Kamaz pode se instalar no Brasil

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Em discurso na Assembleia Legislativa na última terça-feira, 24, a deputada Maria Mendonça informou que a empresa Kamaz de fabricação de Caminhões que emprega mais de 56 mil funcionários em diversos países do mundo quer se instalar no Brasil. A Kamaz é a maior fabricante de caminhões da Rússia.

Nos estudos de viabilidade da empresa para definição dequal estado à empresa se instalará está o estado de Sergipe que segundo a deputada é um estado que se credencia com um grande potencial para a instalação, mais de perto no município de Itabaiana, Capital Brasileira do Caminhão.

Maria em seu discurso fez um apelo aos colegas deputados para que todos junto lutem pela instalação dessa empresa no estado de Sergipe. Ainda em sua fala, a deputada solicitou ao governador em exercício Jackson Barreto uma audiência com o Prefeito de Itabaiana, Valmir dos Santos Costa, com empresários itabaianenses e a classe política da cidade serrana para que os mesmos possam levar essa reivindicação e assim o governo do estado possa fazer todo um levantamento de viabilidade, e assim vê as possibilidades de cooperação,inclusive com incentivos estabelecidos em lei, dependendo o número de emprego a ser gerado pela empresa.

“Não tenho dúvida que o estado oferecendo incentivos fiscais e as condições necessárias, Itabaiana será a cidade escolhida para a instalação da empresa, pois, tem uma gente trabalhadora e empreendedora, com um bom nível educacional e profissional, além de ser a capital brasileira do caminhão”, defendeu Maria.

Fonte: FaxAju

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2 comentários em “Kamaz pode se instalar no Brasil

  • 27/09/2013 em 22:15
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    Olha, como disse Evandro, também fico nessa se o nosso mercado suportaria tantas marcas de caminhões que já não são poucas a depender do segmento. Claro, não pode pensar somente do Brasil como mercado, pois há o Mercosul. A questão é que por essas bandas, não escuto notícias sobre a Kamaz nem como importadora, imagine já ter intenção de instalar.

    Outra, desculpe a deputada, mas empresa não escolhe lugar porque leva nome disso ou daquilo, e Sergipe não mão de obra qualificada para o segmento de caminhões. Pernambuco, por exemplo, ao receber a Fiat e outras do segmento naval teve que promover cursos específicos nas unidades técnicas estaduais e privadas via convênio, capacitação, acordos com universidades e faculdades para direcionar os engenheiros em formação juntamente com a Fiat e outras para treinarem na suas matrizes, etc porque não tinha gente especializada ainda que havia cursos relacionados com bom nível de preparação.

    Ainda, não obstante o fator educacional, os investidores também analisam questões como infraestrutura existente, mercado consumidor, existência ou não de fornecedores para elevar o nível de nacionalização, etc.

    Pernambuco com vantagem superior a Sergipe em n situações, apesar de ter feito estudo de viabilidade com o pessoal da Shacman para a cidade de Caruaru, incentivos, etc, esta empresa ao meu ver exigia demais tipo a presença de fornecedores como se o estado já tivesse outras montadoras do segmento e terminou ficando em São Paulo sem aviso prévio.

    A Kamaz pode ter comportamento bem diferente quanto a exigências, mas acho prematuro a aposta desta marca produzindo aqui se a mesma nem tem dados para saber a aceitação dos seus produtos, que a priori, seria possível com importação de poucas unidades.

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  • 27/09/2013 em 10:44
    Permalink

    tomara que o setor de linha pesada não aconteça igual aconteceu com o de motos ,onde muitas montadoras e importadores colocaram uma infinidade de marcas e modelos no mercado e depois sumiram , causando prejuízo a muitos e deixando muitos na mão .

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