planta sueca da cidade de Umea, o FH12 380cv Globetrotter tinha cabine estampada em aço de alta resistência, o HSS (High Strength Steel), uma inovação no setor de transporte de cargas. Alumínio e fibra de vidro também foram usados na fabricação de inúmeros componentes.

Com duas camas confortáveis em forma de beliche e altura interna de 1,95 metros, a cabine Globetrotter do FH também inovou na aerodinâmica: de formato cônico e com ângulos suaves, era o resultado de uma concepção que, desde o início, procurou reduzir ao mínimo a resistência ao ar. Esta redução contribuiu acentuadamente para baixar consumo de combustível e elevar a velocidade média.

A suspensão da cabine proporcionava excelente amortecimento em pisos irregulares, pois era formada de câmaras pneumáticas com amortecedores de duplo efeito. O painel era de forma côncava, envolvente, com instrumentos de fácil leitura. Todas as exigências das mais rigorosas normas de segurança foram avaliadas em diferentes testes de impacto. Começava alí uma nova era em termos de segurança veicular.

Novo caminhão FH causou grande impacto no mercado brasileiro

A introdução do FH12 em 1994 revelou não só a chegada de um motor totalmente eletrônico no mercado brasileiro de caminhões pesados, mas um novo conceito no segmento: o caminhão precisaria, a partir daquela data, ser moderno, avançado tecnologicamente e também arrojado e bonito.

As primeiras unidades do FH desembarcaram no Porto de Paranaguá em novembro de 1993, mas a Volvo já havia iniciado antes desta data um trabalho de apresentação do novo veículo aos transportadores brasileiros. Fotos e dados técnicos do caminhão foram apresentados pela primeira vez para a rede de concessionários Volvo durante uma convenção realizada nos Estados Unidos.

“Quando mostramos fotos e imagens do caminhão para os executivos da rede de distribuição durante este evento, o impacto foi grande e imediato”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina, na época gerente de marketing e membro do time de introdução do novo modelo no Brasil. ”Eu sabia que viria uma grande novidade, mas me surpreendi com a modernidade, com as inovações e com a beleza do veículo”, diz Luis Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America, naquele período diretor da concessionária paulista Vocal.

Pimenta conta uma história que retrata bem o tipo de acolhida que o novo caminhão recebeu. Antevendo o sucesso que o modelo teria no mercado brasileiro, Pimenta, que também estava nos Estados Unidos, saiu furtivamente da sala onde se realizada a convenção. Do primeiro telefone que encontrou no prédio, rapidamente ligou para o Brasil ordenando que seu pessoal de vendas na concessionária providenciasse o mais rápido possível um pedido de 50 caminhões. Do outro lado da linha, o então gerente geral de vendas da Vocal apressou-se em responder: ”Se é tão bonito e avançado assim, então vamos pedir 100 caminhões!”.

“A reserva dos caminhões pelos concessionários era importante porque naquele ano tínhamos um número limitado de unidades para serem comercializadas no Brasil”, lembra Gomes. A Vocal não demorou a vender todo o lote. O primeiro FH12 380 Globetrotter a ser vendido no Brasil foi para a XHP Transportes, empresa paulista que transportava frutas em baús frigorificados do Norte da Argentina para a Ceasa de São Paulo. “O cliente não viu o caminhão. Ele comprou olhando somente a foto”, recorda o gerente da Vocal.

Nos primeiros dias depois do anúncio do novo modelo, a Vocal recebeu apenas uma unidade, que ficou exposta no pátio da concessionária. “Ansioso, o primeiro cliente ia toda noite à concessionária para olhar o caminhão, que era dele mas que ainda não estava disponível”, rememora Pimenta.

Caminhão FH trouxe a eletrônica para o transporte de cargas brasileiro

Com a chegada do FH importado da Suécia ao mercado nacional no início de 1994, a Volvo foi a primeira montadora de caminhões do Brasil a comercializar caminhões totalmente eletrônicos. O FH com motor de 12 litros e com 380cv de potência era o que havia de mais moderno em motorização eletrônica e em tecnologia automotiva de veículos comerciais.

“Além de um motor totalmente eletrônico, o FH inovou com uma série de atributos então desconhecidos, como por exemplo a sua moderna cabine, projetada e construída sob o conceito de célula de segurança”, afirma Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil. “A Volvo também trouxe um novo e revolucionário conceito de segurança ao setor de transportes”, complementa Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina. O chassi era mais avançado, assim como todo o veículo havia sido projetado com materiais novos.

