Alta tecnologia e precisão são trunfos da JSL no transporte de alimentos

por Blog do Caminhoneiro

jslEntre as cargas mais frágeis a serem transportadas estão os alimentos. Climatização exata que varia a cada tipo de produto, respeito ao tempo de entrega sem prejuízos ao prazo de validade e equipe bem treinada para manusear a mercadoria são fundamentais para oferecer um serviço de qualidade. A JSL, maior operadora logística rodoviária do país, tem no transporte de alimentos para todas as regiões do Brasil uma de suas principais atividades.

São mais de 25 mil toneladas transportadas por mês, em uma operação que envolve cerca de 1.200 caminhões de diferentes portes e rodam por todos os estados brasileiros, além de cidades de fronteira do Chile, do Uruguai e da Argentina. Outras 148 mil toneladas ficam estocadas em armazéns, a pedido de clientes, para depois serem pulverizadas em entregas de comércios de menor porte.

Os principais produtos distribuídos pela JSL são carnes em geral, pescados, embutidos, frutas, pães, sorvetes, chocolates e iogurtes. A companhia, com sede em Mogi das Cruzes, interior de São Paulo, embarcou de vez no transporte de alimentos quando comprou a Rodoviário Schio, em 2011. A transportadora da família Schio, fundada em 1969, no Rio Grande do Sul, se tornou especialista na movimentação desse tipo de carga.

A empresa começou levando pescado do porto de Rio Grande até Fortaleza, no Ceará. A carga era composta por iscas para lagostas. Na década de 60, Rio Grande do Sul e Santa Catarina se tornaram importantes produtores de carnes e outros alimentos com distribuição nacional, reforçando a demanda por um transporte específico capaz de preservar as propriedades dos alimentos durante longas distâncias. A Schio cresceu junto com o desenvolvimento desses estados.

Equipamentos de alta tecnologia, gente bem treinada e testes de controle de temperatura foram o grande diferencial da Schio. A JSL manteve tudo isso e investiu em uma frota moderna aliando mais inovações. Os caminhões permanecem climatizados com médias de 20 graus graças a paredes revestidas. Mas dependendo do alimento, a temperatura é controlada. É possível resfriar ainda mais o veículo. Chocolates, por exemplo, exigem 15 graus. Já os sorvetes pedem 30 graus negativos.

No verão, a precisão da temperatura e a agilidade na entrega devem ser ainda maiores. Um minuto faz diferença quando está calor. Antes dos produtos serem embarcados, passam por testes que registram a temperatura do alimento naquele momento. Se for necessário, a empresa realiza um pré-resfriamento da mercadoria. Um detalhe que faz toda diferença para garantir ao consumidor um produto impecável.

Fonte: Divulgação

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