Câmara aprova mudanças na Lei do Descanso e cobrança de pedágios

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Sob pressão de empresas de transporte, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira projeto de lei para flexibilizar legislação aprovada em 2012 que restringiu a jornada de trabalho de motoristas com o objetivo de reduzir o número de acidentes nas estradas.

O texto, que vai ao Senado, contém uma série de “jabutis”, como anistia às multas por excesso de peso tomadas nos últimos dois anos e isenção de pedágio para reboques, semirreboques e eixos suspensos dos veículos de carga.

A proposta prevê também a proibição para que as tarifas de pedágio em rodovias municipais e estaduais excedam o valor fixado, em condições similares, pelos pedágios de estradas federais.

O texto, contudo, não deve valer para as concessões em vigor. As restrições à cobrança geraram questionamentos de deputados sobre como as concessionárias vão fazer a manutenção das rodovias, desgastadas principalmente pelo tráfego de caminhões pesados, mas foram aprovadas pela maioria dos partidos.

O projeto faz ainda outras alterações: acaba com a restrição para que caminhões boiadeiros viagem de noite; dobra a permissão para carga excedente por eixo, de 5% do permitido para o veículo de transporte para 10%; permite que o período de descanso do motorista seja fracionado e que a hora de almoço seja calculada como repouso; e obriga a realização de exame toxicológico a cada dois anos.

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Para o autor do projeto, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), a lei aprovada em 2012 trouxe transtornos para toda a cadeia de serviços de transporte. “O que se tem de concreto até agora é a total inviabilidade, tanto do trabalhador que exerce a profissão de motorista quanto das empresas que prestam serviço de transporte de cargas, de trabalharem em conformidade com a legislação”, afirmou.

O debate dividiu as bancadas e centrais sindicais — a maioria fechou acordo em torno do texto, criticado pela Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), que considera que a população e os caminhoneiros vão correr risco com o aumento da jornada de trabalho. Pelo texto, os motoristas vão poder trabalhar ininterruptamente cinco horas e meia — a legislação atual permite apenas quatro horas seguidas antes que o motorista tenha que parar para descansar.

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O projeto define ainda que os motoristas de veículos de carga e de passageiros possam ampliar a jornada de trabalho diária de oito para 10 horas em casos extraordinários e para 12 horas por convenção coletiva. E que, em “situações excepcionais” em que não exista local adequado para descanso, a jornada poderá ser prorrogada até que o veículo chegue a local que ofereça segurança e atendimento adequado para a carga e o motorista.

A proposta ainda anula grande parte da legislação aprovada em 2012, que na época foi alvo de protestos de caminhoneiros e empresas de transporte no país, com paralisação nas estradas. Entre as regras que serão canceladas se o projeto for aprovado pelo Senado está a que obriga a empresa a calcular o período de espera em barreiras fiscais ou nas operações de descargas como tempo de trabalho e regras para revezamento entre motoristas.

Íntegra das propostas:

Fonte: Valor Econômico Texto de Raphael Di Cunto




46 comentários em “Câmara aprova mudanças na Lei do Descanso e cobrança de pedágios

  • 03/05/2014 em 09:51
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    Na verdade, no fundo mesmo, acho que o caminhoneiro ou transportador deveria ser LIVRE na sua atividade. Não trabalhamos na cidade, e sim na estrada. Portanto, não nos compare com trabalhador urbano que tem a hora do almoço e vai almoçar em casa, tem a hora do descanso e vai descansar em casa, passear ou se divertir com a familia ou com os amigos.
    Não sejamos hipócritas. O que tem de mudar mesmo, são outras coisas:

    Diminuindo os altos custos do óleo diesel, pedágios, etc.

    Acabando com as “transportadoras” de fachada, aquelas que não tem um caminhão sequer, ou quando tem, um, dois ou tres caminhões, mas, pegam carga dos embarcadores para carregamento de 100 ou mais caminhões terceirizados por mês, que intermedeia o frete sugando o nosso sangue e suor nos repassando uma uma mixaria.

    Determinar que o seguro da carga seja de responsabilidade do embarcador e não do transportador.

