Entre as maiores dificuldades encontradas pelas transportadoras, há a falta de profissionais disponíveis, cerca de 35%, falta de treinamento técnico, 34%, falta de experiência, 22%, e também a busca por salários maiores, 13%.
Estima-se que nos países que sofrem com falta de caminhoneiros, devem haver cerca de 150 mil vagas em aberto. Por isso, as empresas estão mudando suas formas de gestão, para manter os motoristas trabalhando, evitando demissões e investindo em capacitação, melhores condições de trabalho e também em caminhões melhores. Tudo isso para reter os profissionais.
No Brasil havia, entre 2008 e 2012, estimativas que apontavam uma falta de até 100 mil caminhoneiros, devido à alta nas vendas de caminhões, e também por causa da economia em crescimento. Depois de 2012 houve uma inversão dessa curva, e o número de demissões foi maior que a de contratações. Há milhares de motoristas no Brasil procurando um emprego, por isso as transportadoras estão com exigências mais duras para contratação.
Na Espanha, a Fenadismer denuncia que não há, tanto de empresas quanto do governo, iniciativas para diminuir a falta de motoristas. Estuda-se a criação de uma plano de formação gratuita para que os desempregados possam conseguir a carteira de motorista profissionais.
Em março a entidade irá iniciar um programa de treinamento e cursos gratuitos, para fornecer a categoria de habilitação C e o certificado de aptidão profissional, requisitos mínimos para se trabalhar com um caminhão na Espanha.
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