Custo do transporte rodoviário de carga cresceu 7,6% em 2013

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O custo médio do transporte rodoviário de cargas fechou 2013 com elevação maior que a inflação. Segundo estudo da Associação Nacional dos Transportadores de Carga e Logística (NTC&Logística), a alta para a carga completa foi de 7,67% e para a carga fracionada foi de 7,85%. O Índice Nacional da Variação de Custos do Transporte Rodoviário de Carga Lotação (INCTL) e o de Cargas Fracionadas (INTCF) medem a evolução de todos os custos da carga, incluindo transferência, administração, gerenciamento de riscos e custo valor.

Conforme o diretor técnico da entidade, Neuto Reis, a alta ocorreu porque insumos importantes para o setor também tiveram crescimentos significativos de preço: o diesel aumentou 15% (passando de R$ 2,152 para R$ 2,475 por litro), os salários 10,22% e os pneus 12,7%. “A partir de fevereiro ou março é possível que isso tenha que ser repassado, já que a elevação vem somada a uma defasagem crônica no valor frete”, explica ele.

Além disso, o óleo diesel S-50/S-10, cujo preço vem sendo acompanhado desde março/12, foi comercializado em dezembro de 2013 a R$ 2,579 por litro, com aumento de 17,2%, se comparado ao mesmo período do ano anterior. O Arla 32, aditivo utilizado para reduzir as emissões de poluentes, foi negociado a R$ 3,89 o litro, uma variação acumulada de 5,12% nos 12 meses.

Fonte: Agência CNT de Notícias Texto de Natália Pianegonda




2 comentários em “Custo do transporte rodoviário de carga cresceu 7,6% em 2013

  • 19/05/2014 em 17:33
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    se essa pequisa fosse feita hoje , veriam que o estradeira está perdido com os valores de fretes , se quiser trabalhar tem que ir la pra cima maranhão / pará / tocantis e por ai vai pois os graneleiros mais uma vez estão sofrendo nas mãos das transportadoras que estão ficando com o lucro , sobre o arla ele é um vergonha , custa mais caro que o oleo diesel ,sendo assim não a o porque de não colocar dispositivos para inutiliza-los , o governo é o maior culpado disso

  • 15/01/2014 em 09:58
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    E o frete continua lá em baixo, mas a culpa é do próprio estradeiro que se sujeita a esses valores inferiores.

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