Onde tudo começa: Funilaria envolve muito mais do que lataria e solda




“A Funilaria é o pulmão da Iveco”, compara o colaborador da área João Carlos da Silva Costa. É lá que o caminhão começa a ganhar forma, onde várias partes separadas começam a se unir e tomam a forma de um veículo.

As peças que chegam à área são montadas e soldadas para formar a carroceria dos veículos. Toda produção da fábrica de Sete Lagoas passa pela área e pelo procedimento de soldagem, e todos os processos são controlados e monitorados pelos 323 colaboradores, que se dividem em dois turnos.

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Após o processo de solda a ponto dos subconjuntos, os mesmos são unidos com a ajuda do mascherone (máscara grande, em italiano). A máquina auxilia na formação (geometria) da carroceria. “Ela nos ajuda a montar o quebra-cabeça”, diz João Carlos. Depois disso, a lataria recebe a complementação da solda ponto – feita com uma ferramenta chamada pinça de solda, que faz a união de duas ou mais chapas metálicas por meio de pressão e calor.

Em seguida, as carrocerias seguem para o processo de acabamento final, onde recebem a solda mig. Feita por meio de arames, ela complementa as regiões que não receberam a solda ponto. Nessa fase, partes móveis, como portas, para-lamas e capôs, são incluídas à carroceria.

Nesse momento, são realizadas inspeções para conferência do padrão de qualidade Iveco. Os veículos passam por um rígido controle, para verificar se todas as peças foram colocadas de forma correta e segura. “Avaliamos o estado, verificamos se há qualquer defeito, e os acabamentos necessários são feitos”, afirma Laurito Garcia da Silva, da Funilaria.

Todo processo está integrado ao sistema WCM (World Class Manufacturing), adotado pela Iveco em 2009 e também por todas as empresas do Grupo Fiat. O sistema diminui os desperdícios da produção e melhora sua eficiência. João Carlos garante que a equipe da Funilaria trabalha unida para que a excelência seja sempre alcançada. “Somos parte importante da corrente de produção”, conclui.

Depois de passar por todas as inspeções, os veículos são registrados no sistema Point, que possibilita informar em qual processo da linha de produção os veículos estão, a qualquer momento. Logo após, eles seguem para a Pintura e o processo continua até que o produto chegue para o consumidor final. “Estamos lidando com a vida de outras pessoas, as que vão usar os veículos nas estradas do Brasil”, enfatiza Adelício Morais, da Funilaria. Para ele, o trabalho é feito com muito orgulho e cuidado.

Fonte: Blog Iveco




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