Em longas distâncias: Série G




Os caminhões da série G da Scania podem ser utilizados em transporte de longas distâncias, para a distribuição e também no setor de construção civil. Isso depende da necessidade do cliente. A marca sueca promoveu várias alterações na linha, que vão desde mudanças externas e melhorias técnicas. Na parte externa, o destaque fica por conta de uma nova aerodinâmica, da capacidade de arrefecimento melhorada e também a presença de luzes diurnas em LED com baixo consumo de energia. As mudanças são sutis, mas suficientes para tornar o modelo mais atual e moderno.

O novo kit aerodinâmico, que ajuda a melhorar o fluxo de ar por trás da cabine, inclui abas de borracha que fecham o espaço entre defletores de ar laterais e o semirreboque, e rende uma economia de combustível entre 0,5% e 0,4% em um veículo de 40 toneladas. As saias foram desenhadas para harmonizar com o design do Série G e melhoram o consumo em 1%.

O série G conta com um motor DC 12 de seis cilindros em linha, 420 cv, 215 mkgf entre 1 100 a 1 400 rpm, 4 válvulas por cilindro e está adequado aos requisitos da Euro 5. A caixa de velocidades mais adequada ao veículo é a Opticruise, que facilita a condução e escolhe as potências de acordo com a necessidade do trajeto. Para quem quiser, a marca disponibiliza uma caixa manual de 12 marchas. Desde o ano passado, a Opticruise deixou de ter embreagem, algo que facilita e muito a condução. Integrado à caixa de velocidades, também está o Retarder, freio auxiliar que interage com o controle de velocidade de cruzeiro, com o freio motor e o de serviço para fornecer um controle total da velocidade ao toque de um botão ou do pedal do freio.

No G 420, o volante se mostrou um verdadeiro “campeão”. O motor é soberano e sua força é sentida nas subidas, nas quais suas reduções são praticamente nulas. O conforto é evidente e quase não existe ruídos. Dentro da cabine, o ambiente é de tranquilidade. O espaço oferecido é generoso, e, aos poucos, é possível sentir o motor, principalmente quando trabalha com potências mais altas. A caixa é suave e precisa.

A linha tem todas as condições para integrar as tarefas de longa distância e se tornar uma alternativa viável para os transportadores.

Fonte: Transporte Mundial




Um comentário em “Em longas distâncias: Série G

  • 08/04/2011 em 06:53
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    uma pena que pra autonomo e quase impossivel. Mas e uma ferramente boa de trabalho.

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