À introdução do FH seguiria uma mudança radical na operação de transportes no Brasil. O novo caminhão abriria espaço para apressar a profissionalização do transportador. “Com o FH12 já foi possível fazer diagnóstico de falhas computadorizado”, lembra Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo no Brasil. Este foi um recurso que beneficiou os transportadores brasileiros, preocupados com os seus custos operacionais.

O FH sueco vinha com o revolucionário motor D12A com injeção eletrônica. O D12A era o primeiro de uma série vitoriosa de gerações de propulsores diesel da Volvo. Com um controle mais preciso e eficiente da injeção de combustível, até então feita por bombas injetoras, o motor eletrônico proporcionou menor consumo de diesel e menor emissão de poluentes. Estes novos atributos contribuíram decisivamente para a rápida disseminação de motores totalmente eletrônicos.

“A Volvo previu com bastante antecedência que o mercado demandaria veículos com motor totalmente eletrônico”, destaca Gomes. Poucos anos depois, em 1998, sairiam da linha de produção da Volvo em Curitiba os primeiros FHs eletrônicos fabricados no Brasil e que se tornariam o grande sucesso de vendas da marca. “É uma preferência nacional entre os transportadores que exigem veículos de alta tecnologia, mas que também sejam robustos e econômicos”, diz Alexander Boni, gerente de caminhões da linha F no Brasil.

Motor Volvo D12 inaugurou uma nova era no transporte de cargas

O motor D12, apresentado ao mercado brasileiro pela Volvo em 1994, era o que havia de mais moderno em tecnologia automotiva para veículos comerciais, Tinha seis cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, injeção eletrônica de combustível, turbo e intercooler. Era o primeiro motor diesel de uma montadora de caminhões equipado com comando de válvulas no cabeçote e com uma unidade injetora para cada um dos cilindros.

“O nível tecnológico do motor já era muito alto”, afirma Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina, naquele período atuando na área de marketing da montadora. A tecnologia empregada no motor permitiu ao mesmo tempo um baixo consumo de combustível, um nível mínimo de emissões de gases, uma alta potência e um alto torque.

A versão apresentada naquele ano tinha 12,1 litros de cilindrada, com 131 milímetros de diâmetro e curso de 150 milímetros, com uma taxa de compressão de 17,5:1. O D12 tinha pistões articulados e era facilmente reconhecido por seu cabeçote único cobrindo todo o motor, viabilizado pela injeção eletrônica.

Eficiência

“Graças às suas inovações tecnológicas, o D12 era o mais eficiente entre os motores disponíveis no mercado”, observa Álvaro Menoncin, gerente da engenharia de vendas da Volvo. Toda a parte eletrônica contribuiu para a redução do consumo de combustível colaborando ainda significativamente para diminuição do custo operacional do transportador.

Além das consagradas tecnologias de injeção direta, do turbo e das quatro válvulas, o D12 trouxe comando de válvulas no cabeçote e unidade de injeção vertical no centro. “Com essas inovações, obteve-se a injeção correta em cada situação de funcionamento, proporcionando baixo consumo de combustível, boa performance e gases de escape mais limpos”, diz Menoncin.

A função mais importante da unidade de comando eletrônico é gerenciar a injeção de combustível mediante a ajuda de uma série de sensores que registram constantemente o regime de rotações, a mudança de velocidades, as temperaturas do líquido de refrigeração e do ar de admissão e a pressão de cargo do turbo.

Motor D12 inovou com o VEB, o freio motor da Volvo

O motor D12 introduzido no Brasil com o FH12 380cv Globetrotter trouxe uma outra novidade ao País: o VEB (Volvo Engine Brake), um freio motor desenvolvido pela Volvo, que oferecia uma capacidade de frenagem excepcional em todas as faixas de rotação.

“O freio motor Volvo contribuiu bastante para ajudar o transportador a ter um veículo melhor, mais seguro e com mais disponibilidade”, afirma Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

Disponível como opcional, o VEB tinha sido patenteado pela Volvo. Ao contrário de equipamentos semelhantes, já proporcionava alta potência de frenagem mesmo em regime de baixas rotações. “O VEB reduziu o desgaste dos freios convencionais, contribuindo não só para aumentar a segurança, mesmo em elevadas velocidade médias, como também para reduzir custos operacionais”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

FH brasileiro começou a ser produzido em 1998

Volvo FH 1998Quatro anos depois de o primeiro FH importado da Suécia ter chegado via navio pelo Porto Paranaguá, no Paraná, a Volvo iniciou a produção do veículo em sua fábrica de Curitiba, onde hoje está instalado um grande complexo industrial da empresa. A versão nacional iniciada em 1998 era exatamente igual ao seu congênere sueco, o que representou trazer para o Brasil e demais países do continente um caminhão com a mesma qualidade e tecnologia exigida nos mercados mais exigentes da Europa.