    Quanto ao valor do frete, na realidade do Brasil, salvo poucas exceções, ele sempre será livre, justamente por causa da lei da “oferta e procura”. E, enquanto houver mais caminhões do que carga no Brasil, o frete não melhora nunca. Tem caminhão pra caramba rodando nas estradas…

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  • 03/05/2014 em 09:10
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    Como já disse anteriormente, 8 horas para repouso em pátio de posto tá de bom tamanho. Mais que isso, sinceramente vou ter de tomar remedio pra dormir após jogar truco, palitinho ou dama pra passar o tempo. Olha que não faço e nunca fiz uso de rebites.
    Com 11 horas de repouso, imagina entrar no pátio do posto escurecendo e só sair amanhecendo, cinco dias por semana? A solidão, a ansiedade vai montar em cima, e os ladrões e prostitutas vão nadar de braçada…

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    • 03/05/2014 em 09:54
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      PAULO VC FALOU POUCO MAS DISSE TUDO. 99 POR CENTO DA CATEGORIA PENSA IGUAL.

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  • 02/05/2014 em 20:37
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    Pessoal, vi aqui 38 comentários sobre o assunto em pauta, sei que é muito pouco comparando o universo de motoristas e autônomos deste nosso país, como já temos este canal blogdocaminhoneiro acho que seria de muita utilidade nos encontrarmos aqui neste espaço, e convocar mais companheiros para levar a discussão os nossos problemas, e que estes problemas fossem resolvidos com a nossa união, nunca com a dispersão. Só alcançaremos melhores dias se nos unirmos, dispersos teremos nossa categoria dizimada,extinta.

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  • 02/05/2014 em 19:14
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    Agora os motoristas vão ser obrigados pelos frotistas a rodar 8 horas sem parar pois a lei vai estar do lado dos empresarios como sempre.Se a classe dos motoristas não se unirem para fazer alguma coisa vão virar escravos dentro da lei.

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  • 02/05/2014 em 14:48
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    kleber gostei do seu discurso, se candidate a deputado que eu voto em vc…

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    • 02/05/2014 em 20:22
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      Obrigado Rodrigo, não tenho estomago para o tipo de politica que se faz neste país, basta ver os sindicatos, pelegos dos empresários, o que já fizeram pela categoria, já vi pauta de revindicações de entidades sindicais que se dizem da categoria, pedir a volta da carta frete, deputados que neste momento estão legislando em favor do agro negocio, e dos grandes transportadores e embarcadores e falando em nome da categoria, não não não da. Infelizmente a categoria não é unida, e pelo visto não se unirão nunca, estão a maioria olhando para o próprio umbigo, nunca em prol da categoria nem da família estradeira, só o próprio interesse, basta ver, enquanto um como eu ou outros retornam sem carregar o frete retorno, tem um monte que aceita esta merda de frete, que uns poucos que já perceberam que só da prejuízo, e estes que aceitam depois ficam falando que o frete esta mau.

      E digo mais, toda esta discussão se resume em uma só ponto;

      PORQUE SÃO CONTRA A LEI DE ESCANÇO – Unicamente porque o valor médio do frete esta muito abaixo da realidade, que para compensar, querem ter a liberdade de trabalhar em regime sobre-humano pondo em risco todos que utilizam as estradas, pensando eles que a carga horaria de trabalho excessiva vai compensar o baixo valor médio dos fretes pago, não, não vai não, vai é continuar a produzir viúvas e filhos órfãos, sem contar os ex motoristas futuros toxicômanos a perambular pelos pontos de paradas, postos, beira de estradas incomodando os que trabalham.

      Então todos os problemas estariam resolvidos como num passe de magica, bastando para isso a regulamentação do frete a nível nacional com preço por quilometro rodado.

      Espero estar contribuindo

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  • 02/05/2014 em 14:47
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    HIPOCRISIA!CANALHICE!COISA NOJENTA E OUTRAS MANIFESTAÇÕES QUE NÃO DEVO CITAR!!!

