Síndrome do viajante: veja dicas de como evitar o problema

Transporte Rodoviario / Livro Jorge Um Brasileiro, que trata da vida dos caminhoneiros pelas estradas




Viagens longas de avião, carro, ônibus ou caminhão, exigem um cuidado especial com a saúde. Isso porque ficar mais de duas horas parado, em uma mesma posição, pode ocasionar a síndrome do viajante. O problema ocorre quando aparece o tromboembolismo, que é a formação de um coágulo de sangue no interior das veias, ocasionando a trombose venosa profunda, ou nas artérias do pulmão, que provoca a embolia pulmonar.

Alguns dos sintomas da síndrome do viajante são: vermelhidão, inchaço (em especial nos membros inferiores) e calor.

Mas algumas condutas simples ajudam a preveni-la. Conforme a fisioterapeuta do Sest Senat em Vitorino, no Paraná, Francieli Lodi, se a viagem for de avião ou ônibus, o recomendado é, pelo menos a cada duas horas, dar uma caminhada. Se o transporte for de caminhão ou carro, uma pausa para andar por alguns minutos também ajuda. “É importante, também, alongar as pernas, fazer movimentos circulares e para cima e para baixo com os pés”, explica Francieli.

LEIA MAIS  Cargosoft tem vagas para motoristas carreteiros no Paraná

A hidratação também é importante, por isso é indicado beber bastante água. Outra dica é evitar bebidas alcoólicas. Usar meias de compressão também ajuda a evitar a formação de coágulos.

Como o risco de danos à saúde permanece após a viagem, a fisioterapeuta alerta para medidas que devem ser adotadas ao final do percurso. “Quando chegar ao destino, descanse com as pernas acomodadas acima do nível do coração e dê mais uma caminhada”, aconselha.

LEIA MAIS  Caminhão blindado especial foi utilizado para transporte das notas do carnaval do RJ

As recomendações valem, especialmente, para pessoas que estão mais propensas à síndrome. Os fatores de risco principais são: doenças de sangue que podem levar à formação de coágulos, realização de cirurgias, traumatismos, gravidez e pós-parto, uso de pílula anticoncepcional, varizes, obesidade e sedentarismo. Além disso, a trombose é mais comum após os 40 anos de idade.

Fonte: Agência CNT de Notícias




Deixe sua opinião sobre o assunto!

error: Cópia de conteúdo desabilitada !!