“O Grupo Volvo decidiu nacionalizar o FH porque queria trazer para o Brasil o que há de melhor em transporte comercial em todo o mundo”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina. A Volvo acreditava no crescimento do País e sabia que o setor de transporte precisava garantir maior produtividade.

“O Brasil recebeu a produção local também porque o FH era a plataforma de caminhões mais moderna e recente da marca e que iria ser a base tecnológica da Volvo para o futuro”, afirma Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo. O caminhão foi um sucesso imediato desde que começou a ser importado da Suécia em 1994 e a produção no Brasil era o passo seguinte.

Conforto para motoristas

A Volvo entendia que os motoristas precisavam de um caminhão mais confortável e seguro. O FH trazia estes atributos e estava muito além em termos de tecnologia do que se produzia no Brasil. O FH produzido em Curitiba a partir de 1998 era o único caminhão comercializado no País que já saía de fábrica com a opção de ser equipado com air bag, então uma novidade até em automóveis.

“E o transportador necessitava de um caminhão que fosse mais produtivo e que consumisse menos combustível”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil, citando o importante peso que o preço do diesel tem na planilha de custos dos transportadores. “O FH se notabilizou e foi reconhecido pelo mercado como um caminhão robusto, com grande disponibilidade e alta tecnologia, mas também pelo seu baixo consumo de combustível”, finaliza Fedalto.

Lançamento do FH de 1999 traz motor D12C e nova arquitetura eletrônica

Volvo FH 1999Reconhecida internacionalmente pela inovação constante de seus veículos, a Volvo promoveu uma série de mudanças no FH apenas um ano depois de o caminhão começar a ser produzido no Brasil. Em 1999, o FH ganha o moderno motor D12C e já vem equipado com computador de bordo central e uma nova arquitetura eletrônica.

“O computador de bordo é uma importante ferramenta para o transportador e os frotistas, pois eles podem obter uma série de informações do caminhão e otimizar o desempenho e aumentar a produtividade do veículo”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

“Com o computador de bordo, o motorista podia, por exemplo, monitorar o consumo de combustível em um determinado percurso, ver a carga das baterias e a temperatura do óleo do motor, além de poder observar o tempo de percurso e a velocidade média, entre outras funções”, complementa Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo.

O FH de 1999 podia sair com motores de 380cv e 420cv, cabines simples ou leito, havendo ainda a opção Globetrotter, com leito duplo e sobreteto. Ele chegava também a possibilidade do pacote Top Class, com muitos opcionais, entre os quais basculamento automático, freios ABS e Airbag. “Sempre procuramos oferecer um leque grande de opções para configurar o veículo, pois o transportador já tinha demandas para melhorar a operação, proporcionando mais conforto para o motorista e mais segurança na estrada”, diz Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

Em 2003, FH recebeu novo motor D12D, e a primeira geração da caixa de câmbio I-Shift

Volvo Fh 2003A geração de caminhões FH lançada em 2003 mais uma vez surpreendeu o mercado, tal o número de inovações que a Volvo apresentava. A partir daquela data, o transportador brasileiro tinha à disposição um computador de bordo e o novo motor D12D nas potências de 380cv e 420cv, além da recente opção de um propulsor com 460cv. A linha de caminhões chegava também com a possibilidade de ser equipada com a caixa de câmbio eletrônica I-Shift, a única do setor a não ter pedal de embreagem e a proporcionar o máximo de conforto para o motorista.

Quase tudo na cabine era novo – desde o acabamento interno, o painel de instrumentos, o computador de bordo, as luzes de leitura e os porta-objetos. Era a cabine mais confortável do mercado. “A linha de 2003 foi projetada para proporcionar o melhor ambiente de trabalho ao motorista”, afirma Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil. Externamente, os FHs ganharam novos e modernos faróis, espelhos retrovisores e para-choques.

Os veículos da época foram lançados com a TEA (Truck Electronic Architecture, Arquitetura Eletrônica para Caminhões) aperfeiçoada. A TEA registra, armazena e distribui informações detalhadas sobre todas as funções de diferentes partes do caminhão. Os microprocessadores passavam a controlar, por exemplo, toda a parte de iluminação do veículo. Outra novidade era a caixa manual, com a tecnologia Volvo.