    A NOVA POLEMICA PARA ANGARIAR VOTOS?? A LEI DE DESCANSO DOS CAMINHONEIROS QUEREM MUDAR PRA ISSO, PARA AQUILO E ETC……………

    QUERIDOS POLITICOS CARAS DE PAU DESSE PAIS, OS CAMINHONEIROS NÃO GOSTARIAM DE VIAJAR 18 HORAS POR DIA, E ATÉ 24 HORAS, NEM PASSAR 40 A 50 DIAS FORA DE CASA, MAIS ASSIM O FAZEM POR NECESSIDADE, POIS APESAR DE NOSSO FRETE NESSE PAIS SER CARISSIMO, PARA ELES É UMA ESMOLA.

    O QUE SE PRECISA, SEUS CARAS DE PAU, E SIM REVER OS IMPOSTOS SOBRE CARGAS, SOBRE PNEUS, SOBRE OS COMBUSTIVEIS, OS PEDAGIOS CARISSIMOS, A FALTA DE SEGURANÇA NAS ESTRADAS.

    PROPORCIONAR UMA VIDA DIGNA, PARA QUE SE POSSA REALMENTE MUDAR O SETOR!

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  • 02/05/2014 em 14:31
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    Sobre frete retorno: Ontem a noite discutindo com vários amigos autônomos e empregados. Diziam os empregados o seguinte; de nada adianta o autônomo não pegar a carga, pois vai puxar menos durante mês, alem de não forçarem com isto a fim de tal situação. Pois as empresas ( por meio de seus empregados em viagem) pegam o referido frete, muitas vzs por menos q o custo, para assim fazer o retorno de seus caminhões as bases de origem. Quando oferecem o frete ao autônomo, sabem estar explorando os mesmos e assim tendo enormes lucros ( no caso o embarcador que recebe o frete total).
    Sobre as mudanças da lei, gostei, assim esta bom. Se mexerem mais, vai virar esculhambação. Só falta ao meu ver regular o preço do frete para os autônomos, dando fim ao frete retorno. Mas como falei acima, pelo visto vai ser difícil.

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    • 02/05/2014 em 20:54
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      Leo, realmente é uma realidade, mais parcial, porque as empresas não tem condições de suprir a demanda de carga onde se pratica o frete de retorno, portanto o valor do frete se valorizaria automaticamente. Agora, que adianta puxar mais ou menos, se a qualidade do frete não é compensador, portanto o frete que sequer remunera o combustível, não deve ser transportado. Se pesquisar, o valor do frete de retorno esta abaixo do quilometro rodado de um taxi , e digo mais, taxi comum, não é taxi especial.

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      • 02/05/2014 em 21:01
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        Positivo Kleber, no frete de retorno, até o taxi ganha, ja vi gente dizer que transporta executivo em SP por 1,65 o Km.

    • 04/05/2014 em 10:10
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      Leo, quanto a sua pergunta sobre o contrato. Veja, qualquer relacionamento entre partes exige um tipo de contrato padrão; por exemplo, certidão de casamento, contrato igual em todo o país, contrato de abertura de conta em uma agencia bancária, contratos de aluguel, contratos de viagens, aérea terrestre,marítima, todos contratos padrão para suas categorias regidos por leis que assim determina. Portanto todas as empresas teriam que oferecer este contrato a assinados pelas partes, acredito que assim a questão do tempo de espera já seria resolvido de imediato. Com estes contratos teríamos o instrumento certo de pressão sobre os que não pagam as horas paradas.

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  • 02/05/2014 em 09:06
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    Kleber.. Este contrato padrão, quem vai apresentar aos empresários. O autônomo..
    Na verdade o contrato quase padrão é apresentado por eles, com clausulas que sempre os beneficiam.
    SE a lei fosse fiscalizada, nem precisariamos ficar brigando para receber hora parada. bastaria ligar para sindicato, min. trabalho e ser de fato pagos.

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  • 02/05/2014 em 08:39
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    Voltando ao hora parada. Basta que no momento da contratação do transporte, juntamente com o manifesto de carga, introduzam um contrato, que seria padrão para todas as empresas com obrigações de todas as partes,inclusive rezando todas as obrigações regida por lei, ai as empresas estariam obrigadas a cumprir, e o caminhoneiro estaria protegido por contrato.

