A falta de motoristas nos Estados Unidos vem crescendo assustadoramente. Em 2018, o PIB do país cresceu cerca de 4%, e junto com esses crescimento da economia se tem uma crescente demanda por profissionais do volante. São mais de 50 mil vagas em aberto em todo o país.
Essa procura por motoristas é tão grande, que os salários não param de subir. Hoje, muitas empresas oferecem salários anuais na casa dos US$ 100 mil, além de pagarem bonificações extras, para que possam manter esses empregados em suas empresas.
A empresa RMJ Transport, especializada no transporte de veículos, do estado do Wisconsin, nos EUA, publicou nesta semana vagas de empregos em sua página do Facebook, onde pede motoristas com mais de dois anos de experiência, mas com salário anual ultrapassando os US$ 100 mil.
O pagamento dos funcionários da empresa é feito por comissão, em porcentagem por cada frete feito. Além da porcentagem fixa por cada frete, os caminhoneiros da empresa ainda tem direito a outros benefícios, como bônus por desempenho e reembolsos por custos da viagem.
Além da experiência como motorista carreteiro, a RMJ pede ainda exame toxicológico, idade superior aos 25 anos, Twic Card (Transportation Worker Identification Credential), boa apresentação pessoal e cuidados com o caminhão, como limpeza interna e externa regular. Nada exagerado.
No mundo, muita gente quer trabalhar como caminhoneiro nos Estados Unidos. O salário nesse valor e uma série de outros benefícios atraem candidatos de todos os lados do planeta. Porém, ainda não existe nenhum programa de importação de profissionais para os Estados Unidos, que tem regras de imigração cada vez mais rígidas.
E o salário de US$ 100 mil nos impressiona, mas para o padrão de vida dos norte-americanos, é considerado um salário mediano, com muitas dificuldades da profissão. Por isso muita gente se afastou dos caminhões e prefere trabalhar mais, porém perto de casa, podendo dormir na própria cama todas as noites.
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