A caixa I-Shift surgia para ser utilizada em operações de distribuições e transporte de longa distância, com peso bruto total combinado de até 45 toneladas. “Naquele momento começavam os primeiros passos de uma estratégia ousada da Volvo de oferecer ao mercado local uma alternativa de transmissão muito mais avançada e que se tornaria um sucesso absoluto posteriormente”, lembra Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

Computador de bordo

O novo computador de bordo era muito mais avançado. Com ele, o transportador podia acompanhar todo o desempenho do veículo, como as funções a seguir:

  • controle de distância percorrida
  • tempo do percurso
  • consumo de combustível
  • carga da bateria
  • velocidade média
  • diagnóstico de eventuais falhas
  • dados do veículo
  • temperatura ambiente
  • temperatura dos óleos dos eixos
  • temperatura dos óleos da caixa de câmbio
  • temperatura do motor
  • personalização do display

Truck Electronic Architecture

A nova TEA também trazia mais benefícios:

  • maior quantidade de itens vigiados
  • maior número de informações funcionais do veículo
  • amplo monitoramento pelo proprietário
  • auxílio ao mecatrônico na correção de falhas
  • fornecimento de dados importantes durante a condução do veículo

Linha de 2006 chega com motor de 13 litros, caixa I-Shift para 60 toneladas e freio motor de 500cv

Volvo FH 2006A nova linha FH lançada em 2006 proporcionava ao transportador brasileiro o conceito de Performance Total, garantida justamente pelas inovações que a Volvo apresentava: um novo e avançado motor de 13 litros; uma nova caixa de transmissão eletrônica I-Shift com capacidade para até 60 toneladas; freio motor VEB410 e VEB 500, os mais potentes do mercado; novos bancos e cama para o motorista, melhorias internas na cabine, suspensão a ar e freios a disco com EBS para alguns modelos.

“A Volvo é conhecida por sempre inovar para oferecer a melhor solução de transporte”, diz Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo América Latina. O motor D13A, de 13 litros, era totalmente novo e foi desenvolvido para substituir o consagrado D12D, de 12 litros. Com mais faixas de potência, maior torque e menor consumo de combustível, o novo motor era o mais moderno, avançado e econômico e equipou toda a linha “H”. “Os novos caminhões eram até 5% mais econômicos em relação à linha anterior”, destaca Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo.

A maior potência

O FH lançado em 2006 teve aumentadas as potências de seus motores e melhorada a dirigibilidade do veículo como um todo. O novo motor foi oferecido nas faixas de potências de 400cv, 440cv, 480cv e 520cv, esta última a maior produzida no mercado brasileiro naquele período.

A nova geração de caixas I-Shift Volvo já podia ser usada em veículos com maior capacidade de carga, como os bitrens que transportam grãos ou combustíveis, por exemplo. “Éra mais conforto para o motorista e mais produtividade e menos manutenção para o transportador”, lembra Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil.

O que já era o mais potente no mercado brasileiro ganhava mais potência na nova linha de caminhões pesados da marca. O VEB (Volvo Engine Brake), o freio motor de série Volvo, que tinha uma potência de 390cv, chegava então a 410cv, permitindo descidas mais seguras em velocidades mais elevadas. A Volvo oferecia também, como opcional, o freio motor VEB500, com 28% a mais de potência em relação à versão anterior. “Era a maior potência do mercado brasileiro”, recorda Menoncin.

Linha FH de 2009 trouxe a vanguarda em caminhões e em segurança veicular comercial

Volvo FH 2009Os FHs lançados em 2009 exibiam o que havia de mais avançado em caminhões no mercado mundial. O FH é mostrado como o caminhão mais seguro do mundo. Ele chegava com um pacote enorme de dispositivos de segurança ativa, tecnologias então inexistentes no Brasil. “A segurança está no ‘DNA’ da Volvo e é um dos três valores fundamentais da marca”, diz Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

Os caminhões FH, que já possuíam excelente reputação entre os transportadores, ficaram ainda mais seguros e confortáveis com a renovação da linha. O FH manteve todos os itens de segurança que já possuía e recebeu uma série de avançados equipamentos de segurança ativa e passiva, tornando o caminhão o veículo comercial mais seguro de todo o mercado.

Os FHs já podiam vir equipados com o ESP (Controle Eletrônico de Estabilidade), faróis duplos de xenon, sensor de chuva, detector de atenção e cansaço, o piloto automático inteligente ACC (que diminui o risco de acidentes causados muitas vezes por desatenção do motorista), um sensor de ponto cego, o LKS (monitoramento de faixa de rodagem), faróis auxiliares de conversão, um espelho lateral auxiliar duplo e a tecnologia Bluetooth, entre outros dispositivos.