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  • 02/05/2014 em 08:30
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    Frete retorno e caminhão parado por dias e dias é que esta destruindo a categoria. Não percam tempo aguardando um frete ruim, retornem vazio, retorno vazio é investimento em acabar o frete retorno.

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    • 02/05/2014 em 20:58
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      Apoiado Kleber, não mudo uma virgula.

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  • 02/05/2014 em 08:20
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    Completando, este tipo de escravidão normal

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  • 02/05/2014 em 08:17
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    Rodrigo, o mundo real é um mundo sem escravidão de uma categoria. Infelizmente o frete retorno existe porque alguns como você acha que este tipo de escravidão da categoria, estes sim estão destruindo uma categoria, esta posição deve ser repudiada aqui neste blog. Nós não temos obrigações de subsidiar frete de carga, travestido de frete retorno. Vou dar aqui um exemplo, com referência ao frete São Paulo /Salvador que tem um valor XXX. Saímos de SP em duas carretas LS com destino a Salvador, caminhão mesmo modelo, carregados com a mesma tonelagem, chegamos a Salvador, descarregamos juntos, eu volto imediatamente para SP. o outro fica tentando conseguir a famigerada carga de retorno, que sequer paga as despesas de retorno, vai levar de dois a dois dias e meio para conseguir esta merda de frete, quando começar sair de Salvador com um frete X algo como 1/3 do frete SP. SALVADOR, eu vou estar já saindo de São Paulo com um frete justo. Portanto não justifica esta ladainha de oferta e procura. Ai vão me perguntar; quem paga a despesa de retorno. Basta pensar que o retorno vazio temos uma média de consumo muito mais baixo que carregado, portanto absolvido seguramente por todos, o tempo de viagem descarregado seria menor com menos desgaste do caminhão. Voltando a assumir as despesas de retorno, não seria despesas, seria investimento, pois logo o frete Salvador, ou outro qualquer município que utilizam do expediente do frete retorno vão seguramente repensar seus valores pagos, simplesmente quando perceberem suas cargas não sendo escoadas.

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  • 01/05/2014 em 19:48
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    Concordo plenamente com o Kleber, se o frete for tabelado por km , ai tudo melhora, porque acaba o frete retorno, e a viagem curta ou longa vão melhorar, diferente de agora que quanto mais longe menos fica!

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    • 01/05/2014 em 20:46
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      galera voltem ao mundo real, nunca vai existir essa de tabelar frete por km,desde que eu conheço de caminhao sempre regulado pela lei da oferta e da procura. principalmente porque qualquer um entra no ramo achando que é so por pra rodar que vai ganhar dinheiro , enquanto tem 1000 saindo do ramo tem 2000 entrando.

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  • 01/05/2014 em 15:28
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    deu boa… o que liga agora e 7eixo rsrsrsrsrsr

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  • 01/05/2014 em 13:02
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    Valdevir, quando o frete remunerar o trabalho com dignidade, não vai ser o número de horas de descanso que vai prejudicar a categoria, muito pelo contrario

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  • 01/05/2014 em 12:46
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    concordo com kleber os fretes tinham que ser calculados pelo km ai dava uma melhorada na situaçao

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  • 01/05/2014 em 12:10
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    Infelizmente ainda ficará muita coisa em aberto. Já é um passo positivo diante das atitudes anteriores. Cabe aos motoristas juntos com os sindicatos, ficarem atentos ao que ocorrer daqui prá frente. Aconselhos meus presados colegas caminhoneiros: Vamos ter atenção, todo cuidado é pouco, não somos culpados por todos acidentes das estradas, como querem dizer ( o governo c/ suas estradas ruim). Vamos fazer nossa parte bem feita que Deus nos ajudará. Abraços.

