O veículo foi abordado em fiscalização de rotina. Os documentos veiculares apresentados pelo condutor estavam atrasados. Por transportar carga viva, o motorista solicitou a liberação do caminhão, alegando que esse procedimento já havia sido adotado em outras ocasiões.
Em consultas aos sistemas da PRF, os agentes confirmaram que o Volvo já havia sido liberado anteriormente por transportar carga de animais. Ao final daquele procedimento, após a entrega da carga, a documentação deveria ter sido regularizada.
Por ser reincidente e aparentemente utilizar essa exceção para continuar transitando com licenciamento vencido, o veículo foi finalmente retido.
O Volvo foi multado por transitar com licenciamento vencido e por não possuir telefone de emergência aparente na carroceria, que é obrigatório em veículos de transporte de animais vivos. Após o transbordo das cinco mil galinhas, ele foi recolhido a estabelecimento credenciado pela Polícia Rodoviária Federal.
Devido à demora de quase 24 horas para providenciar a transferência das aves transportadas, insistindo na tentativa de liberação, os administradores da empresa proprietária do caminhão e do aviário responsável pela carga responderão por maus tratos aos animais, previsto no artigo 32 da lei de crimes ambientais.
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