ESP

O ESP é um dos mais modernos dispositivos de segurança veicular ativa já lançados pela Volvo, a montadora líder global em segurança. “O ESP reduz a possibilidade de derrapagem e de capotagem em curvas fechadas e quando a velocidade do veículo é incompatível com as curvas”, diz Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo.

A principal função do ESP é detectar situações de perigo para o veículo e, quando necessário, atuar rapidamente de forma a prevenir um eventual acidente. Quando o caminhão entra numa curva com uma velocidade maior que a necessária, por exemplo, o sistema automaticamente reduz o torque do motor e faz uma aplicação individual dos freios nas rodas.

Linha FH de 2012 aumenta potência dos motores e traz a tecnologia Euro 5

Volvo FH 2012O FH apresentado em 2012 dava mais um salto importante na já consagrada linha de caminhões Volvo. O veículo era equipado com a tecnologia SCR, que atendia as demandas legais de emissões Euro 5, e trazia uma nova motorização, tornando os veículos da marca ainda mais atrativos.

A linha FH, com motor de 13 litros, saiu com as seguintes potências: 420cv, 460cv, 500cv e 540cv, este último equipando o caminhão mais potente produzido no Brasil. Com maiores torques, os veículos da marca garantem maior velocidade média e maior produtividade. “Tudo isso proporciona maior rentabilidade ao transportador”, observa Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil.

Outra grande atração era a nova geração da caixa de câmbio I-Shift. Consagrada no mercado brasileiro por proporcionar menor consumo de combustível, mais conforto ao motorista e mais segurança para a operação, a caixa de câmbio apresentada naquele ano era ainda mais adequada para as aplicações nos diferentes tipos de transporte que o segmento de carga vem exigindo.

“A Volvo melhora e inova mais uma vez para oferecer a melhor solução em transporte pesado e extrapesado”, destaca Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

Novo eixo

A nova geração de caminhões ficou ainda mais robusta. A engenharia da Volvo desenvolveu um novo eixo traseiro sem redução nos cubos, dotado de uma carcaça fundida e com mais avanços tecnológicos. “É ainda mais durável e com níveis de ruídos menores”, diz Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo do Brasil.

O novo caminhão oferece também relações de eixos para diferentes topografias, em virtude da grande amplitude de terrenos e vias por onde rodam os caminhões brasileiros, contribuindo para melhorar o atendimento aos transportadores em aplicações diferenciadas e que precisam customizar esta tarefa. Outra grande vantagem é que a troca de óleo sintético pode ser estendida para até 400 mil quilômetros, o que resulta em menos paradas do caminhão para manutenções preventivas.

Fonte: Volvo

Quanto maior, melhor

Win2Usando como base o novo Volvo FH Globetrotter, a oficina holandesa Van Winkoop criou um Volvo FH XXL, com a cabine 60 cm mais longa que o normal, que fora encomendado por um cliente da cidade de Jönköping, na Suécia.

Toda a modificação foi feita na oficina utilizando os padrões da Volvo para construção e acabamento, bem como materiais de alta qualidade e resistência. O modelo XXL é vendido na Austrália, e eventualmente é encontrado na Europa, para a versão anterior do Volvo FH, mas este é o primeiro FH XXL feito sobre o novo Volvo.

volvofh-xxlA parte interior recebeu melhorias no sistema de som, mesa, poltronas e diversos outros itens de conforto. Após finalizado o trabalho de alongamento da cabine, o caminhão seguirá agora para a pintura, que receberá cores especiais.

Fonte: Blog do Caminhoneiro

Rivais de peso

actrosAo contrário do que acontece com automóveis, uma renovação completa de uma gama de veículos comerciais não ocorre com frequência e quando acontece, muitas vezes é levada por uma mudança na legislação ou por exigência de novas tecnologias, o que torna o setor mais competitivo.

A chegada da Euro 6 na Europa a partir de janeiro de 2014 – ou mesmo a Euro 5 no Brasil, desde 2012 – mostra bem essa realidade. Tal mudança obrigou os fabricantes a desenvolverem motores capazes de cumprir com as regras ambientais e ainda mais econômicos – uma outra tendência do mercado.

Todos cumpriram as regras e têm no seu catálogo de produtos caminhões Euro 6. Mas alguns, porém, foram além, aproveitaram a obrigatoriedade da lei para renovar o desenho dos seus caminhões. Exemplo disso é a nova geração do Actros, da Mercedes-Benz e do FH, da Volvo.

Os novos produtos possuem pontos de convergência com as últimas tecnologias em matéria de desenho, conforto, motorização e eletrônica embarcada.