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  • 01/05/2014 em 11:41
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    PQP, FICAM HORAS, DIAS ATE UMA SEMANA PARA DESCARREGAR E NÃO VEJO NENHUM COMENTÁRIO, DEPOIS QUEREM TIRAR O ATRASO DIRIGINDO 40 HORAS SEM PARAR, COMO FOI O CASO DE UM MOTORISTA FLAGRADO NO RS. ESTA SEMANA. TEM QUE AGILIZAR O PROCESSO DE CARGA E DESCARGA, TABELAR O VALOR DO FRETE A NÍVEL NACIONAL POR KM RODADO, PONDO FIM AO FRETE DE RETORNO, ESTE SIM QUE ESTA DIZIMANDO A CATEGORIA.

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  • 01/05/2014 em 11:39
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    LAG …Tem razão, obrigado por informar.Desculpe a minha desatenção ao texto.. Mas mesmo assim, quem vai fiscalizar este pagamento, ou, cobrar das empresas tal atitude. Afinal se reclamar a cobrança, seguem fazendo o que, não pagam e, ainda barram vc para novos carregamentos. Pois ao Min. Trabalho, sindicatos,não adianta reclamar nada. Sigo dizendo, não vai haver fiscalização para tal cobrança. Em compensação, o que vão fiscalizar o restante da lei, não ta no mapa. Principalmente para arrancar dinheiro do autônomo.

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  • 01/05/2014 em 09:50
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    Léo Coe, art. 11 parágrafos 5 e 6. Veja lá. Os deputados fizeram a parte dele agora cabe aos sindicatos e aos motoristas forçarem a barra pros senadores e a Dilma na vetarem isso.

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  • 01/05/2014 em 09:33
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    LAG.. Não falaram nada sobre pagar estadia após 5 horas na carga e descarga. A lei existente da tonelada hora parada de 1 real, nunca foi cumprida e nem fiscalizada.

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  • 01/05/2014 em 09:28
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    Agora pessoal um assunto muito importante… Temos uma oportunidade única na história, os deputados aprovaram o não pagamento dos pedágios dos eixos suspensos, cabe então aos sindicatos de autônomos e os dos motorista empregados, agora com o apoio de todos organizarmos uma greve geral se o senado o a Dilma vetar isso. Este sim é um motivo justa para mobilizarmos toda a categoria contra o roubo que é os pedágios no Brasil.

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  • 01/05/2014 em 09:00
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    LIBERDADE!!! SE A DILMA NÃO FERRAR TUDO NOVAMENTE recuperaremos o maior valor do motorista de cargas LIBERDADE!!! Voltaremos a ter liberdade para pararmos optarmos por quanto tempo queremos ficar parados na beira dos postos em pernoite, pra quem 8 horas já resolve LIBERDADE para seguir… para quem precisa de um pouco mais de tempo Que assim o faça. LIBERDADE!!!! Agora não precisaremos mais passar a folga semanal parados na estrada, poderemos acumular e tirar tudo em um período maior em CASA. LIBERDADE!!! Não precisaremos mais ter refeições cronometradas pois o mínimo de 1hora está garantido mais o máximo tempo máximo não. LIBERDADE!!! Para rodar um pouco mais nos dias que estamos mais dispostos e a viagem é longa e a estrada tá boa, e assim ganharmos uns trocados a mais. LIBERDADE!!! Pois os locais de carga e descarga irão pagar estadias a partir de 5horas, e com certeza caminhão não será mais visto como armazém!!! LIBERDADE!!! Pois nao se ira mais pagar multas por excesso entre eixos… LIBERDADE!!! LIBERDADE!!! LIBERDADE!!!

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  • 01/05/2014 em 07:26
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    Veta Dilma, veta o artigo que flexibiliza a jornada de trabalho, não permita a continuidade deste estado de escravidão de uma categoria, nada é mais importante que vidas humanas que são perdidas nas rodovias; a lei atual é boa sim, nenhum motorista é um ser superior a outro profissional de outra categoria. Vocês defensores da mudança, só estão interessados em seus próprios interesses, de que adianta sacrificar um profissional para chegar ao seu destino, e quando chega, fica horas, dias, para descarregar, portanto a jornada de trabalho atual em nada impacta no mercado do transporte, o que impacta é o tempo de descarga, e o desrespeito aos motoristas nos pátios dos transportadores/embarcadores.

