Ministério da Infraestrutura quer acabar com a burocratização e custos para os caminhoneiros




Foto Alberto Ruy/Ascom Infraestrutura

O Ministro Tarcísio de Freitas, do Ministério da Infraestrutura, disse em evento que uma das medidas a serem adotadas em breve é facilitar a vida do caminhoneiro, e reduzir o excesso de burocracia para emissão de documentos, adesivos, como o RNTRC, e outras formas de tirar dinheiro do bolso dos Brasileiros.

As medidas foram apresentadas durante evento da CNTA, em São Paulo, uma das entidades responsáveis pela greve de caminhoneiros em 2018.

De acordo com o ministro, o primeiro passo já foi dado, que foi vincular o Contran e Denatran ao Ministério da Infraestrutura. Antes eles faziam parte do Ministério das Cidades, que hoje é o Ministério do Desenvolvimento Regional.

Freitas informou que procedimentos adotados pelos órgãos de regulamentação de trânsito, que afetam os caminhoneiros, deverão ser revistos. Uma delas é exigência do adesivo do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC). “Por que tem que ter o adesivo de RNTRC no caminhão se posso fazer a fiscalização eletrônica, com o cadastro eletrônico? Então vamos acabar com isso também, porque é mais um custo”; afirmou.

As medidas anunciadas ainda são a extensão do prazo de validade da CNH, hoje de cinco anos, que pode passar para 10 anos, e acabar com os simuladores para obtenção da CNH B, hoje obrigatórios, que só aumenta custos para quem quer tirar a carteira. O ministro classificou essa obrigação como medidas de um lobby, uma máfia, que impulsionaram a adoção dessas medidas.

O ministro também disse que não quer uma máfia de emplacadores de veículos, nem que a placa seja um custo adicional alto para o povo brasileiro. De acordo com ele, a placa dos veículos tem que ser um instrumento de segurança, para evitar clonagem, e não para aumentar custos e criar dificuldades.

Os processos de decisão das regulamentações dos órgãos de trânsito também serão revistos, já que são criadas cerca de cem novas resoluções de trânsito por ano, sem analise de impacto, sem ouvir a população, sem audiências públicas.




9 comentários em “Ministério da Infraestrutura quer acabar com a burocratização e custos para os caminhoneiros

  • 11/02/2019 em 11:52
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    Parabens Ministro pela iniciativa, vai ser de grande valia para o povo. Obrigada.

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  • 10/02/2019 em 17:44
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    Isso mesmo! Ja não aguentamos mais tantas exigências com custos tão elevado s e tanto tempo perdido para
    resolver “coisas” pouco importantes.

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  • 10/02/2019 em 12:16
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    Infelizmente tudo que se vê é que nada foi de fato resolvido ou implantado, a tabela mínima poucas empresas pagam e debocham da lei e das punições que foram implementadas, quando se resolver punir as empresas que não cumprem a lei acredito que ficará melhor pra trabalharmos.

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  • 10/02/2019 em 11:18
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    Eu queria vrr ele rqzer uma viagem cim um autonomo e nao em uma empresa com um caminhão de ultima geração com beliche ar condiciinado ele nao vai ver nada das dificuldade real dormindo de bico na mesma cama estourando um pneu a cada 300 kms frete baixo oleo caro viajando em uma velocidade media de 70 kms rsssrs duvido isso acontecer agira viajar em um caminhão de 540 CV é facil ai é tudo de bom …..agora ai ele presenciou as dificuldades das grandes empresas lamentavel …..

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  • 10/02/2019 em 11:06
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    Aki em Camaçari não querem pagar o piso mínimo

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    • 10/02/2019 em 12:19
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      Não é só aí não, estive em Brasília semana passada e estão pagando uma miséria, empresas como MINUANO , GOIÁS VERDE não PAGAM NEM A METADE DO VALOR MÍNIMO DA TABELA ANTT. Fora os atravessadores e agenciadores de carga que tem nessa região.

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  • 09/02/2019 em 20:07
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    O que nós precisamos é parar de sofrer nas mão dos atravessadores de fretes.

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    • 10/02/2019 em 10:14
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      Com certeza, essas medidas anunciadas são custos baixíssimos se comparados ao que se perde na mão dos atravessadores. Governo precisava lançar um sistema no qual pudéssemos transportar direto para a indústria e o agricultor sem burocracia.

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      • 11/02/2019 em 08:40
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        Teria q acabar com os atravessadores. Pois é eles q não tem um caminhão e sim só o nome é feição com o lucro de quem batalha

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