Do ponto de vista energético, o objetivo é conseguir o melhor aproveitamento do veículo sem abrir mão do consumo de combustível e da menor emissão de gases de escape que apontem à desejada e quem sabe “emissão zero” no futuro.

Mas em ambos os modelos detalhes foram mantidos para que, de certa forma, não fosse perdida a identidade. No caso do Actros, que chegou ao mercado em 1996, foi mantida a designação do nome, e do Volvo permaneceu o logo do FH.

No plano comercial as marcas optaram por apresentar seus produtos tanto com tecnologias Euro 5, vigentes até o final deste ano na Europa, e também Euro 6 que passa a ser lei a partir de janeiro do próximo ano.

O V aposentado

Não há dúvidas que os conceitos mecânicos têm um papel importante em ambos os projetos. A Mercedes-Benz decidiu abandonar os motores em V para centrar-se em blocos de arquitetura em linha; enquanto a Volvo adaptou o seu veterano D13 às circunstâncias da Euro 6.

Contudo, são as novas cabines e os acessórios que mostram que estamos diante de veículos modernos. No âmbito estético encontramos traços característicos e dominantes das últimas tendências. Esquecido para sempre na Europa o conceito “convencional”, cujos últimos representantes foram o Scania T e os Volvo VN, as ideias dos designers caminham para uma única direção: veículos cara chata, num estilo cabover.

Mas o Actros e o FH transmitem, numa primeira abordagem, um excelente ambiente interno, tanto pela acertada distribuição dos componentes da cabine e porta-objetos como pela qualidade e abundância de detalhes encarregados de tornar a viagem dos motoristas mais agradável.

Sobre as novas motorizações Euro 6, os fabricantes apresentam duas filosofias distintas. Aproveitando as sinergias com a norte-americana Detroit Diesel – empresa integrada ao Grupo Daimler –, a Mercedes-Benz decidiu “dar um ar europeu” as mecânicas DD13 que já comercializava em veículos nos Estados Unidos e no Japão. O propulsor de 12,8 litros e 6 cilindros em linhas, agora, está presente no mercado Europeu, cobrindo um leque de potências entre os 421 cv e os 510 cv. Para o futuro ficam as traduções do DD15 e DD16 com potências a partir de 500 cv.

Volvo FH 2013 - Caminhão Internacional do Ano 2014A Volvo no seu renomado propulsor D13 de 6 cilindros em linha. Pela sua larga história, essa mecânica continua vigente por ter sido capaz de acomodar-se às novas exigências ecológicas.

Essas motorizações partilham da mesma filosofia sobre combustão e tratamento de gases de escape, recorrendo à combinação dos sistemas EGR e SCR para alcançarem os níveis de emissões requeridos.

A única diferença está na solução EGR da Volvo que dispensa o arrefecimento dos gases de escape, antes de reenviá-los para admissão.

Domínio da estrada

O duelo comercial das duas marcas já começou, mesmo com algumas disparidades.
A Mercedes está na vantagem, porque começou a comercializar o Actros desde o início deste ano, enquanto que a Volvo deu início à venda do FH na metade do ano.

É fato que estamos diante de dois conceitos imaginados e destinados a enfrentar um mercado cada vez mais competitivo e que resumem entre si todos os avanços alcançados pelos caminhões numa sucessão de décadas autenticamente prodigiosas do ponto de vista da tecnologia e do desenho.

Mercedes-Benz Actros OM-457 + Powershift

actros 2012Para a Mercedes-Benz o final dos motores em V começou com os novos Actros. O atual OM-471 LA, tem sua origem na Detroit Diesel empresa que possui ampla experiência na utilização desses propulsores em modelos como Freightliner e Fuso.

Trata-se de uma mecânica de 6 cilindros em linha e 12,8 litros que desenvolve 510 cv entre 1 400 e 1 800 rpm, e torque de 234,6 mkgf a 1 100 rpm. Dispõe de um cabeçote monobloco de 4 válvulas por cilindro, turbo de geometria variável e sistemas EGR (refrigerado) e SCR (AdBlue) para o tratamento dos gases.

O sistema de injeção denominado X-Pulse é common rail que alcança 2 100 bares de pressão e conta com a função multiponto de quatro fases. Esse sistema está equipado com uma bomba de água variável, em que o volume de líquido é gerido de acordo com as necessidades de refrigeração do motor.

Mais rápida e precisa, a caixa de transmissão automatizada Powershift 2 dispõe agora de vários programas de trabalho, como Power, Economy ou Manobras. Também conta com a ajuda do GPS para memorizar percursos e aplicar a condução mais econômica.

