Caminhões podem ser financiados a juros zero

alckmin fenatran




Caminhões com 30 anos ou mais podem ser substituídos por veículos novos e financiados a juros zero por meio do programa Renova SP. “Nós colocamos R$ 300 milhões da Desenvolve SP, o Governo equaliza a taxa de juros e a única exigência é que o caminhoneiro entregue seu caminhão para a reciclagem”, disse o governador Geraldo Alckmin durante a Solenidade de Abertura do 19º Salão Internacional de Transportes – Fenatran.

O Renova SP é um programa de incentivo, subsidiado pela Agência Desenvolve SP. Só na região do Porto de Santos, a previsão é substituir cerca de mil caminhões velhos, que serão enviados a uma empresa recicladora credenciada pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). Interessados podem simular o financiamento diretamente no site da Desenvolve SP.

O governador também ressaltou o avanço do setor de transportes no Estado de São Paulo, com o avanço da tecnologia e a alta das vendas. “Um setor que é o motor do desenvolvimento, ainda mais em um país grande e continental como é o Brasil”, afirmou.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

5 comentários em “Caminhões podem ser financiados a juros zero

  • 29/10/2013 em 21:37
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    gostaria que esse projeto passassem aqui no interior da Bahia.

  • 29/10/2013 em 20:13
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    Sem dúvida que tal medida traga o incentivo p/a troca por um veículo novo. Contudo, os proprietários de caminhões velhos, que estão trabalhando com equipamentos em estado precário de mecânica e assessórios, são importantes para seus proprietários que não mais se classificam na categoria de clientes potenciais para a compra do caminhão novo. São trabalhadores que perderam os ciclos de oportunidades anteriores, quando já da necessidade da troca, esbarraram na condição econômica de investimento e perfil adequado para a conquista do crédito. São pessoas endividadas por consequência dos elevados custos de manutenção e já não conseguem mais liquidar esses débitos para sanear seus nomes junto às instituições de crédito. Estão na marginalidade sob a ótica da economia, ainda que ainda prestem grandes serviços ao País, trabalhando diuturnamente com seus velhos caminhões, até que em constante risco sejam interrompidos radicalmente pelos órgãos do próprio estado, atuando como repressores implacáveis, destituindo sua ferramenta de trabalho e auto sustento, para segregar ainda mais esse trabalhador, retirando-lhe o direito do próprio labor, já sem seu velho caminhão, então recolhido nos pátios que farão acumulados de bens e sucatas a serem leiloados.
    Esse é o quadro real dos fatos.
    Quero crer que, a ideia possa até ser louvável se, ao tomarem o seu velho caminhão, desde que o treine para lhe dar capacitação de gestão do novo equipamento a ser recebido, assistindo-o junto ao SETE SENAT e outros órgãos de proteção e assistência à categoria, incluindo-o subsidiariamente em uma campanha da troca para o equipamento 0km em condição consignada, fazendo com que ele via contratual pague mensalmente a longo prazo, isentando-o das taxações de juros e licenciamento inicial, até que obtenha o certificado de propriedade e desalienação.
    Findado o número das parcelas totalmente quitadas, o mesmo seja convidado para a substituição do equipamento usado, para o veículo novo.
    Ressalvamos que: Em decorrência de impedimentos circunstanciais, venha ele se impossibilitar do cumprimento contratual, seja então lhe restituído o valor equivalente do seu velho caminhão, ou a somatória das parcelas pagas, no que ocorrer de maior valor somado, para que possa comprar outro do seu status.
    Devemos ressaltar que o Caminhoneiro assistido, possa ter acesso ao equipamento da indústria brasileira montado com componentes 100% nacionais, que tenha a capacidade de força de até 220 Hp, sob única longarina em até 4 eixos, p/PBT até 23 Ton. e, rede assistencial do pós venda em todo o território brasileiro, cuja indústria seja amplamente capacitada para ser subsidiada como signatária da entrega dos equipamentos com características avançadas, de cabine modular construída com resinas resistentes a pequenos impactos e leves, revestindo a gaiola tubular (cokpit) de materiais não passíveis a corrosão via intempérie, o que é próprio do ambiente litorâneo.
    Antonio José PEREIRA – Gestôr de Processos Gerenciais no Agronegócios, Logística e Produção Industrial EMail: agronegociosajpereir@hotmail.com

  • 29/10/2013 em 19:50
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    sera que veremos esse dia em que deixamos nosso caminhão velho e saímos de caminhão novo com taxa zero e tudo que o caminhoneiro que trabalhar com mais conforto se isso vigar mesmo sera muito que venha esse dia.

  • 29/10/2013 em 18:19
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    Agora as muriçocas atômicas vão desaparecer do mapa…

  • 29/10/2013 em 09:47
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    Tomara que chegue aqui no Tocantins este projeto

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