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    • 01/05/2014 em 08:34
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      Kleber, concordo com sua opiniao ate certo ponto,ao que se refere aos embarcadores.mas fazer pernoite de 11 horas em patio de posto ninguem concorda ok? pense nisso.

      Resposta
      • 01/05/2014 em 12:36
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        Também não concordo com a obrigatoriedade de “descansar” essas 11 hrs., mas estão usando esta prerrogativa para corroer outras coisas que vinham em benefício do motorista. Estão jogando com as vidas dos motoristas, numa cabo de guerra político! Não podemos bater palmas para uma manipulação da lei que visa interesses maiores. Li a PL e achei absurdos em vários parágrafos, pois de um lado te dão um benefício e de outro te tiram dois! Isso é pura demagogia! Visivelmente estão tentando separar como categorias os empregados de autônomos, mas ao benefício das empresas, ou seja, para os motoristas não vai mudar muito ao que já estavam promulgando, mas para as empresas, querem tirar a obrigatoriedade de várias coisas, as quais já estão inclusive estipuladas em outras leis!

  • 30/04/2014 em 20:48
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    presidente dilma odeia nois caminhonerios porque nao sei.sera q oque ela come na casa dela nao passa por um caminhao ok,,,

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  • 30/04/2014 em 20:17
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    “O projeto define ainda que os motoristas de veículos de carga e de passageiros possam ampliar a jornada de trabalho diária de oito para 10 horas em casos extraordinários e para 12 horas por convenção coletiva. E que, em “situações excepcionais” em que não exista local adequado para descanso, a jornada poderá ser prorrogada até que o veículo chegue a local que ofereça segurança e atendimento adequado para a carga e o motorista.”

    Liberou geral, pois não existe fiscalização. Salve-se quem puder!!!

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  • 30/04/2014 em 18:44
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    evandro ela ja aprovou falta o senado e a presidenta dilma …

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  • 30/04/2014 em 18:28
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    será que o senado aprova? já que é para mudar vamos baixar os preços dos pedagius estaduais se o preço do pedagiu federal é mais barato porque os pedagiu estadual é mais caro os custos são os mesmo porque que o preço é diferente vamos lá para a unificação dos preços dos pedagiu nada mais justo;

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  • 30/04/2014 em 17:21
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    duvido que a camara aprove a isenção de pedagios com eixo suspensos , mas se ela aprovar ai eu volto a acreditar na profissão

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  • 30/04/2014 em 15:31
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    Esperamos que o Senado não jogue areia no projeto. Falam que os caminhoneiros ficam muito tempo ao volante. E os motoristas de automóveis que tomam algumas não repousam e ainda saem a noite com a família correndo riscos e se envolvendo em acidentes. Toda esta confusão de sono ao volante seja lá de qual categoria de motoristas for, é um problema de educação e de fiscalização orientadora e não multadora.

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  • 30/04/2014 em 15:26
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    Acredito que a melhor solução é o motorista tomar decisão a respeito de seus horários de trabalho e manutenção do veiculo,e verificar a possibilidade de autonomia para acatar ou não ordens de empregadores . Seria como um comandante de avião ou navio . Desta forma fica o motorista responsável por todos seus atos.

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    • 01/05/2014 em 11:38
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      Concordo, e acrescento que a decisão seja protegida por lei!

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    • 01/05/2014 em 22:29
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      um comandante de um navio ou de um avião tem formação, diferentemente de uma classe composta na grande maioria por semi-analfabetos, cegos e controlados por um sistema cheio de vícios e o maior deles é a famigerada “comissão”
      a classe precisa de um líder que lhes mostre o caminho através da organização primeiramente e a seguir o conhecimento de seus direitos e deveres.

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  • 30/04/2014 em 14:57
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    …as mudanças propostas já melhoram a situação do transporte. Em relação a remuneração, vejo algumas transportadoras pagando bons salários aos motorista, fato que é de merecimento. Cabe a cada uma verificar seus custos e negociar com seus motoristas.

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  • 30/04/2014 em 14:09
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    Quero só ver se vai melhorar o salário.

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