Outra novidade do Actros é o seu retarder integrado SWR (Secondary Water Retarder). Desenvolvido pela Voith, ele utiliza o líquido refrigerado do motor para travar o conjunto.

Volvo FH D13 + I-Shift

Novo Volvo FH 2013 - Lançamento (1)Dispor de uma base mecânica adequada simplifica qualquer trabalho. É o caso da Volvo com o seu primeiro Euro 6. Ela elegeu seu veterano motor D13K que tem como principais novidades o turbo de geometria variável e a segundo turbina Turbocompound (algo já utilizado pela Scania, inclusive no Brasil), para aproveitar ao máximo o potencial dos gases de escape.

Com esse sistema é possível otimizar o binário qiue é similar ao das mecânicas Euro 5 de 540 cv. Coberto por um cabeçote monobloco e quatro, o D13K mantém o sistema de injeção por injetores-bomba de regulagem eletrônica.

O tratamento dos gases de escape foi resolvido com os sistemas SCR de adição do AdBlue e o EGR de recirculação de gases. Essa solução simplifica o funcionamento do motor.

Na tecnologia Euro 6 o motor está disponível com potência de 460 cv de 1 400 a 1 800 rpm e torque de 234,6 (equivalente ao do Actros) de 1 000 a 1 400 rpm.

A nova transmissão I-Shift dispõe de uma eletrônica mais afinada e inclui sistemas inteligentes de ajuda, caso do I-See (componente que faz a leitura do solo) e do EcoRoll (ponto morto em situações de inércia).

Mercedes Gigaspace – Piso plano

Pelo nome Gigaspace já é possível imaginar quais são os atributos desse habitáculo: o abundante espaço. Com isso o caminhão possui uma cabine 100% plana.

Além disso, chama a atenção o desenho imponente do modelo, graças à grade frontal da cabine. Entre a variedade de soluções que a marca alemã oferece nesse habitáculo, destaca-se a versão SoloStar, desenhada para um único condutor, sendo o assento do passageiro uma espécie de um sofá reclinável e que gira 90º para o centro da cabine. HJá também uma mesa central, geladeira e porta-bagageiros.

O comando da transmissão agora está localizado na coluna de direção. Com revestimento em tons claros, o ambiente ficou mais agradável.

Volvo Globettroter – Para-brisas vertical

Apesar da grande mudança estética, que implicou em voltar ao para-brisas sem inclinação, a nova cabine Globettroter XL mantém intactas muitas das suas características.

A grade frontal utiliza material sintético e foi pintado de preto para se destacar e deixar o modelo com um aspecto mais agressivo.

No interior a revolução é total. O posto de condução foi totalmente remodelado, destacando as novas regulagens do volante. O painel de instrumento utiliza tecnologia digital.

Como a zona de descanso ganhou volume, ponto positivo para a cama que está maior, sendo possível reclinar a cabeceira por meio de sistema eletrônico.

Inspirado no universo dos automóveis de luxo, os assentos são envolventes e possuem uma variedade de ajustes; eles também são aquecidos.

O seletor da I-Shift está localizado no lado direito do assento do motorista.

Fonte: Revista Transporte Mundial Texto Andréa Ramos

Auto Sueco São Paulo bate recorde de vendas

Volvo FH - Auto SuecoA Auto Sueco São Paulo comemora os resultados de vendas em novembro, o melhor mês da história da empresa em volume de vendas de caminhões novos, com 365 unidades, um crescimento de 67% em relação ao mesmo mês do ano passado.

“A expectativa pelas definições do governo sobre o Programa de Sustentação do Investimento (PSI) no ano que vem impulsionou a antecipação de negócios de clientes que se aproveitaram das taxas mais baixas do mercado”, explica Luís. Gambim, diretor comercial da Auto Sueco São Paulo.

As marcas históricas foram batidas tanto na linha de pesados, como no segmento de semipesados. Foram comercializadas 252 unidades de caminhões FH em novembro, uma alta de 76% na comparação com o penúltimo mês de 2012. Já a linha VM, a mais versátil da Volvo, totalizou 113 unidades vendidas, 50% a mais do que em novembro passado.

“Esses resultados reforçam o reconhecimento do mercado à qualidade dos nossos produtos e serviços. A maioria destas vendas foi atrelada a um contrato de manutenção preventiva, uma solução que oferecemos a nossos parceiros comerciais para planejar os custos e o cronograma de paradas, maximizando a rentabilidade operacional das frotas”, reforça do diretor executivo da Auto Sueco São Paulo, Fernando Ferreira.

