Guarda Portuária faz campanha educativa aos caminhoneiros no Porto de Paranaguá

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Durante a tarde desta sexta-feira (20), o efetivo da Guarda Portuária realizou uma ação de orientação aos caminhoneiros que circulam pelas imediações do Porto de Paranaguá. A campanha pretende levar informações sobre os cuidados necessários para trafegar na região e sobre como evitar o roubo das cargas, prática conhecida como “vazada”. A questão da limpeza correta dos caminhões também será tratada na ocasião.

De acordo com o superintendente dos Portos do Paraná, Luiz Henrique Dividino, como a Guarda Portuária tem efetivo em todo o entorno do Porto (nos quatro portões, no Silão e nas moegas), pode perceber quais são os problemas cotidianos do trânsito e da segurança da área.

“Tendo informação, temos mais condições de combater essas situações que acabam, de certo modo, atrasando o desenvolvimento ordenado dos portos paranaenses. E como o diálogo tem sido a principal ‘arma’ para enfrentar nossos principais problemas, estamos com mais essa campanha externa para orientar os caminhoneiros, nossos parceiros em diversas outras ações”, comenta.

Segundo registros da Guarda Portuária, sobre o trânsito, a campanha vai orientar quanto à necessidade de se praticar a direção defensiva nas avenidas e ruas, mesmo as internas, do Porto. São informações como limite de velocidade, a importância de não parar em fila dupla e de não fechar os cruzamentos.

Quanto à segurança, os guardas vão relembrar da importância de se lacrar as bicas dos caminhões. De acordo com as orientações da Guarda, se os motoristas mantiverem as bicas fechadas com cadeados reforçados, dificultam a ação de delinqüentes que, na prática conhecida como vazada, acabam roubando parte da carga para revender.

Como lembra, ainda, a Guarda Portuária, além de prevenir o furto, manter a carga bem segura (acondicionada e fechada) na carreta também ajuda na limpeza das vias. Sobre o derramamento de carga, os guardas orientam os caminhoneiros sobre a necessidade de limpar os caminhões (varrer ou passar jatos de ar) nos locais adequados: as moegas e terminais de descarga.

“Além de não poluir o meio ambiente e sujar a cidade, limpar e acondicionar corretamente a carga, principalmente de grãos e fertilizantes, ajudam na segurança do próprio caminhoneiro. Esses resíduos acabam deixando as vias escorregadias e, em condições meteorológicas como as de hoje, ficam perigosas”, informa a chefia da guarda.

Além das informações, os caminhoneiros recebem um lista, elaborada pelo próprio efetivo, com os principais números para casos de emergência: o da ambulância de resgate da Appa (41-3420- 1111/ 8415-2969), da Guarda Portuária (41- 3420-1215/1305), da Polícia Militar, entre outros.

Um dos caminhoneiros abordados foi o Adilson, de Sorocaba, São Paulo. Trafegando com um caminhão cegonha, carregado de veículos, ele – que viaja o país todo – diz que está sempre em Paranaguá e que considera importante a ação. “Informação nunca é demais, ainda mais quando se trata de alguma preventiva. A vida da gente é curta, temos que aproveitá-la com segurança e eficácia”, diz ele.

Fonte: Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina – APPA





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