Retarders da Voith equipam caminhões Actros da Mercedes-Benz

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A Voith, por meio da divisão Voith Turbo – líder mundial em soluções para transmissão de potência –, é a fornecedora dos retarders que equipam os caminhões Actros 4844 k 8×4, modelo que simbolizou o marco de dois milhões de veículos comerciais produzidos pela Mercedes-Benz no Brasil, desde 1956, quando iniciou suas operações no País.

Entre as vantagens oferecidas pelos retarders da Voith está a frenagem (até 700kW/950 HP) praticamente sem desgaste e com total operacionalidade mesmo em longas descidas, o que aumenta não só a segurança, mas também o desempenho, proporcionando economia aos operadores de transporte. E, como o equipamento tem seu próprio sistema de abastecimento de óleo, o meio operacional pode ser utilizado até a faixa máxima de temperatura.

No caso do VR 115 HV, retarder desenvolvido pela Voith para os caminhões Actros e Axor da Mercedes-Benz, outras características agregam ainda mais valor ao desempenho do equipamento. Com design compacto, esse modelo é instalado na transmissão por meio da caixa de rolamento, de forma que a lubrificação ocorre pela própria transmissão, resultando em redução significativa nos custos operacionais – as lonas de freio, por exemplo, tem vida útil prolongada em até oito vezes – e maior durabilidade do veículo.

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“O freio-motor e o retarder Voith se complementam de forma ideal, pois seus efeitos se somam. Com isso, há uma otimização da potência de frenagem, tanto em baixas quanto em altas velocidades e mesmo durante a troca de marchas, proporcionando mais segurança“, explica Rogério Pires, gerente da divisão automotiva da Voith Turbo.

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O acionamento do retarder ocorre automaticamente, por meio do pedal do freio, ou por uma alavanca de mão colocada junto ao volante. Um controle possibilita que o motorista mantenha o veículo em uma velocidade constante por ele selecionada mesmo em rotas descendentes.

Fonte: Divulgação




5 comentários em “Retarders da Voith equipam caminhões Actros da Mercedes-Benz

  • 03/04/2018 em 19:46
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    NÃO acreditem que todos os retarder instalados possuem 950cv de potência, pois ela depende totalmente da entrada de força em NM da caixa, ou seja, se vc tem retarder em um 3131 MB, o máximo que encontrará 259cv, pois a caixa tem torque de 1150NM, uma conta fácil de fazer é pegar o CV do caminhão menos 12% vc encontrará a capacidade do retarder, não sendo uma regra, pois depende de entrada de torque da caixa,ok, no 2644 vc terá 390cv em potência de frenagem de retarder mais o topbrake, não declarado pela mercedes, mas medido no interface de 375,9 cv, melhorando muito seu freio motor, no novo MB 2646, temos aproximadamente 405cv de retarder,mais topbrake de 395cv, gerando 800cv total, medido no interface,( diagnostics ).

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  • 02/03/2018 em 12:03
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    Respondendo a pergunta acima… o retarder transfere energia da frenagem para o oleo em forma de calor… o uso continuo dele pode levar e leva a super aquecimento do oleo lubrificante mas não acarreta em perda de frenagem… apenas uma diminuiçao da eficiencia e necessidade de troca de oleo do retarder após o ocorrido… essa tecnologia deveria se tornar item obrigatorio em todos os caminhões, mesmo os antigos, a quantidade de acidentes seria reduzida drasticamente e a velocidade media das viagens de transporte de carga aumentariam de forma segura

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  • 14/10/2013 em 16:28
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    Voith e Retarder da Scania são hidráulicos, seguram demais e por isso que alguns reclamam do aquecimento excessivo, o problema não está no equipamento, mas sim no condutor.

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    • 15/10/2013 em 08:44
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      Bom dia Bruno,
      Li seu comentário e agradeceria se pudesse explicar esta questão de o problema ser o condutor e não o equipamento. Em que o condutor pode contribuir para o aquecimento do equipamento e este aquecimento provocaria a perda de eficiência como no caso das lonas de freio quando esquentam?

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  • 14/10/2013 em 12:27
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    Caminhões Mercedes estão em um patamar acima dos concorrentes!

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