VW Amarok – Por fora um caminhão, por dentro um automóvel, debaixo do capô um gigante

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Não se pode negar que a Volkswagen Amarok é uma picape de peso, ainda mais com as atualizações de trem de força que ganhou recentemente. O casamento entre o motor diesel 2.0 biturbo e o câmbio automático de oito velocidades vai levar o veículo para posições melhores em vendas. O conjunto mecânico de suspensão e direção também impressiona, com robustez e estabilidade.

A Amarok é oferecida em nove versões, com e sem câmbio automático, com tração nas quatro rodas ou em duas, cabine simples ou dupla, etc. Para essa matéria, testamos a versão topo de linha Highline, com preços que começam em R$ 135.000,000.

O mesmo motor equipa todas elas – o biturbo TDI de 2 litros – com muita força e tecnologia, capaz de entregar potência máxima de 180 cv e torque de 42,8 kgfm (40,8 kgfm nas versões com câmbio manual). Quase 20 cavalos foram incrementados na Nova Amarok, oriundos da atualização do software de controle e das alterações efetuadas nos turbocompressores. Aliás, sistema de injeção eletrônica é do tipo direta, o Common Rail, fornecido pela Bosch.

Importante lembrar que o propulsor já atende às normas da fase L6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) e deve ser abastecido com diesel do tipo S-50. De acordo com a marca, a adequação à nova regulamentação foi obtida com a introdução de um filtro de partículas (DPF – diesel particulate filter), que reduz o nível de emissões de material particulado.

Ficha técnica motor

Combustível Diesel
Cilindrada 1.968 cm³
Diâmetro dos cilindros x curso dos pistões 81 x 95,5 mm
Válvulas por cilindro 4
Posição dos cilindros 4 em linha
Potência máxima 180 cv a 4000 rpm
Torque máximo 42,8 kgfm
Taxa de compressão 16:1
Formação de mistura Injeção direta Bosch do tipo Common Rail

Combinado com esse eficiente propulsor, o câmbio automático de oito marchas, que proporciona trocas precisas e sem solavancos, garantindo um bom desempenho na estrada e fora dela, com bons níveis de consumo de combustível, o que aliás, impressiona pela economia. O motorista pode escolher, além do modo automático, as opções S (esportiva) e manual.

De acordo com a engenharia da marca, a distância entre as relações da primeira e da oitava velocidades foram ampliadas em relação às transmissões automáticas convencionais. Eles explicam que isso permite que o motor trabalhe de forma ainda mais eficiente, sempre dentro do regime de rotações ideal, e é mais econômico e ágil. A oitava marcha foi configurada como “overdrive”, para operar com o motor em rotação reduzida sempre que as condições de terreno e aceleração permitirem, economizando combustível.

Já a primeira marcha foi calculada para esforços acima do normal, como no uso off-road, para arrancar com carga em subidas íngremes ou quando o veículo é usado para reboque. Assim, quando equipada com a tração 4MOTION, proporciona alto desempenho na utilização todo-terreno, sem a necessidade de engrenagens de redução. O acionamento dos modos de tração é feito por meio de simples botão.

Transmissão Automática

Conjunto câmbio-diferencial Automático, oito marchas à frente, acionamento por conversor de torque.
Rodas motrizes Dianteiras e Traseiras – 4Motion Permanente

Relações de marchas
1ª – 4,70:1; 2ª – 3,13:1; 3ª – 2,10:1; 4ª – 1,67:1; 5ª – 1,29:1
6ª – 1,00:1; 7ª – 0,84:1;8ª – 0,67:1; ré – 3,30:1
Relação de diferencial 3,70

O conjunto de suspensão é forte e robusto, do tipo independente com braço duplo e molas helicoidais na dianteira e eixo rígido e molas de lâminas na traseira. Um conjunto bastante robusto que deixa a picape com estabilidade, mesmo quando não está carregada. As manobras são bem fáceis, apesar de ter um tamanho grande e ser mais pesada do que um automóvel, e auxílio da direção hidráulica ajuda nesse sentido.

Suspensão Dianteira
Suspensão independente, Braço duplo transversal, mola helicoidal e diâmetro da barra estabilizadora 28mm

Suspensão Traseira
Eixo Rígido, Mola de lâminas

Direção
Hidráulica pura
Diâmetro de giro 12,89m com direção hidráulica pura
Relação de volante 14,6:1

Como equipamentos de série, todas as versões da Amarok contam com airbag duplo, freios assistência do ABS, direção hidráulica, função off-road para o ABS e bloqueio eletrônico do diferencial . Já as versões Highline e Trendline são equipadas com controle de estabilidade (ESP), controle automático de descida (HDC) e assistente para partida em subida (HSA)como opcionais, assim como rodas de 19 polegadas e rádio com GPS.

Cabine simples

A Amarok com cabine dupla foi o outro modelo testado pela redação, com transmissão manual e um motor de uma só turbina com 122 cv. A economia é um ponto forte da versão, e o câmbio de seis marchas manual mais parece o de um automóvel, bastante fácil de engatar as marchas e com um ótimo escalonamento. A cabine simples, que também foi testada, pula um pouco mais do que a versão de cabine dupla.

Confira o plano de manutenção da Amarok:

Revisões 10 mil km rodados ou 6 meses
Troca de óleo do motor* 10 mil km ou 6 meses
Troca de óleo da transmissão 10mil km ou 6 meses (verificar nível de óleo)
* No caso de uso severo, a cada 5.000 km ou 6 meses prevalecendo o que ocorrer primeiro.

Confira os preços da linha Amarok
– Cabine simples 4×2 câmbio manual: R$ 80.990
– Cabine simples 4×4 câmbio manual: R$ 87.990
– Cabine simples SEcâmbio manual: R$ 95.490
– Cabine dupla 4×2 câmbio manual: R$ 91.490
– Cabine dupla 4×4 câmbio manual: R$ 95.490
– Cabine dupla SE câmbio manual: R$ 102.990
– Cabine dupla Trendline câmbio manual: R$ 114.490
– Cabine dupla Highline câmbio manual: R$ 129.490
– Cabine dupla Highline câmbio automático: R$ 135.990

Fonte: O Mecânico

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