Apesar dos números positivos registrados em 2013, a rede exclusiva de comercialização e serviços de caminhões e ônibus Volvo da Grande São Paulo, Vale do Paraíba, Região de Campinas e Baixada Santista prevê o mercado mais estável em 2014.

Fonte: Auto Sueco

[Opinião do dono] Volvo Fh 440 I-shift.

IMG_0806

Em meados de 2006 a Volvo do Brasil lançou o que pode-se chamar de segunda família dos motores que equipavam seus veículos pesados. Aposentando, além dos caminhões NH (com capô), os motores de 12 litros com potencias de 380, 420, 480, 500 e 540 cv, dando lugar aos novos motores de 13 litros de 400, 440, 480, 520 e 560, que atendiam as normas do Euro 3 e vinham a equipar os caminhões denominados agora apenas de “FH”. Esta família de motores foi aposentada em 2012 com a exigência das normas Euro 5, e são os vendidos hoje em dia.

Enquanto foi vendido, no período de 6 anos, a segunda família de motores Volvo se destacou com um motor em particular. Os modelos FH equipados com motor de 440 cavalos em conjunto com a caixa de cambio automatizada I-Shift foi um dos maiores sucessos de vendas da marca no Brasil, ocupando o primeiro lugar na lista de caminhões extrapesados vendidos por vários meses.

Grande parte deste sucesso foi devido a caixa de cambio, porém ela sem o motor não é nada, o FH 440 tinha fama de “subidor” e caminhão que aguentava tranco. Sem falar na ótima fama que seu freio-motor tinha. Em outras palavras, foi um caminhão que entrou para a historia da Volvo no Brasil. E hoje vamos confirmar se esta historia é verdade, e se este sucesso não é apenas boatos.

IMG_0802

O caminhão em questão da opinião do dono de hoje é um FH 440 Ishift 6×2, teto baixo, ano/modelo 2010/2011 do proprietário Antonio de Monte Santo de Minas. É um caminhão que eu conheço bem, acompanhei a compra e como o caminhão vem se desenvolvendo até hoje, até porque quem trabalha nele é meu padrinho, e já fizemos até algumas viagens juntos. E foi ele quem passou as informações sobre o caminhão.

O caminhão tem hoje cerca de 270 mil Km rodados, e como pode-se observar nas fotos esta muito bem cuidado, ele trabalha na região sudeste transportando grãos, adubos, cimento, entre outras cargas, para Cajati, Santos, Goias e algumas cidades do Sul de Minas atrelado a um Bitrem Guerra de mesmo ano.

IMG_0804

Segundo o motorista é um caminhão excelente, nunca apresentou problemas graves nem corriqueiros, há pouco tempo fez a troca de óleo de diferencial e cambio e nada de diferente apareceu. O desempenho é igual ou superior aos seus concorrentes da época como Scania 420, Axor 440, Iveco Stralis 420. A média de combustível gira em torno de 2.1 a 2.4 carregado e vazio, peso de balança, nos trechos citados no paragrafo anterior. Ele conta rindo que o freio motor do caminhão é tão bom que aumenta em até 50% a vida útil das lonas de freio da carreta, do cavalo então nem se fala, são até esquecidas.

Quanto ao conforto, eu mesmo fiz algumas viagens com ele no caminhão e posso dizer, comparado ao seu principal rival Scania, ele deixa a desejar um pouco na absorção de impactos, lembrando que este modelo tem molas na cabine, e não bexigas de ar como no Scania. O espaço interno é bom, tem um capo bem baixo, porém achei a cama original muito mole. Mas este ano o motorista deu uma “ajeitada” na cabine, trocou a cama, colocou Tv, DVD entre outros mimos, pois disse que o caminhão merece.

IMG_0805

Então concluímos que é um caminhão excelente, é um caminhão que já tem uma idade legal para analises como esta. Interessante que tem vários caminhões como este á venda em vários estacionamentos do Brasil. É uma compra interessante, porém sempre lembrando da manutenção dos Volvo, que são raras, mas quando são necessarias, tem um preço meio salgado.

Então esta foi mais uma Opinião do dono. Sugestões, escreva nos comentários que tentaremos encontrar o caminhão que você deseja saber um pouco mais!

IMG_0803

Agradecemos a atenção do dono e do motorista, e esperamos que continuem tendo sucesso com o caminhão!

Ficha Técnica:

Motor: D13A440 6 cilindros em linha.

Potencia: 440 cv (1400 -1800 rpm).

Torque: 2200 Nm (1050 -1400 rpm.).

Cambio: I-Shift automatizado de 12 marchas a frente e 4 ré.

Obriagdo!
Comentem, participem, clique nos anúncios, nos agradecemos!

Hélio David