De Carona na Boleia traz histórias de caminhoneiros

caminhao na estrada




O novo quadro De Carona na Boleia do programa Mais Caminhos da EPTV, afiliada Rede Globo, está no ar! Você vai conhecer quem são as pessoas, que percorrem as estradas do Brasil, movimentando e muito a economia. De dentro de cada boleia uma história de vida, curiosidades, muitos desafios, mas também muita paixão.

O repórter Daniel Perondi foi até Serrana, interior de São Paulo, conhecer o caminhoneiro Nelson Fernandes, também apelidado de Geada devido aos cabelos brancos. (VEJA VÍDEO)

Do caminhão vem o sustento da família e uma história de amor, que já dura 24 anos. Aliás, o caminhão tem um nome, é o “Brutão da Estrada.”

Ser caminhoneiro foi uma escolha, desde criança Nelson admirava a profissão e batalhou para conquistar o seu posto de trabalho. ” “É ele que me traz o sustento e traz minha alegria”, conta.

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Tanto amor pela profissão, reflete no cuidado que ele tem com o caminhão. Parece até que o “Brutão” acabou de ser comprado. O tanque de combustível passa por um cuidado especial e mais se parece um espelho. E até mesmo o escapamento faz parte do ritual da limpeza.

Tanto capricho tem uma boa explicação: “É um cuidado que eu tenho que ter com ele, para ele sempre fazer este trajeto comigo. O rei da estrada é ele. Ele que faz a função, eu só fico conduzindo ele”, justifica Nelson.

Mas, a vida de caminhoneiro não é nada fácil. Problemas de infra-estrutura e roubos de carga, estão entre os grandes desafios. “Passa muito apuro… já tive vez de o ladrão me parar, entrar aí (na boleia)… consegui convencer ele que eu tinha família, como é que eu ia fazer para reconquistar a confiança da empresa de novo. Conquistei ele, ele foi embora e me deixou em paz”, contou o episódio.

O neto do Geada, Tavinho, de 3 anos, é fã da profissão do avô (Foto: reprodução EPTV)

Geada conta ainda que já perdeu muitos amigos na estrada, por causa dos acidentes, causados muitas vezes pelas várias horas sem dormir.

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O transporte rodoviário de cargas é um dos maiores responsáveis por invalidez permanente e mortes no trabalho. De acordo com o Ministério da Previdência Social, em 2013 foram registradas 291 mortes no país.

Viagens longas, cansativas. A saudade de casa também acompanha quem vive muito tempo dentro de uma boleia. “A parte mais difícil é a distância”, admite o caminhoneiro.

Quando volta para casa, muita alegria. Quem espera o Geada é seu outro xodó: o neto Tavinho, 3 anos, que o ajuda no cuidado com o caminhão.

Fonte: GShow




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